Yeats – Versos na tarde – 13/11/2016

A canção do delirante Aengus Yeats¹ Eu fui para uma floresta de nogueiras, Porque minha mente estava inquieta, Eu colhi e limpei algumas nozes, E apanhei uma cereja, curvando o seu fino ramo; E, quando as claras mariposas estavam voando, Parecendo pequenas estrelas, flutuando erráticas, Eu lancei framboesas, como gotas, em um riacho E capturei … Continued

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Yeats – Versos na tarde – 13/12/2014

Aedh deseja os tecidos dos céus Yeats ¹ Fossem meus os tecidos bordados dos céus, Ornamentados com luz dourada e prateada, Os azuis e negros e pálidos tecidos Da noite, da luz e da meia-luz, Os estenderia sob os teus pés. Mas eu, sendo pobre, tenho apenas os meus sonhos. Eu estendi meus sonhos sob … Continued

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Yeats – Versos na tarde – 02/11/2014

A canção do delirante Aengus (1899) Yeats¹ Eu fui para uma floresta de nogueiras, Porque minha mente estava inquieta, Eu colhi e limpei algumas nozes, E apanhei uma cereja, curvando o seu fino ramo; E, quando as claras mariposas estavam voando, Parecendo pequenas estrelas, flutuando erráticas, Eu lancei framboesas, como gotas, em um riacho E … Continued

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Yeats – Versos na tarde – 19/11/2013

E daí? Yeats¹ Estudante, os mais íntimos colegas Já viam nele um grande gênio então; Ele também; e agiu segundo as regras Passando em claro as suas noites negras. E daí? canta a sombra de Platão. Seus escritos lhe dão notoriedade; Ao cabo de alguns anos ganha tão Bem que não passa mais necessidades; Seus … Continued

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Yeats – Versos na tare – 05/02/2013

E daí? Yeats ¹ Estudante, os mais íntimos colegas Já viam nele um grande gênio então; Ele também; e agiu segundo as regras Passando em claro as suas noites negras. E daí? canta a sombra de Platão. Seus escritos lhe dão notoriedade; Ao cabo de alguns anos ganha tão Bem que não passa mais necessidades; … Continued

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Yeats – Versos na tarde

Aedh deseja os tecidos dos céus Yeats ¹ Fossem meus os tecidos bordados dos céus, Ornamentados com luz dourada e prateada, Os azuis e negros e pálidos tecidos Da noite, da luz e da meia-luz, Os estenderia sob os teus pés. Mas eu, sendo pobre, tenho apenas os meus sonhos. Eu estendi meus sonhos sob … Continued

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Yeats – Versos na tarde

Os Velhos Admirando-se na Água Yeats ¹ Ouvi os velhos, velhos, murmurando: “Tudo se altera, E um por um vamos passando.” Tinham mãos como garras, e seus joelhos Eram torcidos como os espinheiros velhos Junto da água. Ouvi os velhos, velhos, murmurando: “Tudo o que é belo foge, deslizando como as águas” (Tradução de Péricles … Continued

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Yeats – Versos na tarde

O prazer do difícil Yeats ¹ O prazer do difícil tem secado A seiva em minhas veias. A alegria Espontânea se foi. O fogo esfria No coração. Algo mantém cerceado Meu potro, como se o divino passo Já não lembrasse o Olimpo, a asa, o espaço, Sob o chicote, trêmulo, prostrado, E carregasse pedras. Diabos … Continued

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