Veja como alterar a senha e nome do Wi-Fi

Trocar a senha e nome do Wi-Fi parece difícil, mas não é não, é bem fácil!

Além disso, é muito importante trocar a senha do seu roteador de tempos em tempos, porque assim você evita que alguém descubra e acesse sua rede sem autorização.

O passo a passo:

Passo 1
A primeira coisa que você precisa fazer é descobrir o IP de acesso do seu roteador. Lá no computador, vá na “Central de Rede e Compartilhamento” e clique na conexão de rede da internet.
Vai abrir uma janela mostrando como está a sua conexão. É só clicar em “Detalhes” e procurar por “Gateway Padrão IPv4”. Esse número que aparece do lado é o IP de acesso do roteador, tá?

Reprodução

Passo 2
Agora, é só abrir o navegador de internet e digitar o número do IP na barra de endereços. Ele vai pedir um login e senha que são padrão de cada marca. Então não é para digitar a senha do seu Wi-Fi, tá?

Normalmente, o usuário e senha é “admin”, mas se não entrar, é só fazer uma busca no site da marca do seu roteador ou olhar no manual.

Mas, se você mudou o login e senha de acesso quando instalou o roteador pela primeira vez e não se lembra mais, é só pressionar e segurar o botão de “Reset” do roteador por uns 30 segundos. Isso irá redefinir as configurações do aparelho para o padrão de fábrica.

Passo 3
Assim que você conseguir acessar a página, entre nas configurações básicas – o nome pode variar de acordo com a marca, mas pode ser Wireless, Interface Setup ou Basic Settings. Agora é só alterar a senha e para trocar o nome da rede, é só clicar onde estiver escrito SSID.

Internet: Uma conexão 100 vezes mais rápida do que o wi-fi

A tecnologia li-fi, que utiliza a luz direta para transmitir dados, oferece umas conexões mais eficientes e seguras

Tecnologia WiFi,Blog do Mesquita,Internet

Um frigorífico que avisa a data de validade dos alimentos e uma escova de dentes que alerta sobre qualquer pequena cárie e marca automaticamente uma consulta ao dentista. Em 2023, calcula-se que existirão 22 milhões de dispositivos conectados à rede que revolucionarão a relação entre os objetos e as pessoas.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

O Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) o chamou de “internet das coisas”. Seu desenvolvimento, entretanto, se choca com a saturação do espectro de radiofrequência das redes wi-fi. A popularização do uso de dispositivos permanentemente conectados obrigou a busca de novas soluções.

Uma conexão 100 vezes mais rápida do que o wi-fi

O cientista da Universidade de Edimburgo, Harold Haas, descobriu em 2011 que a luz de um só LED (diodo emissor de luz) era capaz de transmitir mais dados do que uma antena de telefonia. Os testes no laboratório conseguiram uma transferência de arquivos de até 224 gigabits por segundo. Isso significa baixar 18 filmes em um instante. Em 2019 estima-se que o tráfego mundial de dados aumentará até os 24,3 exabytes por mês (24,3 bilhões de gigabytes). O desenvolvimento de conexões por luz direta (também conhecida como li-fi) é somente o começo de uma revolução muito próxima.

Resolvida a saturação

A principal diferença com o wi-fi é que sendo os dois ondas eletromagnéticas para transportar os dados, o li-fi o faz através da luz visível e não por micro-ondas. Dessa maneira é resolvido o problema da saturação do espectro de radiofrequência que reduz a velocidade das conexões atuais. O obstáculo para a implantação das cidades inteligente já não existiria.

Ainda não é comercializado, mas já existem empresas que pretendem colocar no mercado soluções baseadas nessa tecnologia. Arturo Campos Fentanes, diretor da Sisoft, no México, conta por e-mail que já estão na fase de miniaturização de seus protótipos. Essa empresa tem três patentes de modelos de transmissão e comunicação através de diodos LED. “O problema está no hardware dos aparelhos, porque os processadores ainda não são tão rápidos para captar todos os pacotes de dados enviados pela luz visível”, explica. O custo é outra de suas vantagens porque não requer grandes instalações. O preço ficará entre 215 e 3.445 reais, dependendo do tipo de LED e chip.

Funciona como um código Morse avançado. Com a instalação de um modulador, qualquer LED seria capaz não só de fornecer luz, como também transmitir dados. Esses moduladores fazem com que a luz acenda e apague milhões de vezes por segundo criando os zeros e uns binários que cifram os dados. A oscilação é imperceptível ao olho humano, mas não para fotodiodos colocados nos celulares e computadores que se encarregarão de captar as mudanças de luz e interpretá-las para transformá-las em informação. Dessa forma, toda a rede de iluminação de uma casa se transformaria assim em um grande roteador com múltiplos pontos de conexão dos gadgets.

Isso não significa, porém, o fim do wi-fi. O projeto prevê, em princípio, somente o recebimento de informação (unidirecional), mas os cientistas afirmam que conseguir não só, por exemplo, receber um e-mail como também enviá-lo, seria tão simples como colocar um emissor de luz no dispositivo (bidirecional). A ideia é que os dois sistemas coexistam para conseguir conexões mais eficientes e seguras.

E a transmissão de dados por luz direta limita seu raio de ação ao local em que o emissor e o receptor se encontram. Nenhuma pessoa pode interferir no sinal, como é possível fazer através das micro-ondas. Essa ausência de interferências favorece a instalação nos hospitais – na Coreia do Sul existe um projeto para eliminar todo o cabeamento de determinadas máquinas – e nos aviões. As utilidades são tantas quanto a mente possa imaginar.

Teste piloto

O desenvolvimento desta tecnologia tinha sido paralisado pela impossibilidade de se conseguir, em ambientes reais, uma velocidade de transmissão de dados tão superior à do wi-fi. Nestes últimos meses, no entanto, conseguiu-se implantar com sucesso, de forma piloto, em um escritório. Isso representa um salto qualitativo ao se obter velocidades de um gigabit por segundo. Ou seja, 100 vezes superior à velocidade média oferecida pelo wi-fi. “É um passo muito importante, porque o principal problema que encontramos em ambientes reais são as interferências, como, por exemplo, a luz natural”, comenta Ana García Armada, catedrática de Teoria do Sinal e Comunicações da Universidade Carlos III de Madri.

A implantação comercial exige um redesenho de muitos dos equipamentos emissores e receptores existentes, apesar de os cientistas trabalharem para que, por exemplo, a câmera de qualquer smartphone possa servir para decifrar o sinal da luz. As empresas de telecomunicações, como a Vodafone, admitem estar acompanhando com atenção seu progresso para avaliar as vantagens potenciais.

UMA GERAÇÃO DE CARROS INTELIGENTES

A tecnologia li-fi revolucionará também a forma de circular. Um projeto espanhol está desenvolvendo um protótipo de modulador que dará acesso à internet sem fio por meio dos postes de iluminação pública. “Estamos em uma etapa inicial, mas esperamos que em alguns anos possa ser uma realidade comercial”, afirma a catedrática García Armada, que participa do projeto.

A iluminação das rodovias se transformará em uma imensa rede de conexão. Os veículos inteligentes poderão se comunicar entre si por meio dos faróis de LED. Neste caso, ao ter ambos emissores de luz direta, pode-se estabelecer uma interação bidirecional. Entre as funcionalidades estão a de evitar acidentes ao detectar-se automaticamente uma brusca redução de velocidade do veículo que circula à frente.
Carlos Santana/ElPaís

Internet:Uma conexão 100 vezes mais rápida do que o wi-fi

Um frigorífico que avisa a data de validade dos alimentos e uma escova de dentes que alerta sobre qualquer pequena cárie e marca automaticamente uma consulta ao dentista.LiFi,Internet,WiFi,Tecnologia da Informação,Internet,Blog do Mesquita

Em 2023, calcula-se que existirão 22 milhões de dispositivos conectados à rede que revolucionarão a relação entre os objetos e as pessoas.

O Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) o chamou de “internet das coisas”. Seu desenvolvimento, entretanto, se choca com a saturação do espectro de radiofrequência das redes wi-fi. A popularização do uso de dispositivos permanentemente conectados obrigou a busca de novas soluções.

O cientista da Universidade de Edimburgo, Harold Haas, descobriu em 2011 que a luz de um só LED (diodo emissor de luz) era capaz de transmitir mais dados do que uma antena de telefonia. Os testes no laboratório conseguiram uma transferência de arquivos de até 224 gigabits por segundo.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Isso significa baixar 18 filmes em um instante. Em 2019 estima-se que o tráfego mundial de dados aumentará até os 24,3 exabytes por mês (24,3 bilhões de gigabytes). O desenvolvimento de conexões por luz direta (também conhecida como li-fi) é somente o começo de uma revolução muito próxima.

Resolvida a saturação

A principal diferença com o wi-fi é que sendo os dois ondas eletromagnéticas para transportar os dados, o li-fi o faz através da luz visível e não por micro-ondas. Dessa maneira é resolvido o problema da saturação do espectro de radiofrequência que reduz a velocidade das conexões atuais. O obstáculo para a implantação das cidades inteligente já não existiria.Ainda não é comercializado, mas já existem empresas que pretendem colocar no mercado soluções baseadas nessa tecnologia.

Arturo Campos Fentanes, diretor da Sisoft, no México, conta por e-mail que já estão na fase de miniaturização de seus protótipos. Essa empresa tem três patentes de modelos de transmissão e comunicação através de diodos LED.

“O problema está no hardware dos aparelhos, porque os processadores ainda não são tão rápidos para captar todos os pacotes de dados enviados pela luz visível”, explica. O custo é outra de suas vantagens porque não requer grandes instalações. O preço ficará entre 215 e 3.445 reais, dependendo do tipo de LED e chip.

Funciona como um código Morse avançado. Com a instalação de um modulador, qualquer LED seria capaz não só de fornecer luz, como também transmitir dados. Esses moduladores fazem com que a luz acenda e apague milhões de vezes por segundo criando os zeros e uns binários que cifram os dados.

A oscilação é imperceptível ao olho humano, mas não para fotodiodos colocados nos celulares e computadores que se encarregarão de captar as mudanças de luz e interpretá-las para transformá-las em informação. Dessa forma, toda a rede de iluminação de uma casa se transformaria assim em um grande roteador com múltiplos pontos de conexão dos gadgets.

Isso não significa, porém, o fim do wi-fi. O projeto prevê, em princípio, somente o recebimento de informação (unidirecional), mas os cientistas afirmam que conseguir não só, por exemplo, receber um e-mail como também enviá-lo, seria tão simples como colocar um emissor de luz no dispositivo (bidirecional). A ideia é que os dois sistemas coexistam para conseguir conexões mais eficientes e seguras.

E a transmissão de dados por luz direta limita seu raio de ação ao local em que o emissor e o receptor se encontram. Nenhuma pessoa pode interferir no sinal, como é possível fazer através das micro-ondas. Essa ausência de interferências favorece a instalação nos hospitais – na Coreia do Sul existe um projeto para eliminar todo o cabeamento de determinadas máquinas – e nos aviões. As utilidades são tantas quanto a mente possa imaginar.

Teste piloto

O desenvolvimento desta tecnologia tinha sido paralisado pela impossibilidade de se conseguir, em ambientes reais, uma velocidade de transmissão de dados tão superior à do wi-fi. Nestes últimos meses, no entanto, conseguiu-se implantar com sucesso, de forma piloto, em um escritório. Isso representa um salto qualitativo ao se obter velocidades de um gigabit por segundo. Ou seja, 100 vezes superior à velocidade média oferecida pelo wi-fi. “É um passo muito importante, porque o principal problema que encontramos em ambientes reais são as interferências, como, por exemplo, a luz natural”, comenta Ana García Armada, catedrática de Teoria do Sinal e Comunicações da Universidade Carlos III de Madri.

A implantação comercial exige um redesenho de muitos dos equipamentos emissores e receptores existentes, apesar de os cientistas trabalharem para que, por exemplo, a câmera de qualquer smartphone possa servir para decifrar o sinal da luz. As empresas de telecomunicações, como a Vodafone, admitem estar acompanhando com atenção seu progresso para avaliar as vantagens potenciais.

UMA GERAÇÃO DE CARROS INTELIGENTES

A tecnologia li-fi revolucionará também a forma de circular. Um projeto espanhol está desenvolvendo um protótipo de modulador que dará acesso à internet sem fio por meio dos postes de iluminação pública. “Estamos em uma etapa inicial, mas esperamos que em alguns anos possa ser uma realidade comercial”, afirma a catedrática García Armada, que participa do projeto.

A iluminação das rodovias se transformará em uma imensa rede de conexão. Os veículos inteligentes poderão se comunicar entre si por meio dos faróis de LED. Neste caso, ao ter ambos emissores de luz direta, pode-se estabelecer uma interação bidirecional. Entre as funcionalidades estão a de evitar acidentes ao detectar-se automaticamente uma brusca redução de velocidade do veículo que circula à frente.
Por:CARLOS SANTANA

10 maneiras para melhorar o sinal de wifi em sua casa

As luzes da sua árvore de Natal podem diminuir a velocidade da sua internet, de acordo com o Ofcom.

ThinkstockImage copyrightThinkstock

O órgão fiscalizador das comunicações no Reino Unido afirma que redes de internet wifi em casas e escritórios muitas vezes são instaladas de forma incorreta ou sofrem interferência de eletrônicos como babás eletrônicas, micro-ondas e as já citada luzes de Natal.

Mas como se livrar dessa e de outras ameaças? A BBC lista aqui 10 dicas para tornar o sinal mais forte.

1. Atualize seu roteador

thinkstockImage copyrightthinkstock

Os roteadores que as empresas oferecem quando instalam sua internet, atualmente, são considerados decentes.

Mas se você quiser uma conexão realmente rápida em casa, por que não pedir um novo roteador de Natal?

Os mais modernos farão sua conexão ser mais rápida e melhor.

2. Troque o roteador de lugar

Evite colocar coisas em cima do roteador – Image copyrightThinkstockIsso pode até ser senso comum para alguns, mas não custa repetir: o quanto mais alto, melhor.

Leia também: Satélite europeu disponibiliza imagens em alta resolução da Terra – encontre sua casa

Então coloque seu roteador no segundo andar da casa se puder, em cima de móveis e em uma localização central na casa.

Mas, obviamente, você precisa pensar se fazer isso é prático, já que o roteador pode precisar de cabos e de uma tomada.

3. Mude o canal do roteador

Essa é um pouco mais técnica, mas alguns roteadores atualmente vêm com duas larguras de banda (veja o manual do seu aparelho para saber se é o caso do seu).

A maioria dos roteadores funciona com frequência de 2.4GHz, assim como diversos eletrônicos como micro-ondas, babás eletrônicas, bluetooth, câmeras de segurança e telefones sem fio.

Se você mudar a frequência para 5GHz você provavelmente terá menos interferência. Seu vizinho, provavelmente, também usa a frequência 2.4GHz, então a rede dele também deixará de interferir na sua.

4. Corte interferências

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Muitas coisas podem afetar seu sinal de wifi – e por isso o Ofcom mencionou as luzes de Natal.

Mas qualquer cabo elétrico pode ter um impacto negativo se estiver no caminho, assim como portas de metal, parafusos, água (aquários, por exemplo), espelhos, lâmpadas de halogêneo, gaveteiros de arquivos, tijolo, vidro e concreto.

Qualquer coisa que afete a força do sinal é chamada atenuação (só para você saber).

5. Atualize seu software

Garanta que seu roteador tem as últimas atualizações.

O software é constantemente atualizado e os celulares e laptops mais modernos vão se conectar a velocidades mais altas com um sinal mais forte de wifi.

Mas mais importante que isso é a chamada relação sinal-ruído, que determina de fato a velocidade de dados a que o aparelho irá se conectar.

Só porque você vê cinco barras em seu dispositivo, não significa que você tenha alta velocidade garantida.

6. Pense sobre extensores

Extensores funcionam empurrando seu sinal para mais longe. Você também pode usar roteadores antigos para fazer isso, mas é um pouco complicado.

A coisa mais fácil é comprar um extensor de sinal wifi ou, ainda melhor, usar a chamada “powerline technology”.

Fios assim definitivamente não ajudam seu sinal – Image copyrightThinkstock

Isso significa conectar adaptadores nas tomadas principais. Eles passam o sinal através da rede elétrica, permitindo que você conecte um cabo de internet no adaptador em um cômodo onde o wifi não chega.

7. Compartilhe com seus vizinhos

Se você mora em um prédio e se dá bem com seus vizinhos, você pode compartilhar um roteador.

Dessa forma, a pessoa que mora no andar mais alto pode distribuir o wifi para o resto do prédio e vocês dividem os custos. Mas se você mora na parte de baixo, pode ficar com um sinal mais baixo.

Você também pode usar seu celular ou laptop como um ponto de wifi ou comprar um aparelho conhecido com MiFi (um microroteador).

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8. Garanta a segurança de seu wifi

Se você não gosta de seus vizinhos, ou se simplesmente quer uma rede mais segura, use um protocolo de segurança wireless (em inglês, Wireless Security Protocol – WPA/WPA2) em vez do WEP. Você pode fazer uma busca pelo seu roteador online e checar como mudar isso nele.

Só por curiosidade: WEP significa Wired Equivalent Privacy e WPA é Wi-Fi Protected Access.

Você também pode limitar o número de aparelhos que seu wifi suporta com algo chamado endereço MAC (do inglês media access control). Há muitos tutoriais na internet para que você faça isso sozinho.

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9. Não anuncie seu sinal

Sabe quando você procura por um wifi público e aparecem várias opções?

Se você não tornou a sua rede segura, o seu sinal vai entrar na lista e outras pessoas poderão utilizá-lo.

Você pode tornar sua rede segura adicionando um código de segurança (o password). Mas, para torná-la ainda mais segura, você pode ir a sua página de administração e desmarcar “Enable SSID Broadcast”.

Isso vai fazer seu sinal desaparecer da lista do smartphone da maioria das pessoas, apesar de haver apps que conseguem achar seu sinal escondido.

10. E se nada disso der certo… use um papel laminado

Image copyrightThinkstock

Essa é uma saída um pouco mais alternativa, e ainda não foi comprovada cientificamente, mas parece funcionar às vezes.

Pegue um pouco de papel laminado e ponha na parte de trás do roteador.

Você pode baixar um verificador de velocidade do wifi para testar se a solução funciona.

Outras pessoas usam outros objetos metálicos atrás do roteador – de latas de cerveja a peneiras de metal e raladores.
Del Crookes/BBC Newsbeat

Wi Fi – Aparelho da D-Link dribla paredes e leva internet para a casa toda

Se você possui uma casa ou apartamento grande e precisa enviar a internet para uma área onde o sinal Wi-Fi de seu roteador não chega, há soluções que envolvem passar um longo cabo Ethernet (o que pode não ser possível) ou utilizar repetidores de Wi-Fi (que podem ser insuficientes).

D-Link rede elétrica
 Tentando resolver este problema, a D-Link lançou um kit que extende a rede Wi-Fi pela rede elétrica, driblando longos cabos e perda de sinal. Vejamos como funciona.

O conjunto DHP-W221AV Wireless N150 vem em duas partes: uma delas é um receptor chamado DHP-208AV, que deve ser ligado em uma tomada, ao lado de um roteador comum e conectado a ele por um cabo ethernet comum (incluso). No cômodo onde o sinal não chega, instala-se a outra parte do kit. Este dispositivo serve como um extensor do resto da rede, seja via cabo ethernet ou Wi-Fi.

A configuração deveria ser simples, mas complicações ocorreram desde o começo. Com os dispositivos instalados em seus devidos lugares, o primeiro passo é se conectar à rede do extensor por Wi-Fi ou cabo e visitar o endereço 192.168.0.50 para a configuração. Este endereço não respondia de forma alguma e, após algumas tentativas frustradas, tentei acessar um endereço que constava em um cartão que acompanhava o kit. “http://dlinkap0422.local”. Este endereço (não mencionado no manual) mostrava uma tela de configuração da D-link, como em qualquer roteador da marca.

A configuração constava em pressionar um botão no extensor quando fosse pedido e tudo seria feito automaticamente. Depois de três tentativas sem sucesso, desligar e religar o extensor, fez com que ele já estivesse conectado. Isso foi feito em três tomadas da casa, em dois computadores diferentes. Todas as vezes a conexão foi conseguida após desligar e religar o extensor, sem nenhuma indicação de sucesso.

Problemas de interface à parte, era hora de testar o desempenho desse método.

De acordo com a caixa, é possível conseguir uma transmissão de até 300 Mbps pela rede Wi-Fi e 500 Mbps pela rede cabeada. Aí ficam os resultados da medição de velocidade em uma conexão de Fibra Óptica de 70 Mbps da LiveTIM. Todos os números são a média de 5 testes consecutivos utilizando o www.speedtest.net:
– Roteador LiveTIM, via cabo (Download): 75,3 Mbps
– Roteador LiveTIM, via cabo (Upload): 32,0 Mbps
– Roteador LiveTIM, via Wi-Fi (Download): 74,8 Mbps
– Roteador LiveTIM, via Wi-Fi (Upload): 34,0 Mbps
– Extensor D-Link, via cabo (Download): 31,8 Mbps
– Extensor D-Link, via cabo (Upload): 32,2 Mbps
– Extensor D-Link, via Wi-Fi (Download): 32,1 Mbps
– Extensor D-Link, via Wi-Fi (Upload): 32,3 Mbps

Como se pode notar, a velocidade se limita a 32 Mbps, mesmo se ligado ao computador por cabos ethernet, muito distante dos 300 ou 500 que foram apresentados.
Não testamos o kit em situações de interferência, elétrica pesada, como durante a utilização de secadores de cabelo ou aparelhos de microondas, que podem piorar a qualidade da rede.

Vale a pena?

 Se você realmente não deseja passar um longo cabo Ethernet entre os roteadores de sua casa, o Kit DHP-W221AV é uma solução viável, ainda que ineficiente em velocidades mais altas. Para uma distribuição mais estável e rápida, é possível comprar um longo cabo de rede e um roteador da própria D-Link pelos mesmos 300 reais que custa o kit. Basta esconder o cabo.
Ficha técnica
Wi-Fi: 802.11b/g/n, IEEE 802.3u
Segurança: Criptografia de dados AES de 128 bits, TKIP/AES, WEP, WPS, WPA/WPA2
Taxa de transmissão de dados: Ethernet: 10/100 Mbps (autonegociação), Powerline: Até 200 Mbps (taxa PHY)2
Velocidade Powerline: 200 Mbps
Velocidade Wi-Fi: 150Mbps
Alimentação: Bivolt 100V a 240V AC
 Avaliação técnicaINFOlab
  • Prós: Leva internet a qualquer canto da casa
  • Contras: Velocidade da internet retransmitida não é alta.
  • Conclusão: Solução para quem não quer passar um cabo por toda a casa só para levar internet a um cômodo ou área da casa

Luccas Franklin/Exame

A tecnologia que promete internet 100 vezes mais rápida do que com WiFi

A popular tecnologia de transmissão de dados sem fio WiFi está prestes a se tornar ultrapassada.

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Grandes fabricantes estão interessadas em produzir smartphones compatíveis com LiFi – Image copyright Thinkstock

Pelo menos é o que indicam os primeiros testes de uma nova tecnologia, chamada de LiFi, que consegue transmitir 1GB de dados por segundo.

Isto representa uma velocidade 100 vezes maior que o atual WiFi.

E pode ficar ainda mais rápido: a empresa de tecnologia Estonia Velmenni, que realiza estes experimentos, diz que testes realizados em laboratórios na Universidade de Oxford alcançaram 22GB por segundo.

A tecnologia LiFi, abreviação para “Light Fidelity” (Fidelidade da Luz, em tradução literal) usa ondas de luz para a transmissão, empregando diodos emissores de luz (LED).[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

“Criamos uma solução de iluminação inteligente para uma área industrial na qual a comunicação de dados se realiza através da luz. Também estamos fazendo um projeto piloto, criando uma rede de LiFi para acessar a internet no escritório”, disse Deepak Solanki, diretor-geral da Velmenni.

Como funciona?

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Tecnologia usa luzes LED para transmissão de dados – Image Thinkstock

Em 2011, o criador desta tecnologia, o cientista Harald Haas, da Universidade de Edimburgo, demonstrou que com apenas um LED é possível transmitir mais dados do que com uma antena de telefonia.

O LiFi permite que uma lâmpada tenha duas funcionalidades: iluminar e garantir a conectividade com o roteador.

A tecnologia foi apresentada em 2012, na feira Consumer Eletronics Show, evento internacional com tecnologias para consumo, em Las Vegas.

Em uma demonstração, dois smartphones a uma distância de 10 m trocaram dados entre si através da variação da intensidade da luz de suas telas.

Demonstrou-se, também, que o LiFi é mais seguro que o WiFi e não interfere com outros sistemas, mas que poderia ser usado sem problemas em um avião, por exemplo.

Mas há um inconveniente: a luz não consegue atravessar paredes.

Leia também: Quatro truques para melhorar a cobertura WiFi na sua casa

Leia também: O fantasmagórico mundo WiFi

É o fim do WiFi?

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Novo sistema não deverá substituir WiFi por completo num futuro próximo
Image copyright thinkstock

Mas, apesar de suas vantagens, o novo sistema não deverá substituir o WiFi por completo num futuro próximo.

Pelo contrário. Ambas as tecnologias poderão ser usadas em conjunto para criar redes mais seguras e rápidas. E pesquisadores trabalham na adaptação dos atuais dispositivos, para que sejam compatíveis com Lifi.

A PureLifi, empresa criada por Haas e sua equipe, oferece um aplicativo para um acesso sem fio seguro.

A empresa francesa de tecnologia Oledcomm está instalando o seu próprio sistema de LiFi em hospitais.

Ao mesmo tempo, empresas como Samsung, LG e outras fabricantes de dispositivos eletrônicos estão interessadas em criar smartphones com sensores de luz LiFi.
BBC London

Internet via luz chega ao recorde de 224 Gbps e baixa filmes em segundos

Internet Privacidade Blog do MesquitaVocê acha a sua conexão WiFi ou mesmo via cabo rápida o suficiente?

Cientistas da Universidade de Oxford, na Inglaterra, quebraram um recorde na velocidade de transmissão de dados em rede capaz de deixar até o consumidor mais satisfeito do mundo com o queixo caído: a transmissão de teste atingiu bidirecionalmente 224 Gbps (gigabits por segundo).

A tecnologia utilizada para que essa velocidade absurda seja atingida é a LiFi, uma espécie de sucessora do WiFi que utiliza o espectro da luz para transporte de dados.

No teste, a ligação foi realizada com um alcance de até 3 metros em 224 Gbps.

Essa foi a primeira vez que essa técnica foi testada em um ambiente totalmente coberto pela rede.

Por enquanto, a LiFi está em fase de testes e não tem aplicação comercial, mas a tecnologia não para de avançar.

Para efeito de comparação, as mais rápidas conexões WiFi atuais chegam a 600 Mbps, enquanto a fibra óptica é capaz de enviar 100 Gbps (só recentemente e sob determinadas condições).[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Quer mais um motivo para que ela chegue logo às operadoras?

A velocidade atingida no teste permite que 18 filmes de alta definição (cerca de 1,5 GB) sejam baixados em um segundo cada.

Fora o baixo custo, uma das maiores qualidades da internet LiFi é a sua possibilidade de existir em qualquer fonte artificial de iluminação: basta uma delas com um microchip para que o sinal possa ser transmitido por todo um cômodo — criando ponto de acesso para cada uma das bilhões de lâmpadas existentes no mundo.

Saiba como descobrir se alguém está roubando sua internet Wi-Fi

Ter uma rede Wi-Fi na sua casa é praticamente obrigatório nos dias de hoje, com tantos celulares, tablets, laptops, videogames, TVs e outros dispositivos conectados.

Ao mesmo tempo, sempre há a possibilidade de que algum espertinho tenha aproveitado uma brecha mínima que você tenha deixado na hora de criar sua rede e esteja conectado a ela sem a sua permissão.

 Existem vários modos pelos quais você pode realizar esta tarefa; a mais básica de todas é olhar os LEDs do seu roteador para ver se ele está piscando mais do que seria normal.
Isso não vai funcionar, no entanto, se você tiver muitos aparelhos conectados à sua rede, já que você provavelmente não vai identificar nenhuma diferença.

Também não há muito que possa ser feito para solucionar o problema por este método.

Outro modo, mais refinado, é acessar as configurações de seu roteador.

Qualquer modelo, por mais simples que seja, mostrará uma lista com todas as conexões ativas no momento, possibilitando o bloqueio de qualquer atividade estranha.

Infelizmente, cada roteador tem sua própria interface, com menus únicos, então é impossível detalhar como acessar esta opção (é recomendável olhar o manual), mas é necessário acessar as configurações, normalmente disponíveis no endereço http://192.168.0.1.

A última opção, mas não menos útil, é utilizar um programa capaz de identificar conexões estranhas.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Um deles é o SoftPerfect Network Scanner, mas há vários outros similares.

O software faz uma listagem de todos os IPs e aparelhos conectados na sua rede. Ele é até mesmo capaz de desligar um computador ligado.

Basta seguir o passo a passo abaixo para ver a lista de dispositivos conectados. Se você tem, por exemplo, seis aparelhos conectados na sua casa, mas a lista mostra 9 conexões, por exemplo, há alguma coisa errada.

Reprodução

Reprodução

Como criar uma rede segura e evitar conexões estranhas:
A forma mais simples de resolver este problema é resetar o roteador e mudar suas configurações para garantir que isso não aconteça de novo. Os passos abaixos não garantem totalmente a segurança de sua conexão, mas ajudam bastante e são uma camada a mais de dificuldade para possíveis ataques ou ladrões de sinal:

Trocar o nome da rede (SSID) e senha de acesso:
ao instalar o aparelho em casa, é obrigatório mudar imediatamente o nome da rede e a senha de acesso. Sem isso, o equipamento usará um nome padrão de fábrica sem senha, que facilita a descoberta do modelo por um possível cibercriminoso. Com esta informação, ele pode explorar as vulnerabilidades que já são conhecidas.

Criptografia WPA2:

Como dito antes, o mínimo que você deve fazer é colocar uma senha (de preferência bem forte). Depois disso, outro passo importantíssimo é definir o padrão de segurança. O WPA ou o WPA2 (prefira a segunda opção se possível) são protocolos muito mais seguros que o WEP, que pode ser quebrado com facilidade.

Desativar WPS (WiFi Protected Setup):

O recurso pode gerenciar a segurança com mais simplicidade, mas é vulnerável. Em algumas horas, o PIN de 8 números pode ser quebrado por um ataque de força-bruta, deixando a rede exposta.

Ativar filtro de MAC:

Com a utilização desta ferramenta, apenas os aparelhos autorizados poderão se conectar à rede. Cada dispositivo possui uma placa de rede própria, identificada por um endereço contendo uma sequência única de letras e números. Ao cadastrar esta informação no roteador, apenas os endereços cadastrados na lista de acesso poderão se conectar.

Desativar exibição do nome da rede (SSID):

Ao fazer isso, sua rede fica “invisível” para outras pessoas, dificultando o direcionamento dos ataques. O problema é que será necessário digitar o nome da rede manualmente para cada novo dispositivo que se conecta.

Definir senha para modificar configurações:

Além da senha de acesso à rede, é importante criar outra para mexer no roteador em si. Normalmente o equipamento vem com uma senha padrão ou, até mesmo, sem senha, criando uma brecha grave. No caso de algum cibercriminoso conseguir entrar na sua rede, ele poderá modificar o roteador para direcionar o usuário para sites maliciosos que imitam páginas legítimas, entre inúmeras outras alternativas.

Atualização de firmware:

Fazer isso deve solucionar erros de segurança críticos e amplamente conhecidos. Na indústria da tecnologia, de um modo geral, um software desatualizado significa mais brechas, então a dica vale para todos os seus dispositivos.
Fonte:Olhar Digital

Internet e o problema do Traffic Shapping

Tecnologia Banda Larga Blog do Mesquita 03Uma das maravilhas da Internet moderna é permitir a troca de arquivos. Já foi o tempo em que modems analógicos limitavam a velocidade de download a míseros 14 kbps, agora, com o advento de tecnologias de ADSL (Linha Digital Assimétrica para Assinante) ou de Wirelles (WiFi) chegamos a confortáveis megabit por segundo.

Não apenas a velocidade aumentou, como a disponibilidade por conexão, permitindo o acesso ilimitado a um peço determinado, contribuindo para a disseminação da tecnologia entre os internautas brasileiros.

Entretanto, a Internet nacional possui gargalos no backbone, em períodos considerados críticos, carecendo de investimentos por parte da operadora do serviço de modo a aumentar a largura de banda por usuário.

Trafegando por rajadas de bits, os dados deveriam ter uma qualidade mínima disponível, de modo a assegurar a quantidade contratada, inclusive, propagandeada pelas operadoras, sendo fator de decisão na hora da compra por parte do consumidor.

Oferecem o acesso a Internet (operado pelo SCM – Serviço de Comunicação Multimidia ou STFC – Serviço Telefônico Fixo Comutado) com velocidades determinadas e cobram por essa velocidade de forma gradual. Quanto mais velocidade, maior o custo da conexão.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Acontece que nos períodos críticos do sistema, em vez de usar a receita realizada nos lucros, preferem as operadoras utilizar de artimanhas tecnológicas de modo a limitar a velocidade de download, em prática negada pelas ISP (Internet Service Provider), mas detectada pelos usuários mais experientes.

Essa prática ilegal denomina-se Traffic Shapping.

O Traffic Shapping consiste basicamente em priorizar o tráfego de dados através do condicionamento de pacotes identificados pelos protocolos, a fim de otimizar a largura de banda disponível.

Muito útil quando se trafega VoIp (Voz sobre Ip), passa a ser nefasto quando utilizado de forma maliciosa, interferindo no tráfego nas redes P2P (peer-to-peer) ou FTP (File Transfer Protocol – RFC959).

Em síntese, alguns ISP vendem gato por lebre, enganado o usuário, limitando de forma deliberada seu acesso à rede.

Atitude incompatível com o Código de Defesa do Consumidor, passível de punição mediante ação judicial.

O grande problema é provar o Traffic Shapping, já que é veementemente negado pelos ISP e depende de perícia técnica especializada e permanente.

Inúmeros vídeos disponibilizados na Internet demonstram claramente a prática em ISP brasileiros, utilizando o projeto internacional Glasnost.org, que procura essas limitações e informa ao usuário o quanto está sendo limitado em sua conexão.

Obviamente que a ANATEL, como órgão regulador e fiscalizador, deveria se fazer mais atuante e proteger os usuários dessas limitações, contudo, observamos que a política é de vista grossa a um problema sério que irá requerer investimentos na estrutura atual.

A meu ver, isso não é problema do usuário, já que o custo por conexão deve pagar pela modernização da infra-estrutura de rede e não apenas para gerar lucros aos acionistas.

Considerando que uma demanda judicial pode, muitas vezes, demandar desgaste para o usuário, os que conseguem identificar a fraude, preferem, por sua capacidade técnica (já que a identificação requer conhecimentos em arquitetura de rede e protocolos) utilizar de recursos que driblem a limitação, encriptando seus dados, de forma a não identificar o protocolo P2P ou FTP.

Outros, trocam de provedor, procurando quem não pratique Traffic Shapping, numa busca desenfreada pela liberdade da conexão.

Absurdo, já que essa liberdade é direito seu, assegurado pelo contrato pactuado(muitas vezes de adesão e oculto ao usuário).

Esse é um problema que precisa de divulgação e solução, ás claras, para a universalização da Internet no Brasil. Ocultar o Traffic Shapping e não promover a punição dos fomentadores dessa prática é renegar os direitos dos usuários, contribuindo para a dilapidação da estrutura de rede disponível ao tráfego no Brasil.

* Fabiano Rabaneda é Advogado – Especializando em Direito Eletrônico e Tecnologia da Informação.

Rússia quer o fim do wi-fi sem identificação do usuário


WIFI anônimo, Blog do MesquitaO ministério das Comunicações russo alegou que a obrigatoriedade da apresentação do número de identidade ou de passaporte para usar uma rede wi-fi pública faz parte da luta contra o terrorismo.

O governo russo publicou nesta sexta-feira um decreto que exige que os russos forneçam seu número de identidade ou de passaporte quando se conectarem a uma rede de wi-fi pública, o que provocou a indignação dos internautas.

Este decreto é, na realidade, uma emenda a uma lei já existente e que prevê que a operadora só deve fornecer serviços de intercâmbio de dados e conexão à internet através da identificação do usuário.

Esta medida causou revolta entre os internautas. “Um verdadeiro ‘Big Brother’ está nascendo ante nossos olhos.

Um sistema que conhece quem escreveu o que, quando e onde”, criticou em seu blog Alexei Navalny, o opositor número um do Kremlin.

O ministério das Comunicações alegou que esta medida faz parte da luta contra o terrorismo e que não afeta as redes wi-fi privadas.


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