Design – Mobiliário

O designer mexicano Gabriel Cañas criou essa cadeira inspirado no ‘Tetris’, histórico game eletrônico.

Design Mobiliário Cadeira Tetris 02

Formado por cinco blocos feitos em fibra de vidro, material leve e resistente, desperta a atenção até dos que não conheceram o ‘game’.

Design Mobiliário Cadeira Tetris 01

Certamente a cadeira fará sucesso entre os fans do ancestral vídeo game.


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Jovem com mais seguidores que Bieber ganha a vida com vídeos de jogos

Joseph Garrett passa os dias jogando o video-game Minecraft em seu quarto, na casa de seus pais. Ele ganha a vida filmando a si mesmo enquanto joga. E isso pode deixá-lo rico.

Joseph Garrett
O canal de Joseph Garrett no YouTube é um dos dez mais acessados do mundo

O jogador, de 23 anos, tem milhões de jovens fãs que o bombardeiam com mensagens diárias, e seus vídeos no YouTube atualmente conseguem mais visualizações do que as publicações feitas popstar canadense Justin Bieber. Mas ao caminhar pela rua, ninguém o reconhece.

Bem-vindo ao novo mundo de entretenimento para jovens, em que os jogadores devotos assistem a vídeos para que possam aperfeiçoar suas habilidades.

Os vídeos mais populares de Garrett retratam o jogo Minecraft, no qual os jogadores constroem seus próprios mundos virtuais. O jogo tornou-se um fenômeno, e seus vídeos podem gerar de mais de 30 milhões de acessos em uma semana, atraindo o interesse de empresas que usam o site de vídeos para anunciar seus produtos.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Mesmo se ele receber apenas uma pequena parte da receita de publicidade gerada, esses números enormes podem muito bem deixá-lo rico.

“Estou muito feliz, não vou mentir, eu acho que tenho o melhor trabalho do mundo”, disse à BBC.

“Eu jogo durante todo o dia, faço vídeos, que é o que eu amo fazer, posso ser criativo e me divertir. O fato de que as pessoas gostam de assistir torna tudo ainda mais agradável”, completa.

Um ex-barman de Emsworth, pequena cidade no sul da Inglaterra, Joseph Garrett foi surpreendido pela enorme popularidade alcançada por seus vídeos em um curto espaço de tempo.

Apesar de seu canal no YouTube não ter o maior número de assinantes, o acesso cresceu rapidamente no último mês. Segundo as empresas de web Socialblade e Tubefilter, seu canal está entre os dez mais vistos no mundo.

Jogo Minecraft
Crianças e adolescentes assistem aos vídeos para jogar melhor o Minecraft 

A audiência de Joseph é em grande parte composta por jovens de seis a 14 anos. Segundo ele, a maioria são meninas (60%), o que surpreende muita gente.

Joseph, que publica os vídeos sob o pseudônimo Stampylonghead, iniciou o upload do material enquanto ainda estava na universidade.

“Eu trabalhava em um bar e decidi sair quando estava ganhando a mesma coisa com os vídeos”, acrescenta. “Era apenas um salário mínimo, eu tinha provavelmente cerca de mil assinantes”, conta, sem revelar quanta ganha hoje.

Atualmente, a remuneração mínima por hora de trabalho no Reino Unido é de 6,31 libras (cerca de R$ 25,00).

“Eu tive sorte de poder morar com meus pais e não precisar pagar aluguel para que pudesse desenvolver isso e ganhar a vida em tempo integral.”

Melhor que TV

Joseph reconhece que, se o jogo continuar popular, ele pode se tornar milionário, mas diz que o dinheiro não é sua motivação.

“A maioria dos canais de mais de 100.000 assinantes pode proporcionar uma vida decente.”

Esse é o futuro, diz. “Muitas pessoas veem a televisão como uma coisa muito passiva agora. Ela fica num canto, sempre transmitindo, 24 horas por dia”.

“Eu acho que tablets, celulares e laptops são muito mais imediatos e mais emocionante”, observa.

Sua opinião é partilhada por Chris Dring, editor da revista MCV, sobre mercado de jogos.

“A mídia infantil passou por uma transformação radical nos últimos três anos”, diz ele. “As crianças ainda estão assistindo à TV, indo ao cinema e jogando video-game. Mas elas também estão no YouTube, Facebook e celular. Esses YouTubers são verdadeiros atores do entretenimento. Para seus seguidores, são celebridades”.

Joseph não é o único a fazer sucesso com vídeos de jogos.

Joseph Garrett
Joseph Garrett trabalha em seu quarto, na casa dos pais 

O canal Yogscast, também britânico, passou os dois bilhões de acessos nos últimos seis anos e já foi citado, previamente, como o número um da Grã-Bretanha.

O rapaz, que é solteiro, diz que seu público o vê como um amigo.

“Eu acho que (o YouTube) parece mais pessoal do que assistir televisão. Eles se sentem como se me conhecessem, me escrevem mensagens, não sobre os meus vídeos, mas apenas para me dizer o que fizeram naquele dia”, conta.

O número de mensagens que Joseph recebe a cada dia é tão grande que ele não consegue ler todas.

Seus planos futuros incluem sair da casa de seus pais e ir morar com um amigo de 22 anos de idade, David Spencer, que também aparece em seus vídeos de Minecraft como iBallisticSquid.

“Eu sou um cara fazendo vídeos no quarto. Estou tentando montar um escritório próprio, mas tudo tem acontecido muito rápido”, disse. “Eu só quero manter o que estou fazendo no momento.”

E o que seus pais pensam da carreira incomum de seu filho?

“Eu acho que eles estão igualmente espantados como eu. No início, acho que eles meio que desejavam que eu saísse e conseguisse um emprego de verdade, mas agora eles realmente não podem argumentar contra isso e estão felizes por mim”, disse.
Matt Precey/BBC News

Celular da Sony com joystick

Celular-PlayStation da Sony chega ao mercado em março

Celular-PlayStation, com joystick e games clássicos - Foto Manu Fernandez/AP

Xperia Play tem ‘joystick’ integrado e vai rodar games tradicionais.
Empresa apresentou ainda novo top de linha Xperia Pro, com teclado.

A Sony Ericsson revelou oficialmente neste domingo em Barcelona o Xperia Play, apelidado antes do lançamento de “PlayStation Phone“. Imagens do aparelho já vinham sendo divulgadas há meses, embora a fabricante tenha demorado para confirmar o lançamento de um telefone celular voltado para jogos. O “celular-PlayStation” chega em março aos mercados dos EUA e Europa, ainda sem preço definido.

O aparelho será o primeiro smartphone compatível com a nova plataforma de jogos da Sony para celulares.

Batizada de “PlayStation Suite”, trata-se de uma loja virtual com games de PlayStation 1, 2 e títulos criados especificamente para aparelhos móveis. O plano da Sony é fazer com que mais aparelhos sejam capazes de comprar e rodar estes jogos.

O formato é o de um celular com teclado deslizante.

Mas, no lugar das teclas para digitar mensagens, estão o controle direcional, os quatro botões com as formas geométricas tradicionais de todo joystick de PlayStation, e os comandos “select” e “pause”.

O Xperia Play conta com tela de 4 polegadas com resolução de 854×480 pixels, tela multitouch de cristal líquido e processador Snapdragon de 1 GHz.

Segundo a Sony, o aparelho é capaz de exibir 60 quadros por segundo, mesmo em jogos com necessidades de processamento mais exigentes.

O sistema operacional é o Android 2.3 (Gingerbread), o último lançado pelo Google para telefones celulares – a versão 3.0, Honeycomb, é voltada para computadores em formato tablet.

O Xperia Play tem ainda câmera de 5 megapixel com flash e bateria capaz de garantir mais de 5 horas de jogatina, de acordo com a Sony.

A empresa apresentou ainda o Xperia Pro, com teclado deslizante, processador Snapdragon fde 1 GHz e câmera traseira de 8 MP e frontal de 2 MP.

Trata-se do novo top de linha da empresa para o mercado de smartphones, posto atualmente ocupado pelo Xperia X10.

Leopoldo Godoy/G1

Nitendo – Fã do vídeo game tatua controle no braço

Caso você ache que já viu tudo em matéria de game mania, fanatismo ou mesmo tatuagens, ledo engano.
Olhe só um que um fanático pelos jogos eletrônicos fez.

Conhecido como “Metal Games”, um fã holandês de 33 anos, tatuou o controle de Nintendo no braço.

Tatuagens,Comportamento,Video Games,Nitendo,FanatismoFoto: Reprodução/Gamecloud.nl

O maluquete garantiu em entrevista ao site Gamecloud.nlque a tatuagem não doeu nada e o “serviço” levou apenas 20 minutos para ser concluído.

Video Game controlado com a mente

Alemães desenvolvem fliperama controlado pela mente. Alegam que tecnologia torna controle viável em velocidade recorde.

Pesquisadores de uma universidade de Berlim apresentaram uma nova tecnologia que, segundo afirmam, permite comandar máquinas com a força do pensamento em uma velocidade recorde.

Para provar a eficiência do sistema, os especialistas demonstraram como uma pessoa pode jogar fliperama sem precisar mover as mãos.

Uma touca elástica, com pequenos eletrodos, capta as correntes cerebrais na superfície da cabeça e transmite os comandos do jogador ao brinquedo.

“Por meio da touca de eletroencefalograma, medimos campos magnéticos gerados pelo pensamento com dois sinais diferentes, um referente à imaginação do movimento da mão esquerda e outro do movimento da mão direita, sem que a pessoa precise mover os membros”, afirmou o diretor do projeto, Klaus-Robert Müller, professor na Universidade Técnica de Berlim (TU).

O projeto foi desenvolvido pela TU em cooperação com neurologistas do Hospital Universitário Charité e pesquisadores de informática do Fraunhofer Institut.

Robô

Tecnologia,GamesTeste de novo dispositivo com fliperama
Touca com eletrodos capta correntes cerebrais na superfície da cabeça
(Foto: © Assessoria de imprensa da TU/Dahl)

Estudos sobre o comando de máquinas diretamente pelo cérebro humano, dentro da disciplina chamada brain-computer interface (BCI), já existem há alguns anos.

Em uma das últimas experiências a chamar a atenção da mídia, pesquisadores japoneses apresentaram em março passado um robô que se move, obedecendo pensamentos, captados por um capacete que interpreta ondas cerebrais do usuário.

Os especialistas alemães afirmam que o experimento de Berlim é inédito porque possibilita uma resposta quase imediata da máquina ao pensamento humano.

“Podemos classificar (o experimento) como um grande avanço, pois temos o sistema mais rápido do mundo neste momento”, disse Müller. “Com a demonstração, comprovamos a rapidez com que é possível se transmitir uma informação.”

Segundo os cientistas, essa tecnologia poderá, um dia, facilitar a vida de tetraplégicos, pacientes com distrofia muscular ou vítimas de derrame cerebral.

“O importante é que poderemos proporcionar a pacientes dependentes de acompanhamento ininterrupto mais um passo para a conquista da independência e de uma privacidade que eles não têm”, diz o especialista BCI, Michael Tangermann, membro da equipe da TU responsável pelo projeto.

da BBC Brasil – Marcio Damasceno

Video game Nintendo vira PC educacional de US$ 12

antigo-video-game-nintendo-vira-pc-educacional-de-us-12

Alunos da Universidade de San Diego, na Califórnia, trabalham no desenvolvimento de um computador educacional com preço de 12 dólares.

O modelo usa como base o microprocessador do videogame Nintendo de 8 bits, que fez muito sucesso na década de 80. O chip desse console,  lançado há 25 anos, tem a patente expirada. Além do mais, ainda encontra-se em produção e é muito barato.

Fora o chip, o computador educacional tem  teclado, mouse e controle de videogame. A tela é um aparelho de televisão qualquer, mesmo em preto e branco, e o software roda a partir de um cartucho.  Quando desenharam o produto, os alunos pensaram na classe média de países emergentes como a Índia, onde a maioria dos lares tem uma TV, mas não um PC.

Agora, os estudantes testam o computador – querem descobrir detalhes como resistência do equipamentos e possíveis problemas. Quando terminarem essa etapa, vão disseminá-lo para a educação de milhões de crianças na Índia, África e até mesmo Brasil, entre outros países em desenvolvimento.

Segundo os estudantes, o uso de computador no aprendizado é importante, porque, entre outras vantagens, desenvolve a habilidade de digitar e procurar informações, o que pode valorizar a pessoa do ponto de vista profissional.

O estudante Derek Lomas é o criador do projeto, que surgiu quando ele foi a Índia estagiar na fabricante de componentes Qualcomm. Recentemente, Derek fundou a Playpower.org, uma organização não-governamental composta por colegas da UC San Diego, do MIT, da Stanford, da USP e outras instituições. Os membros do Playpower.org trabalham de maneira virtual, e se mantêm conectados via wikis, videos e e-mail.

da Info