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Elizabeth Barrett Browning – Poesia – Como te amo? sexta-feira, 8 de março de 2019

Como te amo? Elizabeth Barrett Browning Como te amo? Deixa-me contar de quantas maneiras. Amo-te até ao mais fundo, ao mais amplo e ao mais alto que a minha alma pode alcançar buscando, para além do visível dos limites do Ser e da Graça ideal. Amo-te até às mais ínfimas necessidades de todos os dias à luz do sol e à luz das velas. Amo-te com liberdade, enquanto os homens lutam pela Justiça; Amo-te com pureza, enquanto se afastam da…

Gerson Valle – Poesia domingo, 27 de janeiro de 2019

Fala das melodias Gerson Valle Chegávamos ao ponto de falarmos por melodias, enquanto nossos olhares davam-se as mãos, percorrendo um possível horizonte de encontros. Que palavras haveriam de se formar na dimensão pura de nosso olhar? Escapa a emoção dos momentos, forçando-nos a procurá-los por cima dos armários, pelas penas dos pássaros que passam, ou condensá-los na forma de poesia, que não devia estar aqui, ser escrita ou pensada, por ser poesia em si, e mais nada. Mas, não querendo…

Walt Whitman – Poesia sexta-feira, 12 de outubro de 2018

Às vezes com a pessoa a quem amo Walt Whitman ¹ Às vezes com a pessoa a quem amo Fico cheio de raiva Por medo de estar só eu dando amor Sem ser retribuído; Agora eu penso que não pode haver amor Sem retribuição, que a paga é certa De uma forma ou de outra. (Amei certa pessoa ardentemente e meu amor não foi correspondido, mas foi daí que tirei estes cantos.) As coisas mais importantes. Compartilhe a informação:

Saramar Mendes – Versos na tarde domingo, 30 de setembro de 2018

Amores vãos Saramar Mendes¹ Bebo o meu vinho entre sombras brindando à cidade e seus argênteos fantasmas. Não renego a agonia das noites dentro dos meus olhos baços, mas tranco a alma na gaveta de baixo e assisto a passagem espectral da madrugada barganhando com outros desesperados a taça, o frio e os açoites do vento ou da dor. Escapo da ausência das flores admirando néons escondida num canto de alguma rua. Esqueço meu nome antes mesmo da morte, à…

J.G de Araújo Jorge – Versos na tarde – 30/08/2018 quinta-feira, 30 de agosto de 2018

Quando chegares J.G de Araújo Jorge¹ Não sei se voltarás sei que te espero. Chegues quando chegares, ainda estarei de pé, mesmo sem dia, mesmo que seja noite, ainda estarei de pé. A gente sempre fica acordado nessa agonia, à espera de um amor que acabou sendo fé… Chegues quando chegares, se houver tempo, colheremos ainda frutos, como ontem, a sós; se for tarde demais, nos deitaremos à sombra e perguntaremos por nós… Compartilhe a informação:

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