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Berlim testa ônibus elétricos sem motorista

Sem volante nem passagem paga, pequenos veículos cobrirão inicialmente um trecho de 600 metros. Operadora de transportes berlinense os anuncia como complemento aos ônibus convencionais: motoristas seguem necessários.    

Ônibus amarelo elétrico sem motorista em rua de BerlimPrimeiros teste dos veículos autônomos foram realizados em terrenos isolados, como Hospital Charité

Ônibus de condução automática começaram a circular em Berlim nesta sexta-feira (16/08). Sem motorista nem volante, os veículos de seis assentos movidos a eletricidade estão em fase de teste no noroeste da capital alemã até o fim de 2019: com velocidade máxima de 15 quilômetros por hora, eles cobrirão os 600 metros do fim da linha de metrô U6 até o lago Tegel. O serviço é grátis.

“Acreditamos que os ônibus autopilotados são uma adição inteligente a nossos grandes ônibus amarelos, por exemplo em áreas com vias estreitas e limites de velocidade rigorosa”, comentou Sigrid Nikutta, presidente da operadora berlinense de transportes públicos BVG.

Eles foram desenvolvidos pela firma francesa EasyMile, que já fornece veículos autônomos para mais de 100 cidades. Nikutta ressaltou que motoristas seguirão sendo necessários, pois não está em vista uma substituição total dos veículos de operação convencional pelos autônomos.

Berlim não é a primeira cidade da Alemanha a testar ônibus elétricos sem motorista: Bad Birnbach, na Baviera, foi a pioneira, em 2017; e no início da semana, o bairro Hafencity, no antigo porto de Hamburgo, também iniciou testes com a nova tecnologia.

Segundo o diretor da Agência de Eletromobilidade de Berlim, Gernot Lobenberg, trata-se de uma tentativa de “trazer para o mundo real nova tecnologia, como veículos altamente automatizados”. Antes, a metrópole testara ônibus autônomos longe das vias públicas, por exemplo no terreno do Hospital Charité.

Motos – Steampunk

Vespa Steampunk¹Design,Veículos


Steampunk também conhecido como Tecnavapor (abreviação de ”Tecnologia a Vapor”) é um subgênero da ficção científica, ou ficção especulativa, que ganhou fama no final dos anos 1980 e início dos anos 1990. Trata-se de obras ambientadas no passado, no qual os paradigmas tecnológicos modernos ocorreram mais cedo do que na História real (ou em um universo com características similares), mas foram obtidos por meio da ciência já disponível naquela época – como, por exemplo, computadores de madeira e aviões movidos a vapor. É um estilo normalmente associado ao futurista cyberpunk e, assim como este, tem uma base de fãs semelhante, mas distinta