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GVT vai deixar de existir

A partir do dia 15 de abril a GVT não irá mais oferecer seus serviços para clientes de todo o Brasil. A empresa enviou um comunicado aos clientes afirmando que os serviços serão unificados com a Vivo.

A mudança estava sendo trabalhada desde o mês de maio do ano passado e tornou-se possível com a aquisição da Vivo pela Telefônica que deu-lhe mais recursos para efetuar a transação.

Em dezembro de 2014, a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) já havia aprovado a compra da GVT pela Telefônica e agora o acordo finalmente foi selado.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

A companhia aproveitou para informar também que o atendimento telefônico e os aplicativos e serviços prestados sofreram mudanças após a unificação.

O telefone de suporte terá um novo número (10315) assim como o código de longa distância que passará a ser o “15” e não mais o “25”.

O site também será acoplado ao da companhia de telefone, televisão e internet a partir do dia 2 de abril.

Já os pacotes contratados por clientes antes da parceria ser firmada permanecerão inalterados já que a Vivo afirmou que irá honrar os contratos firmados pela empresa comprada.

Apenas alguns nomes serão modificados, como o “GVT Freedom”, o “GVT Protege” e o “Minha GVT” para “Vivo Freedom”, “Vivo Protege” e “Meu Vivo Fixo” respectivamente.

Os clientes da GVT também terão a oportunidade de usufruir de novos serviços oferecidos pela empresa de telefonia, como o Vivo Valoriza, programa de fidelidade que dá descontos em cinemas, contratação de serviços e compra de aparelhos.
Fonte:Olhar Digital

 

WhatsApp cria dilema para operadoras de telefonia

Smartphone com WhatsAppA lista das plataformas online com mais usuários em todo o mundo é liderada pela rede social Facebook, com 1,5 bilhão, e pelo serviço de ví­deos YouTube, com uma audiência de 1 bilhão de pessoas — ambos referências na internet há anos.

Mas é o terceiro colocado, o aplicativo de comunicação WhatsApp, que cresce numa velocidade mais elevada.

Depois de aumentar 350% em apenas dois anos e meio, o número de usuários acabou de chegar a 900 milhões, segundo o ucraniano Jan Koum, presidente da empresa. Isso significa que a audiência dobrou de tamanho nos 18 meses desde que o WhatsApp foi comprado pelo Face­­book­ por 22 bilhões de dólares em 2014. No segmento de troca de mensagens, o aplicativo é líder em 15 dos 33 países analisados pela consultoria britânica GlobalWebIndex, inclusive no Brasil, onde metade dos usuários de internet o abre regularmente.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

O sucesso do WhatsApp é um pouco surpreendente. O Facebook foi a primeira rede social a atingir a marca de 100 milhões de usuários. O YouTube seguiu pelo mesmo caminho no setor de vídeos. Já o WhatsApp é um caso à parte. Antes dele, houve dezenas de softwares de troca de mensagens. Alguns, como o BlackBerry Messenger, foram muito populares.

O que pavimentou a ascensão do WhatsApp foi cair nas graças dos usuários justamente quando os smartphones começaram a se espalhar pelo mundo. Com o acesso à internet, suas ferramentas, como a troca de textos, fotos e recados de voz, ganharam em eficiência. Mais recentemente, as chamadas telefônicas pela internet entraram no menu de opções. E tudo isso por apenas 1 dólar ao ano.

É toda essa facilidade quase gratuita que não para de atrair usuários — e também de enfurecer parte das operadoras de telefonia móvel. Elas não têm dúvidas sobre quem é o culpado pela queda na receita de SMS e de ligações. No Brasil, o Whats­App é abertamente criticado.

“Não temos problemas com serviços de dados e mensagens. Nossa preocupação são as chamadas telefônicas pela internet”, diz Amos Genish, presidente da Vivo. “Essa ferramenta não é uma inovação. É uma simples pirataria.”

O pano de fundo dessa briga é a revolução em curso no setor de telecomunicações. A expectativa é que as operadoras deixem de ser empresas de telefonia para se tornar, em primeiro lugar, provedores de internet móvel. “O serviço de voz não vai acabar, mas está havendo uma mudança radical no perfil de uso do celular e na receita das operadoras no mundo inteiro”, afirma o economista Ari Lopes, analista para a América Latina da consultoria Ovum, com sede em Londres.

Em um ano, a TIM perdeu 35% da receita de mensagens de texto. A Claro viu o faturamento de voz cair 18%. Até a Vivo, única que registrou crescimento na receita de telefonia móvel, teve queda de 5,5% nos ganhos com ligações ­­— uma redução de 164 milhões de reais no último ano. Por outro lado, as operadoras de telefonia móvel estão ganhando cada vez mais com a venda de planos de dados.

Nos últimos 12 meses, a receita da Vivo com pacotes de internet cresceu 51%. A da Claro, a que menos aumentou, teve uma expansão de 35%. A expectativa é que o faturamento das empresas com serviços de dados ultrapasse a receita de ligações em quatro anos.

Para um número crescente de usuários de celular, ter acesso a mídias sociais, mapas, músicas e vídeos é mais importante do que fazer ligações telefônicas. As pessoas estão mesmo falando menos ao celular. A média de uso por cliente é de 117 minutos por mês. Há exatamente um ano esse número era 9% maior.

Nesse contexto, o WhatsApp é ora inimigo, ora aliado. Quando compete diretamente com as chamadas telefônicas via ligações pela internet, é atacado. Na hora de convencer seus clientes a comprar planos de dados, as operadoras tratam o WhatsApp como uma atração. A Claro e a TIM oferecem pacotes que não descontam o tráfego de dados do WhatsApp ou de redes sociais, como Facebook e Twitter. O objetivo é gerar um estímulo ao serviço de internet.

“Os aplicativos são um motivo para o cliente gastar mais com planos de dados. O WhatsApp acelerou a demanda do consumidor por smart­phones”, diz Eduardo Tude, diretor da consultoria em telecomunicações Teleco, com sede em São José dos Campos, no interior paulista.

Amos Genish, presidente da Vivo

Amos Genish, presidente da Vivo: “A Anatel tem de regular o WhatsApp como serviço de telecom”

O coro das operadoras

O que une algumas das principais operadoras é a defesa do que chamam de competição leal. Genish, da Vivo, diz que o WhatsApp precisa ser regulamentado como um serviço de telecomunicação. Em suas declarações públicas, Bayard Gontijo, principal executivo da Oi, tem apoiado a ideia.

Rodrigo Abreu, presidente da TIM, por sua vez, é contra a proposta de criar uma regulamentação para os serviços online. Para ele, é preciso reduzir as obrigações e os impostos que atualmente recaem sobre as empresas de te­lefonia móvel. “Com ou sem ­WhatsA­­pp, o usuá­rio vai deixar de usar voz no celular para usar serviços de dados. Nosso desafio é participar do crescimento”, diz Abreu.

Procurada, a Claro não quis se pronunciar sobre essa questão. Até agora a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) tem dito que não é necessário regular os serviços de internet nem afrouxar as regras existentes para as empresas tradicionais. “Se existe uma dificuldade das operadoras de rentabilizar os negócios com o tráfego de dados, isso é um problema do modelo de cada empresa. O desafio delas é buscar novas fontes de renda”, diz João Rezende, presidente da Anatel.

Nos Estados Unidos, um dos mais avançados mercados de telefonia móvel, a competição das empresas com os serviços de mensagem online não provoca grande debate público. Um dos motivos é que os aplicativos não são tão populares quanto em outros países. Lá o software de mensagens líder é o Facebook Messenger, que atinge 25% dos usuários de internet — metade da taxa de uso do Whats­App no Brasil.

Uma das explicações para a popularidade menor nos Estados Unidos é que as operadoras americanas já ofereciam SMS ilimitado para os clientes quando softwares como o WhatsApp surgiram. Na briga com os aplicativos que oferecem ligações de voz via internet, as operadoras americanas também têm mostrado uma postura ativa. Desde o ano passado, oferecem o mesmo serviço com uma qualidade maior para seus usuários da rede 4G — a mesma estratégia tem sido seguida por empresas da China e da Coreia do Sul.

Na Europa, o caminho escolhido aponta na direção da regulação. Em maio, a Comissão Europeia iniciou uma revisão nas regras do setor de telecomunicações. O objetivo, segundo a comissão, é adotar medidas para garantir a igual concorrência entre empresas “tradicionais e novas” — em outras palavras, entre os aplicativos como WhatsApp e as operadoras.

A meta é elaborar um novo modelo até o fim de 2016. Nesse embate entre operadoras, WhatsApp e reguladores, o mais importante é não matar um serviço que se provou tão popular. A cada segundo são trocadas cerca de 350 000 mensagens em todo o mundo. É por aí que as coisas estão caminhando — pelo menos até a próxima revolução.
Filipe Serrano, de Revista EXAME

Tecnologia – Telefonia móvel

Telefonia móvel na África

Tecnologia - telefonia móvel na ÁfricaEssa é em Uganda. A bicicleta conduz uma “aparelhagem” para chamadas telefônicas a longa distância.
Observe a bateria na tampa da caixa juntamente com a tabela de preços.
O valor de $200 Uganda Shillings corresponde a cerca de US$0.10


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Bloquear celular de preso custará até R$ 1 bi ao Estado de S.Paulo

O governo paulista estima que gastará até R$ 1,1 bilhão por ano com implantação e manutenção de sistemas que bloqueiam sinais de celular e de internet móvel em até 30 dos 156 presídios do Estado.

O valor equivale a um terço do orçamento anual da Secretaria de Administração Penitenciária e é quase o dobro do gasto previsto com alimentação, higiene e alojamento dos quase 200 mil presos de SP.

É pelo celular, que entra irregularmente nos presídios, que detentos mantêm o controle de esquemas criminosos do lado de fora.

“Pode ser que questionem esse gasto, mas ele é extremamente necessário para combatermos o crime”, afirmou o secretário de Planejamento, Júlio Semeghini.

Por ser formado em engenharia eletroeletrônica, ele foi escalado como um dos representantes da gestão Geraldo Alckmin (PSDB) para discutir o assunto. As promessas para bloquear os sinais de celular nos presídios –sistema que já existe em outros países, como EUA e Espanha– se repetem há mais de uma década.

Editoria de Arte/Folhapress

Houve testes e tentativas, mas que não atenderam às expectativas. O governo, agora, prevê lançar a licitação já na semana que vem, para que os bloqueadores sejam instalados em até 30 prisões entre novembro e março.

O gasto mensal por presídio vai variar de R$ 1 milhão a R$ 3 milhões.

É a primeira vez que o poder público brasileiro faz uma concorrência pública com esse objetivo. Atualmente, apenas pequenos presídios, como um em Caçador (SC), têm bloqueadores similares ao que São Paulo quer instalar.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

“Não dá para dizer que é um valor alto porque depende de muitos fatores, como topografia e distâncias de centros urbanos. Os projetos variam em cada prisão”, disse o consultor de tecnologia da informação Carlos Fidalgo.

Conforme Semeghini, a prioridade é instalar os bloqueadores nas prisões que concentram os chefes de facções criminosas, como o PCC.

Entre os que deverão receber os bloqueadores estão os presídios de Presidente Venceslau, Avaré e Guarulhos.

Desde o início do ano dois sistemas de bloqueios foram testados. São eles: o gerador de ruídos e o simulador de ERB (estação rádio base).

Os experimentos acabaram no mês passado. Segundo o governo e as empresas que fizeram os testes, as falhas iniciais, como o vazamento do bloqueio de sinal para área externa, foram sanadas.

“A precisão foi cirúrgica. O bloqueio se limitou ao muro do presídio”, disse Eduardo Neger, dono de uma das empresas que atuou nos testes.

Haverá ainda concorrência para duas maletas portáteis que também bloqueiam sinais de celular e internet.
AFONSO BENITES/Folha De S.Paulo
Colaboraram *PEDRO IVO TOMÉ E MARÍA MARTÍN,* DE SÃO PAULO.

Brasil lançará satélite para levar banda larga a todo país

O Brasil prepara o lançamento de um satélite geoestacionário de comunicação para oferecer banda larga a todos os municípios do país, anunciou nesta quarta-feira (28) em Nova Déli o ministro da Ciência e Tecnologia, Marco Antônio Raupp.

O país busca na Índia uma cooperação técnica para o satélite, cuja construção e lançamento, sob responsabilidade da Telebras e da Embraer, tem um custo avaliado de R$ 750 milhões (cerca de US$ 412 milhões).

Apenas o lançamento custará cerca de R$ 145,5 milhões.

“Vamos fazer um concurso internacional que abre a possibilidade a uma cooperação tecnológica importante”, disse o ministro.

O satélite de comunicação dará opção a todos os municípios brasileiros de acessarem a banda larga para os serviços de internet e telefonia móvel 3G.

Brasil, Índia e África do Sul – três integrantes do grupo dos emergentes Brics, ao lado de China e Rússia – também discutirão nos próximos dias o lançamento de outro satélite para a observação do clima no Atlântico Sul, o que permitirá fazer as medições necessárias para “entender as anomalias com o campo magnético terrestre que deixam passar as radiações ultravioletas”.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Com a China, o Brasil prevê o lançamento de um satélite este ano e outro em 2014, informou o ministro, que considera “estratégica” a cooperação Sul-Sul.

O Brasil mantém uma intensa cooperação desde os anos 80 com a China, com o lançamento conjunto de três satélites.

Visita
Raupp integra a delegação da presidente Dilma Rousseff na reunião de cúpula desta quarta-feira dos Brics na capital indiana.

Durante a visita bilateral à Índia na sexta-feira, Raupp assinará com as autoridades indianas um acordo para o programa “Ciências Sem Fronteiras”, que permitirá o treinamento no exterior de estudantes e especialistas brasileiros nas áreas das ciências naturais e engenharia.

O programa já enviou 100 mil brasileiros ao exterior, em particular aos Estados Unidos (20 mil), Alemanha (10 mil) e França (8.000).

No caso da Índia, o Brasil espera estimular o intercâmbio nas áreas de tecnologia, saúde, em particular o combate a Aids, malária.
fonte:UOL

Celular, o novo passaporte para o consumo

Conectar-se à internet pelo celular e consumir – de sabão em pó a câmeras digitais.

É no que começa a apostar o varejo brasileiro ao investir na telefonia móvel como sua mais nova plataforma de vendas.

À frente das iniciativas no país, estão companhias como o Grupo Pão de Açúcar e o Comprafacil.com, que lançaram recentemente seus aplicativos para o celular.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Interesse que se explica nas cifras das movimentações globais feitas por aparelhos que cabem no bolso da calça.

Em todo o mundo, segundo o Instituto Gartner, as vendas de mercadorias via celular devem encerrar 2010 em US$ 3,683 bilhões. E as projeções para os anos seguintes são ainda mais otimistas: em 2014, deve-se atingir US$ 56,444 bilhões.

– O celular veio para transformar as vidas. Mais do que falar, esse aparelho dá a capacidade de as pessoas interagirem e passou a ser uma fonte de receita de empresas.

Na liderança do processo, estão os países asiáticos – disse Elia San Miguel, analista do Instituto Gartner, acrescentando que, em 2010, devem ser realizadas 192 milhões operações de compras de produtos.

Vendas de smartphones no país subiram 170% este ano

O Grupo Pão de Açúcar lançou, em setembro, seu delivery para alguns modelos de celular, como o iPhone.

Em breve será a vez dos donos de BlackBerry terem acesso ao serviço. Pelo sistema, é possível comprar alimentos, produtos de limpeza e tudo mais que está no site.

– Mesmo que os resultados em vendas não sejam ainda muito elevados, a iniciativa mostra que a companhia está preocupada com a inovação.

E o brasileiro é ávido por novidades, especialmente por aquelas que facilitam a vida – conta João Edson Gravata, diretor de Operações da rede Pão de Açúcar, acrescentando que, desde o lançamento da plataforma, os downloads para o sistema cresceram mais de dez vezes.

No Brasil, onde há 189,4 milhões de celulares, os aparelhos inteligentes crescem em ritmo acelerado, reflexo do barateamento dos celulares e do aumento da renda dos brasileiros.

Somente no primeiro trimestre de 2010, foram vendidos 1,2 milhão de smartphones para pessoas físicas no Brasil, salto de 170% em relação ao mesmo período de 2009.

Fabiana Ribeiro/O Globo

Celular LG com tela sensível ao toque e teclado transparente

Celular LG GD9000
Tecnologia, Celulares, LG GD9000, Telefonia móvelClique na imagem para ampliar

O preço da belezura ainda não foi divulgado. Lançado durante o “CommunicAsia 2009” em Singapura, o modelo GD900 da LG, foi definido pelo site “Cnet” como o ‘primeiro telefone sensível ao toque transparente’, mas a transparência só está presente no teclado.

O produto tem tela de 3 polegadas, e o teclado transparente também é sensível ao toque (é possível usá-lo para navegar na web ou reconhecer a escrita).

Previsto para chegar ao mercado ainda em 2009, o GD900 tem câmera com 8 megapixels e tecnologia Wi-Fi.

Vivo Celular chega em Fortaleza e completa a concorrência

Segue abaixo reprodução da matéria que saiu no jornal O POVO sobre o lançamento da Vivo no estado do Ceará, conforme já comentamos por aqui.

Vivo estréia no CE com sucesso de venda

Por Aécio Santiago – da Redação

A operadora de telefonia móvel Vivo apresentou ontem à imprensa seu plano de expansão para o Ceará e região Nordeste


Houve filas em frente à loja da Vivo, na Bezerra de Menezes, no primeiro dia da operadora no Estado. Os usuários vão contar com serviços como Internet móvel e tecnologia 3G.

(Foto: Kléber A. Gonçalves)

Agora está completa a concorrência entre as grandes da telefonia móvel no Ceará, um mercado de cinco milhões de usuários. Com a chegada oficial da operadora Vivo, o consumidor passa a ter mais uma opção de planos, descontos, Internet móvel, tecnologia 3G, além de outros serviços que pretendem conquistar o usuário em todo Brasil. Ainda este ano, a operadora chega em Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Piauí e Rio Grande do Norte.

Se parte das ações da Vivo vai depender da aceitação do público cearense, um dos termômetros mostra que inicialmente a procura deve ser grande e as estratégias precisarão ser redirecionadas. Às 14h30min, o presidente da Vivo Roberto Lima anunciava a comercialização de mil aparelhos. “Isso nos deixa muito surpresos e felizes”, disse o presidente. Segundo a diretora de Comunicação e Relações Institucionais, Vera Zilio, é uma das melhores respostas do consumidor que a empresa já teve em todo o País.

Além da Fortaleza, a operadora já opera nos municípios de Aquiraz, Caucaia, Eusébio, Maracanaú, Maranguape e São Gonçalo do Amarante chegando, portanto, a cobertura de 40% da população cearense. O objetivo até 2009 é ter 110 municípios atendidos, o que cobre cerca de 90% dos usuários cearenses. Entre contratação de pessoal, instalação de rede e lojas e promoção foram investidos R$ 80 milhões.

A campanha promocional de vendas dos planos pré-pagos mostra que o mercado continua em pleno aquecimento e a Vivo pretende crescer rapidamente. Além da publicidade em TV, rádio, Internet, paradas de ônibus, placas de ruas e outros meios, a tradicional abordagem de rua com distribuição de panfletos e adolescentes como minibanners ambulantes, tomou conta das principais ruas da Cidade nesta quarta-feira.

Na loja na Avenida Bezerra de Menezes, pessoas já formavam uma grande fila desde às 8hs, enquanto a loja sofria ainda os últimos ajustes para a inauguração às 15hs. A maioria das pessoas dizia-se interessada pelas promoções anunciadas durante a semana. A estudante Larise Ponte, 17 anos, aguardava para comprar o seu quarto chip. “Já tenho das outras operadoras e quero outro número por causa dos preços e vantagens”, declarou. Já o pedagogo Fábio Mendes, não está satisfeito com as atuais duas operadoras e deseja melhores tarifas, principalmente, para falar.

Nesses primeiros meses, as promoções para este público são bem sedutoras. Algumas delas são falar gratuitamente, até o final do ano, para qualquer Vivo da mesma localidade, ganhar mais de 100 minutos em ligações interurbanas (exceto para Minas Gerais), bônus de mil minutos, durante um ano, para qualquer Vivo e participar automaticamente das promoções ao adquirir uma linha Vivo até 17 de novembro.

Fidelizar

Portabilidade, qualidade de sinal, convergência e atendimento ao público serão os principais desafios da Vivo nesta primeira fase de instalação no Ceará. De acordo com o presidente Roberto Lima, além do aparelho que não virá desbloqueado, o usuário ainda não terá o serviço que garante a mudança de chip para outra operadora mantendo o mesmo número. “Vamos nos adequar ao que o cliente cearense deseja e atender de acordo com a demanda. A idéia inicial é fidelizar”, explicou Lima. A Vivo também não terá, inicialmente, um serviço local de atendimento ao cliente, que ficará todo concentrado em São Paulo.

Segundo o vice-presidente de operações Paulo César Teixeira, a Vivo entra forte no mercado de banda larga móvel. “Pela experiência que obtivemos, temos estabilidade de navegação que permite ao usuário comodidade no acesso aos serviços com aproximadamente 1MG de velocidade”, disse Teixeira. Ele enfatizou os indicadores da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), que colocam a operadora como a que oferece a melhor qualidade de ligação.

Além disso, a Vivo apresentou sua proposta de inserção no item responsabilidade socioambiental, doando um aparelho para o Conselho Tutelar de Fortaleza, visando agilizar o contato do órgão com as comunidades. O serviço de torpedo também integra o pacote de ações estratégicas no setor. “O objetivo é comunicar o maior número de pessoas com mensagens de utilidade pública, como ocorreu com a epidemia de dengue no Rio de Janeiro”, disse o presidente.

E MAIS:

  • A diretoria não informou em números exatos os valores de tarifas que serão praticadas.
  • A estrutura da Vivo no Ceará contará inicialmente com 70 colaboradores, 125 pontos de vendas, sendo duas lojas, uma no North Shopping e a outra na Avenida Bezerra de Menezes, em frente ao posto do Detran, perto da Igreja São Gerardo.
  • Os aparelhos inicialmente não virão desbloqueados, mas a diretoria garante que o serviço pode ser disponibilizado e efetivado imediatamente;
  • 70% do pessoal da empresa foi recrutado no Ceará;
  • A Vivo possui atualmente 40 milhões de usuários em todo Brasil e ocupa a 14º posição no ranking mundial e a segunda no ranking nacional;
  • A Vivo é gerida pela Portugal Telecom e a Telefonica

Operadora Vivo Celular chegou no Ceará com promoções!

Como já era esperado ainda este ano, a operadora de celular Vivo chegou no Ceará em já tem lojas e pontos de vendas em Fortaleza.

O que soubemos sobre as Lojas da Vivo foi que terá uma no North Shopping, e que inaugura hoje, dia 16 de outubro e a Loja da Antônio Sales, na Gold Jet que iniciará suas vendas no dia 17 de outubro.
Na CD Max da avenida Santos Dumont, foi visto uma placa sinalizando que venderão produtos da operadora.

Sobre promoções …

Ao contrário da espectativa de muitos, a Vivo não chegou com nenhuma promoção do tipo “31 anos” conforme feito há anos pelo operadora Oi que faz sucesso até hoje, quase 8 anos após seu lançamento.

Os “boatos” que corriam era que a Vivo viria com alguma promoção similar, falavam até que seria “Promoção 21 anos“, porem, não conseguimos confirmar isso.

Alguem confirma se existe mesmo a promoção do tipo “xx anos“? Comente aí pra nós!

O que conseguimos apurar através do site deles foi uma promoção básica de lançamento para os “pré-pagos” onde basta você comprar o Chip GSM deles, colocar uma carga de R$ 6,00 e começa a participar

A promoção chama-se: “A Vivo Chegou“…Chegou, porém meio “Morta“, não acham?

Veja abaixo treco retirado do site deles:

A partir de apenas R$ 6 por mês, você ganha:

– 100 minutos de DDD para qualquer Vivo no Brasil *
– 1.000 Reais todo mês, para falar com qualquer Vivo, em ligações locais, por 1 ano *

E mais: Tarifa Zero até o final do ano, com qualquer Vivo, em ligações locais.

* Bônus válidos apenas para chamadas originadas das 20hs às 07:59hs e aos finais de semana e feriados nacionais.

Como Participar?

Para receber os benefícios da promoção “A Vivo Chegou“, basta comprar um Vivo Chip e realizar uma recarda de R$ 6,00 ou mais dentro do período de vigência da oferta e pronto: Você já estará participando!

Fonte: Site da Vivo

Segue abaixo matéria veiculada no Jornal O POVO

A empresa de telefonia móvel Vivo anunciou nesta quarta-feira (15) o início da operação no Ceará, resultado de um investimento superior a R$ 80 milhões. Uma fila de clientes, de cerca de um quilômetro de extensão, formou-se na avenida Bezerra de Menezes, onde está localizada uma das duas lojas da operadora em Fortaleza. Além da Capital, a rede também está presente em Aquiraz, Caucaia, Eusébio, Maracanaú, Maranguape e São Gonçalo do Amarante, garantindo o acesso de 40% da população do Estado.

Em Fortaleza, a segunda loja fica localizada no North Shopping, também na avenida Bezerra de Menezes. O espaço foi construído de forma a garantir a acessibilidade de pessoas portadoras de deficiência. A loja dispõe de piso tátil, sinalizações em Braille, balcões adaptados e vendedores capacitados para atendimento às pessoas especiais.

Inicialmente, a estrutura da Vivo no Ceará vai contar com 70 colaboradores, 125 pontos de venda, sendo duas lojas próprias em Fortaleza, além de mais de 17 mil pontos físicos e virtuais de recarga.

Além de forte campanha publicitária veiculada na grande mídia, a operadora também investiu em promoções para atrair o consumidor cearense. O cliente vai poder fazer ligações gratuitas, até o final do ano, com qualquer celular Vivo da mesma localidade em qualquer dia e horário. Serão garantidos também R$ 1 mil em bônus todo mês, durante um ano, para falar com qualquer Vivo em ligações locais, aos finais de semana, feriados e no período noturno. Os valores de recarga de créditos variam de R$ 6 a R$ 300.

Segundo o projeto de implantação, a Vivo chegará, ainda em 2008, também aos estados de Alagoas, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte, completando a presença comercial da empresa no Nordeste e em todo o Brasil.

Redação O POVO.com.br

Celular. Como trocar de operadora e manter o número

Veja quando você poderá trocar de operadora e manter número do celular
Saiba a partir de quando este serviço estará disponível na sua cidade.
Mudança só valerá para todo o país a partir de março de 2009.

Do G1

Começa a partir da próxima segunda-feira (1) a implantação da portabilidade nas telefonias móvel e fixa em todo o Brasil. Essa mudança permitirá aos brasileiros trocar de companhia de telefonia sem perder o número do telefone.

A portabilidade será implantada aos poucos e só valerá para todo o país a partir de março de 2009. (Clique aqui para ver o calendário de divulgação)

Pelo modelo adotado, o usuário deverá contatar a prestadora para qual quer migrar e solicitar a transferência. O usuário pode desistir da mudança em até dois dias úteis, a partir da solicitação. Se isso não acontecer, a operadora escolhida encaminha o pedido e os dados do usuário à empresa que administra o serviço de migração, a ABR Telecom.

A migração acontece em até cinco dias úteis. A partir de março de 2010, esse prazo cairá para três dias. A prestadora nova cobrará a taxa pela mudança que, segundo a Anatel, ficará entre R$ 4 e R$ 10.

Para Hélio Costa, portabilidade estréia de forma limitada Portabilidade de número de celular terá início em setembro, diz Anatel.


Olho no DDD

Na telefonia fixa, o consumidor poderá trocar de empresa dentro do seu município (ou localidade com continuidade urbana) sem perder o número do telefone. Não será permitido, no entanto, levar o mesmo número para outra cidade.

No caso do celular, é possível manter o número dentro da área de mesmo DDD, que pode incluir mais de uma cidade.

A identificação das cidades em que as mudanças serão realizadas será feita de acordo com o DDD (por exemplo, o 11 para a região metropolitana de São Paulo). De acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), a implementação será fiscalizada em todo o Brasil.