11 de setembro – Divulgado vídeo inédito do ataque terrorista ao WTC

Fotos-torres-gemeas-11-de-Setembro-Ataque-terroristas Na véspera dos oito anos dos ataques ao World Trade Center, em Nova York, foram divulgadas novas imagens da tragédia.

Elas foram feitas desde o Brooklyn e mostram avião batendo no 2º prédio.

Imagens inéditas dos atentados do 11 de Setembro foram divulgadas nesta quinta-feira (10), véspera do oitavo aniversário dos ataques terroristas em Nova York.

Vídeos inéditos do ataque ao World Trade Center no dia 11 de Setembro

Ela foram gravadas a partir do bairro nova-iorquino do Brooklyn, por um amador. Nelas, a fumaça preta é vista saindo de uma das torres gêmeas, enquanto um avião atinge a outra.

Papéis voam pelo céu. Alguns vão parar nas mãos do cinegrafista.

Na noite daquele dia, outro câmera flagra bombeiros desolados e exaustos passando por ruas cheias de poeira em Manhattan. A fachada destruída do World Trade Center é vista atrás deles.

Fonte Saiu no Jornal 

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Pentágono é invadido por Crackers que roubam projeto de US$ 300 milhões

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F-35 Lightning II, máquina de guerra mais cara já projetada pelo Pentágono, foi alvo de roubo por crackers. (Foto: Divulgação)

Crackers levaram dados sobre construção do caça F-35 Lightning II.
Segundo ‘Wall Street Journal’, ataques podem ter sido feitos da China.

Um grupo de crackers invadiu os sistemas de computação do Departamento de Defesa dos Estados Unidos e copiou informações sobre a construção do caça F-35 Lightning II, o mais caro projeto já conduzido pelo Pentágono.

De acordo com o “Wall Street Journal”, os piratas copiaram informações que, em teoria, poderiam ensinar militares de outros países a se defender do avião, também conhecido como Joint Strike Fighter, cujo projeto está orçado em US$ 300 milhões

Ex-oficiais do governo americano ouvidos pelo “Wall Street Journal” afirmam que os ataques aparentemente foram feitos a partir da China, embora não seja possível afirmar com precisão a identidade dos crackers. Também não é possível estimar, por enquanto, os danos ao projeto e o provável risco de segurança criado pelo roubo de informações.

Segundo o jornal americano, os invasores conseguiram baixar um grande volume de dados sobre o avião, mas as informações mais críticas não foram atingidas. Partes mais importantes do projeto são armazenadas em computadores que não estão ligados em rede.

O F-35 Lightning II, construído por um consórcio liderado pela Lockheed Martin, é dotado de um software composto por mais de 7,5 milhões de linhas de código-fonte. O programa é três vezes mais complexo do que o utilizado em outros aviões de combate modernos.

Rede elétrica
No dia 8, o “Wall Street Journal” já havia revelado que espiões entraram na rede elétrica dos Estados Unidos e deixaram nela alguns softwares que poderiam ser usados para prejudicar o sistema.

Os crackers vieram da China, Rússia e outros países. Acredita-se que sua missão fosse investigar o sistema elétrico dos EUA e seus controles, informou o jornal, citando antigos e atuais dirigentes dos serviços de segurança norte-americanos.

Os intrusos não tentaram danificar a rede elétrica ou outros elementos cruciais de infraestrutura, mas os funcionários disseram que poderiam fazê-lo durante uma crise ou guerra. “Os chineses tentaram mapear a nossa infraestrutura, como a rede elétrica. Os russos também”, disse um funcionário dos serviços de inteligência ao jornal.

do G1

Microsoft terá site de busca “Viveri”

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Serviço será lançado no meio do ano para que a empresa teste novas tecnologias de buscas com participação do público.

A Microsoft planeja lançar um site experimental de buscas chamado Viveri, em meados deste ano. A novidade anunciada na terça-feira (24/02) durante o evento TechFest, da Microsoft, facilitará a criação de novas ideias para ferramentas de buscas pelos pesquisadores da empresa.

Os pesquisadores da Microsoft estão trabalhando em novas tecnologias de buscas que serão facilmente carregadas no Viveri e testadas pelo público, detalhou Robert Rounthwaite, arquiteto de software do Microsoft ResearchAfter.

As tecnologias testadas no Viveri incluem, por exemplo, a exibição mais precisa de resultados em buscadores verticais, exibindo diversas caixas na lateral dos resultados com resultados de domínios específicos como Amazon.com, Craigslist, Consumer Reports ou WebMD, dependendo da relevância.

O grupo de pesquisadores também está trabalhando em um novo visual para links de “páginas similares” que aparecem nos resultados do Google. No lugar de usar uma descrição vaga, os pesquisadores encontraram uma forma de exibir uma frase mais específica no resultado da busca. Por exemplo, se um usuário busca a palavra “Disney”, invés de ver um link para páginas similares, visualizará termos mais específicos como “Disneylândia” em destaque no texto. E com um clique nesta palavra é feita uma nova busca mais refinada.

O novo site vai oferecer resultados pela plataforma Live Search e está sendo criado com a tecnologia Silverlight, da Microsoft, para design de interfaces online.

do IDGNow

Internet – Blackbird, o browser para negros americanos

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Três “empreendedores afro-americanos”, Arnold Brown II, Frank Washington, e H. Edward Young, Jr. , criaram um browser (programa para navegação na web) voltado para os internautas negros dos EUA. Trata-se do “Blackbird”, cuja estrutura é semelhante à do Firefox.

O “Blackbird” oferece uma lista de favoritos pré-definida com sites de temática negra, além de consulta dos canais de TV dedicados a esse público. O navegador permite também procurar notícias de interesse dos negros, por meio de uma “black search” no Google News, e aproxima os internautas de entidades comunitárias.

Um dos criadores do “Blackbird”, Ed Young, negou que a iniciativa contrarie o universalismo da internet e tenha cunho racista. “Eu poderia ter feito um browser para os apaixonados pelo game ‘WarCraft’. Isso seria discriminatório com outras pessoas? Não, eu estaria apenas agregando pessoas aos sites e aos recursos em que elas possam estar provavelmente interessadas.”

do Estadao

Comércio Eletrônico – 45% das lojas online fecham em um ano.

A informação é da camara-e.net; segundo a entidade, são criados 8 mil sites de vendas todos anos, sendo que quase metade não sobrevive aos primeiros 12 meses.

Acesso a um número muito maior de clientes, possibilidade de venda 24 horas por dia, menores despesas que uma loja tradicional… São muitos os atrativos de um negócio online. Porém, ter sucesso no mundo digital não é tão simples assim. “Quarenta e cinco porcento das lojas virtuais fecham suas portas no primeiro ano de atividade”, afirma Gerson Rolim, diretor executivo da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net).

Segundo o executivo, cerca de 8 mil lojas online são criadas todos os anos, sendo que 3.600 delas não terminam os primeiros doze meses em atividade. Atualmente, há cerca de 16 mil varejistas online no Brasil. “Em muitos casos falta o planejamento básico”, destaca Sandra R. Tuchi, superintendente de marketing da Associação Comercial de São Paulo.

Na verdade, não basta ter uma página na web. “Para começar, se você não usar as ferramentas da internet, como links patrocinados, por exemplo, ninguém bate na sua porta”, destaca Rolim. “Além disso, é preciso ter um bom preço, pois na internet é muito fácil comparar valores, oferecer parcelamento e ter uma boa logística – cumprir prazos é fundamental”, completa.

Outro ponto importante apontado pelo executivo da camara-e.net para que um pequeno negócio online consiga sobreviver é buscar áreas pouco exploradas. “Quase 80% do faturamento do varejo online é gerado pelas 16 maiores lojas. Para um negócio sobreviver na disputa com esses gigantes, é preciso investir na segmentação, buscar um nicho”, explica.

Com objetivo de incentivar a adoção do comércio eletrônico por empresas de pequeno porte, a camara-e.net e Associação Comercial de São Paulo fecharam um acordo de colaboração na semana passada. A iniciativa resultará na realização de eventos conjuntos e no desenvolvimento de projetos como a criação de um selo de qualidade para lojas virtuais.

Fonte: PCWorld

Site que converte arquivos de textos, imagens, áudios, vídeos e arquivos compactados.

Eu postei aqui outro dia sobre o Docx-Converter, usei ele para converter um arquivo que recebi no formato Word com extensão docx, para a extensão doc, bem até hoje(enviei o arquivo no dia 22 de setembro de 2008) não recebi o arquivo convertido. Mas, porém, contudo e todavia não perdi a esperança, o ZAMZAR, renovou a minha fé, acabei de receber o arquivo convertido na extensão doc e abriu perfeitamente bem.

O ZAMZAR, tem limitação de até 100mb, isso para a versão FREE, mas pagando poderás converter arquivo do tamanho de até 1 giga, para “n” formatos. Os formatos não são apenas arquivos de textos não, são convertidos arquivos de imagens, áudios, videos e arquivos compactados.

Alguns exemplos de formatos que são convertidos:
-CVS para:  doc,html, mdb, ods, pdf, rtf, xls, xml
-DOC para : html, odt, pcx, pdf, png, ps, txt
-DOCX para: doc, odt, pcx, pdf, png, ps, txt
-AVI para: 3gp, 3g2, aac, ac3, flac, flv, gif, iphone, mov, mp3, mp4, mpg, ogg, wav, wmv

Site mão na roda!!!!

Telemar poderá ser obrigada a garantir internet sem provedor

“Podemos enganar alguns por todo tempo, todos por algum tempo, mas não podemos enganar todos por todo tempo.”
Abraham Lincoln

Deu no Direito do Estado

O Ministério Público Federal no Pará (MPF/PA) ajuizou ação civil pública com pedido de liminar para que seja eliminada a utilização de provedores adicionais (Terra, UOL, Globo, IG) no acesso ao serviço de internet banda larga da Telemar Norte Leste S/A, o Velox. A ação foi proposta ontem, 11 de setembro, à Justiça Federal em Belém, pelo procurador da República Daniel César Azeredo Avelino.

A Telemar é acusada de violar o Código de Defesa do Consumidor, por repassar informações falsas e obrigar a contratação de outras empresas para oferecer um serviço. A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) foi apontada como responsável também, por ter criado, através do regulamento para o acesso a internet que editou, uma necessidade descabida do ponto de vista técnico.

O MPF/PA sustenta que não há necessidade de contratação de provedor para acesso dos clientes do Velox à internet, porque se trata de um serviço de telecomunicações. A Telemar afirmou que é responsável apenas pelo fornecimento do sinal de conexão e que os provedores adicionais seriam imprescindíveis para liberar o acesso ao canal da internet ao usuário.

Mas a investigação da Coordenadoria de Informática do MPF/PA concluiu que essa informação é falsa e que os provedores adicionais têm apenas a função de provedores de conteúdo (fornecimento de conta de e-mail, página pessoal ou empresarial na internet, banco de dados etc), podendo a Telemar oferecer o acesso à internet diretamente.

Uma vez que a contratação dos outros provedores é tecnicamente desnecessária, a Telemar realiza a prática de venda casada, limitando a livre concorrência e o direito de escolha do consumidor, uma vez que esse não tem a opção de utilizar outros provedores que não os oferecidos pela Telemar – provedores gratuitos, por exemplo.

A Anatel figura no processo como ré, para que suspenda a norma que determina o uso dos provedores pagos para acesso à internet. Essa normatização da Anatel ignora as especifidades técnicas da tecnologia ADSL (utilizada no acesso à conexão banda larga e que dispensa o provedor), induzindo o consumidor a um gasto que poderia ser evitado, além de limitar a livre concorrência e o direito à informação para a sociedade.

O procurador pediu que a Justiça, em caso de decisão favorável ao MPF/PA, determine alcance nacional para a mudança. A ação tramita na 5ª Vara da Justiça Federal em Belém com o número 2008.39.00.009147-0.

TV Justiça