Corrupção: Mão Santa é réu em processo no STF

Mais uma vestal é despida do manto dos imaculados.

O patético, histriônico e furibundo sepulcro caiado do senado, o já quase ex-senado Mão Santa, é incriminado em processo pelo supremo Tribunal Federal, provando que a mão boba às vezes é muito, mas muito mas ágil, que uma pseudo mão santa.

Campeão de idas verborrágicas à tribuna do senado federal, o senador Mão Santa, que foi cassado por corrupção quando era governador do Piauí, vai ter que recolher o dedão que apontava corrupção nos outros.

A mão santa foi usado para praticar o crime de peculato – O Peculato é um dos tipos penais próprios de funcionário público contra a administração em geral, isto é, só pode ser praticado por servidor público, embora admita participação de terceiros.

Agora, sem o absurdo manto do foro privilegiado, esperam os Tupiniquins, que o Piauí seja mais uma vez vitorioso nessa nova Batalha dos Jenipapo — a mais importante e definitiva luta da independência do Brasil , travada no hoje município piauiense de Campo Maior.

Consistiu na luta de piauienses, maranhenses e cearenses contra as tropas do Major João José da Cunha Fidié, que era o comandante das tropas portuguesas, em 13 de março de 1823.

Os piauienses, democraticamente, não reelegeram o “angelical” Mão Santa.
O Editor


Mão Santa vira réu em ação penal no STF: ‘Peculato’

O STF mandou ao banco dos réus o senador Mão Santa (PSC-PI). Ele responderá pelo crime de peculato.

Deve-se à Procuradoria-Geral da República a denúncia contra Mão Santa, convertida pelo Supremo em ação penal.

A encrenca é antiga. Vem de 1998, ano em que Mão Santa, então filiado ao PMDB, governava o Piauí.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Candidato à reeleição, ele utilizou sua santa mão de médico ginecologista para apor o jamegão num lote de decretos marotos.

Empurrou para dentro da folha de pagamento da Secretaria de Administração piauiense 913 funcionários fantasmas.

O malfeito custou às arcas do Estado, em valores da época, R$ 758,3 mil. Além de Mão Santa, viraram réus dois ex-secretários.

Coube ao ministro Ayres Britto relatar o processo.

Ele apresentara seu voto em 2007. Acolheu os termos da denúncia do Ministério Público.

Outro ministro, Gilmar Mendes, havia pedido vista do processo. Devolveu os autos ao plenário nesta quinta (2).

Gilmar acompanhou os termos do voto de Ayres Britto.

Chamados a decidir, os outros ministros com assento no STF foram na mesma linha. A decisão foi unânime.

A demora do julgamento vai à crônica do caso como um problema adicional para Mão Santa. Barrado nas urnas de 2010, ele está prestes a virar um ex-senador.

Junto com a cadeira no Senado, Mão Santa perderá a prerrogativa de foro.

O processo descerá do Supremo para a primeira instância do Judiciário.

blog Josias de Souza

Eleições 2010: Ministério Público impugna candidatura do Senador Mão Sanata

E não só o patético Mão Santa. Mais 3 candidatos do Piauí são enquadrado na Ficha Limpa. Ou suja!

MP impugna candidaturas no Piauí

O Ministério Público Eleitoral do Piauí impugnou as candidaturas do ex-governador do Estado, Wellington Dias (PT) e dos senadores Mão Santa (PSC) e Heráclito Fortes (DEM). Os três disputam vaga no Senado, e segundo a Procuradoria, se enquadram na lei da Ficha Limpa.

O procurador regional eleitoral, Marco Aurélio Adão, informou que Dias tem condenação pelo Tribunal Regional Eleitoral do Piauí e pelo Tribunal Superior Eleitoral por conduta proibida, em campanha eleitoral, em 2006.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

O senador Mão Santa tem uma condenação no Tribunal de Justiça por publicidade indevida em benefício pessoal.
Já Heráclito foi condenado em segunda instância pelo TJ por dano ao patrimônio público quando era prefeito de Teresina (1989-1993).

Ficha Limpa: liminar pró-Heráclito pode cair no STF

Pedido liminar de reconsideração que chegou ontem ao Supremo Tribunal Federal, baseado na lei Ficha Limpa, pode impugnar de vez a candidatura à reeleição do senador Heráclito Fortes (DEM-PI). Ele ganhou uma sobrevida do ministro Gilmar Mendes contra a Lei Ficha Limpa, mas há entendimento no STF, inaugurado pelo ministro Carlos Ayres Britto, de que só órgão colegiado pode alterar decisão de órgão colegiado. E Ayres Britto é quem vai decidir sobre a reconsideração.

A condenação

Heráclito Fortes foi enquadrado na Lei Ficha Limpa pela condenação no Tribunal Justiça do Piauí por condutas lesivas ao patrimônio público.

Autor da ação

O pedido de reconsideração do STF é do deputado Osmar Junior (PCdoB-PI), autor da ação popular que condenou Heráclito Fortes.

coluna Claudio Humberto

Senado continua o mesmo

Após o “elegante” debate travado entre os senadores Renan Calheiros e Tasso Jereissati, suas (deles) ex-celências continuam nos brindando com um linguajar, que deixa corado de vergonha até o busto de Rui Barbosa que encima o plenário.

Desconhece-se igual virulência do senador Demóstenes Torres em relação às bandalhas de seus (deles) pares, e, dele próprio em relação a sua (dele) conivência e omissão ante os descalabros cometidos por suas ex-celências. Qual adjetivação o iracundo senador reservaria para o mensaleiro Eduardo Azeredo, ou pro beócio senador Mão Santa que foi apeado do governo do Piauí por corrupção? Gostando ou não, e não há razão pra gostar, do ato do Ministro das Relações Exteriores, a língua portuguesa possui vocábulos mais contundentes e mais elegantes.

O editor


O mesmo Senado de sempre

Raras vezes se viu, no Senado, amontoado tão cheio de impropérios, agressões e adjetivos virulentos como no discurso de um fim de tarde, esta semana, do senador Demóstenes Torres, do DEM de Goiás. Extrapolou e abusou o competente jurista, presidente da Comissão de Constituição e Justiça, nas críticas ao ministro das Relações Exteriores, Celso Amorim.

O chanceler foi chamado de “anedota de proporções planetárias, mentiroso, megalonanico, trapalhão, pitbull” e dezenas de outros rótulos, tudo por conta do apoio do Brasil a um egípcio derrotado dias atrás para diretor-geral da Unesco. Convenhamos, por mais que o Itamaraty tenha errado ao rejeitar a candidatura de um brasileiro, fica difícil incluir a catilinária do senador oposicionista no rol dos pronunciamentos que honram o Congresso.

Foi tão chocante o impacto de suas palavras que José Sarney, na presidência dos trabalhos, encerrou abruptamente a sessão, negando até mesmo apartes a Eduardo Suplicy e Marina Silva, que pretendiam defender o ministro agredido.

Carlos Chagas/Tribuna da Imprensa

Revelada corrupção do DEM no Senado

Brasil: da série “O tamanho do buraco”!

Agora vamos ver como as vestais dos “Democratas” vão explicar a mão de gato. Será que assistiremos o impoluto Senador Agripino Maia chamar o Senador Efraim Moraes de ‘Chefe de Quadrilha’?

E o Senador Mão Santa — o verborrágico cobrador da moralidade, dos outros!, que foi cassado do Governo do Piauí por corrupção e responde a inquéritos no STF — ,chamar os democratas de aloprados?

O soba do Maranhão, agora com tão ilustres companhia na sarjeta, ficará firme na presidência do senado.

Realmente, como dizia Nelson Rodrigues “não tem virgem na zona!”

O editor


Processo na 12a Vara Federal de Brasília, sob segredo de Justiça, citado pela revista IstoÉ desta semana, revela o personagem que seria o “operador” do esquema de corrupção com fornecedores do Senado na área da 1a secretaria, controlada há 12 anos com mão de ferro pelo PFL/DEM: Aloysio de Brito Vieira, o “Matraca”. Segundo IstoÉ, o 1o secretário Efraim Morais (PB) recebeu R$ 300 mil/mês do esquema.

Quem pagou

Segundo matéria de Mino Pedrosa, Sérgio Pardellas e Hugo Marques, de IstoÉ, a propina era paga a Efraim Morais pela empresa Ipanema.

Quanto recebia

A Ipanema manteve contrato no valor de R$ 30 milhões até março passado, para fornecer mão-de-obra à agência, TV e rádio Senado.

Banco dos réus

Ex-presidente da Comissão de Licitação do Senado, “Matraca” é réu por corrupção ativa, formação de quadrilha e crimes da lei de licitações.

coluna Claudio Humberto

Procurador pede a TCU apuração sobre a filha de FHC

A coisa tá braba. Nós, os Tupiniquins, não temos nem tempo pra tomarmos fôlego. O tsunami de lama que vem do senado, nos afoga a todos.

O que mais impressiona é que se ligarmos a TV Senado, os nécios se sucedem na tribuna e nenhum das 81 ex-celências, toca no assunto. Parecem todos habitantes de outro planeta. Ninguém sabia da ocorrência das bandalheiras.

E eu que pensava que Lula e aloprados mensaleiros não tinham feito escola!

O editor

blog Josias de Souza

Nesta terça (31), o procurador Marinus Eduardo Marsico pedirá ao TCU que abra uma investigação em torno dos malfeitos do Senado.

Ele representa o Ministério Público no TCU. Protocolará sua ação na presidência do tribunal, um órgão auxiliar do Legislativo.

Entre os episódios que Marinus Marcico deseja ver acomodados em pratos bem asseados está a contratação de uma filha de Fernando Henrique Cardoso.

Chama-se Luciana Cardoso. É contratada do gabinete do senador Heráclito Fortes (DEM-PI). Mas não dá as caras no Senado.

Escondida nas dobras da folha de pagamentos do Senado, a filha de FHC foi desencavada pela coluna da repórter Mônica Bergamo.

Ouvida, Luciana soou curiosamente debochada: “Trabalho mais em casa, na casa do senador…”

“…Como faço coisas particulares e aquele Senado é uma bagunça e o gabinete é mínimo, eu vou lá de vez em quando…”

Perguntou-se à filha de FHC se já havia entrado no gabinete de Heráclito. E ela: “Cabe não, meu filho! É um trem mínimo e a bagunça, eterna…”

“…Trabalham lá milhões de pessoas. Mas se o senador ligar agora e falar ‘vem aqui’, eu vou lá”.

Ou seja, Luciana é, por assim dizer, parte de um fenônome que o pai dela batizou de “cupinização” do Estado.

Além de varejar este caso, o procurador Marinus Marcico deseja que o TCU esquadrinhe outros dois episódios:

1. O pagamento de horas extras a mais de 3.000 servidores do Senado em plenas férias;

2. A denúncia de que a servidora Elga Lopes recebeu normalmente o contracheque em fases nas quais assessorou as campanhas eleitorais de senadores.

Entre os “assessorados” estão José Sarney e a filha dele, Roseana Sarney. Elga era diretora de Modernização do Senado (!?!?!). Hoje, dirige a Comunicação Social.

O objetivo do procurador é a restituição às arcas da Viúva de valores eventualmente dispendidos em afronta à lei.

Marinus Marcico talvez devesse ampliar o foco da ação que vai propor ao TCU. Há inúmeros outros “fantasmas” flanando sobre a folha salarial do Senado.

No último final de semana, os repórteres Otávio Cabral e Alexandre Oltramari lançaram um facho de luz sobre dois desses ectoplasmas.

O primeiro se chama Aricelso Lopes. É “coordenador de atividade policial” do Senado. Está lotado no gabinete do senador Mão Santa (PMDB-PI).

“Faz no mínimo dois anos que ele não aparece aqui”, disse Rauf de Andrade, chefe de gabinete da polícia do Senado.

O gabinete de Mão Santa informou que o servidor foi requisitado, veja você, para capturar um pistoleiro que supostamente ameaçava o senador.

O outro “fantasma” atende pelo nome de Weber Magalhães. É diretor da CBF. Mas está escalado como servidor do gabinete de Wellington Salgado (PMDB-MG).

A Viúva paga-lhe o salário. Mas Weber não dá expediente no Senado. “Acompanho projetos para o senador”, diz ele.

Inquirido a respeito, o pseudochefe Wellington deu uma explicação saiu-se com um salgado deboche ao contribuinte: “Ele é muito feio. Melhor não aparecer por aqui”.

Como se vê, a situação no Senado é mais feia do que supõe o procurador Marinus Marsico. Melhor ampliar o escopo da ação. Quem sabe nao se anima logo a incluir a Câmara.

Deve-se aos repórteres Leonardo Souza e Maria Clara Cabral a descoberta de que a folha da Câmara serve de abrigo até para empregada doméstca.

Descobriu-se que o deputado licenciado Alberto Fraga (DEM-DF) mantinha em casa uma doméstica, Izolda da Silva Lima, cujo salário sai da bolsa da Viúva.

Depois de negar o malfeito à saciedade, Fraga traiu-se numa entrevista ao “Jornal Nacional”. Disse o seguinte:

“Ela faz serviço no meu gabinete. Ela paga contas, serve cafezinho, é uma empregada que presta serviços domésticos…”

“…Perdão, presta serviços externos. Agora, realmente ficou complicado de explicar”.

De fato, ficou complicado. Tão complicado que Fraga viu-se compelido a pedir ao suplente Osório Adriano (DEM-DF), no exercício do mandato, que demitisse Izolda.

No Senado, acossado pelo inadmissível, José Sarney disse que terá “tolerância zero” com os malfeitos. A essa altura, não resta à platéia senão agarrar-se a São Tomé.

Eleições. No Piauí, o mão santa não ajudou a Adalgisa

Atentai bem!

Com esse refrão, o patético senador piauiense Mão Santa, costuma, da tribuna, chamar a atenção dos seus (dele) pares, quando quer despejar o verbo oposicionista em cima do Presidente Lula.

O chefe dos Tupiniquins, bem que poderia agora dar o troco e clamar: “atentai bem!”, no Piauí, a Adalgisa, santa esposa do Mão Santa, não se elegeu, para a prefeitura de Parnaíba.

Em Parnaíba, 2ª cidade do estado e território do senador, Adalgisa obteve 25% dos votos, perdendo para Zé Hamilton, candidato apoiado pelo PT de Lula, que obteve 62% dos votos válidos.

E isso, atentai bem!, é porque segundo o iracundo senador, no Piauí o governo Lula tem sido um desastre.

Eleições: Senador Mão Santa, alivia a mão!

Ao tomar conhecimento que no Piauí o apedeuta tem 80% de aprovação, o patético Senador Mão Santa resolveu “pegar leve” nas críticas feitas ao Lula.

O Senador piauiense percebeu que “descer a mão” no chefe dos Tupiniquins, não é boa estratégia para as eleições municipais no Piauí.

Senador Mão Santa “dá uma mãozinha” à família

Atentai bem! Para os amigos tudo, para os inimigos a lei.

O patético Senador Mão Santa, tem entre os assessores de gabinete que recebem uma mãozinha, muiiiiiiito santa, a senhora Adalgisa, que é a santa esposa do moralista senador.

Argh!

Escândalo da Alstom pode arrastar muita gente

E os túneis do metrô de São Paulo, pelos quais o propinoduto francês, transportou dinheiro para irrigar bolsos e comprar corações e mentes de tucanos de alta plumagem, vão, literalmente, desmoronando.

A jornalista Lucia Hippolito faz revelações, que se fossem da alçada dos petralhas, provavelmente já teriam sido capas das revistas semanais, ou comentários pseudo moralistas do amoral Arnaldo Jabor. Como a sujeira está em poleiros ilustres, não se ouve nem o furibundo Senador Arthur Virgílio, não se vê o histriônico Agripino Maia, e muito menos o patético Mão Santa subirem a tribuna do Senado para comentar o assunto.

Do blog da Lucia Hippolito

Este caso da Alstom ainda vai dar pano para manga. Reúne todos os ingredientes de um escândalo de grandes proporções.

A empresa francesa teria pagado quase US$ 7 milhões para obter um contrato de US$ 45 milhões para a extensão do metrô de São Paulo.

As investigações revelam também relações no mínimo perigosas com a Eletropaulo, quando ainda era uma empresa estatal.

Chefe da Casa Civil no governo Mário Covas foi à Copa do Mundo da França em 98 com tudo pago pela Alstom. (Bem feito! Assistiu de camarote àquele mico na final.)

Empresas offshore teriam sido usadas para que R$ 13,5 milhões fossem pagos como propina a políticos brasileiros, através de pagamento de consultorias forjadas.

Em resumo, grossa corrupção.

Em São Paulo, o Ministério Público Estadual decide investigar os contratos da Alstom com empresas do governo do estado, entre as quais a Eletropaulo (quando era estatal), Metrô, Sabesp, Cesp e CPTM.

Em vista disso, o que faz o Governador José Serra? Tenta desqualificar a denúncia, alegando que é tática eleitoreira do PT. O “kit PT”, segundo expressão do governador.

E se for? A denúncia é verdadeira ou falsa? Existe gente do governo Covas e do governo Alckmin envolvida? Isto é que é importante.

Quantas vezes uma denúncia meramente eleitoreira não acabou revelando fatos escabrosos – e verdadeiros?

É verdade que nenhum governo gosta de CPI. Se tem maioria na Assembléia ou na Câmara dos Deputados, o governo faz valer sua maioria para abafar CPIs ou para matá-las no nascedouro.

(Acabamos de assistir ao falecimento da CPI dos cartões corporativos no Congresso Nacional. O governo Lula fez valer sua maioria, e nada foi investigado.)

Rola na Assembléia Legislativa de São Paulo uma CPI para investigar a privatização da Eletropaulo, instalada antes de estourar o escândalo da Alstom. Naturalmente, a oposição tentou convocar os envolvidos no escândalo.

(Quando estourou o escândalo do dossiê com as despesas pessoais do ex-presidente Fernando Henrique, a oposição também tentou convocar a ministra Dilma Roussef. É natural.)

A maioria, ligada ao governador Serra recusou ontem todos os requerimentos de convocação. Faz parte do jogo.

(Na CPI dos cartões, a maioria governista também recusou os requerimentos de convocação da ministra Dilma e de sua assessora Erenice Guerra para falar sobre o dossiê. Faz parte do jogo.)

Este escândalo da Alstom pode até ser escondido dentro do armário. Mas vai assombrar a campanha do ex-governador Alckmin, se ele insistir em ser candidato a prefeito em 2008.

Mas o governador José Serra se ilude, pensando que isto é assunto do governo Covas-Alckmin. Este esqueleto também vai sair do armário para assombrar a campanha do governador em 2010, seja para presidente da República, seja para se reeleger governador de São Paulo.

Como diz com muita precisão o senador Jarbas Vasconcelos (PMDB-PE), “safadeza não prescreve”.

Mão Santa. Cabeça Ôca

A Ex-Ministra Marina Silva, retorna à cadeira de Senadora. O suplente, o bisonho Sibá Machado, piauiense de origem, segue para o anonimato da amazônia.

O Senador Mão Santa, do Piauí, obeso de “engolir tantos “esses” e o maior sócio do Lula no assassinato da língua portuguesa, foi à tribuna do senado para homenagear o conterrâneo.

Passadas algumas semanas de quando sua (dele) ex-celência, “mimou” a Ministra Dilma Roussef com um nada elegante e cacarejante adjetivo galináceo, “sapecou” esta pérola de preconceito explícito no partinte suplente.

Quando em discurso no plenário, afirmou que Sibá Machado, que é negro, “melhorou a raça” ao “se cruzar” com uma gaúcha loira (a esposa de Sibá, é a gaúcha Rosali Scalabrin).

Uáu!, e era uma homenagem.