Samsung lança super monitor 4K

‘Super ultra wide’ Samsung lança monitor mais largo do mundo

A julgar pelo seu mais novo lançamento, a Samsung acha que um conjunto de dois monitores é coisa do passado. A empresa anunciou nesta sexta-feira, 9, o CHG90, um monitor “super ultra wide”, como ela mesma chama, e que promete ser o mais largo do mundo.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

O dispositivo tem 49 polegadas (medidas na diagonal) e a inédita proporção de 32:9. Como destaca o The Next Web, o CHG90 é, essencialmente, como um par de monitores colocados lado a lado, só que sem uma divisão no meio.

A Samsung também fez questão de equipar seu monitor super ultra wide com o que há de mais moderno em especificações: um painel LCD de pontos quânticos, suporte a HDR com a tecnologia Radeon FreeSync 2, da AMD, e mais:

Resolução: 3.840 x 1.080 pixels;
Curvatura: 1800R;
Tempo de resposta: 1 milisegundo;
Taxa de atualização: 144 Hz;
Cores: 1,07 bilhão;
Brilho: 600 nits.

A Samsung diz que o CHG90 pode ser usado como duas telas por uma simples configuração no Windows, ou como uma só tela esticada horizontalmente. O modelo começa a ser vendido nos EUA no fim deste mês por US$ 1.499, equivalente a pouco menos de R$ 5.000, em conversão direta.
Lucas Carvalho/Olhar Digital

“Galaxy-gate” arranha imagem da Samsung

Escândalo dos aparelhos que pegam fogo abre espaço para mudanças no mercado de celulares, mas é improvável que cause impacto significativo nas contas da companhia, responsável por um quinto do PIB da Coreia do Sul.

Perfill feminino diante de anúncio do Samsung Galaxy Note 7

Ninguém quer enfiar no bolso ou carregar na tomada um smartphone que pega fogo de repente. E não é lisonjeiro para a reputação de nenhuma marca quando o usuário literalmente queima os dedos ao manusear seus produtos. Notícias como essa são uma verdadeira catástrofe para uma empresa.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Por isso, a sul-coreana Samsung jogou a toalha: constatado o problema com a bateria de seu Galaxy Note 7, ela primeiro ofereceu aos compradores um novo aparelho, grátis. Depois que esse provou ser igualmente defeituoso, ela suspendeu a produção e a venda do smartphone em todo o mundo.

Tal procedimento é típico do antigo “tigre asiático” Coreia do Sul, explica Alexander Hirschle, que trabalha na capital Seul para a GTAI, a agência de comércio externo do governo alemão. “Os coreanos são conhecidos por agir rápido e providenciar uma solução, assim que reconhecem um problema.”

O Galaxy Note 7 era a resposta asiática à líder de mercado Apple, cujos aparelhos são considerados símbolo de status num setor altamente competitivo. Agora a firma californiana recupera a vantagem na “classe A” dos smartphones: suas ações alcançaram a cotação mais alta desde dezembro de 2015, enquanto as da Samsung estão despencando.

Phil Schiller apresenta Phone 7Usuários da Apple não precisam ter medo nem dos bombeiros: novo iPhone é a prova d’água

No outro extremo da escala, dos celulares econômicos, as concorrentes chinesas esfregam as mãos: Lenovo, Xiaomi e Huawei acalentam agora a justificada esperança de abocanhar para si uma parcela do mercado da Samsung. Além disso, essas marcas agora já oferecem aparelhos mais sofisticados, aptos a transformar numa competição mais ampla a briga Apple versus Samsung.

Faturamento: 20% do PIB nacional

Em apenas algumas décadas, a Samsung evoluiu de pequena loja de alimentos a maior multinacional de eletrônica do mundo. Até 2008, quando um escândalo o forçou a renunciar, o filho do fundador do negócio familiar Lee Kun-Hee era o presidente. Desde então, o conglomerado Samsung é dirigido pelos chefes das diferentes empresas que o compõem.

Hoje, ele fabrica e vende navios e arranha-céus, televisores e celulares, moda e produtos farmacêuticos, e muito mais. Mais de 80 firmas operam sob seu nome, com um total de quase meio milhão de funcionários e um faturamento anual superior a 300 bilhões de dólares.

“O faturamento do conglomerado equivale a mais ou menos 20% do Produto Interno Bruto do país”, afirma Alexander Hirschle, da GTAI. “Ela é, com segurança, um dos pilares da economia sul-coreana.”

Perda suportável

A ascensão da Samsung e da Coreia do Sul transcorreram paralelas, desde o princípio da industrialização do país, na década de 1970. Com apoio estatal, a companhia se desenvolveu de forma excelente, assim como a Hyundai, LG e outras.

“Desse modo, o progresso da Samsung pode ser visto como um sismógrafo da economia coreana como um todo”, compara Hirschle. Por outro lado, afirma, também cabe “não subestimar o significado psicológico da Samsung para a sociedade coreana”.

Samsung Galaxy Note 7Só a Samsung Electronic fatura 160 bilhões dólares ao ano

Pelo menos no médio prazo, os danos econômicos do Galaxy Note 7 para a multinacional deverão ser suportáveis.

No começo da ação de recall, analistas do mercado calcularam os custos em 1 bilhão de dólares.

Ao mesmo tempo, porém, a Samsung se desfez de suas participações em algumas empresas de tecnologia, angariando cerca de 880 milhões de dólares.

A suspensão das vendas deverá custar mais alguns bilhões. O que não deverá ser um prejuízo dramático, considerando-se os mais de 160 bilhões de dólares que só a Samsung Electronic fatura por ano. Ainda é impossível prever, porém, as perdas em termos de fatias do mercado global.

A importância de ser pioneira

Inevitavelmente, o caso “Galaxy gate” é tema de debate na Coreia do Sul. No entanto, as baterias defeituosas não constituem um problema fundamental para a Samsung nem para o país: outras crises ocupam a economia coreana muito mais, afirma Hirschle.

“A indústria construção naval, por exemplo, assinala quedas de 90% nas encomendas. Números como esses são bem mais preocupantes”, lembra.

O escândalo é, obviamente, um problema, porém o especialista alemão em comércio externo vê os desafios para a companhia num contexto mais amplo:

“Para a Samsung, assim como a economia como um todo, será decisivo conseguir dar um salto qualitativo: de fast follower  [seguidor veloz], o que fez a Coreia do Sul crescer, a um first mover[pioneiro]. Quer dizer: no futuro, lançar, ela própria uma tendência, criar um branding, ganhando, assim, a dianteira em relação aos seguidores mais baratos.”
DW

Daydream View: a realidade virtual do Google simples, acessível e móvel

O kit do Google, chamado Daydream View, se destaca por seu design, quase todo baseado em tecidos.

O kit para usar a plataforma de realidade virtual Daydream. GOOGLE

Aposta do buscador é um kit mais barato, cômodo e fácil de usar que o da Samsung.

O Google apresentou nesta terça-feira em San Francisco os primeiros celulares compatíveis com o Daydream, sua plataforma de realidade virtual para smartphones, e seu primeiro kit. O objetivo desses produtos é “simplificar a complexidade da realidade virtual”.

Segundo Clay Bavor, vice-presidente da divisão de realidade virtual do Google, esta “deve se basear no celular para que você possa levar a experiência de forma simples e acessível”.

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Isso significa tomar a direção contrária da Oculus, empresa subsidiária do Facebook, e da HTC, que apostam numa tecnologia de ponta para oferecer a melhor experiência possível, embora seus kits exijam conexão constante com computadores muito potentes.

O Google tem claro que prefere chegar a todos através da inclusão de fabricantes e criadores de conteúdo na sua plataforma e com um kit centrado na comodidade, a um preço acessível (na Europa, será equivalente a 250 reais).

A estratégia é semelhante à adotada pelo Google com o Android: oferecerá uma plataforma, que pretende ser um padrão, para os desenvolvedores, com especificações mínimas que os fabricantes precisam incluir para ter o selo Daydream, que garante ao consumidor uma experiência de qualidade.

Só serão compatíveis aparelhos com telas de alta resolução, processadores potentes e sensores preparados para a realidade virtual que a empresa proprietária do popular mecanismo de buscas pretende oferecer. O Pixel e o Pixel XL, seus dois novos celulares, são os primeiros dispositivos compatíveis, mas “chegarão muitos outros no futuro”, diz o Google.

O Google tem claro que prefere chegar a todos através da inclusão de fabricantes e criadores de conteúdo na sua plataforma

Com o Daydream, o Google se certifica de oferecer uma realidade virtual de todos e para todos, mas sem perder o controle para assegurar a inclusão de seus serviços, algo vital para o negócio da companhia. Os clientes o acharão mais simples, e os fabricantes e criadores de conteúdo terão um padrão de qualidade ao qual se apegar no maior mercado potencial de realidade virtual: o celular.

Uma das exceções pode ser a Samsung, que já tem um acordo com a Oculus e uma plataforma própria de conteúdos em realidade virtual para rentabilizar. O Google precisará de todos os outros para que a oferta de dispositivos que compõem o Daydream seja suficientemente variada em termos de preço, acabamentos e características.

O kit do Google, chamado Daydream View, se destaca por seu design, quase todo baseado em tecidos. Isso lhe dá um aspecto mais cotidiano e menos futurista que o Gear VR da Samsung, e o torna mais leve. Outros dos seus pontos fortes é a facilidade de uso: o telefone é colocado dentro do kit, mas não é necessário conectar nenhum cabo.

“O Google fez uma grande e acertada proposta centrada na comodidade e no design, um dos pontos fracos do seu principal rival, a Samsung”, diz ao EL PAÍS Roberto Romero, fundador da Future Lighthouse, companhia pioneira na criação de conteúdos de realidade virtual na Espanha.

O Daydream View conta com um controle sem fio como principal diferença em relação ao Gear VR, oferecendo a possibilidade de criar experiências interativas nas quais o usuário possa agir com maior liberdade e precisão. “O controle é a chave. Os desenvolvedores sabem as oportunidades que ele nos oferece, e é uma ferramenta estupenda para fazer do usuário uma parte ativa das nossas experiências”, afirmou Romero. Seu funcionamento é semelhante ao de um controle do Wii, o console da Nintendo que alcançou uma grande fatia de mercado graças a essa tecnologia.

“O Youtube só está disponível no Daydream e é o principal portal de vídeos em 360 graus, o conteúdo estrela para um kit de realidade virtual móvel. O aplicativo não está disponível na loja da Samsung, e pode ser uma grande cartada para o Google”, diz Romero. A plataforma contará também com conteúdo do The New York Times, Wall Street Journal, NBA (liga de basquete) e MLB (beisebol), além dos aplicativos do Netflix e Hulu para ver séries e filmes como numa sala de cinema.

As propostas do Google e da Samsung baseadas na portabilidade contam com “as especificações suficientes para que os usuários desfrutem de experiências de qualidade”, concluiu Romero. Estão longe do que oferecem Vive e Oculus, mas “é o caminho a seguir para que a tecnologia chegue ao ponto de ser adotada pela massa crítica, de modo que tanto os fabricantes como os criadores de conteúdo possam tornar seus negócios rentáveis”.

O Daydream View conta com um controle sem fio como principal diferença em relação ao Gear VR, oferecendo a possibilidade de criar experiências interativas

O mercado é muito imaturo ainda, mas começa a se consolidar em razão dos três grandes investimentos que estão sendo feitos em empresas como Facebook, Google e Sony Interactive Entertainment, que colocará à venda seu kit PSVR para o console PlayStation 4 em 13 de outubro.

“A Oculus é pioneira e conta com o apoio do Facebook e da Samsung para seu ecossistema. Por outro lado, a HTC Vive e a PlayStation VR prometem experiências Premium, mas a plataforma Daydream é a mais focada na economia de escala”, declarou a EL PAíS Neil Shah, diretor de pesquisa de dispositivos e ecossistemas na Counterpoint. Considera que tal fator, “com os aplicativos próprios do Google, como YouTube e Play Store, a transforma em uma plataforma mais atraente, que pode suscitar um maior interesse e consumo de conteúdos”.

Outra das vantagens que o Google poderia incluir no Daydream é seu novo assistente e seus algoritmos de aprendizagem automática para fazer com que a experiência esteja baseada no contexto. “O Google Assistant será o cabo que liga todas as plataformas, propriedades e conteúdos em uma experiência unificada e diferente da oferecida pela concorrência”, diz Sash, ao alertar que o “Facebook pode não ser capaz de oferecer algo semelhante logo”.

O Google simplifica a realidade virtual, cria um padrão para usuários e fabricantes e tenta adotar o papel de líder de um segmento cada vez maior e disputado. Fez isso com um kit barato e centrado na comodidade, e seu primeiro Smartphone desenhado por completo, hardware e software, dentro de suas instalações. Porque o Google já não faz somente serviços, também faz produtos.
Felix Paluzuelo/ElPais

Zuckerberg faz parceria com Samsung sobre realidade virtual

Óculos usa tecnologia desenvolvida pelo empreendedor.A ferramenta Gear VR, um óculos de realidade virtual anunciado pela Samsung, usará a tecnologia Oculus, desenvolvida pela empresa de Zuckerberg
A ferramenta Gear VR, um óculos de realidade virtual anunciado pela Samsung, usará a tecnologia Oculus, desenvolvida pela empresa de Zuckerberg.

O fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, anunciou, durante o Mobile World Congress (MWC) 2016, que acontece em Barcelona, uma parceria com a fabricante sul-coreana Samsung no campo da realidade virtual.

A ferramenta Gear VR, um óculos de realidade virtual anunciado pela Samsung, usará a tecnologia Oculus, desenvolvida pela empresa de Zuckerberg.

“Um parte importante da experiência Oculus são os vídeos 360, onde você pode olhar a sua volta e sentir como se você realmente estivesse dentro do vídeo, surfando no Haiti ou até mesmo explorando a superfície de Marte”, disse.

Ainda de acordo com ele, mais de um milhão de horas de vídeos já foram visualizados na plataforma.

Zuckerberg ainda anunciou que mais de 200 jogos e apps foram desenvolvidos especialmente para o Gear VR.
JB

Samsung quer reduzir acidentes em estradas com o conceito de “caminhão transparente”

O departamento de marketing da Samsung acaba de lançar uma iniciativa em nome da segurança em estradas da Argentina.

Samsung Safety

Chamada de Safety Truck, trata-se da ideia de colocar uma câmera na frente de caminhões e transmitir a imagem para um painel de LCD na traseira, servindo como uma forma segura de quem vem atrás fazer a ultrapassagem. Isso é ainda mais útil em um país repleto de vias de mão dupla, como é o caso argentino.

O conceito de “caminhão transparente”, no entanto, não é novo, como lembra o site americano The Verge.

Em 2009, designers russos já haviam introduzido a ideia. A diferença é que agora o projeto saiu do papel e, realmente, ganhou as estradas.

Dá para conferir no vídeo abaixo como ficou o caminhão:

Rafael Kato/INFO Online

Design – Celular para deficientes visuais

Designer desenvolve celular em Braille para deficientes visuais.
Plástico eletroativo permitiu impressão em código no telefone conceito.
Aparelho que facilita envio de torpedos ganhou prêmio mundial de design.

Tecnologia Celulares Braille Concept Phone

O Braille Concept Phone é um celular universal conceito capaz de oferecer liberdade aos deficientes visuais na hora de fazer suas próprias ligações. O designer Seonkeun Park criou o produto a partir de um plástico eletroativo que facilitou a gravação das teclas em código Braille, segundo o blog ‘Tuvie’. Assim, é possível até mandar mensagens de texto. O celular Braille é um dos vencedores do Red Dot Awards, uma dos mais conceituados prêmios de design do mundo.


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Retrospectiva 2013: os acontecimentos mais marcantes da tecnologia

Saiba quais foram os fatos que mais se destacaram no ano que está chegando ao fim

O ano de 2013 foi bastante agitado para o mundo da tecnologia. Quais foram os fatos mais marcantes de 2013?

Selecionamos aqui apenas alguns daqueles que mudaram o cenário da tecnologia em 2013. Em nossa retrospectiva, listamos somente aquilo que foi essencial e, é claro, muita coisa acabou ficando de fora. É hora de relembrar os principais fatos de 2013.

Espionagem em alta
Um dos grandes destaques de 2013 foi nome de Edward Snowden. O ex-analista de inteligência norte-americano da NSA tornou públicos detalhes do sistema de vigilância eletrônica mantido pelos Estados Unidos.

Segundo ele, o governo norte-americano estaria monitorando governos de outros países e até mesmo usuários comuns via email, telefone e redes sociais. O caso rendeu notas de repúdio de diversos países, como o Brasil e a Alemanha, e pressionou o presidente Barack Obama a anunciar medidas para coibir práticas abusivas.

Novos gadgets no mercado
Uma série de novos aparelhos eletrônicos invadiu o mercado internacional. A Apple trouxe a segunda geração do iPad Mini, agora com tela Retina Display, e lançou ainda o iPad Air, quinta geração do tablet. No campo dos smartphones as novidades foram o iPhone 5S e o iPhone 5C, versão mais simples do celular da empresa. Todos os aparelhos agora utilizam o iOS 7, versão do sistema operacional mobile da companhia que também foi apresentada em 2013.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]A sul-coreana Samsung não ficou atrás e lançou também diversos novos produtos. Os principais destaques foram os bem-sucedidos Galaxy S4 e o Galaxy Note 3. Os dois campeões de venda da empresa colocaram a companhia em posição de destaque: a Samsung é hoje a empresa que mais vende dispositivos com Android no mundo.

E, falando em Android, o sistema operacional da Google ampliou ainda mais a sua liderança no mercado internacional. O sistema operacional do robozinho responde hoje por 81% dos smartphones habilitados no mundo. O iOS, da Apple, segue em segundo, mas o Windows Phone, da Microsoft, foi o SO que mais cresceu.

O ano de 2013 marcou também o fim de uma era em uma das mais renomadas empresas do mundo da tecnologia. A finlandesa Nokia vendeu a sua divisão de celulares para a Microsoft por US$ 7 bilhões. A compra pode ter sido um dos últimos atos do CEO Steve Ballmer, que anunciou no final deste ano que vai deixar o cargo em 2014.

A guerra dos consoles
Outro mercado que esteve bastante movimentado em 2013 foi o de jogos. O final da atual geração fez com que um grande número de títulos levasse a níveis máximos o hardware do PlayStation 3 e do Xbox One. Os principais destaques entre os jogos foram os games GTA V, que faturou US$ 1 bilhão em apenas 3 dias, e Call of Duty: Ghosts, que foi além e faturou US$ 1 bilhão em apenas 24 horas.

Depois de muito mistério, finalmente foram revelados também os consoles PlayStation 4 e Xbox One. O video game da Sony, entretanto, decepcionou os consumidores brasileiros, que viram o preço oficial chegar aos R$ 4 mil no país. Lá fora ambos seguem disputando palmo a palmo a preferência dos jogadores e, desde o lançamento, ambos já venderam mais de 2 milhões de unidades.

A nova geração de hardware
A quarta geração de processadores da Intel, batizada de Haswell, também foi disponibilizada em 2013. Os novos chips oferecem mais potência, com um consumo menor de energia. Eles estão presentes, em sua maioria, em dispositivos híbridos, ou seja, que podem ser utilizados tanto como notebooks quanto como tablets.

A AMD apresentou a sua nova API, a Mantle, que promete dar mais liberdade para os desenvolvedores. Já a NVIDIA, além de reforçar suas linhas GeForce GTX das séries 600 e 700, revelou ainda o Shield, portátil com Android que permite ainda jogar seus games de PC longe do computador.

A nova cara da tecnologia
O ano de 2013 viu também o crescimento das impressoras 3D. Com preços mais acessíveis, os primeiros modelos começaram a pintar no mercado brasileiro e já há um bom número de usuários criando os mais variados tipos de peças e objetos com elas.

As chamadas “tecnologias vestíveis” também vieram para ficar e devem ganhar ainda mais destaque em 2014. As principais atrações por enquanto são os smartwatches, os relógios inteligentes com funções integradas aos smartphones. Samsung e Sony foram as primeiras a apresentar opções no segmento e há a expectativa de que a Apple entre neste mercado em breve.

Outro produto com cara de revolucionário deu os seus primeiros passos em 2013. O Google Glass foi disponibilizado em edição limitada nos Estados Unidos e, aos poucos, começa a ganhar novas funcionalidades e, principalmente, novos concorrentes.

Poderíamos entrar em detalhes sobre os novos veículos elétricos, a chegada das TVs 4K ao mercado, o lançamento do Mega ou até mesmo sobre a polêmica do app Lulu. Entretanto, optamos pela objetividade para resumir um ano inteiro em alguns minutos, cobrindo o que de mais importante aconteceu em 2013.
Fonte:TecMundo

Celular Galaxy Round: Samsung anuncia seu 1º smartphone de tela curva

Sansung Galaxy Round Blog do Mesquita

O Galaxy Road possui uma tela 1080p de 5,7 polegadas, tem 7,9 milímetros de espessura e pesa 154 gramas.

Segundo a Reuters, o Galaxy Round, disponível por meio da sul-coreana SK Telecom, a maior operadora de telefonia móvel da Coreia, custa 1,089 milhão de won (equivalente a US$ 1000).

<=Clique na imagem para ampliar
O site Mashable publicou que o aparelho terá um processador de 2,3 GHz quad-core, 3GB de RAM, 32 GB de memória de armazenamento, uma câmera traseira de 13 megapixels e 2 megapixels na parte frontal e uma bateria de 2800 mAh.

Segundo o Mashable, o aparelho terá um processador de 2,3 GHz quad-core, 3GB de RAM, 32 GB de memória de armazenamento, uma câmera traseira de 13 megapixels e 2 megapixels na parte frontal e uma bateria de 2800 mAh

A Samsung anunciou nesta quarta, na Coreia, o lançamento do seu smartphone que se curva sobre o eixo vertical de uma forma semelhante a alguns aparelhos de TV de OLED da marca.

O Galaxy Round possui uma tela 1080p de 5,7 polegadas, tem 7,9 milímetros de espessura e pesa 154 gramas, e tem conectividade 4G avançada (LTE A).
Fonte: UOL


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Galaxy S4, da Samsung, vai custar a partir de R$ 2.399

O novo Galaxy S4 da Sansung

Por Mariana Congo/Estadão
O Galaxy S4 vai chegar às lojas brasileiras a partir de 26 de abril, informou a Samsung nesta sexta-feira, 15.

O aparelho virá para o País na versão com 2GB de memória RAM e 16 GB de memória do aparelho, que pode se estendida até 64GB.

Os preços são diferentes para cada tipo de conexão com a rede de dados:

3G – R$ 2.399,00

4G – R$ 2.499,00

O novo smartphone carro-chefe da empresa foi lançado em um evento ontem em Nova York.

O Galaxy S4 será vendido em 155 países e a empresa fechou parcerias com 327 operadoras de celular.

Funções

Uma das funções inovadoras do Galaxy S4 detecta o movimento da face e do pulso do usuário para mover a tela sem a necessidade do toque. Com isso, é possível mover o visor durante a leitura de textos ou navegação apenas com o movimento do rosto.

Já os vídeos são pausados quando o aparelho percebe que o usuário não está mais olhando para a tela.

Também é possível acessar funções do visor com o movimento das mãos, mas sem encostar na tela – como mudar uma faixa de música ou atender a uma ligação, por exemplo.

Veja mais detalhes do Galaxy S4.

Tecnologia: guerra PCs X Tablets

Gigantes dos PCs imitam tablets na tentativa de combatê-los. Muitos dos laptops que serão lançados nos próximos meses serão híbridos.

 ThinkPad Twist, laptop com uma tela flexionável da Lenovo Foto: Divulgação

ThinkPad Twist, laptop com uma tela flexionável da Lenovo – Divulgação

Os fabricantes de computadores pessoais, tentando combater a mania dos tablets que está reduzindo suas vendas, estão agora envolvidos naquele que pode ser seu último esforço para reconquistar os consumidores, e para isso estão tentando imitar os aparelhos rivais.

Muitos dos laptops que serão lançados no mundo nos próximos meses serão híbridos ou “conversíveis” — máquinas que alternam com facilidade as funções de tablet portátil e laptop pleno com teclado, dizem os analistas.

A onda dos híbridos chega no momento em que a Intel e a Microsoft, por muito tempo as duas líderes do setor de computadores, se preparam para anunciar resultados, nesta semana e na seguinte. Wall Street está prevendo pouco ou zero crescimento na receita das duas empresas, o que expõe os problemas de um setor que enfrenta dificuldades para inovar.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Em 2013, há quem esteja esperando que isso mude.

Com o lançamento Windows 8, sistema operacional da Microsoft que foi repaginado e agora opera também com telas de toque, em outubro, e de chips de menor consumo de energia pela Intel, os fabricantes de computadores estão tentando promover o crescimento ao concentrar sua atenção em laptops finos com telas de toque que podem ser convertidos em tablets, ou vice-versa.

A Microsoft, se expandindo para além de seu negócio tradicional de venda de software, deve lançar este mês o tablet Surface Pro, compatível com o software para computadores que ela desenvolveu ao longo de décadas.

Esse é um importante argumento de vendas para clientes empresariais como a produtora alemã de software de gestão SAP, que planeja comprar o Surface Pro para os funcionários que assim desejem, disse Oliver Bussmann, vice-presidente de informação da companhia:

— O modelo híbrido é muito atraente para diversos usuários”, disse Bussmann à Reuters na semana passada. “O iPad não vai substituir o laptop. É difícil criar conteúdo com ele. Esse é o nicho que a Microsoft quer ocupar. O Surface tem a capacidade de preencher essa lacuna.

O iPad da Apple começou a roubar demanda dos laptops em 2010, um ataque acelerado pelo lançamento do Kindle Fire e outros aparelhos equipados com o sistema operacional Google Android, como o Note, da Samsung.

Com as vendas de computadores caindo no ano passado pela primeira vez desde 2001, este ano pode ver um renascimento do design e da inovação, por parte de fabricantes que antes se concentravam em reduzir custos, em lugar de em adicionar novos recursos que atraiam os consumidores.

— As pessoas costumavam chegar à festa e se dar bem só porque o mercado não parava de crescer — disse Lisa Su, vice-presidente sênior da Advanced Micro Devices, concorrente da Intel. — Agora é mais difícil. Não basta ir à festa. É preciso inovar e oferecer algo especial.

Na feira Consumer Electronics Show (CES), uma semana atrás em Las Vegas, os aparelhos exibidos pela Intel e outras empresas eram prova dos planos do setor de computadores de apostar nos laptops conversíveis.

Gerry Smith, presidente da Lenovo na América do Norte, disse que na temporada de festas sua companhia esgotou os estoques do Yoga, laptop com tela que pode ser inteiramente dobrada para trás do teclado, e do ThinkPad Twist, outro laptop leve com uma tela flexionável.

A Intel mesma mostrou o protótipo de um laptop híbrido chamado “North Cape”, uma tela fina de tablet afixada magneticamente a um discreto teclado. E a Asus mostrou um avantajado computador com tela de 18 polegadas e Windows 8 que também pode funcionar como um tablet acionado pelo Android.

Lenovo e Asus, que receberam críticas positivas aos seus lançamentos nos últimos meses, registraram crescimento de 14% e 17% em seus embarques de PC no ano passado, respectivamente, de acordo com a Gartner.

— O número de sistemas únicos que nossos parceiros desenvolveram para o Windows quase dobrou desde o lançamento. Isso oferece uma indicação da inovação que vem acontecendo no mercado de computadores pessoais — disse Tami Reller, vice-presidente de finanças da divisão Windows da Microsoft.
O Globo