Red Bull vai testar nova proteção de cockpit em treino livre

Equipe apresentará alternativa ao criticado sistema Halo já testado pela Ferrari.

Red Bull vai testar nova proteção de cockpit em treino livre

A Red Bull irá correr com o seu sistema de proteção de cockpit em uma volta de instalação durante a sexta-feira de treinos livres para Grande Prémio da Rússia, confirmou nesta quinta-feira a equipe.

A organização baseada em Milton Keynes tem trabalhado duro na sua alternativa para o Halo, com testes estáticos tendo ocorrido durante a última semana para entender melhor como ele vai funcionar.

Sebastian Vettel, Ferrari SF16-H running the Halo cockpit cover
Sebastian Vettel, Ferrari SF16-H running the Halo cockpit cover
Red Bull Halo concept
A possible future semi-closed canopy design by Red Bull
A possible future semi-closed canopy design by Red Bull

Embora o teste de conceito provavelmente continue durante os próximos meses, a equipe quer testar o sistema em um carro para que se possa avaliar tanto a visibilidade do piloto como a opinião do fã.

Um dos problemas com o Halo – que foi testado pela Ferrari nos testes de pré-temporada – foi que os fãs não gostaram da aparência.

A Red Bull acredita que sua opção- que tem um pilar central – será mais popular.

O diretor de prova da FIA, Charlie Whiting, deixou claro na semana passada, no entanto, que a palavra final sobre qual projeto seria usado a partir de 2017 teria a segurança como parâmetro.

No entanto, se ambos protegessem bem os pilotos de forma igual, então o projeto da Red Bull poderia obter a preferência se as equipes preferirem sua aparência.

“Pessoalmente, eu diria que é esteticamente mais agradável a solução (da Red Bull)”, disse Whiting. “Mas é apenas uma questão de gosto”.

“No entanto, se ambas as soluções funcionarem igualmente bem em testes, eu ficaria surpreso se houver um enorme desejo de manter o Halo.”

A Red Bull ainda não decidiu qual piloto correrá com a proteção de cockpit.

Tópicos do dia – 24/02/2012

08:29:52
Senador Demóstenes Torres critica ministra Eleonora Menicucci no Twitter
O senador Demóstenes Torres fez duras críticas a nova ministra da Secretaria de Políticas para as Mulheres, Eleonora Menicucci, em seu twitter. Segundo ele, a ministra se submeteu aos jurados e peritos da Organização das Nações Unidas (ONU) e “ouviu horrores” da comissão de frente. “De nada adianta se fantasiar de ovelha se quando abre a boca mostra as presas de lobo”, escreveu Demóstenes. Para ele, Menicucci se “fingiu” de burocrata diante dos especialistas e garantiu que o problema das 200 mil mulheres que morrem em abortos de risco não é problema do executivo. “O governo simplesmente não se importa com as mulheres ou seus filhos, mas com a repercussão nas manchetes”, acusou. “Mesmo impelida pela opinião pública a encampar a defesa da vida, é sacrificante para a ministra negar uma militância de décadas pró-aborto”, completou. Para ele, a ministra pretende “legalizar a matança” declarando uma guerra contra os evangélicos. “Sua amiga de juventude vai à Europa se calar como foi à Colômbia fazer curso de eliminação de fetos”, afirmou.

08:54:39
Fracassa mutirão para solucionar homicídios
Mutirão nacional lançado com o objetivo de retomar investigações de assassinatos ou tentativas de assassinatos que estavam abandonadas teve pouco efeito prático.
A meta estabelecida por governo federal, Justiça e Ministério Público era concluir até o fim do ano passado 143 mil inquéritos abertos antes de dezembro de 2007 e que estavam sem solução.
Até dezembro de 2011, apenas 28 mil, 20% do total, tiveram um fim.

E esse fim não resultou em apontar culpados.
Cerca de 80% desses 28 mil inquéritos só foram concluídos porque os casos foram arquivados, sem qualquer solução.
O número de casos remetidos para o Ministério Público para que uma denúncia formal fosse oferecida à Justiça é de 4.652.
Ou seja, pouco mais de 3% dos 143 mil casos que eram alvo do mutirão tiveram um culpado apontado.
Para um inquérito policial ser arquivado é preciso um parecer do Ministério Público e a concordância da Justiça.
Luiza Bandeira e Estelita Haas Carazzai, Folha de São Paulo

10:52:02
Senador é réu por trabalho escravo
O Supremo Tribunal Federal decidiu por maioria de votos (7×3), nesta quinta-feira, aceitar denúncia do Ministério Público contra o senador João Ribeiro (PR-TO), que, em 2004, teria mantido 38 trabalhadores em condições análogas ao trabalho escravo na fazenda Ouro Verde, no município de Piçarra, interior do Pará.

Com a decisão do STF, Ribeiro passa a ser réu em ação penal, acusado dos crimes de trabalho escravo, aliciamento de trabalhadores e fraude de direitos trabalhistas.

O crime de trabalho escravo tem pena prevista de 2 a 8 anos de prisão.

Também foi denunciado no caso o administrador da fazenda.

13:13:08
Red Bull procurando encrenca.
Vide comercial de TV sobre Jesus andando sobre as águas.
Link YouTube-> aqui 


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Fórmula Um: FIA perdeu a vergonha na cara

Ficou bem claro.

O doce internauta se lembra do que eu disse?

Se Alonso não for punido, nada feito.

Pois então.

O veredito que deu um tapinha na mão da Renault (que também fornece motores para a Red Bull) e aliviou para o lado do espanhol mostrou claramente que esta presidência da FIA não está interessada em impor um parâmetro ético ao esporte a motor.

Disse o jornal espanhol “El País” agora há pouco: “Excluir a un grande como Renault acarrearía consecuencias nefastas para el circo de Bernie Ecclestone, que parece haber perdido ya casi toda la credibilidad (…) El daño que la decisión ha provocado en la imagen de la FIA, de la fórmula uno y de Renault están aún por determinar”.

E o pior é que Ari Vatanen tem poucas chances de ser eleito como o próximo presidente da entidade. Mais provável que os delegados das entidades automobilísticas nacionais, em vez de votar pela renovação, optem por Jean Todt, representante da continuidade dessa bandalheira que aí está.

Comércio

“A F-1 não é puramente um esporte, é entretenimento. E este empreendimento (o JKSP, que promoveria o GP da Índia) é uma iniciativa comercial. A corrida de F-1 proposta não satisfaz as condições cujo foco é o empenho em se distinguir em uma competição, mantendo em vista todo o movimento do esporte das Olimpíadas para baixo.”

Com esta declaração, o ministro dos Esportes da Índia, M.S. Gill, recusou há coisa de um ano a proposta de usar US$ 36,5 milhões do contribuinte para a organização do GP de F-1 em seu país.

Por mais que o retorno de uma corrida de F-1 seja tentador, alguém agora ousa discordar do senhor Gill?

blog da Barbara Gancia