Fotografias – Flagrantes – A marcha da insensatez

A Marcha da Insensatez ¹ – Bosnia
Foto de  Emanuel Ortiz

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¹ Tenho ao longo desses 8 anos do blog recebido perguntas sobre o porquê dos títulos de algumas seções.
A marcha da insensatez é um deles.
Explico: coloco nesses ‘posts’ fotos que demonstrem a insensatez do ser humano nas mais diferentes situações, povos e países.
A minha referência para alertar sobre a estupidez das ações humanas, é o livro “A Marcha da Insensatez – De Troia ao Vietnã” — José Olympio Editora —, da historiadora norte americana, já falecida, Barbara Tuchman. Aliás, um livro essencial em qualquer biblioteca,
Se ainda viva fosse a excepcional historiadora, talvez o subtítulo do livro fosse “De Troia à Palestina”.
“Pesquisando com rigor vasto espectro de documentos históricos, a autora traça e registra nesse livro, um dos mais estranhos paradoxos da condição humana: a sistemática procura pelos governos, de políticas contrárias aos seus próprios interesses.”
Considerada a mais bem sucedida historiadora dos Estados Unidos, Barbara Tuchman, ganhadora do Prêmio Pulitzer, é autora de clássicos como: The Guns of August, The Proud Tower, Stilwell and the American Experience in China, A Distant Mirror e Pratcting History.


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Fotografias – Flagrantes – A marcha da insensatez

A Marcha da Insensatez ¹ – Líbia
Foto: Mohammed Salem/Time 

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¹ Tenho ao longo desses 6 anos do blog recebido perguntas sobre o porquê dos títulos de algumas seções.

A marcha da insensatez é um deles.

Explico: coloco nesses ‘posts’ fotos que demonstrem a insensatez do ser humano nas mais diferentes situações, povos e países.

A minha referência para alertar sobre a estupidez das ações humanas, é o livro “A Marcha da Insensatez – De Troia ao Vietnã” — José Olympio Editora —, da historiadora norte americana, já falecida, Barbara Tuchman. Aliás, um livro essencial em qualquer biblioteca,

Se ainda viva fosse a excepcional historiadora, talvez o subtítulo do livro fosse “De Troia à Palestina”.

“Pesquisando com rigor vasto espectro de documentos históricos, a autora traça e registra nesse livro, um dos mais estranhos paradoxos da condição humana: a sistemática procura pelos governos, de políticas contrárias aos seus próprios interesses.”

Considerada a mais bem sucedida historiadora dos Estados Unidos, Barbara Tuchman, ganhadora do Prêmio Pulitzer, é autora de clássicos como: The Guns of August, The Proud Tower, Stilwell and the American Experience in China, A Distant Mirror e Pratcting History.


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Fotografias – Flagrantes – Insensatez

A Marcha da Insensatez – Tas Ranuf, Líbia – Março, 2011
Foto: Tara Todras-Whitehall/AP

Tenho ao longo desses 6 anos do blog recebido perguntas sobre o porquê dos títulos de algumas seções.

A marcha da insensatez é um deles.

Explico: coloco nesses ‘posts’ fotos que demonstrem a insensatez do ser humano nas mais diferentes situações, povos e países.

A minha referência para alertar sobre a estupidez das ações humanas, é o livro “A Marcha da Insensatez – De Troia ao Vietnã” — José Olympio Editora —, da historiadora norte americana, já falecida, Barbara Tuchman. Aliás, um livro essencial em qualquer biblioteca,

Se ainda viva fosse a excepcional historiadora, talvez o subtítulo do livro fosse “De Troia à Palestina”.

“Pesquisando com rigor vasto espectro de documentos históricos, a autora traça e registra nesse livro, um dos mais estranhos paradoxos da condição humana: a sistemática procura pelos governos, de políticas contrárias aos seus próprios interesses.”

Considerada a mais bem sucedida historiadora dos Estados Unidos, Barbara Tuchman, ganhadora do Prêmio Pulitzer, é autora de clássicos como: The Guns of August, The Proud Tower, Stilwell and the American Experience in China, A Distant Mirror e Pratcting History.


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Fotografias – Flagrantes – Insensatez

A Marcha da Insensatez – Benghazi, Líbia – Março, 2011
Foto: Tara Todras-Whitehall/AP


Tenho ao longo desses 6 anos do blog recebido perguntas sobre o porquê dos títulos de algumas seções.

A marcha da insensatez é um deles.

Explico: coloco nesses ‘posts’ fotos que demonstrem a insensatez do ser humano nas mais diferentes situações, povos e países.

A minha referência para alertar sobre a estupidez das ações humanas, é o livro “A Marcha da Insensatez – De Troia ao Vietnã” — José Olympio Editora —, da historiadora norte americana, já falecida, Barbara Tuchman. Aliás, um livro essencial em qualquer biblioteca,

Se ainda viva fosse a excepcional historiadora, talvez o subtítulo do livro fosse “De Troia à Palestina”.

“Pesquisando com rigor vasto espectro de documentos históricos, a autora traça e registra nesse livro, um dos mais estranhos paradoxos da condição humana: a sistemática procura pelos governos, de políticas contrárias aos seus próprios interesses.”

Considerada a mais bem sucedida historiadora dos Estados Unidos, Barbara Tuchman, ganhadora do Prêmio Pulitzer, é autora de clássicos como: The Guns of August, The Proud Tower, Stilwell and the American Experience in China, A Distant Mirror e Pratcting History.


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Fotografias – Flagrantes – A Marcha da Insensatez

A Marcha da Insensatez – Líbia

Coquetel Molotov - Líbia - Foto: MarcoLongari/AFP/Getty Images

Tenho ao longo desses 6 anos do blog recebido perguntas sobre o porquê dos títulos de algumas seções.

A marcha da insensatez é um deles.

Explico: coloco nesses ‘posts’ fotos que demonstrem a insensatez do ser humano nas mais diferentes situações, povos e países.

A minha referência para alertar sobre a estupidez das ações humanas, é o livro “A Marcha da Insensatez – De Troia ao Vietnã” — José Olympio Editora —, da historiadora norte americana, já falecida, Barbara Tuchman. Aliás, um livro essencial em qualquer biblioteca,

Se ainda viva fosse a excepcional historiadora, talvez o subtítulo do livro fosse “De Troia à Palestina”.

“Pesquisando com rigor vasto espectro de documentos históricos, a autora traça e registra nesse livro, um dos mais estranhos paradoxos da condição humana: a sistemática procura pelos governos, de políticas contrárias aos seus próprios interesses.”

Considerada a mais bem sucedida historiadora dos Estados Unidos, Barbara Tuchman, ganhadora do Prêmio Pulitzer, é autora de clássicos como: The Guns of August, The Proud Tower, Stilwell and the American Experience in China, A Distant Mirror e Pratcting History.


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A marcha da insensatez – Irã

Protesto no Irã – O povo protesta contra a ditadura teológica

Foto AFP
A polícia iraniana prendeu cerca de 300 pessoas durante protestos contra o governo do presidente Mahmoud Ahmadinejad neste domingo, em Teerã. Segundo o jornal americano “The New York Times”, o número de mortos no conflito já chega a dez.

Foto AFP

Nota do editor

Tenho ao longo dos 5 anos do blog recebido perguntas sobre o porquê dos títulos de algumas seções.

A marcha da insensatez é um deles.
Explico: coloco nesses ‘posts’ fotos que demonstrem a insensatez do ser humano nas mais diferentes situações, povos e países.

A minha referência para alertar sobre a estupidez das ações humanas, é o livro “A Marcha da Insensatez – De Tróia ao Vietnã” — José Olympio Editora —, da historiadora norte americana, já falecida, Barbara Tuchman. Aliás, um livro essencial em qualquer biblioteca,

Se ainda viva fosse a excepcional historiadora, talvez o subtítulo do livro fosse  ‘De Tróia à Palestina’.

“Pesquisando com rigor vasto espectro de documentos históricos, a autora traça e registra nesse livro, um dos mais estranhos paradoxos da condição humana: a sistemática procura pelos governos, de políticas contrárias aos seus próprios interesses.”

Considerada a mais bem sucedida historiadora dos Estados Unidos, Barbara Tuchman, ganhadora do Prêmio Pulitzer, é autora de clássicos como: The Guns of August, The Proud Tower, Stilwell and the American Experience in China, A Distant Mirror e Pratcting History.

Irã: mulheres iranianas e a revolta do Xador

Revolta do xador – Irã

Irã,Xador,Feminismo,Revoluções,EleiçõesFoto: Ben Curtis/AP

Manifestantes iranianas vestem verde, a cor da oposição: a luta é também pela igualdade de direitos para as mulheres

Os protestos no Irã ganharam um rosto: o de Neda Agha Soltan, a bela iraniana assassinada por um bassiji, membro da milícia islâmica ligada ao presidente Mahmoud Ahmadinejad.

Vestida de jeans e com os cabelos cobertos, como manda a lei da república islâmica, a jovem estudante de filosofia de 26 anos levou um tiro no peito, disparado à queima-roupa. Em poucos segundos, seu rosto estava coberto pelo sangue que jorrou da boca e do nariz. “Pressionei a ferida para tentar estancar o sangramento, mas não consegui. Ela morreu em menos de um minuto”, disse o médico que tentou socorrê-la no local.

A morte de Neda foi registrada em vídeo por celular. Colocadas na internet, as imagens circularam no globo, expondo o horror nas ruas de Teerã. “Qualquer um que tenha assistido a esse vídeo percebe que há algo fundamentalmente injusto ali”, disse o presidente americano, Barack Obama.

Para evitar que o funeral se tornasse o epicentro de uma rebelião, o governo iraniano providenciou o enterro de Neda às pressas e proibiu sua família de falar com a imprensa.

Veja – Thomaz Favaro