Eleições 2012 – a perpetuação da farsa, da mentira e da pantomima

Para poder criticar assisto à pantomima que é conhecida como “propaganda eleitoral gratuita”. Gratuita é o… Bom, deixa pra lá.

Pois bem, mas, pro mal, claro, em Fortaleza, Ce., um dos fantoches teve direito de resposta por conta de ter publicado uma entrevista de um candidato derrotado. A época foi um alarido danado dos iracundos – como a mídia, Facebook incluso, pendem para um lado! – mas agora, silêncio!

Quando do alarido orgástico em função de que um dos fantoches havia entrado na justiça contra o outro, escrevi aqui que seria inútil, pois era a reprodução de uma entrevista pública, e, portando, de domínio público. Entre perdas e perdas, os dois fantoches continuam prometendo o Éden.

O médico prometeu que fará 80 creches. Isso mesmo OITENTA CRECHES! Em quatro anos, sua ex-celência está garantindo aos abestados habitantes da Taba dos Alencares que construirá 20 creches a cada ano. Façam as contas e vejam quantos dias para fazer cada uma. Eu acredito.

Tanto é assim que estou anotando pra cobrar depois.


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Tópicos do dia – 11/10/2012

08:20:43
Eleições 2012: Serra é multado por propaganda eleitoral durante culto religioso

O candidato a prefeito de São Paulo, José Serra (PSDB), foi multado no valor de R$ 5 mil por fazer propaganda eleitoral em um templo religioso. Segundo o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo (TRE-SP), o ato ocorreu durante um culto realizado no final de agosto quando pastor Jorge Alexandre, da Igreja Apostólica Maravilha de Cristo, se referiu a Serra como “futuro prefeito de São Paulo” e também pediu votos de maneira expressa para o candidato.

“Além da propaganda irregular feita pelo pastor, o próprio candidato subiu ao púlpito e fez propaganda eleitoral em benefício próprio, mencionando sua candidatura, com pedido de voto”, afirmou o juiz Manoel Luiz Ribeiro. Serra pode recorrer da decisão proposta pelo Ministério Público Eleitoral.
coluna Claudio Humberto

08:22:02
Corregedoria Geral instaura processo administrativo e suspende Demóstenes Torres

A Corregedoria Geral do Ministério Público do Estado de Goiás (CGMP-GO) instaurou nesta quarta-feira (10), Processo Administrativo Disciplinar contra o ex-senador e Procurador de Justiça, Demóstenes Torres, com o objetivo de apurar violação de deveres funcionais em razão de condutas reveladas pela Operação Monte Carlo, que teve como alvo a organização criminosa liderada por Carlinhos Cachoeira. Segundo a Corregedoria, após obter provas junto ao Senado Federal, foi revelada a necessidade de instauração do processo e a suspensão de Demóstenes até definitivo julgamento.

08:56:12
Comandante do Exército adverte para desnacionalização da indústria da defesa

A desnacionalização da chamada indústria da defesa é preocupante. As multinacionais estão entrando com força no mercado nacional, para ocupar um setor altamente estratégico. Em recente evento da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra (Adesg) , aqui no Rio, tive a oportunidade de assistir a um importante discurso do Comandante do Exército, general Enzo Peri, em que demonstrou preocupação com o assunto.

Na abertura da reunião, o presidente da Adesg, Pedro Berwanger, pronunciou um breve discurso, em que abordou a importância da chamada Força Terrestre em tempo de guerra e de paz, como parceira da sociedade brasileira em seu desenvolvimento socioeconômico.

EMPRESAS NACIONAIS

O dirigente da Adesg citou a atuação do Exército na fixação das fronteiras e na construção de vias no interior do país, além de sua presença permanente na garantia constitucional do cumprimento da lei e da ordem. Em seguida, falou sobre a campanha da FEB na Itália e se emocionou, por ser filho de um pracinha, o Tenente Berwanger.

Ao agradecer a homenagem, o comandante do Exército, general Enzo Peri, disse que as Forças Armadas precisam estar à altura da importância que o Brasil hoje tem no cenário internacional, como sexta maior economia do mundo. Nesse sentido, afirmou ser necessário um maior repasse de recursos para reequipar e manter as três Armas e defendeu que a indústria de defesa tenha a participação de mais empresas brasileiras, porque está havendo desnacionalização do setor. Fez então uma pausa e reforçou: “Eu me refiro a empresas genuinamente brasileiras”.

Ao final, o General Enzo lembrou que as pesquisas indicam que 72% dos brasileiros dão credibilidade às Forças Armadas, como principal instituição do país. “Os outros 28% ainda vão chegar lá; é que eles ainda não nos conhecem”, destacou, sorrindo.
Carlos Newton/Tribuna da Imprensa

09:07:37
Ministro Joaquim Barbosa:

“No Brasil, coisas absurdas são admitidas como as mais naturais. Por exemplo, filhos e mulheres de juízes advogarem nas cortes em que seus parentes atuam. Se você fizer uma interpretação rigorosa do devido processo legal, da igualdade de armas que o juiz deve conceder às partes, pode chegar à conclusão de que essa prática é ilegal.”


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Eleições 2010: o que pode e o que não pode no dia da votação

Veja o que pode e o que não pode na véspera e no dia da eleição

Durante votação, é permitida apenas manifestação individual e silenciosa.

Lei seca‘ vale apenas em alguns estados; SP e RJ não terão a regra.

A um dia das eleições, o G1 listou o que é permitido e o que não é permitido a eleitores, servidores da Justiça Eleitoral, candidatos e partidos neste sábado e domingo. Veja abaixo o que é vetado e o que é permitido nestes dois dias, segundo a legislação eleitoral.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Alto-falantes e amplificadores

Este sábado (2) é o último dia para a propaganda eleitoral por alto-falantes ou amplificadores de som, distribuição de material gráfico e a promoção de caminhadas, carreatas, passeatas ou carros de som que transitem divulgando jingles ou mensagens de candidatos. Essas atividades são permitidas até as 22h.

As propagandas veiculadas em impressos foram permitidas até esta sexta-feira (1º).

Propaganda

Nas seções eleitorais e juntas apuradoras, os servidores da Justiça Eleitoral, mesários e escrutinadores são proibidos de usar vestuário ou objeto que contenha qualquer propaganda de partido político, de coligação ou de candidato.

Os fiscais partidários nos locais de votação também não podem usar vestuário padronizado. Eles têm o direito de usar apenas crachás com o nome e a sigla do partido político ou coligação.

Não é permitida qualquer espécie de propaganda de partidos políticos ou de seus candidatos no, domingo, dia 3 de outubro.

Manifestações

Até o término da votação no domingo (17h), os eleitores não podem fazer aglomeração de pessoas usando vestuário padronizado, nem bandeiras, broches, dísticos (espécie de letreiros) e adesivos que caracterizem manifestação coletiva, com ou sem utilização de veículos.

Saiba mais

Tire dúvidas sobre a eleição de outubro

Confira quais documentos com foto são aceitos para votar

Saiba quais estados terão ‘lei seca’ no dia das eleições

No dia das eleições é permitida somente a manifestação “individual e silenciosa” do eleitor por partido político, coligação ou candidato, revelada exclusivamente pelo uso de bandeiras, broches, dísticos e adesivos. Os santinhos (folhetos com nome e número do candidato) não podem ser distribuídos.

O uso de camisetas com informações de candidatos é um ponto polêmico, segundo a assessoria do TSE. Segundo a lei, ele não é caracterizado como manifestação individual, e não é permitido ao candidato distribuir camisetas e outros brindes à população. Em tese, é possível que o eleitor tenha de explicar à Justiça Eleitoral que produziu a camisa por seus próprios meios.

“Lei seca”

Segundo o TSE, a competência para proibir a venda de bebidas alcoólicas na data da votação é da Secretaria de Segurança Pública de cada estado, município, ou do Distrito Federal. É preciso verificar se em sua cidade a chamada “lei seca” vai ou não valer.

Nos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná a venda será permitida. Já no DF e no Ceará, por exemplo, a lei vale. O horário também é definido na portaria válida em cada local, mas normalmente a proibição começa durante a noite da véspera ou na madrugada do dia das eleições e vai até a noite do dia da votação.

Mesmo que não haja a prática em um estado, a polícia pode prender pessoas que forem flagradas dirigindo alcoolizadas, perturbando a ordem ou apresentando estado de embriaguês, de modo que cause escândalo ou coloque em perigo a segurança própria ou alheia.

Fábio Tito/G1