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Uruguai rejeita pedido de asilo de ex-presidente do Peru acusado de corrupção

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Ex-presidente Alan García fez o pedido a Montevidéu alegando perseguição política – Flickr

Em coletiva de imprensa, o mandatário uruguaio anunciou que a negação do pedido foi embasada em considerações jurídicas e afirmou que o caso “não é perseguição política”

O presidente do Uruguai, Tabaré Vázquez, rejeitou nesta segunda-feira (03/12) o pedido de asilo político feito por Alan García, ex-presidente do Peru, acusado de receber propina da empreiteira Odebrecht.

García fez o pedido a Montevidéu alegando perseguição política e estava na embaixada do Uruguai em Lima desde 17 de setembro, com um amparo provisório enquanto o caso era estudado.

Em coletiva de imprensa, o mandatário uruguaio anunciou que a negação do pedido foi embasada em considerações jurídicas e afirmou que o caso “não é perseguição política”.

“No Peru funcionam de forma autônoma e livre os três poderes do Estado e especialmente o poder Judiciário que conduz as investigações de eventuais delitos econômicos do ex-presidente do Peru”, disse Vázquez.

Segundo a agência Efe, o embaixador do Uruguai no Peru, Carlos Barros, afirmou que “o Uruguai não concedeu o asilo ao ex-presidente Alan García, ele já saiu desta residência, todo o resto está por conta dos governos. Voltemos à paz”.

No sábado, García foi proibido de sair do Peru por determinação judicial pelo prazo de 18 meses.

Uma das investigações que pesam contra o ex-presidente é de que ele teria recebido 100 mil dólares da empreiteira Odebrecht, pagos como propina em troca da licitação para construção da Linha 1 do metrô de Lima.

Após o anúncio de Vázques, o presidente do Peru, Martín Vizcarra, escreveu em sua conta no Twitter que ninguém possui privilégios no Peru e destacou que “nossa democracia garante a independência dos poderes”.

Segundo a agência de notícias peruana Andina, Vizcarra se comunicou com o presidente uruguaio e garantiu “a independência dos poderes” e a continuidade das investigações.

FHC ataca Itamar Franco

Em seu novo livro, FHC atacou Itamar Franco, chamando-o de "egocêntrico e vingativo"Pessoas ligadas a Itamar se preocupam com a mudança de postura de FHC

Divulgando livro, ex-presidente ataca seu antecessor, a quem já elogiou em diversas oportunidades. Em seu novo livro, FHC atacou Itamar Franco, chamando-o de “egocêntrico e vingativo”

“Sem Itamar Franco o Plano Real não existiria”.

Essas palavras foram ditas pelo ex-presidente da República, Fernando Henrique Cardoso (PSDB), durante o sepultamento do também ex-presidente, Itamar Franco.

A frase, dita em 2011 parece ter sido esquecida por FHC, já que o mesmo, prestes a lançar seu novo livro, “Diários da presidência (1999 – 2000)”, diz em trecho da obra que Itamar Franco “não chegou a ler a proposta do Plano Real”.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

No livro, Fernando Henrique chama seu antecessor no Planalto de “egocêntrico e vingativo”.

A questão é o que teria feito Fernando Henrique mudar de ideia? O tempo?

O livro escrito por FHC narra os bastidores do governo do país na época em que o autor estava à frente da presidência da República. Quando vai falar sobre o Plano Real, FHC lembra de sua relação com Itamar Franco, e dispara contra o antecessor, se contradizendo do que havia falado na época em que Itamar faleceu.

“Itamar é o irresponsável de sempre. Todo mundo sabe que para fazer o Real foi uma dificuldade imensa. Sei que nem o Plano Real ele leu, ele disse isso a mim na frente do José de Castro, quanto mais leu o orçamento alguma vez na vida. Eu sempre disfarço isso, mas fui a ama-seca dele quando ele era presidente da República. Impedi mil crises, inclusive com os militares”, discorre o ex-presidente em trecho do livro.

No livro, Fernando Henrique também citou o ex-ministro da Justiça, Alexandre Dupeyrat, dizendo que este era o principal empecilho para a aprovação do Plano Real.

O ex-ministro, hoje advogado no Rio de Janeiro rebateu a acusação de FHC, negando ter sido influência negativa para Itamar durante o Plano Real, e lembrou que o governo possuía outras prioridades quando o Itamar assumiu, chegando a classificar a situação das contas públicas herdadas por Franco como “calamitosa”.

“Eu era ministro da Justiça. Se fosse contra, teria saído do governo. A situação do Estado era calamitosa quando Itamar assumiu, estávamos em risco de não poder bancar despesas essenciais, como segurança pública e hospitais”, disse o ex-ministro da Justiça.

Dupeyrat também disse que Itamar era receoso em relação à postura de Fernando Henrique, pois, segundo o mesmo, FHC teria mudado após a oficialização de sua candidatura à presidência.

“O que estranho é que, depois que a candidatura do Fernando se consolidou, ele mudou em relação ao Itamar. Nessa época eu frequentava o gabinete quase todo dia e sentia que o Itamar tinha certo amargor com essa mudança de postura”, encerrou o advogado.

As acusações e o tom com o qual FHC trata seu antecessor, Itamar Franco, não condizem com a postura adotada pelo mesmo quando Itamar faleceu, em 2011. Durante o sepultamento do ex-presidente, Fernando Henrique não poupou elogios e disse que Itamar foi fundamental para a existência do Plano Real.

“Tivemos uma relação cordial no Senado. Sem o apoio dele, não teria feito o Plano Real. O Brasil perdeu uma grande pessoa. Ele tinha um comportamento ético irretocável. Ele era ameno no trato, mas com suas peculiaridades. No conjunto, foi essencial. Assumiu a Presidência com dignidade. Ele me apoiou até o fim, devo muito a ele e o Brasil deve também. Ele era um homem digno, simples, e não aceitava corrupção”, comentou Fernando Henrique na época da morte de Itamar.

Michel Temer e a República dos Velhacos

E assim será com todos os governos que carregarem para dentro deles essas figurinhas mais do que carimbadas.

A Folha nos presta um grande desserviço trazendo em sua página inicial de hoje as piores possibilidades para futuros presidente: Marina, Lula, Serra, Aécio, Alckmin

Pergunto, este país tem jeito com essa turma aí no poder?[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

Pois é. Enquanto a imprensa fica falando de Dilma, que Lula bla bla bla, assuntos já encaminhados, este grupo que tá mamando há muito tempo, inclusive na Petrobras já no governo FHC, estes senhores Jucá, o Caju, Renan o Justiça (vai ver que é porque foi ministro da Justiça do ilibado FHC), Padilha, Geddel e Temer, subiram a rampa para tentar fugir da Justiça.

A maioria da imprensa foi cúmplice disso e manifestante que saiu às ruas, com discurso de moralidade, gritando fora Dilma, se não sair agora vai revelar sua verdadeira face. Não se importa de ser roubado desde que não seja por petralhas. Estes serão a mais pura hipocrisia.

E notícias ruins de tucanos não ficam nem meia hora nas manchetes. Não são somente os políticos que são cínicos não.

E cadê a Fiesp, que tem um diretor e político citado, também, e cadê o MBL?

Vladimir Putin – O avião do camarada Presidente

Olha aí a “dureza” que sofre para viajar, o camarada Vladimir Putin, ex-chefe da KGB da extinta União Soviética, e atual Presidente da Rússia.

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Prudente de Moraes e os imprudentes

Divagações do editor.

Prudente de Moraes — Prudente José de Morais e Barros (Itu, 4 de outubro de 1841 – Piracicaba, 13 de dezembro de 1902) foi um político brasileiro, primeiro governador do estado de São Paulo (1889-1890), senador e terceiro presidente do Brasil e primeiro político civil a assumir este cargo.

Foi, também, o Primeiro Presidente eleito em eleição direta. Governou de 1894 a 1898.

Depois dele só tivemos presidentes imprudentes e imorais.