Conheça o jogo inspirado em Pokémon que o Google escondeu no Android

Quem já está no ecossistema Android há algum tempo sabe que a cada nova versão do sistema, o Google esconde uma pequena brincadeirinha ou um joguinho secreto, o popular “easter egg”. No Android 7.0 não é diferente.

A brincadeira envolve colocar um pratinho de comida virtual no seu celular. Depois de algum tempo, um mascote do Android em formato de gato aparece e se junta à sua coleção. Cada gato é diferente, mas é difícil dizer quantas combinações diferentes de felinos existem, mas é possível garantir que há pelo menos 670 deles (porque eu consegui o gato de número 670).[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

Saiba como funciona:

1. É preciso ativar o easter egg

Isso é feito entrando em Configurações > Sobre o telefone e tocando três vezes rapidamente no item “Versão do Android”. Um grande “N” irá aparecer, simbolizando a versão N do Android. Basta dar um toque rápido e outro longo neste N e um emoji de um gato vai aparecer, ativando o joguinho. Para desligar, basta repetir o processo.Reprodução

2. A área de configurações rápidas passa a ter um prato vazio

Basta exibir a área de configurações rápidas e lá estará o prato vazio. Se ele não estiver lá, você vai precisar editar a posição dos itens na tela para que o prato vazio fique em destaque.

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3. Coloque comida para o gato

Você tem quatro opções: ração, peixe, frango ou uma rosquinha. Para dar comida, basta tocar no prato vazio e selecionar uma das opções.

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4. Espere um pouco

Se você fez tudo certo, dentro de alguns minutos um gatinho vai aparecer. Você pode dar um toque mais longo no prato de comida para ver quais gatos você já encontrou.

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5. Você pode dar diferentes apelidos para seus gatos

Basta tocar em um deles para abrir a opção de alterar nomes.

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Olhar Digital

Facebook: como evitar vírus e pegadinhas

Desconfie sempre. As redes sociais são muito apropriadas para tirar dinheiro dos sentimentais, disseminar vírus, fofocas, e causar dores de cabeça jurídicas aos descuidados e aos de má fé. A “pegadinha” mais comum, por apelar ao emocional do internauta, é a que pede para se compartilhar um ‘post’, e diz que a cada ‘click’ uma certa quantia será destinada à pretensa vítima. Não caia nessa. É mentira!
Uma questão que dever ser encarada com a máxima seriedade é a criação de perfis falsos, ou “fakes”. O responsável pela criação de perfil falso, depois de identificado, poderá ser responsabilizado, no âmbito do Direito Civil, por possíveis danos que venha a causar ao patrimônio e/ou pelas ofensas morais que venham a atacar a honra de alguém.
José Mesquita – Editor


Evite ‘curtir’ pegadinhas, mentiras e vírus no Facebook.
Velhos boatos e “pegadinhas” da internet parecem estar ganhando adaptações e vida nova no Facebook, mas há quem também “curta” e publique – às vezes sem querer – vírus e conteúdos “virais” espalhados por apps adicionados ao perfil da rede social.

Seguindo o exemplo das mensagens via e-mail, publicações no Facebook que oferecem conteúdos extraordinários ou incríveis são a isca preferida dos criminosos para atrair internautas à pragas digitais. Um exemplo: no início deste mês de fevereiro, a fabricante de antivírus Sophos divulgou um alerta sobre um vírus espalhado pelo Facebook em uma mensagem que prometia imagens da CNN de ataques dos Estados Unidos ao Irã – um suposto início da “terceira guerra mundial”.

Mensagem com vírus especulava sobre início de nova guerra mundial. (Foto: Reprodução)

É claro que a mensagem era falsa.

Criminosos brasileiros já utilizaram táticas com o humor para chamar atenção. Em um dos ataques, uma página com o Tiririca foi inclusive colocada nos “anúncios” do Facebook. A página, ao ser carregada, solicitava um download de um arquivo. Quem fizesse o download e executasse o programa seria infectado com um vírus que rouba senhas bancárias.

Outro comportamento comum no Facebook é o compartilhamento de boatos ou fraudes. Chamados tecnicamente de “hoaxes”, alguns desses temas são – mais uma vez – apenas variações do que já circulava via e-mail.

Um exemplo bastante comum é o que solicita que uma imagem seja compartilhada para que alguém (normalmente uma criança) ganhe uma ajuda em dinheiro. As imagens normalmente dizem que, para cada compartilhamento ou clique em “Curtir”, uma quantia em dinheiro será transferida para a vítima exposta na imagem. Essas informações são mentirosas.

Internautas até criaram imagens com personagens de desenhos para brincar com a sugestão pouco realista dessas imagens.

No Brasil, criminosos usaram imagem do palhaço Tiririca para disseminar um vírus. (Foto: Reprodução)

Outro problema está nos “plug-ins virais”. Esses são plug-ins que se multiplicam de alguma forma; o mais comum é que eles exijam que você adicione algo ao seu perfil no Facebook para ter acesso a um conteúdo “protegido” ou “restrito”. Quando você adiciona o aplicativo ao seu perfil, imediatamente o conteúdo é publicado para seus contatos, que poderão cair no mesmo golpe.

Adicionar plug-ins e aplicativos ao perfil do Facebook de forma descuidada é perigoso. Informações que você não acredita que está compartilhando ficarão acessíveis ao responsável pelo app. Além disso, o plug-in pode publicar informações no seu mural sem o seu consentimento – na verdade, você já autorizou a publicação de conteúdo quando adicionou o software ao perfil. De forma silenciosa, enquanto navega na web, o plug-in pode estar interagindo com seu perfil no Facebook.

Finalmente, existe o problema com falsas promoções. Nas últimas semanas, muitos perfis ofereceram promoções com iPhones: “basta clicar ou curtir para concorrer”, afirmavam os anúncios. As publicações também eram mentirosas. Apesar de não haver um dano imediato, os fraudadores conseguem um ganho de popularidade com esse tipo de ação, o que polui a rede social, diminui a utilidade dela como ferramenta e incentiva a realização de mais “pegadinhas”.

Imagens com personagens dos desenhos japoneses Pokémon e Dragon Ball satirizam pedidos de 'ajuda' no Facebook. (Foto: Reprodução)

O que fazer?
As dicas são simples:

  1. Mantenha o seu navegador de internet e os plug-ins do navegador (como Flash e leitor de PDF) atualizados. Isso serve para evitar ataques que exploram brechas nesses softwares e que poderiam ser disseminados pela rede social para infectar o PC.
  2. Não faça o download de programas a partir de links na rede social.
  3. Tenha cuidado ao participar de “promoções” na rede social. Na dúvida, verifique com as marcas envolvidas se aquela ação realmente está sendo realizada. Às vezes, promoções em uma rede social são divulgadas em outra. Nesses casos, uma breve pesquisa é suficiente para tirar a dúvida.
  4. Não compartilhe conteúdos que sugerem a transferência de dinheiro para alguém com um mero “curtir” ou “compartilhar”. Pesquise antes de compartilhar algo que parece suspeito.
  5. Não adicione qualquer app ao seu Facebook e verifique os controles de privacidade da rede social

por Altieres Rohr/G1