Eleições 2014: Mobilização Democrática é o novo partido criado no Brasil

Criado mais um partido para a “sopa de letrinhas”.

“Ajuntaram-se” o PPS do comunista de araque Roberto Freire, e um tal de PMN, seja lá o que signifique.
Resulta no MD, Mobilização Democrática.
Ouvi bem alí que servirá de legenda para candidatura de Serra.


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Eleições 2014: Serra ‘serra’ cada vez mais a oposição

Tomate Inflação Eleição 2014 Dilma Rousseff Alpino Blog do MesquitaOposição pra valer até agora só quem faz é o tomate.

Ouve-se o espocar de fogos e o rufar de tambores pras bandas do PT e aliados. Ou cúmplices.
O certo mesmo é que com a oposição cada vez mais dividida, Dona Dilma, até agora, navega em águas serenas rumo à reeleição.

Boa parte dessa tranqüilidade do PT deve ser creditada à raiva iracunda que José Serra destila em Aécio Neves. É mágoa ancestral.

Dilma deleita-se com o atual quadro político.

A única oposição real à sua reeleição é a volta da inflação que desrespeita qualquer marketing político, pois é resultado da incompetência declarada desse governo.
Ouve-se em alguns lugares rumores que Serra será candidato a presidente em 2014. Mas não pelo PSDB

A manobra é fazer de Serra o candidato “novo”, oriundo de uma sigla resultante da fusão do PPS com o PMN.


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Exploração sexual de menores: CPI não pune ninguém

CPI da Exploração Sexual: casos sem punições
Processo mais rumoroso envolve o governador do Amazonas
Seis anos após o encerramento da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Exploração Sexual, três casos rumorosos investigados pelo Congresso em 2004 ainda não foram julgados, terminaram em absolvição ou acabaram descartados pelo Ministério Público.

O de maior destaque envolve a suspeita de que o governador do Amazonas e candidato à reeleição, Omar Aziz (PMN), tenha feito programa com uma jovem de 15 anos, em 2003, quando era vice-governador. Ele nega.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

A acusação contra Aziz, vice-governador na época do escândalo, tem origem num inquérito da Polícia Civil sobre a atuação de duas cafetinas, em Manaus.

Em depoimento à polícia, a garota disse que tivera um encontro com um homem chamado Omar. O caso virou um escândalo político, mas na Justiça não foi longe. Em 2005, o MP descartou a participação de Aziz sem sequer interrogá-lo. E a investigação prosseguiu com foco em outros personagens.

O promotor João Lúcio de Almeida Ferreira excluiu Aziz da investigação com base somente em depoimento da jovem à Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembleia Legislativa do Amazonas.

Na ocasião, ela voltou atrás e desmentiu o que sugerira no depoimento à polícia, à CPI do Congresso e em entrevista à revista “Época” — na qual narrou detalhes do encontro, afirmando que se tratava do então vice-governador.

A CPI estadual foi criada em 2004, a pedido de Aziz, depois que o caso veio a público no Congresso em Brasília. Duas fotos do vice-governador foram mostradas à garota.

Ela negou que fosse ele o homem de quem recebera R$ 150 para fazer um programa no segundo andar de uma loja de material de construção, em Manaus — o imóvel pertencia a um irmão de Aziz.

Demétrio Weber e Sérgio Marques/O Globo