Google anuncia fim do Picasa

Inclusão de fotos e novos álbuns deixará de ocorrer em 1º de maio. Empresa concentrará seus esforços no Google Photos.

Picasa, serviço de fotos do Google. (Foto: Divulgação/Google)Picasa, serviço de fotos do Google. (Foto: Divulgação/Google)

O Picasa está prestes a se juntar ao Orkut e ao Reader. O Google anunciou nesta sexta-feira (12) que deixará de dar suporte ao serviço de fotos com mais de 14 anos em 15 de março de 2015. A empresa decidiu abandonar a ferramenta pioneira para agregar imagens com o intuito de privilegiar o Google Photos.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Google Photos
“Nós acreditamos que nós criamos uma experiência melhor ao focar em um serviço que forneça mais funcionalidades e trabalhe tanto em aparelhos móveis quanto no computador, em vez de dividir nossos esforços em dois diferentes produtos”, afirmou Anil Sabharwal, líder do Google Photos, em comunicado.

O Google incentiva que os adeptos do Picasa migrem para o Google Photos. Os que não quiserem ainda terão acesso ao serviço, mas de forma limitada.

Fim do serviço
Assim como ocorreu com outros desligamentos, o Google vai tirar o Picasa do ar aos poucos. Em março, acaba o suporte, ou seja, não haverá mais a criação de novas ferramentas.

A partir de 1º de maio, permanecerão na plataforma apenas os álbuns já criados. E haverá restrições: os usuários poderão ver, baixar, apagar, organizar ou editar as imagens, mas não fazer novas inclusões ou criar compilações adicionais.

Ao longo dos meses, os desenvolvedores deixarão de poder criar serviços conectados ao Picasa.

História
Criado em 2002, o Picasa foi adquirido pelo Google em 2004, depois de ser integrado ao Blogger e permitir a melhor integração de fotos à plataforma de blogs da empresa.

Ao longo dos anos, porém, o serviço de fotos foi perdendo relevância, tanto dentro do Google – a última novidade relevante foi anunciada há mais de seis anos – e perante os usuários, que aderiram a outros aplicativos para exibir suas fotos, como o Instagram.

Como o Picasa não possuía uma versão em aplicativo, a invasão dos smartphones, que eclipsaram os computadores, colaborou para o declínio do serviço.
Fonte:G1

Privacidade – Quem, quanto, como, onde o Google é onipresente ele sabe tudo

Você já parou para pensar na quantidade de informações que são passadas diariamente para o Google e o poder que ele tem de saber os hábitos de seus usuários?

Milhões de pessoas se utilizam de sites de buscas para trabalho, estudo ou compras, além de pesquisas sobre temas mais delicados como uma doença grave, a procura por um amor, uma informação sobre empréstimos…

E você sabe qual é o buscador mais utilizado no mundo? O Google, claro.

Metade de todas as buscas da internet são feitas no Google, o que dá ao site o poder de determinar o que será visto e o que ficará esquecido na web.

Também não há como deixar de lado seus outros serviços famosos, como o Youtube, Orkut, Gmail, Google Earth, Blogger e Picasa.

Junte tudo, mais a quantidade de informação pessoal que o Google é capaz de armazenar a seu respeito e não sobra muit o Google sabe quem você é.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Mas afinal, quanto o Google sabe sobre você, sobre o que você gosta/faz/quer e até onde você está?

O site Center Networks produziu uma lista que mostra como os principais serviços do gigante das buscas podem revelar inúmeras informações a seu respeito.

* Se você usa o Adwords, eles conhecem o seu plano de marketing e sabem o seu padrão de compras.
* Se você usa o Adsense, eles sabem qual dos seus sites ganham dinheiro, eles sabem como segmentar os anúncios para o seu site, eles sabem quanto pagar e quanto custa para mantê-lo.
* Se você usa o Google Alerts, eles sabem quais são os tópicos importantes para você.
* Se você usa o Analytics, eles sabem quais sites você controla e/ou monitora, sabem sobre as variações e tendências de seu conteúdo.
* Se você usa o Blogger, eles sabem sobre o que você escreve. Cada palavra, cada frase, tudo e cada link.
* Se você usa o Calendar, eles sabem onde você foi, é, e qual deve ser o plano.
* Se você usa o Catalog Search / Product Search, eles sabem que os itens que são de interesse para você e quais os itens que você realmente compra.
* Se você usa o Checkout, eles conhecem todas as suas informações pessoais: nome, endereço, telefone, cartão de crédito.
* Se você usa Chrome, eles sabem tudo sobre a sua navegação na internet.
* Se você usa o Desktop, eles sabem o que você tem no seu PC.
* Se você usa o Google Docs e Spreadsheets, eles sabem que você qual o tema do seu TCC, e que sua conta corrente só terá R$ 25 no final da viagem.
* Se você usa o Earth, eles sabem os lugares do planeta que você tem vontade de conhecer.
* Se você usa o FeedBurner, eles sabem tudo sobre os seus leitores e seus diferentes tipos de leitor.
* Se você usa o Finance, eles sabem sobre a existência de ações (e outros instrumentos) que você é proprietário, o que você monitora, e as tendências que você quer seguir.
* Se você usa o Gmail, eles sabem tudo. Sim, tudo.
* Se você usa os Grupos (Groups), eles sabem que você tem é fã de Pop Art e tem um fetiche por pés.
* Se você usa a Pesquisa de Imagens (Image Search), eles sabem que você gosta da Madonna e gosta de fotos de gatos.
* Se você usar a Local Search, eles sabem onde você está agora, e no que você está interessado.
* Se você usa o Maps, eles sabem onde você pode estar, para onde você pode ir e para onde você foi. E se você tiver GPS, eles sabem onde você está neste exato momento.
* Se você usa o Reader, eles sabem todos os seus interesses
* Se você usa o Search (pesquisa no Google qualquer), o Google sabe todas as pesquisas que você tenha feito.
* Se você usa o Google Talk, eles sabem quem são seus amigos.
* Se você usa a Toolbar, eles conhecem todos os sites que você visita.
* Se você usa o Translate, eles sabem que você está aprendendo russo.
* Se você usa o YouTube ou o Google Video, eles conhecem todos os vídeos que você assistiu, os gêneros que você gosta, aqueles que você comentou e os que você enviou.

Deu pra perceber que o Google realmente conhece os hábitos, desejos e dúvidas de seus usuários, portanto, qualquer produto que ele lançar será sucesso. Mas toda essa onisciência pode preocupar.

O fato do Google saber tudo sobre seus usuários só não é motivo de medo maior porque o primeiro lema da empresa prega “Don’t be evil”, ou seja, “não seja mau”. Portanto, embora a empresa queira concentrar todas as informações em um só lugar, a gigante das buscas afirma que não pretende explorar isso maleficamente. Isso seria jogar fora toda a credibilidade conquistada em seus mais de dez anos de existência.

do Olhar Digital

Dropbox do Google pode ser lançado em breve

Computação em nuvem - Cloud Computing

O Google pode estar mais próximo de lançar um sistema de armazenamento online de arquivos, semelhante ao Dropbox.

A informação foi publicada nesta terça-feira, 27, pelo blog GigaOm.

Fontes próximas do site disseram que o lançamento pode ocorrer já em abril.

O rumor sobre o serviço, que tem sido chamado de Google Drive ou GDrive, não é novo e se desenrola desde 2006.

Em janeiro, uma reportagem do Wall Street Journal retomou o assunto, alegando que o lançamento do serviço estava próximo.

Atualmente o Google já tem serviços que armazenam arquivos, mas eles não operam de forma sincronizada com o computador e integrados entre si, como seria a proposta do Google Drive.

O Picasa, por exemplo, permite guardar fotos online e o Google Docs também possibilita que o usuário faça o upload documentos e arquivos online.

“Se tudo ocorrer como planejado, desta vez devemos vê-lo (o GDrive) de verdade.

Eu ouvi que este grande dia será em algum momento na primeira semana de abril de 2012″, escreveu o jornalista Om Malik, fundador do GigaOm.

Segundo ele, o GDrive vai oferecer 1 gigabyte (GB) de espaço de armazenamento gratuitamente.

O Dropbox, um concorrente forte já estabelecido, oferece 2 GB gratuitamente.

Quem quiser mais espaço no GDrive, poderá comprar.

Ele também vai funcionar com o Google Apps, plataforma de aplicativos do Google para empresas, de acordo com o site.
O Estado de S.Paulo


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Tecnologia de reconhecimento facial ajuda polícia de Londres

Sistema recebeu upgrade recentemente para ajudar nos Jogos Olímpicos.
Polícia compara fotografias de confrontos com imagem em ficha criminal.

Sistemas de reconhecimento facial que foram desenvolvidos para serem utilizados na a segurança das Olimpíadas de Londres em 2012 entraram em evidência antecipadamente por conta dos tumultos recentes na Inglaterra.

De acordo com agentes de segurança britânicos, a identificação dos suspeitos de participarem em saques e ações violentas no país está sendo feita com a ajuda de novos softwares adquiridos pela Scotland Yard.

Com a ajuda de computadores, a polícia metropolitana de Londres compara imagens de câmeras de segurança e fotografias feitas durante os protetos a imagens arquivadas em fichas criminais.

“Diversas ferramentas estão sendo utilizadas, e o sistema de reconhecimento facial é apenas uma destas ferramentas”, afirmou à Associated Press um agente de segurança, em condição de anonimato.

De acordo com o agente, há dois entraves ao uso do sistema: “é preciso ter uma imagem clara do suspeito em ação, e ainda assim isso só será útil se tivermos algo para comparar.

Em outras paalavras, se o suspeito já tiver uma ficha criminal.”

A tecnologia de reconhecimento facial funciona por meio de análise e comparação de imagens.

O programa identifica a localização e a distância entre pontos do rosto – como da ponta do queixo até a parte inferior da boca e até o centro dos olhos, por exemplo – e compara estes resultados com o de imagens previamente armazenadas em um banco de dados.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Na prática, é como uma análise de impressão digital, mas com variáveis diferentes e mais complexas do ponto de vista da computação.

Ao contrário do ser humano, que não tem dificuldade para identificar que fotografias de duas expressões faciais diferentes são do mesmo indivíduo, o computador precisa ser programado para capturar estas nuances.

Em geral, quanto mais imagens de uma mesma pessoa o computador lê, mais fácil será essa identificação.

Programas como o iPhoto, da Apple, o Picasa, do Google, e o Windows Live Photo Drive, da Microsoft, utilizam sistema semelhante para marcar automaticamente pessoas em foto.

O Facebook também adotou um programa de reconhecimento facial.

O programa utilizado pela polícia britânica é mais sofisticado.

Ele foi feito para encontrar semelhanças mesmo em imagens de baixa resolução, como as capturadas por circuitos fechados de televisão, como as câmeras de segurança, e por telefones celulares.

O programa varre ainda a internet, principalmente redes sociais, em busca de rostos semelhantes.

G1

Google pode transformar o GMail em rede social

Gmail é o serviço de correio eletrônico mais utilizado

O Google vai transformar o seu serviço Gmail para ficar semelhante a uma rede social, segundo o The Wall Street Journal na sua edição de hoje. O jornal americano garante que a pedra basilar dessa mudança será a possibilidade do usuário compartilhar, inclusive vídeos com amigos, tal como já é possível no Facebook e Twitter.

Segundo o site especializado em novos mídias Mashable, a mudança deve ser anunciada amanhã.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Os jornalistas do site receberam um convite para estar presente num evento na sede da Google. O convite prometia revelar inovações em dois dos [seus] produtos mais populares?.

O Gmail é sem dúvida um dos produtos mais populares da Google e transformar o serviço de e-mail numa rede social seria uma grande inovação.

Em relação ao outro produto que vai ser alterado, os jornalistas do Mashable apostam no Picasa, no YouTube ou no Google Friend Connect.

Celular myTouch Google começará a ser vendido em agosto

Modelo myTouch, com Android, do Google, chega aos EUA em agosto
Celulares, myTouch, Google,Tecnologia,Telefonia,Android,YouTube

A T-Mobile venderá modelo myTouch por US$ 199, em plano de dois anos.

Smartphone com Android concorre com iPhone 3G S, da Apple, e Palm Pre.

A operadora de telefonia móvel T-Mobile USA começará a vender em agosto um novo smartphone com o sistema operacional Android, do Google, para competir com aparelhos sofisticados como o novo iPhone da Apple e o PalmPre.

A T-Mobile, subsidiária da alemã Deutsche Telekom e quarta maior operadora dos Estados Unidos, afirmou que o myTouch 3G é um aparelho mais fino e uma versão mais avançada do G1, também fabricado pela taiwanesa HTC e baseado na tecnologia do Android.

O novo aparelho deve custar US$ 199 (cerca de R$ 390), mesmo preço do modelo com 16 GB de memória do iPhone 3G S, da Apple, e o Pre, da Palm, com um desconto garantido em contratos de dois anos.

A vantagem do myTouch é que o aparelho pode ser personalizado com telas especiais e outros widgets, por exemplo, informou a T-Mobile. A plataforma operacional Android também “aprende” as personalizações do usuário e pode fazer recomendações.

“A história da vez é a personalização”, disse o vice-presidente de inovação de produtos da T-Mobile, Andrew Sherrard. O iPhone tem “uma estética bonita, mas ela não pode ser mudada”.

O myTouch conta com tela sensível ao toque e câmera de 3,2 megapixels, além de tocador de música e ferramentas de vídeo para facilitar o compartilhamento de fotos e vídeos em sites como YouTube e Picasa.

G1