Eleições 2018: PT se ‘autoassassinou’ e governo está em fase terminal, diz ex-ministro de Lula

(Foto: Pedro França/Ag. Senado)Há pouco mais de dez anos, o senador Cristovam Buarque deixou o PT após uma série de desgastes que levaram à sua demissão, por telefone, do cargo de ministro da Educação e no embalo da eclosão do escândalo do mensalão – ele foi um dos integrantes que não concordaram com a resposta dada pelo partido e pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva às irregularidades reveladas à época. 

Para Cristovam Buarque, é preciso discutir que governo o Brasil terá – com ou sem Dilma

Hoje, ensaia um novo desembarque, desta vez do PDT, que, nas palavras de Cristovam, “não existe” como partido, pois virou um “puxadinho do PT” controlado pelo ex-ministro Carlos Lupi que já colocou como candidato à próxima corrida presidencial um nome escolhido por Lula – Ciro Gomes – para “preencher o vazio” caso o petismo não se recupere a tempo de 2018.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Segundo o senador, “o PT se autoassassinou” ao desconsiderar a meritocracia na nomeação de cargos e não pensar um projeto de longo prazo para o país.

Diz ainda que o “fracasso” da gestão Dilma Rousseff se deve principalmente a erros cometidos pela presidente em seu governo, que está em “fase terminal”.

Aos 71 anos, o ex-governador do Distrito Federal e ex-reitor da UnB (Universidade de Brasília) defende, porém, que se pense menos no resultado do pedido de impeachment da presidente, e mais em que governo o país terá após o processo – com ou sem Dilma.

Confira trechos da entrevista à BBC Brasil, feita por telefone.

BBC Brasil – A ex-senadora Marina Silva defendeu ao jornal Folha de S.Pauloque se agilize o processo contra a presidente Dilma Rousseff no TSE (Dilma e seu vice, Michel Temer, podem ter o mandato cassado se o Tribunal Superior Eleitoral entender que a chapa cometeu irregularidades na campanha), em detrimento ao pedido de impeachment em curso no Congresso. Como vê isso?

Cristovam Buarque – Para mim, o importante não é saber como isso termina, mas como começa o próximo momento. O chamado day after (dia seguinte). Acho que lamentavelmente a Marina não trabalha com o day after. Estou menos preocupado com se isso vai terminar com a continuação da Dilma, o impeachment ou a cassação.

Teremos o dia seguinte com o Temer em um governo de unidade nacional? Ou com a Dilma, com um governo de coalizão nacional? Se houver a cassação, a eleição em 90 dias vai permitir a construção dessa coalizão com um projeto alternativo? Essa é a minha preocupação.

Leia também: Crise política derruba Brasil para sua pior posição em ranking de qualidade democrática

(Foto: Marcelo Camargo/Ag. Brasil)
A presidente Dilma Rousseff enfrentará processo de impeachment neste ano
Image copyright Ag. Brasil

BBC Brasil – Qual seria o cenário ideal?

Cristovam Buarque – Hoje, e nós dissemos isso a ela em agosto, a melhor alternativa seria a Dilma, mas com um governo que não fosse da Dilma. Ela sendo a “Itamar” dela própria. No que consiste isso: ela dizer que não é mais do PT, nem de qualquer outro partido, a não ser do “Partido do Brasil”.

Dizer que precisa da oposição e de todos para governar, compor um ministério de unidade e com um programa de unidade, no qual a estabilidade monetária seja objetivo imediato, desde que não sacrifique conquistas sociais nem investimentos em infraestrutura. Definindo quem vai se sacrificar para que o Brasil seja reorientado e como vamos atravessar os três anos até a próxima eleição.

Seria a continuidade do governo Dilma sem Dilma, uma espécie de presidente sem ser chefe de governo, com um “primeiro-ministro” – entre aspas, não precisa de parlamentarismo para isso. O Itamar (Franco, ex-presidente) conseguiu: o Fernando Henrique (Cardoso) foi o primeiro-ministro. Isso seria o ideal.

Mas não vejo na Dilma condições para isso. Tanto que nós, um grupo de senadores, fomos até ela em agosto, levamos um documento, propusemos isso, dissemos que estávamos dispostos a apoiá-la. Ela ouviu com seriedade, carinho, nos dedicou muito tempo, mas não aconteceu nada. Perdeu a chance.

BBC Brasil – Na sua visão, por que o governo chegou a esse ponto? Quem tem mais culpa, Dilma ou o PT?

Cristovam Buarque – Acho que a grande culpa é do PT. O PT se autoassassinou. Há uma diferença entre autoassassinato e suicídio: suicídio é um gesto consciente, em que existe até uma dignidade; o autoassassinato nem é consciente nem carrega dignidade.

O PT se autoassassinou por recusar o mérito nos seus dirigentes: nomeava ministro, vice-ministro, subministro, diretores apenas por interesses imediatistas, corporativos. Se autoassassinou por não pensar o médio e longo prazo do Brasil, por ficar prisioneiro da próxima eleição, por abrir mão das reformas necessárias que poderia ter feito, sobretudo com a grande liderança que era Lula.

Agora, a Dilma colaborou. Ela poderia ter se “independizado” do PT, mas continuou dependente dele, e com isso destruiu seu governo.

BBC Brasil – Como vê o papel do seu partido, o PDT, na base aliada?

Cristovam Buarque – O PDT, como partido, não existe: é uma associação, um clube de militantes sob o comando absoluto do Carlos Lupi.

Em 2007, ele assumiu o Ministério do Trabalho. De lá para cá, continua sempre junto ao governo em troca de ministério e isso destruiu o PDT como partido, fez dele o que o Pedro Taques (ex-senador e atual governador do Mato Grosso) chamava de “puxadinho do PT”.

E a situação é essa, ao ponto de hoje ele ter colocado um candidato a presidente escolhido pelo Lula, o Ciro Gomes, cujo papel é preencher o vazio que haverá se o PT e o Lula não se recuperarem do impacto.

BBC Brasil – Do impacto da Operação Lava Jato?

Cristovam Buarque – Da Lava Jato e do fracasso do governo Dilma. E é um erro achar que esse fracasso decorre da Lava Jato. Do ponto de vista ético, sim, mas também dos erros que ela cometeu na condução do governo.

Se fosse a Lava Jato sem inflação, com a economia crescendo, seria diferente: apenas o PT carregaria o problema. Mas temos recessão, inflação, infraestrutura desorganizada, crise de gestão. O problema é a soma com a crise socioeconômica.

E o PDT optou equivocadamente, e digo isso desde 2007, em vez de ser uma alternativa para o Brasil, por ser coadjuvante de um partido e de um governo em fase terminal.

BBC Brasil – O que o manteve no PDT até hoje, então?

Cristovam Buarque – Primeiro porque sair de um partido é algo muito dolorido, complicado. E você sempre fica acreditando que ele pode mudar.

E segundo, porque essa é uma crise geral dos partidos.

(Foto: Ag. Brasil)PDT pode lançar Ciro Gomes à Presidência como “estratégia” de Lula, afirma senador – Image copyright Ag. Brasil

BBC Brasil – É como se não houvesse para onde ir?

Cristovam Buarque – É isso. Não é só o PDT. O PDT perdeu a vergonha, mas os outros não demonstram ainda o vigor transformador.

Creio que um partido precisa de duas coisas: vergonha, do ponto de vista ético, e vigor transformador, do ponto de vista político. A gente sente que muitos têm vergonha na cara, mas fica se perguntando se têm esse vigor.

Além disso, é importante dizer com clareza: há três anos o Carlos Lupi diz que vai sair do governo no mês seguinte. Reunia a nós senadores e dizia: “no próximo mês nós estamos fora do governo”. Passava o mês, a gente esperava, ele nos reunia e dizia a mesma coisa. Não vou negar que cometi o erro de ficar esperando por esse mês seguinte.

BBC Brasil – A imprensa dá como certo que o senhor vai para o PPS, que o convite já foi feito.

Cristovam Buarque – O convite foi realizado pelo meu velho amigo Roberto Freire, que é meu companheiro desde a política estudantil em Pernambuco, ainda nos anos 60. Mas não vou tomar essa decisão em um período de recesso, antes de conversar com meus colegas do PDT do Distrito Federal e ouvir diferentes forças ligadas a mim.

Mas houve o convite, e eu não disse não.

BBC Brasil – O senhor foi procurado por outros partidos?

Cristovam Buarque – Outros partidos me procuraram, mas a sintonia com o PPS é maior.

(Foto: Nilson Bastian/Ag. Câmara)
Roberto Freire, presidente do PPS, convidou Cristovam a migrar para seu partido
Image copyright Ag. Camara

BBC Brasil – Está em seus planos se candidatar à Presidência em 2018?

Cristovam Buarque – Quando conversei com o Roberto Freire, ele falou nisso. Mas deixei claro: não vou para o PPS exigindo ser candidato à Presidência, e nem com o compromisso de ser candidato se o PPS quiser. Não será por essa razão (a eventual mudança).

Até porque… Eu disse a ele que, na idade da gente, antes de tomar uma decisão tão ousada como ser candidato a presidente, precisamos pensar se já não é hora de começar a pensar mais na memória do que já fez do que na aventura do que vai fazer.

BBC Brasil – O senhor tem um histórico ligado aos chamados partidos de esquerda. Indo para o PPS, migraria para uma sigla que, para muitos, está mais à direita e é criticada como uma espécie de satélite do PSDB. Seus eleitores não estranhariam esse movimento?

Cristovam Buarque – Diferencio a palavra partido da palavra sigla. Não mudo de partido. Já mudei de sigla: era PT, virei PDT, mas sem mudar de partido. Se sair do PDT, e for para outra sigla, não mudarei de partido. Meu partido é de que a gente precisa transformar a sociedade brasileira, e isso exige uma revolução. E o elemento fundamental dessa revolução é garantir escola de qualidade para todos, por o filho do trabalhador na mesma escola do filho do patrão, entre outros aspectos.

Agora, a sigla PPS vem do Partido Comunista. Você pode dizer que o Roberto Freire esteve ao lado de gente do PSDB, mas você não pode dizer que ele e os militantes do PPS são conservadores e de direita.

Continuo dividindo a política entre direita e esquerda. Mas não divido por sigla, e sim por compromissos. Para mim, compactuar com corrupção é coisa de direitista. Mesmo que seja do PT, do PC do B.

(Foto: Ag. Brasil)
Senador afirma que é errado culpar Operação Lava Jato por fracasso do governo Dilma – Image copyright Ag. Brasil

BBC Brasil – O PT vai sobreviver a essa crise?

Cristovam Buarque – Veja bem, sobreviver, vai. Mas vai sobreviver cambaleante. E a pergunta para a qual eu gostaria de ter uma resposta é sobre o que virá depois desse período em que o PT vai cambalear.

Vai cambalear para o lado dos corruptos, dos acomodados socialmente? Ou vai cambalear para o lado dos éticos e dos revolucionários? Isso não dá para saber.

BBC Brasil – A Câmara e o Senado são comandadas por parlamentares implicados na Lava Jato. Como isso influencia o funcionamento do Congresso neste ano?

Cristovam Buarque – Se continuar nesse ritmo, o impeachment será um tema para todos, não só para a Dilma. E poderá vir, sim, o povo na rua pedindo eleição geral, para todos os cargos. Porque não é só a Dilma que está sob suspeição. Todos nós, que temos mandato, estamos.

Há os “Cunhas” da vida, os outros, mas também os que não aparecem. Somos hoje um Parlamento sob suspeição, e nenhum de nós, portanto estou no meio, está fora da suspeição, da dúvida, do questionamento da população.

Temo que, se não formos capazes de cassar logo os corruptos conhecidos, vamos cair num processo de reação tão forte da população que teremos de fazer uma eleição geral para todos.

“Somos contra o impeachment e o consideramos um golpe”, diz líder do PDT na Câmara

Na última semana, partido deixou oficialmente a base do governo. Ainda assim, seu líder na Câmara, André Figueiredo (CE), afirma que o PDT não apoiará um eventual processo de impeachment contra Dilma Rousseff: “Achamos que é um golpe branco, somos totalmente contrários. O trabalhismo já foi vítima de movimentos semelhantes”

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Na última semana, PTB e PDT abandonaram oficialmente a base de apoio do governo.

O caso mais emblemático é o da segunda legenda, que Dilma Rousseff ajudou a fundar e a qual foi filiada por duas décadas antes de migrar para o PT, em 2000. Apesar de formalmente não votar mais junto ao Palácio do Planalto, o partido, na figura de André Figueiredo (CE), seu líder na Câmara, declara-se contra o impeachment. “Achamos que é um golpe branco, somos totalmente contrários”, afirmou o deputado em entrevista à BBC Brasil.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Segundo Figueiredo, a decisão do PDT não pode ser encarada como um ato de “abandono” à presidenta. “Não estamos abandonando a Dilma, de forma alguma.

Estamos migrando, dentro do Parlamento, para uma posição de independência, que pode inclusive ser mais benéfica.

Às vezes uma base subserviente nem sempre é interessante para que o governo, digamos assim, aprume o seu rumo. Estivemos com a presidente no jantar da última segunda [dia 3]. Ela estava extremamente serena e confiante de que vai superar essa crise”, relatou.

O parlamentar explica que sua sigla deixou a base por insatisfações com o ajuste fiscal levado a cabo pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e pela postura de líderes do governo, que a teriam acusado diversas vezes de “infidelidade”.

“Saímos da base por estarmos constantemente sendo desrespeitados. Mas não significa que estamos indo para a oposição. Não fazemos parte, principalmente, de setores da oposição que consideramos golpistas, que querem realmente desestabilizar o governo”, ponderou.

Figueiredo foi categórico em relação às tentativas de setores da oposição de deporem Dilma.

“Achamos que é um golpe branco, somos totalmente contrários. O trabalhismo já foi vítima de movimentos semelhantes. A presidente não tem nada que a incrimine, nada que possa ser imputado como crime de responsabilidade. Podem haver críticas políticas, que são legítimas. Mas impeachment consideramos um golpe, esperamos que o Brasil não avance para esse rumo. Seria muito ruim para a democracia”, argumentou. “Nós seremos contra o impeachment e denunciaremos isso em todos os momentos.”

Eleições 2014: Ministério do Trabalho é cobiçado antro de corrupção

Coruptor Blog do MesquitaSob suspeita de desvios na pasta do Trabalho, PDT é paparicado por Dilma, Aécio e Eduardo 

Crivado de denúncias de corrupção no Ministério do Trabalho, o PDT é disputado com avidez por três dos principais atores da sucessão de 2014: Dilma Rousseff (PT), candidata à reeleição e seus prováveis antagonistas Aécio Neves (PSDB) e Eduardo Campos (PSB).
Nos três casos, a negociação é conduzida por Carlos Lupi, presidente do PDT e precursor dos desvios em série praticados na pasta do Trabalho desde a administração Lula.

Momentaneamente, o PDT tornou-se símbolo de um paradoxo que aprisiona Dilma, Aécio e Eduardo. Eles se vendem como representantes do avanço.

Porém, em troca de alguns minutos adicionais de propaganda no rádio e na tevê, agarram-se ao atraso. Numa hora em que a rua procura um líder capaz de fixar padrões morais, a reedição de alianças extravagantes compromete a capacidade dos seus cultores de se firmar como lideranças éticas. Daí, em parte, a ascensão muda de Marina Silva.

No dia 21 de agosto, uma quarta-feira, Carlos Lupi jantou com Aécio Neves. Na semana anterior, dividira a mesa de refeições com Eduardo Campos. Em 23 de agosto, reuniu a cúpula do PDT para debater a conjuntura. O partido frequenta o balcão de 2014 com 44 segundos de tempo de propaganda. E Lupi não faz segredo de que pretende valorizar a mercadoria. Embora mande e, sobretudo, desmande no Ministério do Trabalho, esquiva-se de fechar com Dilma.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

“Fomos os primeiros a declarar o apoio a Dilma em 2010. E isso nos deu a responsabilidade de estar hoje no governo”, disse o cacique do PDT há 18 dias. “O momento é outro hoje. E ainda não definimos. Queremos avançar mais pela esquerda, questionamos a política na área econômica. Não estou dizendo que não está bom, mas tem que avançar mais.”

Lupi prosseguiu: “Aécio é meu amigo pessoal, meu problema é com o PSDB. Não dá para ter um caminho mais à direita do que temos hoje.” E arrematou: “Somos aliados do Eduardo Campos, ele está no nosso campo de ação. Tenho mantido contado com ele, tenho simpatia por ele, e ele ainda não definiu. Só vamos definir isso em 2014.” O lero-lero ideológico de Lupi não orna com a cena ao redor.

Alçado à poltrona de ministro do Trabalho por Lula, em 2007, Lupi escorregou suavemente para dentro da gestão de continuidade de Dilma Rousseff. Junto com ele, continuaram as más práticas que rendem escândalos até hoje. Na pseudofaxina de 2011, Lupi perdeu apenas o trono ministerial, não a pose. Estimados em R$ 400 milhões, os desvios que ganharam as manchetes nesta segunda-feira (9) começaram em 2008, ainda sob Lupi, informa a PF. Entre os investigados está Paulo Roberto Pinto, o segundo do ministério –homem de Lupi.

Se a sensibilidade auditiva fosse transferida para o nariz, qualquer um que ouvisse o palavrório de Lupi —“queremos avançar mais pela esquerda, não dá para ter um caminho mais à direita”— sentiria um mau cheiro insuportável. Mas Dilma o recebe no Planalto. Aécio janta com ele. Eduardo Campos, em privado, já manifestou até a disposição de retirar dos quadros do PDT de Lupi o vice da futura chapa presidencial do PSB.

Quer dizer: o Brasil, que nunca teve políticos de direita, perde também os que se diziam de esquerda. Restou uma geleia partidária amorfa, isotrópica, inefável. O pote não contém apenas PDT. Misturam-se nele letrinhas para todos os desgostos. Seja quem for o próximo presidente, do PT, do PSDB ou do PSB, estarão de prontidão para garantir a governabilidade legendas como o PMDB de José Sarney e Renan Calheiros, o PTB de Roberto Jefferson, o PP de Paulo Maluf, o PR de Valdemar Costa Neto

Houve um tempo em que muitos tinham a ilusão de que um novo presidente menos inepto que José Sarney, mais honesto que Fernando Collor, menos transitório que Itamar Franco, mais firme que Fernando Henrique Cardoso e menos cego que Lula teria autoridade para deter a sanha fisiológica dos eternos aliados. Hoje, ainda não se sabe quem será o próximo presidente. Mas sabe-se que, mantido o modelo, o novo presidente será presidido pelas circunstâncias desde a campanha.

 

Blog Josias de Souza

Tópicos do dia – 25/07/2042

10:28:31
Eleições 2012 – Brasil: da série ” A vida como não deveria ser” – Gustavo Fruet

Lembram dele?
Era o dedo mais incisivo, mordaz e implacável do PSDB na acusação contra a turma cliente do ‘Valerioduto’ na CPI do Mensalão. Não poupava ‘nadica de nada’ a turma do PT. Pois não é que agora sua Ex-celência se mostra petista desde criancinha?
Pulou do PSDB para o PDT – do inominável Carlos Luppi, lembram? – e está coligado ao PT na candidatura para prefeito de Curitiba. A exemplo do seu ex-guru FHC o senhor Fruet também entra para o time do que imploram “esqueçam o que eu disse”.

10:37:56
Crime organizado: lei determina medidas de segurança para juízes

O Ministério Público e os tribunais terão 90 dias para adotar uma série de medidas de segurança com o objetivo de garantir o andamento e julgamento dos processos envolvendo crimes praticados por organizações criminosas. A Lei aprovada pelo Congresso foi sancionada pela presidenta Dilma Rousseff. O texto está publicado na edição desta quarta-feira (25) do Diário Oficial da União.  Segundo o texto,  os juízes, integrantes do Ministério Público e seus parentes poderão receber proteção especial, se considerarem que estão sob ameaça. A proteção especial poderá ser feita pela Polícia Judiciária, por órgãos de segurança institucional e agentes policiais.
coluna Claudio Humberto

10:51:50
Marcos Valério: a caixa preta do mensalão que é uma ameaça a Lula.

Lula precisa tratar com carinho a caixa preta mais perigosa do país
Como revelou a edição de VEJA desta semana, o grão-mensaleiro Marcos Valério comunicou a amigos de Lula que, se não fosse tratado com o carinho que merece a mais perigosa caixa-preta do país, poderia ceder à tentação de contar detalhes de conversas que teve com o ex-presidente antes da descoberta do mensalão.

Nesta segunda-feira, instado pelo portal Terra a comentar a reportagem, Valério confirmou a ameaça com duas frases grávidas de entrelinhas. “Eu sou igual ao doutor Delúbio, nunca endureci o dedo para ninguém e não vai ser agora, às vésperas do julgamento”, começou o declarante. “Eu não tenho nenhum confidente em Brasília, principalmente lá, onde não vou há anos”, terminou. Traduzidas as frases, o que se ouve são dois desmentidos que ratificam e ampliam as informações divulgadas por VEJA. A primeira lembra aos interessados que, como Delúbio Soares, Valério sabe muito e não contou nada, está pagando sozinho por pecados coletivos e espera que os danos morais e financeiros sejam devidamente compensados.

Ao frisar que nunca endureceu o dedo, está dizendo que poderia ter feito o contrário. O indicador só enrijece se existe algo ou alguém a apontar. Não fez isso e não fará às vésperas do julgamento, sublinha. Mas nada impede que faça depois. Depende do desfecho do caso.
Ao afirmar na segunda frase que não tem confidentes em Brasília e não aparece por lá há alguns anos, Valério confirma outra informação da reportagem: os encontros com Paulo Okamotto e Luiz Eduardo Greenhalgh, que repassaram o recado a Lula, ocorreram em São Paulo.
Não foi necessário reaparecer no local do crime. Antes da descoberta do esquema criminoso, ele passava mais tempo em Brasília do que em Belo Horizonte e entrava sem bater em gabinetes inacessíveis para a gente comum. Até ser reduzido a caso de polícia e descobrir como é passar a noite na cadeia.
Blog de Augusto Nunes/Veja


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Oficiais das forças armadas agredidos por esquerdopatas

Esses marginais desconhecem o significado da lei de Anistia? Pisam a Constituição Federal ao irem de encontro ao Direito de Reunião e a Liberdade de Expressão.
Onde estava a polícia que não prendeu os badeneiros.

Espera-se que o Ministério Público indicie essa corja nos rigores da lei e que todos paguem na cadeia as agressões e ofensas cometidas. Afinal, Direitos Humanos não é uma via de mão única.

Como lidar com essas múmias esquerdoides que assume a idiotia como primado?
José Mesquita – Editor


Eis a grande obra de Maria do Rosário até aqui: Militares da reserva são agredidos e chamados de “porcos” e “assassinos”
Rainaldo Azevedo/Veja

Maria do Rosário, a ministra dos Direitos Humanos, e Dilma Rousseff, a presidente que a nomeou para a pasta, estão começando a colher os frutos, quem sabe esperados, de suas ações.

O Brasil passou os últimos 33 anos — desde a Lei da Anistia, em 1979 — construindo a democracia e o estado de direito. Agora, há grupos firmemente empenhados em fazer o país marchar para trás. Ou para o lado: aquele da revanche, do pega pra capar, da violência. Questões que haviam sido superadas, ou que estavam justamente adormecidas, são reavivadas com paixão cruenta.

O incentivo à revanche está em toda parte. Se Dilma acha que está no bom caminho, que continue a dar corda a seus radicais. Leiam o que informam Wilson Tosta e Heloísa Aruth Sturm, no Estadão. Volto no próximo post.

[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]Dezenas de militares da reserva que assistiram ao debate “1964 – A Verdade” ficaram sitiados no prédio do Clube Militar, na Cinelândia, no centro do Rio, na tarde desta quinta-feira, 29. O prédio foi cercado por manifestantes que impediram o trânsito pelas duas entradas do imóvel.

O evento marcou o aniversário do golpe militar de 1964 e reuniu militares contrários à Comissão da Verdade. Ao fim do evento, eles tentaram sair, mas foram impedidos por militantes do PC do B, do PT, do PDT e de outros movimentos organizados que protestavam contra o evento.

“Tortura, assassinato, não esquecemos 64″, gritavam os manifestantes. “Milico, covarde, queremos a verdade”, diziam outros. Velas foram acesas na frente da entrada lateral do centenário do Clube Militar, na Avenida Rio Branco, representando mortos e desaparecidos durante a ditadura militar. Homens que saíam do prédio foram hostilizados com gritos de “assassino”. Tinta vermelha e ovos foram jogados na calçada, sem atingir ninguém.

Homens do Batalhão de Choque foram ao local e lançaram spray de pimenta e bombas de efeito moral contra o grupo, que revidou com ovos. Um dos manifestantes foi imobilizado por policiais e liberado em seguida após ser atingido supostamente por uma pistola de choque, e outro foi detido e algemado.

Os militares foram orientados a sair em pequenos grupos por uma porta lateral, na rua Santa Luzia, mas tiveram que recuar por conta do forte cheiro de gás de pimenta que tomou o térreo do clube. A Polícia Militar tenta conter os manifestantes e chegou a liberar a saída de algumas pessoas pela porta principal, mas por medida de segurança voltou a impedir a saída.

Um grupo que saiu sob proteção do Batalhão de Choque da Polícia Militar foi alvo de xingamentos. Os manifestantes também chamaram os militares de “assassinos” e “porcos”. Mais tarde, a saída dos militares da reserva foi liberada por meio de um corredor criado por PMs entre o prédio até a entrada do metrô, na estação Cinelândia, a poucos metros do Clube Militar.

Tópicos do dia – 02/03/2012

08:13:17
Eliana Calmon critica os ‘juízes vagabundos’, mas não entra no mérito da vagabundagem na política

Indomável, em plena Comissão de Constituição e Justiça do Senado, a corregedora-nacional de Justiça, ministra Eliana Calmon, afirmou que é preciso expor as mazelas do Judiciário e punir juízes “vagabundos” para proteger os magistrados honestos que, ela ressaltou, são a maioria.

“Faço isso em prol da magistratura séria e decente e que não pode ser confundida com meia dúzia de vagabundos que estão infiltrados na magistratura”, disse na sessão da Comissão, que discutia a proposta de emenda constitucional que amplia e reforça os poderes correcionais do CNJ.

Educadamente, a ministra não se referiu à vagabundagem que assola a classe política (salvo as sempre citadas raras e honrosas exceções). Como não foi perguntada a respeito, a corregedora-chefe não fez comparações entre os três podres poderes (royalties para Caetano Veloso, como diz o Helio Fernandes).

Como se sabe, no ano passado, declarações da ministra de que a magistratura brasileira enfrentava “gravíssimos problemas de infiltração de bandidos, escondidos atrás da toga” geraram uma crise entre o Judiciário e o CNJ. Na ocasião, Eliana Calmon defendia o poder de o órgão investigar magistrados suspeitos de irregularidades. A crise até hoje perdura, embora o Supremo já tenha reconhecido determinados poderes do Conselho.

Na terça-feira, falando aos senadores, a ministra afirmou ser necessário retomar a investigação que começou a ser feita no ano passado nos tribunais de Justiça para coibir pagamentos elevados e suspeitos a desembargadores e servidores.

A investigação iniciada pelo CNJ no tribunal de Justiça de São Paulo e que seria estendida a outros 21 tribunais foi interrompida por uma liminar concedida no último dia do ano judiciário pelo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski. O processo hoje está sob relatoria do ministro Luiz Fux e não há prazo para que seja julgado.
Carlos Newton/Tribuna da Imprensa

10:16:55
Eleições. Aviso do Editor
Por favor, não me peçam apoio ou qualquer participação em eventos, e quaisquer tipos de manisfestações a favor, inclusive compartilhamentos – Facebook, Twitter, blogs, etc. –  em qualquer tipo de postagem referente a candidatura de quaisquer candidatos, de quaisquer partidos, a quaisquer cargos. Eu não voto. Só o farei quando:
1. For feita uma reforma política n o Brasil. Quer dizer, nunca!
2. For abolida a obrigatoriedade do voto, que é, a meu sentir, uma violência à democracia. Quer dizer, nunca!
3. For implantado o regime parlamentarista. Quer dizer, nunca!
4. For impantado o voto distrital. Quer dizer, nunca!

10:21:26
Ministro, ui!, Crivella, um multiplicador de peixes?
O Crivella – mais que um nome e uma rima, uma analogia mordaz – sobrinho do acionista da empresa Igreja Universal S/A irá mutiplicar os cargos para os peixões contumazes.
Aliás, o perigo não são os peixes, e sim os gatos.

10:22:01
Tirica. Prefeito do paulistério?
Agora, qual a diferença entre eleger Maluf, Collor, Calheiros, Sarney, Zé Dirceu… e Tiririca? Não mudará nada. O circo continuará sob o controle do sistema, que colocará no picadeiro o que for mais conveniente para o momento.
Ou alguém acredita que Lula foi eleito pela vontade do povo? Há, há, há!
Minha opinião, aliás, sintetizada em um “post” acima, é que a possível correção dessas distorções passa por uma reforma política – voto distrital, parlamentarismo… – que acredito, nunca virá, pois não interessa ao sistema vigente, implantado desde a revolução Francesa, quando Clero e Nobreza foram substituídos pelo capítal, sofismaticamente nominados de revolucionários. Jacobinos e demais membros da laia inclusos.

10:48:53
Deu no jornal:
“PSC entra na briga para tirar Trabalho do PDT”
Só pode ser gozação. Desde quando essa corja trabalha?

13:09:31
Empresa lança modem 4G para tablets com Windows 8
A empresa belga Option anunciou recentemente a produção de um módulo de modem 4G compatível com aparelhos móveis como tablets e notebooks.
O módulo possui o mesmo tamanho de modens 3G que atualmente equipam estes dispotivos móveis, segundo a Option. Ainda de acordo com a fabricante, o módulo possui ampla compatibilidade e suporte ao Windows 8, lançado nesta semana e desenvolvido especialmente para PCs e tablets.
Este módulo permitirá que os dispositivos móveis naveguem na internet em locais com cobertura de rede 4G. No Brasil, a única empresa que comercializa este serviço é a SKY.
Por Rafael Ferrer, de INFO Online


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Tópicos do dia – 10/01/2012

08:04:36
Carlos Lupi volta ao comando do PDT
Quando você pensa que a desfaçatez chegou a limiote, há sempre um fato desqualificado para abalar o pouco de esperança que resta aos Tupiniquins.
Não há o que fazer. A política brasileira continua habitando a sarjeta.
Argh!

08:11:40
Ahmadinejad faz tour pelo atraso na América Latina
Pra tristeza do ‘aspone’ Marco Aurélio ‘Top-Top’ Garcia, Mahmoud Ahmadinejad visita o circuito do atraso: Venezuela, Nicarágua, Cuba e Equador.
Brasil ficou fora da périplo do iraniano.

08:29:01
Censura, jamais!
Projeto de deputada Luiza Maia do PT, proibe contratação de artistas que cantam músicas que desvalorizam a mulher.

A senhora em questão, a nobre deputada, parece não entender o que lê. Senhora, a CF veda qualquer tipo de censura. Para os excessos e para os que se sentirem caluniados, difados e injuriados existe legislação contemplando a vítima, no Código Civil e Código Penal. Impressiona como a máxima “nada mais conservador que um liberal no poder”, adere à esquerda.
Ps. Recentemente uma música, vá lá, não é bem “música”, cantada pelo Tiririca, gravada através da Sony, com conotações racistas, teve sentença condenatória, obrigando a gravadora a pagar indenização de 1,2 milhão de reais à organizações não governamentais que lutam contra o racismo.


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Lupi burlou Justiça Eleitoral ao se candidatar ao Senado em 2002

Claro que os Tupiniquins não mais se surpreendem com as peripécias do pinoquial ministro.

O que espanta são as diárias descobertas das “estripulias” de sua (dele) ex-celência, e o mistério do por que Dona Dilma não já o despachou pras calendas.

O Editor


O ministro do Trabalho, Carlos Lupi, não pediu afastamento do cargo de assessor da liderança do PDT para se candidatar ao Senado pelo Rio em 2002.

Levantamento preliminar da assessoria da Mesa da Câmara informa que não consta licença de Lupi entre janeiro de 2001 e maio de 2006.

Nesse período, o ministro estava na lista de auxiliares do líder do PDT em Brasília. Pela lei complementar 64, de 1990, funcionário público, sem cargo de chefia, é obrigado a se licenciar com, pelo menos, três meses de antecedência da eleição, caso queira se candidatar.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Pela lei 8.112, que rege o funcionalismo público, Lupi poderia pedir licença remunerada para concorrer ao Senado. Mas teria que abrir mão da gratificação legislativa e, com isso, perder 50% do salário.

Lupi foi contratado para um cargo de natureza especial 07. Hoje, o salário de um servidor classificado nessa categoria gira em torno de R$ 12 mil. A não desincompatibilização do cargo é considerada uma falta grave e poderia implicar na perda do mandato, caso o ministro tivesse sido eleito.

O caso será investigado pela Comissão de Sindicância da Câmara, que inicia as atividades na segunda-feira. Se as informações preliminares se confirmarem ao fim da investigação, a comissão deverá pedir que o ministro devolva aos cofres públicos os valores que teria recebido indevidamente ao longo da campanha eleitoral de 2002.

Para o ex-presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) Carlos Velloso, a não desincompatibilização de servidor de cargo público representa uma burla à Justiça Eleitoral.

– Se não se licenciou, ele cometeu uma ilegalidade. Ele tinha que se desincompatibilizar. É o que manda a Lei das Inelegibilidades – disse Velloso.

Lupi foi contratado para trabalhar como assessor da liderança do PDT na Câmara em janeiro de 2001. Ele ficou no cargo até maio de 2006, quando concorreu ao governo do Rio. Nesse período, não há registro no Boletim Administrativo da Câmara de licença do ministro. Pela leis eleitorais, ele teria que se licenciar do cargo e comunicar a decisão ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Rio até 5 de julho do ano da eleição em que concorreria a um cargo eletivo.

A Comissão de Sindicância vai investigar também se o ministro, de fato, acumulou função de assessor do PDT em Brasília com a de servidor da Câmara de Vereadores do Rio, conforme mostrou o jornal “Folha de S. Paulo”. Contratado para trabalhar em Brasília, Lupi também teria que dar expediente na Câmara, no Rio.

Na condição de servidor de cargo de natureza especial, Lupi poderia trabalhar no Rio, desde que fizesse uma comunicação formal à Câmara dos Deputados. Nesse caso, ele perderia 50% do valor do salário.

Lupi não tem mais vínculo com a Câmara, mas ainda pode sofrer punição. Ao fim das investigações, o ministro poderá ser obrigado a devolver também os valores recebidos indevidamente entre 2001 e 2006.

O total corresponde à soma da metade dos rendimentos dele nesse período, com a correção. Procurado pelo GLOBO, por intermédio da assessoria de imprensa, Lupi não respondeu às perguntas.

O Globo

 

Senador Taques e a fritura do Ministro Carlos Lupi

Ante declarações explícitas de amor à ética, sempre deixo uma porta aberta como rota de fuga.

Nunca consigo associar capitalismo, ditaduras, ou qualquer tipo de poder do Estado associado a bons costumes. 

Como li certa vez, não lembro onde, “depois de Auschwitz, impossível haver poesia”. 

Ética e pureza não fazem parte do saco de bondades de nenhum poder.
O Editor


Taques e Lupi: ‘Fatos são graves e merecem resposta’

Plugado ao computador no fim de semana, o senador Pedro Taques (PDT-MT), foi abalroado no twitter pela indagação de um de seus seguidores:

Pergunta seca:
“E aí, nobre senador – arauto da ética — quais as providências contra esse escândalo do seu partido, o PDT? Punições?”

O internauta referia-se à denúncia de cobrança de propinas de até 10% nos convênios da pasta do Trabalho, gerido por Carlos Lupi, o cacique da tribo dos pedetês.

Taques respondeu, como se diz, na lata:
“Os fatos são graves e a sociedade merece resposta.

Não me interessa o partido, pode ser até o PDT, precisamos de respostas.”

Senador de primeiro mandato, Taques foge do alinhamento automático ao governo.
Costuma dizer que não é situação nem oposição, é “Constituição”.

Ex-procurador da República, o senador não deu refresco a nenhum dos cinco ministros encalacrados de Dilma Rousseff.

Vergastou de Antonio Palocci (PT) a Orlando Silva (PCdoB).

Daí a irononia –“arauto da ética”— e a interrogação –“punições?”— do internauta que o cobrou sobre Lupi.

Para manter a coerência, Taques deve se associar a outros pedetês – Reguffe (DF) e Miro Teixeira (RJ), por exemplo— numa representação à Procuradoria da República.

Vai-se requerer ao procurador-geral da República a abertura de uma investigação sobre a pasta de Lupi, presidente licenciado do PDT.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Assim, além das previsíveis cobranças da oposição, Lupi terá de lidar com o pedaço de sua legenda que ainda preza a biografia.

blog Josias de Souza

Tópicos do dia – 06/11/2011

08:42:45
Êpa! Panella no fogo no Ministério do Trabalho.

Mais apropriado impossível. Sai a frigideira e entra a Panella.
Pois não é qie tem um sugestivo nome de Panella o acessor de Carlos Lupi,  Ministro do Trabalho – trabalho? há.há,há – enrolado em mais um “affair” envolvendo governo e ONGs.
Para ficar mais explícito o surrealismo do “imbroglio”, o nome da ONG é ÊPA!!!
Essas, apesar de não governamentais, estão mais governamentais que nunca.
Mais trabalho, com trocadilhos por favor, para a vassoura de D.Dilma.

09:02:33
Mirian Leitão terá domingo indigesto:
1. Dilma receberá 2ªfeira agora, da ONU, o título de Campeã Mundial na Luta contra a Fome!
2. Petrobras começa a ocupar espaços no exterior!
3. Multinacionais são atraídas por megaprojetos no Brasil.
4.  Bird reconhece que são impressionantes as conquistas de nosso país na redução da pobreza!
Ps. Notícias estão na Folha de S.Paulo, O Globo, Jornal Valor Econômico e O Estado de S.Paulo

11:38:43
Deputados Federais e a estafa.
Assim não é  não é possível!
Com uma pauta, eu disse pauta, dessas suas (deles) ex-celências perigam sofrer de altas estafas.
Sessões solenes para o mês de dezembro na Câmara Federal:
1. homenagem ao centenário do criador do Krav Magá
2. homenagem ao curso de Direito da Unip-Tatuapé (SP)
3. homenagem a José Graziano, da FAO
4. homenagem aos 51 anos do Sindicato dos Metalúrgicos de Canoas (RS)

11:48:27
Até na Suíça?
Do jornal “Le Matin” da Suíça:
“…desde o início do ano, 9,25 milhões de francos suíços já foram roubados em caixas eletrônicos no país.”
Na Suíça? Lá também? Jura por todos os juros?
Tradução livre.


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