Olimpíado Rio 2016: O paradoxo da “verdade”

O Rio, com a proximidade da Olimpíada, está com todos os dispositivos de segurança e as maiores autoridades no âmbito da segurança pública a postos.

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A mídia informa e divulga como está sendo esta segurança. Com riqueza de detalhes e infográficos sofisticados, mostra como as forças oficiais combaterão possíveis ataques terroristas, se de fato estivermos sob ameaça.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Mas toda esta visibilidade levanta questionamentos: se até a cerimônia de abertura dos Jogos é cercada de sigilo absoluto, como a estrutura de segurança pode ser tão amplamente divulgada?

Temos a certeza de que o governo está dando toda esta visibilidade porque o verdadeiro esquema não deve ser este.

Do contrário, até aqueles que estariam planejando ataques estariam bem informados.

Enquanto isso, Natal, no Rio Grande do Norte, parece não fazer parte deste país.

Lá, muito bem LÁ, sem ser depreciativo, é um estado lamentavelmente longe das maiores sofisticações, e o crime está dando as ordens.

Imaginemos o que poderá acontecer se não for mais LÁ o que está acontecendo.

Zika e Olimpíada: Duas visões científicas sobre riscos a atletas e turistas

As dúvidas e apreensões quanto aos riscos que a epidemia de zika – associada à alta nos casos de microcefalia em bebês – pode trazer aos turistas brasileiros e estrangeiros que virão ao Rio para a Olimpíada, em agosto, vêm mobilizando pesquisadores, organizadores dos Jogos e autoridades nos últimos dias. 

Agentes de combate contra o Aedes Aegypti no Rio
Governo federal e Prefeitura do Rio minimizam riscos
Image copyright AP

Afinal, quais são os perigos reais aos visitantes e seus países de origem?

Em conversa com jornalistas estrangeiros nesta sexta, o ministro da Saúde, Ricardo Barros, afirmou que o governo federal aposta na queda da proliferação do mosquito Aedes agypti em agosto – mês que no ano passado registrou o menor número de casos de dengue, transmitida pelo mesmo vetor.

Além disso, citou medidas de prevenção a serem implementadas durante os Jogos, entre elas a aplicação de R$ 64,5 milhões para reforçar a rede de saúde local. Segundo o ministro, 80% dos imóveis do Rio já foram vistoriados, e o trabalho dos 3 mil agentes de fiscalização continua.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Numa tentativa de dissipar as preocupações, Barros argumenta que a incidência de zika vem caindo. Na primeira semana de maio, exemplificou, foram registrados 2.053 casos em todo o país, número bem inferior aos 16.059 notificados na terceira semana de fevereiro.

Na cidade do Rio, a queda no mesmo período foi de 2.116 para 208 casos.

Mesmo com esse indicativo de queda no número de transmissões, essa polêmica atingiu níveis internacionais.

Especialistas de instituições como as universidades de Oxford, no Reino Unido, Harvard e Yale, ambas nos Estados Unidos, enviaram uma carta à OMS (Organização Mundial de Saúde) dizendo que os Jogos deveriam ser adiados ou transferidos, pois poderiam ajudar a espalhar ainda mais o vírus pelo mundo.

Cientistas brasileiros reagiram, também em carta, a essa hipótese – a OMS, em resposta aos pesquisadores internacionais, também afirmou não ver necessidade de alterar os planos para a Olimpíada.

Para entender melhor os argumentos de cada lado, a BBC Brasil conversou com dois cientistas que participaram da organização das duas cartas. Confira o que eles dizem:

‘Pode haver disseminação rápida do vírus para países pobres, sem sistema de saúde estruturado’ – Arthur Caplan, professor de Bioética e diretor do Departamento de Ética Médica da Universidade de Nova York

Arthur Caplan
Arthur Caplan defende que Jogos sejam cancelados ou transferidos
Image copyright NYU

“A minha maior preocupação é que ainda não entendemos o vírus Zika. Não sabemos quanto tempo ele fica no corpo, ou se estamos lidando com uma cepa nova. Também não compreendemos todas as formas de transmissão ou se ele pode levar à síndrome de Guillain-Barré, que causa paralisia muscular, mas há indícios de que o vírus presente no Brasil seja mais forte.

O vírus já está circulando em 60 países, e tenho quase certeza de que vai se espalhar pela América do Norte e talvez pela Europa durante o verão que se aproxima (no Hemisfério Norte).

Mas há muitos países onde ele ainda não está presente, como Mauritânia, Nepal e Etiópia, que não mantêm um fluxo intenso de turistas para o Brasil, e para os quais a ida de pessoas para a Olimpíada teria mais impacto.

Se você introduzir uma pessoa infectada nesses locais poderia haver a disseminação do vírus de forma muito rápida e intensa, e estamos falando de países pobres da África e da Ásia, sem sistema de saúde estruturado.

Como vão lidar com crianças nascendo com microcefalia? E, mesmo no Brasil, podemos dizer que as famílias de bebês com más-formações estão recebendo toda a assistência de que precisam?

É algo que me preocupa mesmo em países onde não há a presença do mosquito transmissor, já que pode haver a transmissão sexual.

Estou certo de que as autoridades brasileiras e os organizadores estão tentando contornar o problema, e que há o uso de inseticidas e fiscalizações nos locais de competição. Mas eu acho muito otimismo contar tanto com as baixas temperaturas como um fator para a diminuição dos casos. E se fizer calor? O que vão fazer?

Quanto à prevenção, também acho otimista. Sabemos que, apesar de alertar as pessoas para que usem roupas compridas e repelentes, e que façam sexo com camisinha, elas não farão isso, muito menos num clima de festa como uma Olimpíada.

É necessário que haja mais transparência sobre os riscos, para que as pessoas façam decisões mais informadas. A OMS, por exemplo, deveria ser bem mais transparente. Por que não fazem uma reunião aberta, coletiva, convidando cientistas de todo o mundo e também a imprensa internacional?

Mais de 4 mil cientistas de todo o mundo nos escreveram, e a maioria é a favor de adiar os Jogos. Mas é claro que os cientistas brasileiros apoiariam a realização da Olimpíada. Há um grau de nacionalismo, de patriotismo. São cientistas, mas também são brasileiros.

Eu também creio que os organizadores não estejam levando em conta sua responsabilidade legal. Se o Comitê Rio 2016 diz que é seguro para os turistas irem para o Rio, e de alguma forma eles adoecem, ou temos o nascimento de crianças com microcefalia, quem serão os responsáveis? Todos estão sendo otimistas demais, na minha opinião.”

‘É impossível achar que podemos controlar o espalhamento do vírus Zika no mundo cancelando um evento’ – Cláudia Codeço, do Programa de Computação Científica da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz)

Cláudia Codeço
Cláudia Codeço defende a continuidade dos Jogos
Image copyright ACERVO PESSOAL

“Nossa justificativa para que os Jogos sejam mantidos na data planejada se baseia em dois fatos. O primeiro é que nos meses de agosto e setembro as temperaturas no Rio de Janeiro são relativamente baixas, e normalmente a transmissão de doenças pelo Aedes aegypti é muito menor.

Nos últimos cinco anos, encontramos entre 7 a 10 casos de dengue para cada 100 mil habitantes no mês de agosto. E nossas pesquisas na Fiocruz mostram que o mosquito tem capacidade mais baixa de transmissão do Zika, então esperaríamos números ainda menores.

Logo, adiar o evento faria com que os Jogos ocorressem mais próximos a meses de calor, o que aumentaria os riscos.

O segundo ponto é a tese de que a vinda de turistas ao Brasil espalharia a doença por todo o mundo. Esse argumento se baseia na premissa de que a zika seja uma doença local, e isso não procede. Já temos evidência de transmissão em mais de 60 países, de acordo com a OMS, e então interferir ou cancelar a Olimpíada não vai impedir que a doença siga se espalhando.

Tanta atenção ao Rio pode até distrair o foco com relação ao hemisfério Norte, que se prepara para o verão, onde podem haver mais casos de zika nos próximos meses.

Quanto aos países mais pobres onde o vírus ainda não circula, pela lógica dos cientistas teríamos que interromper todo o fluxo de pessoas do mundo, já que de acordo com uma pesquisa da revista britânica The Economist o número de pessoas vindo ao Rio em agosto equivale a menos de 1% do total de pessoas que viajarão para outros países no mesmo período.

É impossível achar que podemos controlar o espalhamento do vírus Zika no mundo cancelando um evento, e a Olimpíada é como uma gota no oceano neste cenário.

Também acho interessante que aparentemente o Estado americano da Florida já tenha mais de 800 casos, mas ninguém esteja cogitando fechar os parques da Disney.

Quanto à transmissão sexual, nada indica até agora que o vírus seja altamente transmissível sexualmente, tanto que a doença continua restrita a países onde existe o mosquito como vetor da epidemia.

E sobre as recomendações preventivas, creio que caiba a cada um avaliar o seu próprio risco. Não tem como a gente impor às pessoas que elas se protejam. Temos que garantir que elas estejam bem informadas e tomem suas próprias decisões.

Eu diria que apoio a recomendação da OMS, de que mulheres grávidas deveriam evitar contato com esse vírus no Rio ou em qualquer outro lugar.

É extremamente ofensivo imaginar que nós cientistas faríamos qualquer julgamento científico motivado por fatores políticos. Nós não temos esse tipo de interferência em nenhum momento.”

Eduardo Cunha: o “atleta”

Eduardo Cunha se beneficiou com obras das Olimpíadas do RioSegundo Janot, Cunha recebeu R$ 1,9 milhão duas parcelas, sendo a primeira de R$ 1,5 milhão

 Segundo Janot, Cunha recebeu R$ 1,9 milhão duas parcelas, sendo a primeira de R$ 1,5 milhãoA Procuradoria-Geral da República apurou que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), auxiliou a edição de medida provisória para beneficiar empreiteiras envolvidas em obras para a Olimpíada de 2016, de acordo com reportagem da “Folha de S.Paulo”.

O parlamentar recebeu R$ 1,9 milhão em duas parcelas, sendo a primeira de R$ 1,5 milhão. Segundo o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, Cunha teria transformado a Câmara em um “balcão de negócios”.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

A informação integra o documento feito por Janot e entregue ao Supremo Tribunal Federal (STF) na quarta-feira (16), com pedido de afastamento do deputado.

No parecer, Janot relata que aliados do presidente da Câmara fizeram emendas de interesse das empreiteiras à Medida Provisória 584, que concede benefícios fiscais a projetos ligados aos jogos olímpicos.

Antes da aprovação da medida, Cunha trocou mensagens por telefone celular com Leo Pinheiro, presidente da empresa OAS.

Segundo a “Folha”, numa das mensagens o presidente da Câmara comentou “Muito bom o texto”, logo após aprovação do projeto na Comissão de Constituição e Justiça da Casa. “Alcança todas as obras do Rio”, escreveu o peemedebista.

A OAS tem quatro executivos presos no âmbito da operação Lava Jato e está envolvida em quatro obras para a Olimpíada: a construção do Parque Deodoro (R$ 647,1 milhões); a revitalização da região portuária (R$ 8,2 bi); a construção de reservatórios contra enchentes (R$ 421 milhões) e a limpeza de lagoas da Barra da Tijuca (R$ 673 milhões), de acordo com levantamento da reportagem.
Jornal do Brasil

Governantes irresponsáveis em busca de notoriedade com a copa e a olimpíada

A realização da Copa do Mundo e da Olimpíada no Brasil não representa nenhum avanço, nenhuma vantagem para o país.

Pelo contrário, só está servindo para prejudicar ainda mais a imagem brasileira no exterior.

O atraso nas obras, a corrupção desenfreada, os aumentos dos preços das tarifas dos hotéis e dos serviços, o acidente no Itaquerão, a leniência de governantes irresponsáveis, como Sérgio Cabral, Eduardo Paes, Lula e Dilma Rousseff, que não souberam corresponder às obrigações a eles destinadas – tudo isso apenas decepciona e desanima.

Ao invés de reformar escolas e hospitais, constroem-se suntuosos estádios para seguir o tal Padrão Fifa e acolher apenas as elites, numa discriminação financeira e social que agride o bom senso coletivo, pois assim o futebol deixa de ser a alegria do povo.

Alarga-se a distância entre as classes sociais, pois a elite, que antes frequentava as arquibancadas junto com a massa, agora fica sozinha nas confortáveis cadeiras.

E tudo isso acontece porque os governantes não lutam pelos interesses nacionais.

Com toda certeza, visam apenas os interesses pessoais, a notoriedade, as contas no exterior, o nepotismo e a permanência no poder.

E nada acontece.

O Ministério Público permanece inerte, a Justiça é apenas um arremedo, a impunidade dos poderosos é a praxis, e o mensalão está destinado a ficar na História apenas como uma exceção a essa odiosa regra geral.

Nossos poderes estão podres.

E la nave va, fellinianamente.
Carlos Newton/Tribuna da Imprensa


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Copa do Mundo 2014 – Pro dia nascer melhor – 22/06/2011

 


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Copa do Mundo, Olimpíada e crescimento econômico

Há economistas projetando que os investimentos para a Copa do Mundo e as Olimpíadas de 2016 vão adicionar 0,7 ponto percentual ao ano no crescimento do PIB.

Para alguns economistas, como o Henrique Meireles, Presidente do banco Central, essa projeção é um fato, pois “uma parte importante dos investimentos é permanente, não está ligada simplesmente aos jogos.” E completa: “A divulgação do país abrirá espaço para a maior venda de produtos brasileiros no exterior, pois haverá um tipo de publicidade que o empresariado não tem condições fazer isoladamente. O Brasil terá a oportunidade de mostrar ao mundo a sua capacitação tecnológica e industrial. E, claro, atrairá mais investimentos.”
O Editor


Copa e Olimpíada vão atrair capital doméstico e externo, avaliam empresários

A Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio são uma oportunidade para o Brasil país corrigir defasagens na área de infraestrutura. Se o pais for capaz de manter uma boa gestão, não faltarão recursos – domésticos ou externos – para bancar os investimentos necessários, avaliam empresários que ontem participaram da solenidade de premiação da campeã e das campeãs setoriais do “Anuário Valor 1000″, em São Paulo.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

O presidente da BIC Amazônia, Horácio Balseiro, não vê nenhuma restrição de financiamento externo e diz que grupos gigantes de infraestrutura querem hoje é investir no Brasil. “O governo precisa mandar sinal para o mercado de que está aberto para os investimentos privados e que não será o Estado a fazer todos os projetos”, ponderou o executivo.

Hudson Calefe, presidente da Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar), acredita que o país está menos dependente do exterior para financiar grandes projetos de infraestrutura. Na visão do executivo, a Caixa Econômica Federal e o BNDES desenvolveram musculatura necessária para fomentar as demandas da Copa do Mundo e dos Jogos Olímpicos de 2016. “O Brasil está rigorosamente preparado com os financiamentos internos, não acho que haja necessidade nenhuma de recorrer a fontes estrangeiras, embora seja uma ajuda bem-vinda.”

A vice-presidente de finanças da Vivo, Cristiane Barreto, tem visão um pouco diferente. Para ela, o Brasil deve captar mais recursos para investimentos de infraestrutura. “Muitas empresas do país e o governo têm estrutura que permite essa captação. Além disso, os bancos de fomento têm muito interesse em trazer recursos para o Brasil. O Brasil é hoje um dos países que têm maior potencial de crescimento entre os emergentes e já possui uma infraestrutura organizada. O país certamente tem condições de captar esses recursos”, disse.

Walter Schalka, presidente da Votorantim Cimentos, empresa premiada na categoria materiais de construção, afirmou que, independentemente da origem do capital, “o mais importante são os sinais positivos que indicam que o Brasil terá recursos privados e públicos suficientes para atender à demanda por investimentos em infraestrutura do país, em especial na melhoria de portos, aeroportos, rodovias, transporte urbano, saneamento, energia e moradia”. O desafio, ressaltou ele, será aprimorar a gestão dos recursos disponíveis e ter capacidade administrativa para transformar projetos em obras, ideias em realização, com velocidade, custo e qualidade.

Na avaliação de Gilberto Colombo, da usina de mesmo nome, a economia brasileira transmite confiança ao mundo. Por isso, ele não acredita que haverá resistência dos investidores em financiar obras de infraestrutura necessárias ao desenvolvimento do país. A avaliação é partilhada por Francisco Schmitt, diretor de relações com investidores da Grendene. “Não vejo escassez de recursos internacionais, pelo contrário, vejo muita liquidez à procura de bons ativos. Se o país se mantiver um destino confiável de investimentos não creio que tenha problemas em obter recursos”, disse.

Para Denise Soares dos Santos, presidente do Hospital São Luiz, o Brasil é hoje a nona maior economia do mundo e tem se destacado internacionalmente, principalmente pela estabilidade na área econômica e pelo crescente potencial de consumo interno. “Apesar da situação favorável, o país ainda enfrenta obstáculos e um deles refere-se à infraestrutura. Tanto a iniciativa privada quanto a esfera pública enfrentam problemas com transportes e distribuição, custos e tributos, legislação e regulamentação, falta de mão de obra, entre outros. É evidente que esse gap precisa ser enfrentado com atenção pelo próximo governo”, observou.

De acordo com Rômulo Dias, presidente da Cielo, o capital estrangeiro deve financiar as futuras obras de infraestrutura no Brasil. “De alguma forma, o Brasil vai ter de se financiar. Acho provável a vinda dos estrangeiros, tanto por meio do financiamento via dívida quanto pelo próprio capital.”

Para Paulo Godoy, presidente da Alusa (sócia da EATE) e também presidente da Associação Brasileira de Infraestrutura (Abdib), o Brasil precisará por ano de R$ 170 bilhões para financiar os projetos de infraestrutura. Para atrair investidores externos, acredita que o país precisa fazer uma reforma do aparelho do Estado. “Os projetos de infraestrutura lidam com diversos órgãos seja de licenciamento ambiental, patrimônio histórico, que cuidam dos direitos dos índios e é preciso que se melhore a gestão deste aparelho para que os projetos sigam”, acredita Godoy. Para atrair capital externo e aumentar a poupança do país, defende um pacote de estímulo ao mercado secundário de títulos.

Jornal Valor