Morre Demócrito Dummar (Dono do Jornal “O POVO”)

Lamento profundamente comunicar o falecimento inesperado de Demócrito Dummar Rocha, presidente do Jornal O Povo, em Fortaleza.

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Demócrito Dummar - Dono do Jornal \Nota – Redação do Jornal “O POVO”

25/04/2008 16:25

Morre aos 63 anos, o diretor-presidente do Grupo O POVO de Comunicação, Demócrito Rocha Dummar. Neto de Demócrito Rocha, fundador do O POVO e filho de Lúcia Dummar e João Dummar.

Demócrito Dummar era bacharel em direito e ingressou no O POVO em 1963.

Abaixo nota do Grupo de Comunicação O POVO sobre o falecimento:

É com imenso pesar que o Grupo de Comunicação O POVO informa o falecimento de seu presidente, Demócrito Rocha Dummar, no início da tarde desta sexta-feira, 25. A família e todos os colaboradores desta empresa ainda estão profundamente abalados com a repentina perda.

A família não quer se pronunciar neste momento de dor e pede a todos que guardem na lembrança não só o jornalista que durante quase 45 anos esteve à frente do jornal O POVO. Mas, acima de tudo, o homem que inspirou gerações de cearenses. E que continuará inspirando.

Saiu na mídia – Caso Byron Queiroz e BNB. Ainda existem juízes em Berlim

Aos milhares de funcionários que foram injustiçados, perseguidos, e aos que até desistiram da vida na gestão “gestapena” do Sr. Byron Queiroz à frente – aos lados amigos e, principalmente, às costas – do Banco do Nordeste, a justiça vem agora aplicar a sanção merecida à despótica gestão. Resta agora esperar que a senteça seja cumprida. 

Byron Queiroz é condenado. 13 anos de reclusão e multa.
Jornal O Povo

Acusado de gestão fraudulenta e formação de quadrilha, o ex-presidente do BNB e mais quatro ex-diretores e um ex-superintendente foram condenados a penas de 11 a 13 anos de reclusão.

O juiz Federal Substituto da 12ª vara da Justiça Federal, José Donato de Araújo Neto, condenou o ex-presidente do Banco do Nordeste, Byron Queiroz, quatro ex-diretores e um ex-superintendentes por gestão fraudulenta e de formação de quadrilha. A denúncia foi apresentada pelo Ministério Público Federal, com base em informações da Associação dos Funcionários Aposentados do Banco do Nordeste, que apontavam a existência de fraudes nos registros contábeis do BNB. A ação envolvia, ainda, um ex-gerente da instituição, que foi absolvido.

O juiz concluiu, após análise dos autos, que foram “evidentes e gravíssimas” as irregularidades cometidas pelos denunciados na administração do BNB. Para ele, diversas fraudes foram promovidas durante a gestão dos denunciados para beneficiar os grandes devedores inadimplentes e encobrir a real situação patrimonial enfrentada pelo banco, caracterizando gestão fraudulenta e formação de quadrilha.

Ivo Ademar Lemos, gerente de Contabilidade do BNB na época, foi absolvido e terá os bens desbloqueados. Já os ex-diretores Ernani José Varela de Melo, Osmundo Evangelista Rebouças, Raimundo Nonato Carneiro Sobrinho, Marcelo Pelágio da Costa Bonfim e o ex-superintendente de Supervisão Regional Antônio Arnaldo de Menezes, foram condenados juntamente com Byron Queiroz.

Byron foi sentenciado a 13 anos de reclusão e multa no valor de 300 dias-multa, sendo cada dia-multa dez vezes o salário mínimo vigente ao tempo dos fatos. “Uma vez que o réu goza de boa situação econômica, ante aos sinais exteriores de riqueza representados pelos bens apreendidos”. Os outros acusados também tiveram as penas estipuladas entre 10 e 11 anos de reclusão e de pelo menos multa no valor de 150 dias-multa, sendo cada dia-multa arbitrado à razão de oito vezes o salário mínimo vigente ao tempo dos fatos. Ainda cabe recurso da sentença.

Osmundo Evangelista disse, ao O POVO, na noite de ontem, ter conhecimento da condenação, mas preferiu não se pronunciar. “Isso aí está com os advogados. Eles estão acompanhando. Isso é assunto dos advogados com a Justiça”, afirmou.

Já Ivo Ademar Lemos afirmou que iria se abster de falar sobre a decisão, na qual ele foi inocentado. “Quem tem que falar é o Byron. Ele que era o presidente”, disse. O ex-presidente do BNB e os demais diretores não foram localizados.