Que navegador para celular usar? Os pontos positivos e negativos de cada um

Alguns dos aparelhos lançados nesta segunda-feira. (Foto: Emmanuel Dunand/AFP)

Ainda que nos celulares seja muito comum usarmos vários aplicativos, eventualmente precisamos navegar na internet para tarefas específicas, como baixar um arquivo. Mas será que a velocidade é o único fator que pesa? Qual será o melhor navegador? Conheça os prós e contras dos cinco navegadores mais conhecidos.

1. Mozilla Firefox

Foto: Mozilla

Firefox foi o primeiro a desafiar o Explorer, da Microsoft. Logo mordeu 8% do mercado, por suas simplicidade, estabilidade e grande número de possibilidades. Agora, tem novas versões para Linux, Mac, Windows e Android.

Pontos fortes: é bom na sincronização de marcadores de favoritos (bookmarks) e abas entre dispositivos, seu tradutor de páginas, seu modo de economia de dados e na navegação de forma privada.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Ponto fracos: não existe uma versão para iOS (sistema operacional do iPhone) nem Windows Phone. Não dispõe de uma versão de 64 bits. Embora seja o que mais disponha de complementos e plugins, utilizar todos eles compromete seu rendimento.

2. Google Chrome

Foto: GettyImage copyright Getty

É o navegador mais usado no mundo. Desenvolvido pelo Google, Chrome é funcional, claro e simples. Está disponível gratuitamente em serviços específicos. Tem versões para Windows, Mac, Linux, Android e iOS.

Pontos fortes: é completo e conta com telas personalizadas, sincronização entre dispositivos, modo incógnito, sessão para convidados, salvar páginas em formato PDF e uma vasta oferta de aplicativos e jogos para web. Uma característica que pode ser útil com alguns sites é a “economia de dados”. O Google pré-carrega e comprime sites antes de enviá-los ao celular. Isso pode tornar a conexão mais veloz e gerar economia para os planos de dados do telefone.

Pontos fracos: não existe uma versão para Windows Phone, o que faz com que os usuários destas plataformas não disponham de abas e preferências no celular. É o navegador que mais recursos de hardware consome. Requer uma conta do Google para configurar a sincronização, ou seja, não se pode utilizá-lo sem uma conta de Gmail.

O Google acaba de anunciar que seu novo Chrome será atualizado para ser mais rápido. Um novo algoritmo permitirá um ganho de velocidade de 26% na compressão de arquivos.

Leia também: Por que o iPhone e a China preocupam a Apple

3. Dolphin

Foto: DolphinImage copyright

Dolphin é considerado um dos mais potentes navegadores para Android, mas não é tão conhecido como Mozilla ou Chrome.

Pontos fortes: é elogiado por sua funcionalidade gestual, rapidez e uso em iOS e Android. A chave do Dolphin é a inclusão do Flash, não sendo necessário instalar nada além de um complemento ao navegador chamado Dolphin JetPack. O navegador em general é muito rápido e pode ser sincronizado com navegadores do PC, ainda que não se utilize o mesmo programa no smartphone.

Pontos fracos: sem o complemento Dolphin JetPack, o Dolphin se converte em um dos que mais demora a carregar páginas da internet.

Leia também: Dez truques para usar melhor o WhatsApp

4. Safari

Foto: SafariImage copyright

Safari apareceu em 2003, quando a Apple decidiu remover de sua plataforma a edição do Internet Explorer que a Microsoft desenvolvia para usuários de OS X. Este navegador da Apple cresce a cada dia no mercado. Mas está longe de ocupar o primeiro lugar.

Pontos fortes: sincronização automática entre dispositivos, sem intervenção do usuário. É o navegador que melhor faz uso de CPU e memória no Mac, e raramente fica lento ou não responde. É o único com suporte para iCloud e Apple, e se destaca pelo desenvolvimento de motor para JavaScript que consegue ser mais rápido entre as opções para OS X.

Pontos fracos: só está disponível para computadores e celulares Apple. Não tem várias das funcionalidades incluídas no Chrome e no Firefox. Apple não permite personalizar o navegador, então não é possível escolher temas, cores ou a disposição da interface.

5. Opera/Opera Mini

Foto OperaImage copyright

Um dos pioneiros da web. Apareceu em 1995 junto ao Internet Explorer e foi também um dos primeiros a dispor de uma versão para celulares (Opera Mini). Atualmente conta com mais de 350 milhões de usuários, segundo a própria empresa.

Pontos fortes: É um navegador básico que inclui navegação privada, uma seção para noticias e seu famoso modo off-road para ajudar a navegação em conexões ruins, que reduz a quantidade de dados transmitidos.

Pontos fracos: instalar complementos reduz significativamente a velocidade do produto, fazendo seu uso impossível em equipamento de desempenho. Seu motor muitas vezes falha ao carregar certos sites, deixando a página em branco. Não conta com uma versão de código aberto.
BBC

5 novidades do novo navegador da Microsoft

Produto, ainda conhecido como Projeto Spartan, faz parte do sistema operacional Windows 10 e deverá estar disponível em alguns países em meados deste ano.

 Spartan será parte do Windows 10, que substituirá a versão anterior, a 8. (Foto: Divulgação/BBC)Spartan será parte do Windows 10, que substituirá a versão anterior, a 8. (Foto: Divulgação/BBC)

A Microsoft lançará ao mercado em breve seu novo navegador, conhecido atualmente como Projeto Spartan, parte do Windows 10, a nova versão do seu sistema operacional.

O Spartan foi “desenvolvido com o conceito de que o centro de tudo é a página que está sendo visitada na internet…,(e), por isso, nosso objetivo é evitar interferir visualmente na experiência de navegação. A ideia é apoiá-la”, disse Joe Belfiore, da Microsoft, no blog oficial da empresa.

Não há uma data para o lançamento do Spartan, mas estima-se que ele deverá estar disponível em alguns países em meados deste ano.

A Microsoft permitiu que alguns usuários testassem o Spartan antes de seu lançamento oficial e a BBC Mundo – o serviço em espanhol da BBC – lista cinco novidades do produto.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

1 – “Escrever” diretamente sobre a tela
Esta é uma das funções mais chamativas: trata-se de uma ferramenta que permite ao usuário fazer comentários em telas sensíveis ao toque diretamente no site da internet.

Inclui opções para alterar a cor da “tinta” para sublinhar, adicionar notas ao redor do que está sendo observado e uma ferramenta que permite “tirar fotos” e realizar capturas da tela de qualquer coisa sendo vista. As anotações podem ser compartilhadas com facilidade através de e-mail ou das redes sociais.

2 – Cortana: assistente personalizado
Esta ferramenta tem como objetivo ajudar o usuário em buscas na internet. Para tanto, combina dados do usuário, o que conhece da internet e um toque de adivinhação, já que prevê o que o usuário pode estar procurando.

A função não está presente de maneira permanente quando se está navegando – a informação adicional é fornecida apenas quando solicitada. É ativada quando o cursor está sobre uma palavra e o botão direito do mouse é pressionado.

O sistema, então, oferece informação relacionada como, por exemplo, ao endereço de um local, horário dos serviços e instruções de como se chegar. Um dos objetivos deste assistente é prover dados concretos sem necessidade de ver todos os resultados de uma busca específica.

3 – Lista de leitura
Esta ferramente permite reunir tudo o que se vê na internet ou possa ser de interesse. Inclui a possibilidade de salvar qualquer site ou arquivos PDF.

Outro elemento é o chamado Reading View, que permite focar a atenção do usuário no que está sendo visto.

“Ele oferece uma leitura sem nenhum tipo de adorno, o que é ideal para um notebook ou tablet, porque pode-se concentrar no texto sem se distrair com elementos ao redor”, disseram Tom Warren e Jacob Kastrenakes, da publicação especializada em tecnologia The Verge.

4 – Rapidez

Talvez os usuários não saibam, mas há um aspecto técnico muito importante que marca uma diferença em relação ao tradicional navegador da Microsoft, o Internet Explorer.

Trata-se do motor de busca de rede, um programa que permite o processamento dos códigos dos sites da internet e que permite a visualização do produto final – imagens e textos visualmente harmoniosos – em vez de comandos incompreensíveis. A promessa da Microsoft é a rapidez na navegação.

5 – Apresentação e novo design
Warren e Kastrenakes também destacam a concepção minimalista na estética do novo navegador.

“A primeira coisa que chama atenção é o básico que se vê, é a interpretação da era moderna que a Microsoft faz. Os ícones modernos de Spartan estão numa barra de navegação lateral que se move. É a maneira correta de ativar suas funcionalidades”, disseram.

Mas eles também apontam para um lado negativo – “que a navegação não está otimizada para dispositivos ao toque”.

BBC

Virus: Saiba como funcionam os sites maliciosos que atacam seu PC

Tela de login de configuração de um kit de ataque para infectar PCs pela web. (Foto: Reprodução/Kaspersky Lab)

A empresa de segurança Blue Coat identificou um aumento de 240% no número de sites maliciosos. Números como esse são bastante difíceis de coletar e confirmar, mas a percepção geral não está errada: o meio mais comum de ataque hoje tem como base as páginas de internet que foram criadas ou modificadas para a finalidade de infectar seu PC. Veja como isso funciona – e o que fazer para se proteger – na coluna de hoje.

Quando você visita uma página de internet que vai atacar o seu PC, o navegador de internet baixa um código como parte da página. A diferença desse código em relação ao resto é que ele não está ali para criar um elemento da na página – como um conteúdo ou um menu. Em vez disso, o código vai tentar causar propositalmente um erro, colocando o navegador em um estado que vai permitir a instalação de um vírus.ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Erros que permitem esse tipo de comportamento são chamados de “falhas de segurança”. Isso porque, no funcionamento normal do navegador, a única forma de uma página de internet infectar o PC seria por meio de um download devidamente autorizado e executado pelo internauta. Os sites maliciosos tentam usar diversas falhas diferentes para que a instalação ocorra sem qualquer aviso.

Além do próprio navegador, os códigos maliciosos são instruídos a usar falhas dos “plug-ins”. Um plug-in é um software adicional que funciona como parte da sua experiência de navegação da internet. O navegador confia no plug-in e carrega, muitas vezes de forma automática, os conteúdos que requerem o plug-in. Exemplos de plug-in são o Adobe Flash, o Java e os leitores de PDF, como o FoxIt e o Adobe Reader.

Para o criminoso, atacar os plug-ins é interessante porque eles são usados por todos os navegadores. Com isso, o navegador em uso torna-se algo secundário.

Esses ataques são realizados de forma muito simples por parte do criminoso. Existem os chamados “exploit kits” que trazem um pacote inteiro de códigos para explorar falhas de segurança. Os kits ainda fornecem estatísticas, informando quantos internautas acessaram as páginas infectadas, quantos foram infectados com sucesso e qual a falha que mais foi usada com sucesso.

Onde estão as páginas infectadas
O kit normalmente não é acessado diretamente. O criminoso faz uma pequena alteração em outras páginas para fazer com que elas carreguem os códigos maliciosos. Isso pode ser feito inclusive em sites legítimos, que você acessa todos os dias. Os golpistas tiram proveito de falhas na programação do site para alterá-lo e infectar os futuros visitantes.

Em alguns casos, essa modificação é feita em anúncios publicitários. O site do jornal “New York Times” está na lista dos que já veicularam uma propaganda infectada.

Outra fraude comum é a criação de páginas novas com conteúdos muito populares em sites de busca. O objetivo é conseguir, em alguns casos, colocar essa página maliciosa entre os primeiros resultados da pesquisa. Quem clicar poderá ser infectado.

Por esse motivo, não existe um conteúdo específico que traz as infecções ao PC. Não importa se um site divulga letras de músicas, notícias ou imagens pornográficas – qualquer um pode estar infectado.

Página de estatísticas do kit de ataque Black Hole. (Foto: Reprodução/Kaspersky Lab)

Como se proteger
O mais importante para se proteger desses ataques é manter o navegador de internet e os plug-ins atualizados. Com isso, as falhas de segurança que as páginas maliciosas tentam explorar são corrigidas, e o código não conseguirá infectar o computador.

Java vem configurado para verificar atualização só uma vez por mês. PC pode ficar vulnerável. (Foto: Reprodução)

Navegadores: os navegadores de internet têm uma configuração de atualização automática própria. O Internet Explorer é atualizado pelo “Atualizações Automáticas” do Windows, configurável no Painel de Controle.
Java: A atualização automática do Java pode ser configurada no Painel de Controle. Por padrão, o Java só verifica atualizações mensalmente. O ideal é que a verificação seja diária (Flash, Windows e os navegadores fazem a verificação diariamente). A maioria dos sites de internet não usa o Java dentro pelo navegador. Veja ainda como desativar o Java e por que desativar o Java.
PDF: Para arquivos em PDF, o Acrobat Reader X (versão 10) realiza atualizações automáticas e tem outros novos recursos de segurança. Se você ainda tem a versão do Reader 9, faça o download do Reader X. É gratuito.
Flash: o Adobe Flash é atualizado automaticamente somente ao reiniciar o computador. Preste muita atenção em uma janela do Flash que aparecer logo após fazer log-in no seu PC. Faça o download da versão mais nova do Flash, se estiver na dúvida.
A coluna observa que o navegador Chrome, do Google, se atualiza automaticamente – não é preciso autorizar nem configurar nada. Ele também atualiza o Flash, usa um leitor de PDF próprio e só executa Java após confirmação do usuário. Essas medidas do Chrome foram tomadas exatamente devido aos ataques que envolvem esses plug-ins. Por esses e outros motivos, o Chrome é o navegador recomendado pelo governo da Alemanha e o mais fácil de ser mantido seguro.

Qualquer navegador pode ser usado de forma segura, porém. Basta ficar atento às atualizações de segurança e instalá-las o quanto antes. O Firefox, em especial, possui uma série de extensões que também pode deixar sua navegação mais segura. Exemplos são o Web of Trust e o NoScript.
Altieres Rohr/G1 

Firefox: versão 4 está mais rápida

Navegador Firefox 4 está mais rápido e com abas novas e menores.

Nova versão adota barra única para endereço do site e para buscas.

Recurso permite acessar dados do browser do desktop no celular.

A velocidade de navegação é um dos pontos altos da versão final do Firefox 4, afirmou a Mozilla. O browser, que foi lançado oficialmente nesta terça-feira (22), recebeu uma enorme melhoria no seu desempenho. O navegador já pode ser baixado pelo site da Mozilla.

Além de um tempo de inicialização mais veloz, a empresa afirma que o browser melhorou o carregamento das páginas e dos gráficos. O Firefox 4 também promete melhorias significativas na velocidade de processamento de códigos Javascript, com o novo motor “JägerMonkey”.

App Tab’ é uma das novidades do Firefox 4 (Foto: Divulgação)

Novas abas

Para tornar a interface mais limpa, as abas do Firefox 4 ficam em cima da AwesomeBar, barra de endereços que autocompleta as buscas do usuário.

Com o Apps Tab, o browser elege os sites que o usuário mais utiliza, como o webmail, e os remove da barra de abas, colocando-os em um botão permanente no navegador – como uma aba menor.

O botão é pequeno, aparece sempre que o browser é aberto e muda de cor quando há alguma atualização naquele site – como um e-mail novo. O usuário também pode, manualmente, colocar a aba de um site que visita com frequência como “aplicativo”. Isso garante que ela estará sempre lá, mesmo após a reinicialização do navegador.

Recurso ‘Panorame’ ajuda usuários a separar abas por assunto (Foto: Divulgação)

Outra novidade é que toda vez que o usuário abrir uma nova aba, o Firefox irá verificar se já existe alguma aba aberta com aquele site.

Se existir, o browser irá direcionar o usuário para aquela aba.

Já o recurso Panorame permite que o usuário organize as abas em diferentes grupos, separadas por assunto.

Para trocar de grupo, o usuário deve apenas clicar no botão “Agrupar abas” e escolher o outro grupo.

As abas abrem automaticamente no navegador.

Esse recurso é bastante útil para aqueles usuários que gostam de abrir diversas abas simultaneamente, já que ajuda a gerenciar várias abas e até dar nomes para os grupos.

Novo botão de menu dispensa a ‘barra de menu’

Menus

Já que a barra de menu, por padrão, não fica visível, uma maneira de evitar seu uso, que atrapalharia em termos de espaço de navegação, foi a criação de um novo botão de menu no canto superior esquerdo, chamado de “Botão Firefox”, que permite acessar várias opções como os Favoritos, Histórico Complementos, navegação privativa, etc.

Firefox no celular

Uma das inovações é o Firefox Sync, que permite sincronizar as informações do navegador no desktop com aparelhos móveis. O usuário poderá acessar os marcadores, histórico de navegação e, inclusive, abas abertas em um smartphone, por exemplo. No momento que a nova versão é instalada, o usuário é solicitado a criar uma conta no próprio navegador, na guia “Sync”, em Ferramentas.

Recurso permite organizar abas por assunto (Foto: Divulgação)


Personalização do layout

Através de um clique como botão direito no topo do navagador é o usuário pode optar por exibir ou esconder as diversas barras de conteúdo, como menus, navegação, favoritos, extensões e também o posicionamento das abas. Nesse último caso, a posicionamento pode ser em cima, para ocupar menos espaço, ou embaixo da barra de endereços como era até a versão 3.6.

Sessões

Ao reiniciar o navegador ele abre com um aba padrão vazia e pergunta se deseja restaurar a sessão anterior, ou seja, as abas que estavam abertas na última vez que o usuário fechou Firefox. Até a última versão essa opção era definida nas opções de configuração e não era habilitada por padrão. Para usuários leigos facilita bastante porque não precisam mais descobrir aonde fica esse ajuste e podem usufruir da recuperação de abas no primeiro uso.

Outros recursos

Se alguma extensão estiver causando problemas de travamento, por exemplo, é possível reiniciar o navegador sem carregá-las, basta escolher a opção “reiniciar com extenções desativadas”, sob o menu “Ajuda”.

G1

Google planeja ‘tirar’ barra de endereços do navegador Chrome

Barra ficaria visível apenas quando usuário passasse mouse em cima.

Nova interface daria mais espaço para a exibição das páginas na web.

O navegador Google Chrome pode adotar uma nova interface que mudaria a forma como o endereço de web aparece, publicou nesta segunda-feira (21) o jornal britânico “The Daily Telegraph”.

Desenvolvedores do software estariam testando uma mudança radical no modo como o endereço é mostrado no navegador.

Segundo fontes próximas à companhia, a barra de endereço tira um bom espaço que poderia ser usado na navegação.

Um plano considerado pelo Google seria tornar a barra de endereços apenas visível quando os usuários passam o mouse em uma parte específica da tela.

O novo modo de navegação “compacto” tiraria a barra de endereço de cada aba, liberando mais espaço na tela para a exibição da página.

Hoje, mais de 120 milhões de usuários usam o Google Chrome.

G1


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Navegadores – Internet Explorer continua a perder espaço no mercado de browsers

Segundo números da Net Applications, participação do navegador da Microsoft caiu de 69,77% em novembro para 68,15% em dezembro.

O Internet Explorer voltou a perder espaço para outros navegadores, informou a consultoria Net Applications, que monitora o uso de browsers por parte dos internautas. Segundo a consultoria, a participação do Internet Explorer caiu de 69,77% para 68,15% no mês de dezembro. Em novembro, a participação do navegador da Microsoft era de 71,27%.

Por outro lado, os browsers Safari, Firefox e Chrome saíram ganhando com a queda de participação do IE. O Firefox agora é usado por 21,34% dos internautas – em novembro a participação era de 20,78%. O Safari subiu de 7,13% para 7,93% no mês passado, enquanto o Chrome, do Google, alcançou 1,04%, contra 0,83% de participação em novembro. O Opera manteve 0,71% de participação.

Uma das explicações, segundo a Net Applications, é que, em dezembro, as pessoas navegam mais do computador de casa do que do trabalho. “O feriado de fim de ano favoreceu muito o uso da internet nas residências, o que resulta em um aumento no uso de outros navegadores”, disse a companhia por meio de comunicado.

As estatísticas fornecidas pela Net Applications também indicam que mais internautas estão usando o sistema operacional OS X, da Apple.  A participação do Mac OS X cresceu de 8,87% para 9,63% em dezembro; já a participação do Windows caiu de 89,62% para 88,68%, no mesmo período. O número de usuários de Linux no desktop se manteve inalterado, perfazendo 0,85% do total.

Para realizar o estudo, a Net Applications coleta dados de mais de 160 milhões de internautas por mês, informou a empresa.

da PCWorld

Comércio eletrônico invade o iPhone no Natal


Às vésperas da temporada de compras de final de ano, o comércio parece ter “descoberto” o iPhone como uma potencial arma para aumentar as vendas.

A Amazon.com anunciou nesta quinta-feira (04/12) uma versão do seu site de compras online para o telefone da Apple. Pelo aplicativo, é possível buscar produtos, consultar preços e finalizar a compra.

Mas a gigante do e-commerce não é a única que aproveitou a data “oportuna” para estrear no iPhone. Duas outras lojas conhecidas dos Estados Unidos – GAP e Target – lançaram recentemente aplicativos com temas natalinos para impulsionar suas vendas.

O aplicativo da GAP permite experimentar diferentes looks em modelos virtuais e “favoritar” as peças e acessórios escolhidos. Embora não seja possível finalizar a compra online, o aparelho indica a loja mais próxima do local em que a consulta foi feita.

O programa da Target dá um passo adiante na interação. Ele sugere presentes de Natal com base em critérios como idade e sexo do potencial presenteado. Se você se interessar por um das opções, basta clicar na foto e finalizar o pedido – neste caso, você é redirecionado para o navegador Safari.

Brasil é pioneiro

Mas não foram apenas as lojas norte-americanas que embarcaram no iPhone. No mês de novembro, o comparador de preços BuscaPé estreou sua versão para o portátil. Além de buscar produtos e comparar preços, é possível ligar diretamente para os fornecedores para tirar dúvidas, a partir de um botão disponível para algumas lojas.

Nesta semana, a Livraria Cultura também aderiu à moda e lançou seu aplicativo para o telefone da Apple. Como o software da Amazon, o aplicativo permite pesquisar produtos e finalizar a compra, em um ambiente protegido por criptografia.

Segundo Mauro Widman, desenvolvedor do aplicativo, optar pelo software em relação à simples adaptação do site ao aparelho – como muitos bancos e outras empresas fazem – traz vantagens como praticidade no uso e segurança.

“Toda a interatividade já está aparelho. Só é preciso baixar os dados específicos da pesquisa. Isso torna a navegação mais rápida, especialmente para quem não está conectado a uma rede Wi-Fi ou 3G”, explica o desenvolvedor.

Além disso, o aplicativo permite criptografar todos os dados na hora de fechar a transação, reforçando a segurança do processo. “A desvantagem é que cada mudança no software exige que o aplicativo seja baixado novamente”, reconhece Widman.

Segundo o desenvolvedor, os aplicativos de comércio eletrônico para o iPhone são ideais para as chamadas compras por impulso. “Se um amigo comenta sobre um livro durante um almoço no restaurante, você pode pesquisar o preço e fazer a compra na hora”, ele exemplifica.

Fica o recado para os peixes grandes do comércio eletrônico brasileiro, como Americanas.com, Submarino e Mercado Livre.

da Info

Google lança navegador para brigar com o Internet Explorer da Microsoft

A turma do Google não dorme na fama. Acredita que “inovar sempre” é fundamental para a sobrevivência.

Da Folha de São Paulo

O Google anunciou nesta segunda-feira (1º) o lançamento do seu navegador de internet, chamado Google Chrome. O programa estará disponível em versão beta a partir de terça-feira (2), em mais de cem países.

A empresa promete lançar um programa “moderno” e “simples”. “Como a página homepage do Google, Google Chrome é limpo e leve”, afirma um post no blog oficial da empresa.

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O Google também diz que o software, que terá código aberto, “roda melhor os complexos aplicativos de internet”. Por enquanto, o programa estará disponível apenas para Windows. No futuro, devem existir versões para Mac e Linux.

Até agora, o Internet Explorer, da Microsoft, é o mais utilizado para acesso à internet. Em julho, o programa foi utilizado para 90,7% dos acessos à rede no Brasil –queda de 2,5% em relação a janeiro. O Firefox, da Fundação Mozilla, teve 8,2% dos acessos, uma alta de 34% em relação ao primeiro mês do ano. Outros navegadores tiveram em julho 1,03% dos acessos.

No âmbito mundial, a participação do navegador da Fundação Mozilla é maior. As várias versões do Firefox representam 18,41% do mercado mundial de navegadores, segundo a NetApplications. Mas o Internet Explorer ainda domina o mercado, com 73,75%.

Internet Explorer “esconde” acesso a sites pornográficos

Do G1

Nova versão do Internet Explorer pode ‘esconder’ acesso a sites pornôs.
Versão beta 2 permite suspensão do armazenamento de histórico de navegação.

A versão beta 2 do navegador Explorer 8, lançada nesta semana pela Microsoft, possui uma função que permite aos usuários suspender temporariamente o armazenamento do histórico de sites acessados, inclusive daqueles com conteúdo pornográfico.

A ferramenta InPrivate impede que informações como histórico de acessos, buscas ou visitas, arquivos temporários, cookies, senhas e outros detalhes sejam armazenadas.

Dessa forma, a nova função permite que o usuário use senhas de e-mail em computadores públicos, ou faça compras pela internet ou acesse sua conta bancária sem que seus dados fiquem guardados no computador. Da mesma maneira, o usuário também poderá ‘esconder’ seu histórico de navegação e não deixar traços das visitas a sites pornográficos, por exemplo.

Além de oferecer privacidade na navegação, a nova função também permite que o usuário bloqueie o acesso às suas informações pelos chamados phishing sites, que extraem detalhes pessoais e comportamental do usuário durante a navegação e repassam as informações para outros websites.

Novidades
Outras mudanças incorporadas ao novo navegador estão na “barra de endereços inteligente”. Segundo James Pratt, um dos gerentes de produto da Microsoft, em 80% dos casos, os usuários da internet visitam sites que já haviam acessado anteriormente.

A nova barra funciona também como uma espécie de ferramenta de busca, onde o usuário poderá procurar por sites já visitados digitando o nome, parte do endereço ou alguma palavra relacionada ao conteúdo na sua barra de navegação.

Além disso, a versão beta 2 do Explorer 8 também traz a possibilidade de o usuário “fatiar” seções dos sites que mudam parte de seu conteúdo com freqüência e adicionar apenas a seção escolhida nos seus Favoritos.

Com a função Web Slices – que já aparecia na versão beta 1 e foi aprimorada no novo produto – é possível, por exemplo, acompanhar novos leilões em sites de compras ou atualizações em perfis do Facebook em um esquema similar ao RSS (Really Simple Syndication) – que dá aos internautas uma maneira fácil de se atualizar automaticamente nos sites preferidos.

“O produto facilita o uso e torna o acesso à internet mais seguro”, afirmou Ian Moulster, especialista da Microsoft no Reino Unido.

Segundo ele, as atualizações feitas na nova versão teste do Explorer 8 foram desenvolvidas com base na necessidade e desejo dos usuários.

Moulster ressalta ainda que apesar de algumas funções serem parecidas com a versão anterior, elas foram incorporadas em interfaces mais amigáveis.

A primeira versão teste – beta 1 – do Internet Explorer foi lançada em marco. Apesar da versão beta 2 já estar disponível para download, a empresa não revelou quando a versão final do programa será divulgada.