Virgindade leiloada na internet

Romena coloca a virgindade à venda na web por cerca de R$ 160 mil

‘Eu quero conhecer um homem gentil, respeitoso e generoso’, disse Alina.
Por enquanto, segundo o site do leilão, a maior oferta é de 5.003 euros.

Sexualidade,Internet,VirgindadeAlina Percea, 18 anos, quer arrecadar 50 mil libras com leilão de virgindade.

A adolescente romena Alina Percea, de 18 anos, natural de Caracal (Romênia), está leiloando na internet sua virgindade por 50 mil libras (cerca de R$ 163 mil) para pagar seus estudos, segundo o tabloide inglês “The Sun”.

Por enquanto, segundo o site alemão em que está sendo realizado o leilão, a maior oferta é de 5.003 euros (cerca de R$ 22 mil).

“Eu quero conhecer um homem gentil, respeitoso e generoso”, disse Alina, destacando que tem um certificado de seu ginecologista que comprova que ela é “virgem”.

Segundo a reportagem do jornal, a romena também disse que vai renunciar ao uso de preservativos. Ela contou que vai entregar ao vencedor do leilão um atestado médico que mostra que ela não tem nenhuma doença sexualmente transmissível.

“Quero que a primeira vez seja especial, pois não gostaria que fosse uma rapidinha”, afirmou ela. “O homem que provar ser o mais generoso poderá ficar comigo por uma semana inteira, mas ele terá que pagar por tudo”, acrescentou.

Outros casos
Jovem que usa pseudômino de Natalie Dylan também está leiloando a primeira vez. (Foto: Reprodução )

Em 2007, a britânica Carys Copestake, de 18 anos, vendeu sua primeira vez por 10 mil libras. Quatro anos antes, outra britânica, a estudante Rosie Reid, de 18 anos, leiloou sua virgindade pela Internet por 8.400 libras para pagar os estudos.

No ano passado, a jovem norte-americana que usa o pseudômino de Natalie Dylan também decidiu leiloar publicamente sua virgindade para pagar seus estudos. Ela chegou a dizer que já tinha recebido uma oferta de US$ 3,7 milhões.

Em setembro, quando decidiu leiloar a virgindade, a estudante disse que esperava que as ofertas chegassem a US$ 1 milhão. Natalie Dylan disse que foi persuadida a colocar a virgindade à venda depois que sua irmã Avia, de 23 anos, pagou seus estudos ao trabalhar como prostituta por três semanas.

G1

Sapatada no Bush dá cadeia para jornalista

Por “sapatada” em Bush, jornalista é condenado a cadeia

O jornalista iraquiano Muntader al Zaidi foi condenado ontem a três anos de prisão por ter atirado seus sapatos no ex-presidente George W. Bush – sob a lei local, crime de agressão a um chefe de Estado visitante.

Zaidi, aclamado como herói pelos críticos da invasão americana do Iraque, se declarou inocente à corte: “Minha reação foi natural, como qualquer iraquiano [faria]”.

O jornalista está preso desde 14 de dezembro, quando, durante uma entrevista coletiva, lançou seus sapatos no então presidente dos EUA, em viagem-surpresa ao Iraque. O ato é considerado uma ofensa grave no mundo árabe, dada a conotação de impureza do sapato.

O julgamento começou em 19 de fevereiro, e a sessão de ontem durou só uma hora. Zaidi foi ovacionado pelo público ao chegar, sob escolta policial, ao Tribunal Central Penal do Iraque -corte em Bagdá formada especialmente para grandes casos, inclusive de terrorismo.

Os juízes rejeitaram um dos principais argumentos da defesa, que, para descaracterizar o crime, sustentava que Bush não estava em visita oficial.

Segundo o tribunal, a pena de três anos (mínima de um máximo de 15 anos) foi branda porque Zaidi não tem antecedentes criminais. A defesa, que tentou reduzir a acusação de agressão para insulto, considerou a sentença severa e deve recorrer.

da Folha de São Paulo

Música brega para afastar jovens de shopping

Caso o “remédio” seja usado no Brasil, vai faltar shopping para absorver todo o repertório existente. Certamente Raimundo Soldado, Amado Batista, Anísio Silva, Orlando Dias, Adilson Ramos, Agnaldo Temoteo, Nelson Ned e cia., vão voltar as paradas musicais com força total.

Cidade aposta em música brega para afastar jovens de centro comercial.  Christchurch na Nova Zelândia optou por canções ‘melosas’ de Barry Manilow.
‘Intenção é alterar o ambiente de uma forma positiva’, disse dirigente.

A cidade de Christchurch, na Nova Zelândia, vai colocar músicas “melosas” do cantor norte-americano Barry Manilow no centro comercial para tentar acalmar os ânimos dos adolescentes que se reúnem no local ou, pelo menos, “convencê-los” a ir a outro lugar.

“A intenção é alterar o ambiente de uma forma positiva, para que ninguém se sinta ameaçado ou intimidado”, disse Paul Lonsdale, gerente da associação comercial. “Eu não disse que Barry Manilow é uma arma de destruição em massa.”

Segundo Lonsdale, um grupo composto por vários jovens deixa regularmente lixo espalhado no chão, faz pichações, bebe até ficar bêbado e usa drogas, além de intimidar lojistas no centro comercial da cidade.

A Câmara Municipal, a polícia local e proprietários de 410 empresas concordam que as canções “melosas” de Manilow, como Can’t Smile Without You” e “Mandy”, podem alterar o comportamento dos adolescentes arruaceiros.

Mas a jovem Emma Belcher, de 16 anos, disse à imprensa local que a escolha de músicas bregas não irá impedir o grupo de adolescentes de frequentar o local. Ela disse que os jovens pretendem levar um aparelho de som e colocar no volume máximo.

da AP

Papel higiênico esconde US$ 55 mil em prisão dos EUA

Olhe essa!

Por aqui, na taba dos Tupiniquins, já nos deparamos com dolar em caixa de uísque, em cuecas…, mas, nas terras do grande irmão do norte, a “coisa” é mais bizarra.

Uáu!

Do G1

Papel higiênico esconde US$ 55 mil em prisão dos EUA

Valor foi encontrado dentro de banheiro em centro de detenção de St. Louis. Detentos foram questionados, mas ninguém assumiu ser dono do dinheiro.

Funcionários da prisão do condado de St. Louis (Minnesota, EUA) encontraram US$ 55 mil em um dos banheiros desse centro de detenção. A quantia estava escondida atrás de um dispositivo que libera papel higiênico.

Segundo o policial Thomas Byrne, os US$ 55 mil estavam divididos em notas de US$ 100 e US$ 50. As autoridades interrogaram os detentos para saber a origem do dinheiro, mas ninguém admitiu ter qualquer relação com a quantia encontrada.

O dinheiro foi depositado em uma conta bancária até que seu verdadeiro dono seja identificado, afirmou a polícia.