Moreira franco: vida de sheik árabe

Suruba na tenda do Temer, o homúnculo

Moreira “Angorá” Franco, um ‘sheik’ na quadrilha.
O ministro da Secretaria-Geral da presidência, #MoreiraFranco, tem mordomias em seu cargo no governo #MichelTemer que lembram os sheiks árabes.

O peemedebista, por exemplo, tem um staff de 20 assessores, que se dividem em funções como abrir portas, segurar elevador e pedir o carro do ministro.

Moreira Franco carrega ainda hábitos da década de 1980, quando era governador do Rio de Janeiro, como a exigência da impressão de sua agenda em duas vias, uma para ficar numa pilha de papéis e outra num suporte acrílico.

O titular da secretaria-geral tem mais regalias do que o próprio presidente da República, Michel Temer.

As informações são da coluna Expresso, da revista Época[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

Temer minimiza acusações contra Geddel, Moreira e Jucá

“Se um dia se consolidarem, o governo verá o que fazer”todos-os-homens-do-presidenteblog-do-mesquita

O presidente Michel Temer comentou nesta terça-feira (18), durante visita ao Japão, as denúncias da Odebrecht contra o ministro Geddel Vieira Lima, da Secretaria de Governo, Moreira Franco, secretário executivo do Programa de Parcerias de Investimentos, e Romero Jucá, presidente do PMDB.

Segundo Temer, elas precisam se consolidar. “Sabe o que acontece? O envolvimento dos nomes se deu, convenhamos, por enquanto, por uma simples alegação, por uma afirmação. É preciso que essas coisas se consolidem. Se um dia se consolidarem, o governo verá o que fazer”.

“Se a cada momento que alguém mencionar o nome de alguém isso passar a dificultar o governo, fica difícil”, completou.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

Mensagens mostram políticos pedindo doações para executivo da Andrade Gutierrez

Moreira Franco,Edinho Silva,Operação Lava Jato,Otávio Marques de Azevedo,Brasil,Andrade Gutierrez,Petrolão,Corrupção,Partidos Políticos,Blog do MesquitaMensagens obtidas a partir da quebra de sigilo do celular do ex-presidente da empreiteira Otávio Marques de Azevedo mostram políticos do pedindo dinheiro para campanha de 2014.

Otávio Marques de Azevedo cumpre prisão domiciliar desde o início de fevereiro. Reprodução/Youtube

A quebra do sigilo de mensagens trocadas pelo celular do ex-presidente da empreiteira Andrade Gutierrez Otávio Marques de Azevedo revelou que, durante o período das eleições, o empresário recebia com frequência recados de políticos e tesoureiros de campanhas com pedidos de doações.

Alguns dos interlocutores identificados foram o ex-ministro Edinho Silva, tesoureiro da campanha de Dilma Rousseff em 2014, Oswaldo Borges da Costa Filho, ex-presidente da Companhia de Desenvolvimento Econômico de Minas Gerais e apontado como tesoureiro informado do PSDB-MG, além de Álvaro Souza, da equipe financeira da campanha de Marina Silva. As informações são do jornal Folha de S.Paulo.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]Otávio Marques de Azevedo foi preso na Operação Lava Jato há um ano e cumpre prisão domiciliar desde o início de fevereiro. Em troca de mensagens realizada em agosto de 2014, Edinho Silva questiona o executivo a respeito da falta de doações.

“Repassei o problema da não contribuição e estão pedindo para vc fazer ao menos 10 até amanhã para não paralisar setores importantes da campanha. Aguardo retorno”, escreveu o ex-ministro-chefe da Secretaria de Comunicação Social.

Otávio responde apenas com uma pergunta sobre o número da conta da campanha. De acordo com a Polícia Federal, “10″ é uma referência a uma doação no valor de R$ 10 milhões

Ainda em agosto de 2014, Oswaldo Borges conversa com o executivo e encaminha uma mensagem que indica o recebimento de uma doação: “Com vc funciona!!!! Rss”. Otávio Marques de Azevedo também trocou mensagens agendando um encontro com Álvaro Souza, identificado no telefone como “Tesoureiro Marina – PV”.

Procurados, os partidos informaram que as doações realizadas pela empreiteira foram legais e estão registradas na Justiça Eleitoral.

Ministro

As mensagens apreendidas também revelaram uma conversa em 2013 entre o executivo e o então chefe da Secretaria de Aviação Civil e atual ministro de Temer, Moreira Franco. O tema das mensagens era a concessão do aeroporto internacional de Confins, em Minas Gerais, cujo leilão foi realizado em 22 de novembro.

A Andrade Gutierrez integra o Grupo CCR, líder do consórcio AeroBrasil, que arrematou o negócio de R$ 1,82 bilhão.

“Prezado Ministro, conforme prometido não apenas participamos mas compramos CONFINS. Abs. Otávio”, escreveu o executivo ao ministro no mesmo dia em que o negócio foi fechado. “Vocês são craques. Foi aonde houve competição. Vamos em frente. Abs e obrigado”, respondeu Moreira Franco.

De acordo com o jornal O Estado de S.Paulo, a Polícia Federal suspeita que tenha ocorrido acerto prévio nos pacotes de concessões de aeroportos. A análise das mensagens também revela que o executivo e o ministro teriam se encontrado dez dias antes do leilão de Confins.

Esta é a primeira vez que o atual secretário-executivo do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI) do governo Temer aparece na Lava Jato em troca de mensagens com empresários investigados.

A assessoria de imprensa de Moreira Franco informou que “como responsável pela área, o ministro conversou com todos os potenciais interessados em participar dos leilões de concessão”.

Leia a matéria completa do jornal Folha de S.Paulo

ANAC, Moreira Franco e aeroportos

Cascalho! Fruta que caiu!

Moreira Fraco, ops, Franco – presidente da ANAC – em entrevista na rádio CBN, sobre o funcionamento dos aeroportos, Há, há, há. Aeroportos? Há, há, há:
…”esperamos que São Pedro colabore e as operações transcorram normalmente para o melhor atendimento aos passageiros”.

Essa – como dizia Odorico, o Paraguassú – é pra ficar nos anais e nos menstruais da história.


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Briga entre ‘aliados’ dificulta montagem do ministério do governo de Dilma Rousseff

Zé Bêdêu, o derradeiro abestado crédulo da Praça do Ferreira, em Fortaleza, pensava que essa estória de ‘jogo sujo’ somente acontecia no poleiro dos tucanos.

Como é que agora eu faço para convencer a angelical criatura, quer seja nos poleiros emplumados, quer seja no firmamento onde hoje reluzem estrelas vermelhas, “do pescoço para baixo tudo é canela”?
O Editor


A presidente eleita, Dilma Rousseff, passou mais de seis horas ontem discutindo com seus coordenadores Antonio Palocci, futuro ministro da Casa Civil, e José Eduardo Dutra, presidente do PT, as demandas dos partidos aliados para a composição do novo governo.

Na reunião na Granja do Torto, houve queda de braço entre partidos e até entre aliados de uma mesma legenda: vetos, dossiês e denúncias contra nomes apresentados.

Essa artilharia tem dificultado a escolha de titulares de pelo menos cinco ministérios estratégicos: Saúde, Previdência, Integração Nacional, Cidades e Transportes.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

O PMDB é a situação mais delicada. O principal nome do partido para a pasta das Cidades, o ex-governador Moreira Franco, foi vetado pelo governador Sérgio Cabral (PMDB-RJ).

Cabral deixou clara sua contrariedade com o fato de o partido ter indicado um peemedebista do Rio sem seu aval.

Dilma decidiu repassar a pasta das Cidades para o PMDB, compensando a sigla pelo remanejamento de outros ministérios, como Comunicações e Integração Nacional. Mas não sabe como resolver essa disputa interna.

A contrariedade de Cabral cresceu com a chegada, ao núcleo da transição, de um dossiê com dados contra o secretário estadual de Saúde, Sérgio Côrtes, cotado para o Ministério da Saúde.

O dossiê cita investigação sobre denúncias de compra de medicamentos sem licitação na gestão de Cortês.

Outra vítima de dossiê foi o deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), escolhido pela bancada do PMDB na Câmara para a Integração.

A informação repassada é que Castro pegou um empréstimo milionário com o Banco do Nordeste (BNB) para implantar um programa de irrigação no Piauí que não foi adiante.

Castro confirmou um empréstimo feito por ele e seus irmãos há 15 anos, mas disse ter renegociado a dívida.

— Peguei um empréstimo para um projeto de produção de manga que não frutificou por causa do clima na região. Mas a dívida foi renegociada e está sendo paga — disse Castro.

O Ministério da Integração Nacional está no centro de outra guerra declarada pela bancada do PT do Nordeste, assunto também levado por Dutra a Dilma.

Os petistas nordestinos reclamam da “hegemonia absoluta do PT de São Paulo” entre os nomes conhecidos para a equipe: Antonio Palocci (Casa Civil), Miriam Belchior (Planejamento), Guido Mantega (Fazenda), Gilberto Carvalho (Secretaria Geral) e José Eduardo Dutra (Justiça).

Os governadores petistas Jaques Wagner (BA) e Marcelo Déda (SE) lideram um movimento da bancada de deputados e senadores do PT do Nordeste para indicar o ministro da Integração Nacional.

O PSB do governador Eduardo Campos (PE) também quer esse ministério.

Tiroteio entre aliados atrasa escolhas de Dilma

Gerson Camarotti, Maria Lima e Luiza Damé/O Globo

PMDB vai meter a mão na verba de duas Argentinas

Brasil: da série “Acorda Brasil”!

Veja só, meu desavisado e caro, bote caro nisso, leitor. Você aí, ainda encantado com o gol que o Robinho enfiou na “azzura”, com o frangaço, ops, fracasso, do Filipão no Chelsea, nem desconfia quem, como e onde, mete a mãozona, a boca e tudo mais que servir, no seu, no meu, no nosso sofrido dinheirinho.

Com essa turma — quem sabe não acabem enquadrados no crime de formação de quadrilha?que está citada na reportagem aí abaixo, só gritando “Valha-me Deus”!

PMDB vai administrar mais de duas Argentinas
Orçamento nas mãos dos peemedebistas corresponde a mais do que o dobro do dinheiro público gasto pela Argentina em 2008

O dinheiro público administrado pelo PMDB em 2009 ultrapassa em mais de duas vezes o orçamento federal da Argentina. Sem contar as prefeituras, o partido controla cerca de R$ 258,9 bilhões, divididos em seis ministérios, sete governos estaduais, a Câmara e o Senado.

Com muito dinheiro na mão, os peemedebistas se fortalecem para a disputa de 2010. As eleições de José Sarney e Michel Temer para o comando do Legislativo têm o objetivo de assegurar também o domínio político.

A Argentina tem um orçamento federal correspondente a R$ 106 bilhões. O caixa bilionário administrado pelo PMDB equivale a 16,1% de todo o dinheiro previsto para ser gasto este ano pelo governo federal, R$ 1,6 trilhão, sem contar o corte de R$ 37 bilhões anunciado pelo Ministério do Planejamento.

Apesar do tesouro nas mãos, o partido quer mais. A voracidade do PMDB por cargos e verbas aparece nos sinais emitidos por senadores e deputados ligados aos grupos de Sarney, no Senado, e Temer, na Câmara. As duas alas travam, também, uma disputa interna por postos já ocupados por peemedebistas.

Na Infraero, por exemplo, o PMDB concorre com o PTB, partido do senador Gim Argello (DF), um dos articuladores da vitória de Sarney. Os petebistas estão de olho na diretoria comercial da estatal, mas os peemedebistas querem a presidência e demais diretorias da empresa, subordinada ao Ministério da Defesa, pasta sob o comando de Nelson Jobim, do PMDB.

Internamente, o nome mais cotado para o lugar do brigadeiro Cleonilson Nicácio é Rogério Abdala, atualmente na Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), também na cota do PMDB. O nome de Abdala já teria aval duplo de Sarney de Temer, além da aprovação de Jobim.

Câmara

Com a vitória de Temer, o grupo comandado pelo deputado Eduardo Cunha (RJ) ganhou força nas disputas para ocupar as presidências das comissões temáticas mais importantes da Câmara. Pela composição do bloco que elegeu Temer, o PMDB tem na sua mão as primeiras doze escolhas das vinte comissões permanentes.

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Com Sarney turma de FHC volta ao poder

Brasil: da série “O Tamanho do Buraco”!

Espantados com a eleição de Zé Sarney para a presidência do Senado? Pois ainda é pouco!

Com a eleição do caudilho do Maranhão, uma turma da pesada também volta ao poder para “renovar” o Senado e, naturalmente, implementar medidas “moralizadoras” nas práticas políticas da aldeia dos Tupiniquins.

Esse pessoal que ascende ao poder, é o mesmo que já estava pendurado nas têtas da pátria varonil, à época do governo de Fernando Henrique Cardoso, conhecido nas plagas do Brasil, zil, zil, como o sociólogo da entregação.

Eleição de Sarney e Temer traz de volta ao poder grupo do PMDB que dava as cartas no governo FHC, e tira Renan do ostracismo

Com a eleição do PMDB para as presidências da Câmara e do Senado, volta ao poder o grupo do partido que dava as cartas no governo Fernando Henrique Cardoso. São pelo menos seis, todos muito à vontade no governo Lula, mas que também não descartam a possibilidade de voltar a uma aliança com o PSDB em 2010: o ex-ministro dos Transportes Eliseu Padilha (RS), o ex-ministro da Justiça Renan Calheiros (AL), o ex-presidente da Câmara Michel Temer (SP), o então líder do PMDB na Câmara, Geddel Vieira Lima, o ex-presidente do Senado Jader Barbalho (PA) e o então vice-líder de Geddel, Henrique Eduardo Alves (RN).

No início do governo Lula, relembra Padilha, esse grupo, chamado pelos petistas de “viúvas de FH”, ficou um bom tempo em banho-maria. Mas aos poucos ocupou espaço e hoje volta ao comando do Congresso. Renan, que chegou a presidir o Senado, foi obrigado a renunciar ao cargo em 2007, para escapar da cassação, após a divulgação de que um lobista pagava por ele uma pensão alimentícia. Após um período de ostracismo, retorna como um aliado fundamental na vitória de Sarney.

O hoje ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima, não esconde a felicidade pelo fato de seu partido se fortalecer ainda mais.

– Eu tive uma modesta participação neste sucesso. Se vamos ficar mais poderosos? O problema não é mais ou menos poder, é como usar esse poder. Temos que manter o perfil de serenidade e humildade. Somos homens experientes e sabemos como o poder é efêmero – diz Geddel.

Geddel é cotado para ser vice de Dilma em 2010
Entre figuras do passado que retornam, chama a atenção a proximidade de Sarney com o ex-presidente e hoje senador Fernando Collor (PTB). Na campanha de 1989, Collor dizia que o governo Sarney era o mais corrupto da História. Esta semana, num acordo para a eleição de Sarney, deve ganhar a presidência da Comissão de Relações Exteriores.

Entre os peemedebistas ligados ao governo Fernando Henrique, hoje com cargos no governo, está o ex-governador do Rio Moreira Franco, um dos principais conselheiros do ex-presidente, a quem chamava de “o príncipe”. Moreira era da cozinha do Palácio da Alvorada: um assíduo companheiro de FH nos jantares solitários do palácio.

Desde 2008, Moreira é vice-presidente de Loterias da Caixa Econômica Federal e, nos últimos dias, buscou votos para Temer. Ainda não faz parte daquele grupo do PMDB próximo de Lula, como o ministro Geddel.

O ministro baiano conquistou a confiança do presidente petista e pode ser lembrado para ser o vice da chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, em 2010. Isso caso o PMDB não volte ao ninho tucano oferecido pelo governador paulista José Serra.

O Globo
por Maria Lima e Diana Fernandes