Corrupção e soberania nacional

“[…] é preciso estar atento e forte…”
Caetano Veloso

Sinal Radioatividade,Blog do Mesquita

Ontem, em mais um episódio relacionado à Operação Lava Jato, foi decretada, pelo juiz Sérgio Moro, a prisão do vice-almirante da reserva Othon Luiz Pinheiro da Silva, pois, segundo um delator, ele teria se beneficiado pelo recebimento de propina.

Esta prisão, ao contrário da maioria das anteriores, acende uma “luz amarela” que parece alertar que pode haver muito mais interesses envolvidos nessa mega-operação da Polícia Federal do que aqueles que supomos.

Em primeiro lugar, e para que eu não seja mal interpretado, que fique bem claro: todo e qualquer cidadão comprovadamente envolvido em corrupção deve ser penalizado conforme determina a lei – seja ele agente político (e não importa a qual partido pertença ou a qual partido esteja vinculado: devem cumprir pena, caso condenados, os políticos do PT, bem como seus homens de confiança, assim como políticos e agentes de qualquer outro partido) ou particular interessado.

Não é possível compactuar com a corrupção ou relativizar seus efeitos.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

A luta contra a corrupção deve ser contínua.

O motivo, porém, que faz acender a tal “luz amarela”: o vice-almirante preso ontem foi o responsável pelo início e pela continuidade do desenvolvimento da tecnologia nuclear brasileira. A questão, aparentemente, começa a extrapolar o universo da corrupção e, ao que tudo indica, já esbarra na própria soberania nacional.

O programa nuclear brasileiro (e isso não é sabido pela maioria dos cidadãos) é de excelência ímpar, e já há muito tempo despertou o interesse de potências estrangeiras.

As ultracentrífugas para enriquecimento de urânio desenvolvidas no Brasil pelo programa conduzido pelo Vice-Almirante Othon são muito mais eficientes, em termos energéticos, do que as mais modernas centrífugas em utilização na Europa ou nos EUA.

Segundo o almirante Alan Arthou, diretor do Centro Tecnológico da Marinha, o Brasil foi o único país a desenvolver ultracentrífugas por levitação magnética, tecnologia que proporciona esse desempenho energético significativamente maior. Quem conhece efetivamente o ramo assegura que as centrífugas brasileiras só encontram concorrência naquelas desenvolvidas no Irã (o que, se confirmado, explicaria muita coisa que ocorreu nos últimos anos).

É de se ressaltar que, além do aspecto estratégico do tema e de sua evidente vinculação ao futuro da soberania nacional, o mercado do enriquecimento de urânio, segundo estimativas, movimenta cerca de 20 bilhões de dólares por ano. Além disso, sob a batuta do Vice-Almirante está sendo desenvolvido o primeiro submarino nacional movido a energia nuclear, fundamental se considerados os aparentemente intermináveis campos de petróleo do Pré-Sal localizados em mar aberto na costa brasileira.

Segundo a agência de notícias Defesanet, especializada em defesa, estratégia e inteligência e segurança, a prisão do Vice-Almirante Othon pode incentivar o ataque ao único projeto estratégico brasileiro que realmente eleva a nação a um patamar vários níveis acima. Nas entrelinhas: não seria o Vice-Almirante o alvo, e sim a Eletronuclear e toda a estratégia nuclear brasileira.

Abstraídos o prejuízo causado pelas ações da Lava Jato no desenvolvimento da infraestrutura nacional e seus efeitos negativos no próprio crescimento do PIB, e mais uma vez deixando claro que ninguém em sã consciência pode ser contrário ao combate à corrupção e respectiva penalização de seja lá quem for (almirante, político, bilionário, governador ou presidente), é necessária muito mais cautela na análise dos desdobramentos (e, especialmente, da motivação) das ações da Polícia Federal e das decisões do juiz Sérgio Moro.

É possível, em última análise, que não se trate apenas da corrupção, e que interesses geopolíticos, industriais e comerciais estejam atuando nos bastidores. É possível que o nosso futuro esteja sendo desconstruído sem que tenhamos consciência disso.
por: Ronaldo Del Dotore

A estranha história do Almirante Othon, que dedicou a vida à soberania do Brasil

O Vice-Almirante Othon Pinheiro da Silva, mandado prender hoje por Sérgio Moro, é o mais legítimo sucessor do também Almirante Álvaro Alberto, que pôs em risco a própria carreira para desenvolver o conhecimento brasileiro sobre a energia nuclear e sua aplicação prática.

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Othon – como fizera Alberto em 1953, quando conseguiu o apoio de Getúlio Vargas para que o Brasil importasse secretamente centrífugas para enriquecimento de urânio, bloqueadas pelos EUA à última hora – também recorreu a expedientes bem pouco ortodoxos para superar os boicotes, as dificuldades e a incredulidade e fazer o Brasil dominar o ciclo de enriquecimento do urânio.

Obter para o nosso país o domínio do ciclo da energia nuclear é semelhante ao que fez Prometeu fazendo o fogo deixar de ser privilégio dos deuses do Olimpo.
Desta história, porém, saltam situações muito estranhas.

Othon, hoje com 76 anos, já tocou projetos milionários e até bilionários: além do enriquecimento de combustível nuclear, o projeto brasileiro de submarino, construção de navios, obras de infra-estrutura e muitos outros.

Tem um currículo técnico e operacional invejável, que inclui pós-graduações em engenharia mecânica e nuclear no famosíssimo Massachusetts Institute of Technology, nos EUA.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Enfrentou, ao longo da carreira, indizíveis pressões norte-americanas contra a absorção de tecnologia nuclear por países de sua zona de influência e resguardou segredos pelos quais, com facilidade, alguém que estivesse disposto a lesar seu país poderia ter vendido por uma pequena fortuna.

Agora, o MP diz que Othon teria recebido R$ 4,5 milhões como vantagens por um contrato aditivo de R$ 1,24 bilhões para a construção de Angra 3. Ou 0,36% do valor.

A Folha publica que sua empresa de consultoria teria recebido, em sete anos, R$ 6,1 milhões.

Isso dá R$ 870 mil por ano.
De faturamento bruto, é menos do que está sendo proposto para a fixação de limite para a classificação como microempresa, segundo o Sebrae.

Muito menos do que alguém com a sua história profissional poderia ganhar com consultoria empresarial no mercado. Bem menos do que muitos oficiais militares e policiais, depois de aposentados, obtém com empresas de segurança privada.

Ninguém, militar ou civil, está imune a deslizes e se os praticaram devem ser punidos. Como todos devem ter a presunção de que são inocentes e o Almirante Othon sequer foi chamado a explicar os valores faturados por sua empresa de consultoria.

Esta história, construída a partir de um delator de fundilhos sujos que quer livrar sua pele dizendo o que lhe for mandado dizer não pode ser suficiente para enjaular um homem, muito menos um que tem uma extensa folha de serviços ao país.

As coisas na Operação Lava jato são assim, obscuras e unilaterais, com um juiz mandando prender como alguns militares mandavam prender na ditadura.

É indispensável que o país ouça, como o Dr. Moro não se interessou em ouvir, a versão do Almirante Othon sobre os fatos – se é que existiram – que a Polícia Federal e o MP dizem ter ocorrido.

E é estranho que se tenha escolhido justamente uma área tão sensível como a da energia nuclear para que o Dr. Moro detonasse suas bombas de fragmentação, que ferem e destroem honra e empresas nas áreas mais estratégicas para este pobre Brasil.
Por Fernando Brito/Tijolaço

Marinha dos EUA paga milhões de dólares para continuar utilizando o Windows XP

Talvez você já esteja ansioso esperando o lançamento oficial do Windows 10, que acontece no dia 29 de julho. A Marinha dos EUA, no entanto, acaba de pagar milhões à Microsoft para continuar utilizando o Windows XP.

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O Space and Naval Warfare Systems Command, que controla as comunicações e informações de rede da Marinha, fechou um contrato de 9,1 milhões de dólares no começo do mês para ter acesso a patches de segurança do Windows XP, Office 2003, Exchange 2003 e Windows Server 2003.

De acordo com o site de tecnologia Computerworld, a instituição começou a transição para se livrar do Windows XP em 2013, mas, até maio deste ano, o sistema ainda era executado em aproximadamente 100 mil estações de trabalho.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

“A Marinha se baseia em uma série de aplicações e programas que são dependentes dos produtos do legado do Windows”, disse ao site Steven Davis, porta-voz do Space and Naval Warfare Systems Command. ”

Até que esses programas e aplicações sejam modernizados ou eliminados, esta continuidade dos serviços é necessária para manter a eficácia operacional”.

Documentos não classificados da Marinha deixam claro que continuar utilizando o Windows XP sem o suporte da Microsoft seria muito arriscado.

“Sem esse apoio contínuo, as vulnerabilidades desses sistemas seriam descobertas, sem patches para proteger os sistemas”, diz o arquivo.

“A deterioração resultante fará com que a Marinha dos EUA fique mais suscetível à invasão… e poderia levar à perda de integridade dos dados”.

Ainda segundo o Computerworld, a Marinha dos EUA não está sozinha no apego ao Windows XP. Aproximadamente 10% dos PCs que acessam sites usando o serviço de relatório de tráfego StatCounter durante este mês estavam executando o Windows XP, dando-lhe uma quota de mercado acima apenas do OS X, da Apple.
Fonte: Computerworld

Avião Air France – Encontrados 41 corpos no acidente do Airbus

 
Primeiros corpos resgatados vão para o Recife nesta quarta-feira.
Destroços retirados por franceses não serão repassados a brasileiros.

O tenente-brigadeiro Ramon Cardoso afirmou, nesta terça-feira (9), que já foram resgatados 41 corpos de vítimas do acidente com o Airbus da Air France.

Os 16 primeiros corpos resgatados, que já estão em Fernando de Noronha, serão levados de helicóptero para o Recife na tarde de quarta-feira (10). Segundo Cardoso, 25 corpos estão embarcados na Fragata Bosísio, que deixa a área de buscas em direção a Fernando de Noronha.

O Airbus da Air France transportava 228 pessoas de 32 nacionalidades, entre passageiros e tripulantes. O voo, de número 447, deixou o Rio de Janeiro no dia 31 de maio às 19h30 (horário de Brasília) e fez o último contato de voz às 22h33. Às 22h48, o avião saiu da cobertura do radar de Fernando de Noronha.

As equipes de buscas vão continuar o trabalho durante a noite desta terça-feira, concentradas nas áreas em que foram localizados os corpos. “Todos os barcos que estão na área de buscas têm condições de guardar os corpos encontrados até a chegada de embarcações maiores”, afirmou Cardoso.

Aeronaves e navios franceses trabalham em conjunto com as embarcações brasileiras.

Veja a área onde ocorrem as buscas por destroços e corpos

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“Se o mar estiver forte ou se os ventos estiverem fortes, vão atrapalhar o trabalho de passar os corpos dos barcos para os helicópteros”, disse Cardoso. “São calculados cerca de 40 minutos de operação para que cada helicóptero efetue o resgate dos corpos. Eles têm capacidade para resgatar oito corpos de cada vez.”

Destroços
O oficial afirma que houve ajuda do governo americano apenas durante as buscas por possíveis sobreviventes, no início das operações. “Desconheço ajuda do governo americano”, disse. 

Segundo Cardoso, os destroços encontrados por navios franceses não precisam ser repassados aos militares brasileiros. O Escritório francês de Investigação e Análise (BEA), responsável pelas averiguações sobre a tragédia, vai receber e cuidar de todos os destroços.

Porém, no caso de vítimas, os navios franceses que encontrarem corpos vão enviá-los para perícia no Recife. De acordo com Cardoso, todos os corpos que foram avistados já foram recolhidos.

Na quarta-feira (10), as buscas entrarão na área de Dakar, porque as correntes podem ter levado corpos para a região. “Mas todas as áreas em que estamos fazendo as buscas estão dentro do planejado”, afirmou Cardoso.

 Segundo a Aeronáutica, dois investigadores franceses vão chegar ao país. Não há informações sobre o local onde vão ficar ou as atividades dos investigadores franceses no Brasil. “Se houver necessidade de algum apoio, nós poderemos fornecer. Para que eles não tenham que trazer determinados equipamentos, poderiam ser utilizados aqueles já disponíveis aqui”, afirmou.

Veja a nota oficial da Marinha e da Aeronáutica

 O Comando da Marinha e o Comando da Aeronáutica informam que até este momento um total de 41 corpos foi resgatado, sendo que 25 deles encontram-se embarcados na Fragata Bossio.

Os 16 primeiros corpos resgatados, que estão em Fernando de Noronha, serão transportados por uma aeronave Hércules C-130 para a Base Area de Recife nesta quarta-feira, 10 de junho, no período da tarde.

As ações de busca e resgate continuarão durante a noite de hoje, a exemplo do que tem ocorrido, e estarão concentradas nos pontos onde foram localizados os corpos.
O governo Francês solicitou o ingresso, em águas jurisdicionais brasileiras, de dois rebocadores de alto-mar contratados pela França: o Fairmount Expedition e o Fairmount Glacier, que levarão a bordo 40 toneladas de equipamentos para auxílio às buscas dos destroços. Além disso, o Submarino Nuclear Meraude, o Navio de Pesquisa Porquoi Ps e o Navio Anfíbio Mistral, estão seguindo para a área das buscas, em coordenação com o SALVAERO.

CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA MARINHA
CENTRO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL DA AERONÁUTICA

Fonte: Saiu no Jornal

Saiu na mídia – Submarinos franceses para a marinha brasileira

O Ministro da Defesa, Nelson Jobim discute compra de submarino por US$ 600 milhões, com o governo francês. As negociações incluem, ainda, trasnferência de tecnologia de propulsão nuclear para a Marinha Brasileira.Para o Ministro, o acordo tem o objetivo de acelerar o desenvolvimento do projeto do submarino nuclear brasileiro que vem sendo executado no Centro Experimental de Aramar, no interior de SP.

De Eliane Cantanhêde – Folha de São Paulo

O Brasil discute com a França a compra de submarino diesel-elétrico da classe Scorpène, por US$ 600 milhões, com pagamento em 20 anos e taxas européias, de 2,4% ao ano. A compra está condicionada a um pacote mais amplo que inclui a transferência de tecnologia de submarinos nucleares franceses para a Marinha brasileira.

O ministro da Defesa, Nelson Jobim, que está em Paris para encontros com o governo e com empresas de submarinos e de aviões da França, ressalvou ontem que “não se trata de uma viagem de compras”, mas de discussão de uma “aliança estratégica” entre os dois países.

A base das conversas, segundo ele, é a garantia de transferência de tecnologia -algo que os Estados Unidos não aceitam, mas a França mantém com países como a Índia e a China.

Opinião – Forças Armadas e segurança nacional.

É inconcebível, que os brasileiros, estejamos assistindo passivamente o desmonte, cientificamente executado, das forças armadas brasileiras. Iniciado no governo do sociólogo da entregação ─ aquele do “esqueçam o que escrevi ─ o cirúrgico procedimento continua, agora, sob as bênçãos coniventes e continuistas do apedeuta do planalto.

O “cumpanheiro”, ao transformar as verbas destinadas às forças armadas em migalhas, não entende que um país complexo como o Brasil, com dimensões continentais e senhor de reservas estratégicas, que vão da exuberante e exclusiva biodiversidade, às reservas monumentais de minerais estratégicos ─ alguns só existentes no Brasil e sem os quais o mundo tecnológico haveria de parar, como o nióbio¹ ─ não pode abdicar de forças armadas modernas e equipadas, adestradas e remuneradas, prontas para enfrentar os desafios que as grandes potências nos apresentarão. Em breve! Quem viver verá!

Alguns estudiosos das questões estratégicas no século XXI, já alertam que a Marinha Brasileira, à míngua como se encontra, estará extinta em 2025.

Recentemente em pronunciamento na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional do Senado Federal, o Brigadeiro Junite Saito, comandante da aeronáutica, informou que metade da frota dos aviões da Força Aérea Brasileira, se encontra no solo por falta de verbas para manutenção.

O Exército Brasileiro além de absoluta falta de condições de reaparelhamento e adequação às novas tecnologias, é obrigado por falta de verbas, a reduzir contingentes, diminuindo drasticamente a incorporação de recrutas.

O jornalista Carlos Chagas em artigo recente deixa no ar algumas interrogações:
“… De onde veio a determinação de se retirar da Aeronáutica o controle do tráfego aéreo? Ou, da Marinha, a garantia da navegação de cabotagem ou a preservação de pesquisas nucleares? Do Exército, solaparam a guarda da Amazônia, transferindo-a ao Ibama”.

Enquanto isso, no mundo dos inconseqüentes anestesiados pela mídia comprometida ─ ou não comprometida? ─ a turba só tem interesse pelas peraltices renanianas, pelo próximo “almocreve da estupidez gramatical bigbrodiana” ou por quem matou Odete, a Roitman.

¹O nióbio é um elemento químico, de símbolo Nb. O nome deriva da deusa grega Níobe, filha de Tântalo — que por sua vez deu nome a outro elemento da família 5B, o tântalo.
Foi descoberto em 1801 pelo inglês Charles Hatchett.
O nióbio apresenta numerosas aplicações.

  1. É usado em alguns aços inoxidáveis e em outras ligas de metais não ferrosos. Estas ligas devido a resistência são geralmente usadas para a fabricação de tubos transportadores de água e petróleo a longas distâncias.
  2. Usado em indústrias nucleares devido a sua baixa captura de neutrons termais.
  3. Usado em soldas elétricas.
  4. Devido a sua coloração é utilizado, geralmente na forma de liga metálica, para a produção de jóias como, por exemplo, os piercings.
  5. Quantidades apreciáveis de níóbio são utilizados em superligas para fabricação de componentes de motores de jatos , subconjuntos de foguetes , ou seja, equipamentos que necessitem altas resistências a combustão.
  6. Pesquisas avançadas com este metal foram utilizados no programa Gemini.
  7. Além disso, é um dos três elementos supercondutores que são do tipo II ( os outros são o vanádio e o tecnécio ), significando que continuam sendo supercondutores quando submetidos a elevados campos magnéticos.

O nióbio está sendo avaliado como uma alternativa ao tântalo para a utilização em capacitores. O nióbio se converte num supercondutor quando reduzido a temperaturas criogênicas. Na pressão atmosférica, tem a mais alta temperatura crítica entre os elementos supercondutores.