Elizabeth Barrett Browning – Poesia – Como te amo?

Como te amo? Elizabeth Barrett Browning Como te amo? Deixa-me contar de quantas maneiras. Amo-te até ao mais fundo, ao mais amplo e ao mais alto que a minha alma pode alcançar buscando, para além do visível dos limites do Ser e da Graça ideal. Amo-te até às mais ínfimas necessidades de todos os dias … Continued

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Shakespeare – Versos na tarde – 20/04/2017

Soneto I Shakespeare¹ Dentre os mais belos seres que desejamos enaltecer, Jamais venha a rosa da beleza a fenecer, Porém mais madura com o tempo desfaleça, Seu suave herdeiro ostentará a sua lembrança; Mas tu, contrito aos teus olhos claros, Alimenta a chama de tua luz com teu próprio alento, Atraindo a fome onde grassa … Continued

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John Keats – Versos na tarde – 11/04/2017

Ode sobre uma urna grega John Keats¹ Tradução: Augusto de Campos I Inviolada noiva de quietude e paz, Filha do tempo lento e da muda harmonia, Silvestre historiadora que em silêncio dás Uma lição floral mais doce que a poesia: Que lenda flor-franjada envolve tua imagem De homens ou divindades, para sempre errantes. Na Arcádia … Continued

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Elizabeth Barrett Browning – Versos na tarde – 25/08/2016

Como te amo II Elizabeth Barrett Browning ¹ Ama-me por amor do amor somente. Não digas: ” Amo-a pelo seu olhar, O seu sorriso, o modo de falar Honesto e brando. Amo-a porque se sente Minh’alma em comunhão constantemente Com a sua”. Por que pode mudar Isso tudo, em si mesmo, ao perpassar Do tempo, … Continued

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John Donne – Versos na tarde – 08/06/2015

Por quem os sinos dobram John Donne ¹ ELEGIA: INDO PARA O LEITO Vem, Dama, vem, que eu desafio a paz; Até que eu lute, em luta o corpo jaz. Como o inimigo diante do inimigo, Canso-me de esperar se nunca brigo. Solta esse cinto sideral que vela, Céu cintilante, uma área ainda mais bela. … Continued

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Shakespeare – Versos na tarde – 29/04/2015

Soneto XVIII Shakespeare¹ Se te comparo a um dia de verão És por certo mais belo e mais ameno O vento espalha as folhas pelo chão E o tempo do verão é bem pequeno. Ás vezes brilha o Sol em demasia Outras vezes desmaia com frieza; O que é belo declina num só dia, Na … Continued

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Shakespeare – Prosa na tarde – 12/04/2015

A Tempestade Shakespeare ¹ — (…)  “Pois o mesmo comigo vai se dar. Sendo ar, apenas, como és, revelas tanto sentimento por suas aflições; e eu, que me incluo entre os de sua espécie, e as dores sinto, como os prazeres, tão profundamente tal como qualquer deles, não podia me mostrar agora menos abalado. Muito … Continued

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Edmund Waller – Versos na tarde – 24/02/2015

Canção Edmund Waller ¹ Vai, rosa linda, a quem, sem dó de mim, protela o amor ainda, diz-lhe que te comparo a ela porque eu a julgo doce e bela. Diz-lhe em seguida, pois moça e avessa a ser olhada, que a flor nascida nalgum deserto em meio ao nada há de morrer sem ser … Continued

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