Maior torneio de robótica do país começa neste sábado em Brasília

Fase final do Torneio de Robótica deste ano, promovido pelo Sesi em Brasília, terá 77 equipes, com 750 estudantes O que pode ser feito para melhorar o tratamento dado aolixo e aos resíduos que produzimos? A busca de respostas para essa pergunta foi o que motivou milhares de estudantes, de 9 a 16 anos, a formarem equipes e se inscreverem no Torneio de Robótica First Lego League, promovido pelo Serviço Social da Indústria (Sesi).

Fase final do Torneio de Robótica deste ano, promovido pelo Sesi em Brasília, terá 77 equipes, com 750 estudantes

Sábado(19) começa a última fase da competição, que é nacional e receberá 77 equipes finalistas, com aproximadamente 750 estudantes. A disputa ocorrerá sábado e domingo, das 8h às 18h, na unidade do Sesi Taguatinga, no Distrito Federal, e é aberta ao público.

Os participantes do torneio apresentarão projetos de pesquisa e robôs feitos de Lego, com o objetivo de trazer propostas inovadoras de como lidar com o lixo. As equipes serão avaliadas, além do projeto de pesquisa e da criação dos robôs, quanto ao design, à programação e funcionalidade do protótipo.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Sobre o trabalho em equipe, Marcos Tadeu de Siqueira, diretor de Operações do Sesi, explica como os jovens serão avaliados. “A capacidade de trabalho em equipe é uma necessidade do mercado. A comunicação e a interação com as demais equipes e entre a própria equipe também são observadas pelos avaliadores. Essa comunicação tem que ocorrer de forma fluida, compreensiva e não pode haver nenhum tipo de comportamento agressivo. Além disso, a competição deve ocorrer de forma ética e o aprendizado, de forma divertida”, disse.

Segundo Siqueira, o ensino de robótica propicia aos jovens o aprendizado multidisciplinar de conteúdos como física, química, matemática e biologia. “A gente tem no Torneio de Robótica o ponto culminante de uma estratégia educacional do Sesi, que é despertar no jovem o interesse pela área de exatas, de engenharia, de tecnologia”, afirmou.

De acordo com o diretor, a metodologia da robótica está presente nas 531 escolas do Sesi. “A ‘gameficação’ na matemática facilita muito a vida. Temos uma experiência que se chama Sesi Matemática. São aulas de matemática com base em games, onde se aprende matemática jogando videogame. A gente nota o salto de qualidade no processo de aprendizagem, pois o aluno começa a entender a razão de ser daquilo”.

Para desenvolver seus robôs, os participantes usam, além de peças de Lego, vigas, tubos, canos e rodas. O material deve ser levado pelos próprios alunos. O Sesi disponibiliza apenas os “tapetes” ou “mesas de jogos” – locais apropriados para a exibição dos projetos -, e a alimentação dos estudantes.

Os robôs desenvolvidos pelos finalistas terão que cumprir 17 atividades diferentes, em um período de 2 minutos e meio.

Antes de chegar à final, os participantes passaram por seletivas regionais. Essas seleções contaram com a participação de mais de 4 mil competidores, de quase 500 escolas entre as do Sistema Sesi – que são particulares -, públicas e privadas de todo o Brasil.

Desde 2013, o Sesi é o organizador oficial do Torneio de Robótica, em parceria com a instituição americana First (For Inspiration and Recognition of Science and Technology) e o Grupo Lego Education (Dinamarca).

As 12 equipes vencedoras terão a oportunidade de participar de torneios internacionais na Austrália, nos Estados Unidos, na Espanha e nas Filipinas.

Finalistas

Matheus Queiroz, de 14 anos, é integrante de uma das equipes finalistas. Ele e mais sete alunos da escola Sesi Gama desenvolveram, em parceria com a Universidade de Brasília, um tijolo ecológico feito de resíduos da construção civil.

Os tijolos, chamados de Ecological Bricks, têm um sistema autotravante que dispensa o uso de cimento e argamassa na sua instalação. O produto pode ser desmontado e reutilizado.

Matheus conta que, em todo o país, 70% dos resíduos produzidos são provenientes da construção civil e que apenas 60% desse total são reaproveitados. “Só no Distrito Federal, são produzidos, por dia, mais de 1 tonelada e 900 mil quilos de resíduo”, informou o estudante.

Combate ao mosquito

O Sesi propôs este ano uma atividade extra, que não é obrigatória e não faz parte do torneio. Os estudantes foram incentivados a desenvolver projetos inovadores para o combate ao mosquito Aedes aegypti. Dos 77 finalistas da disputa, 30 se inscreveram e concorrerão a uma premiação separada.

Edições anteriores

Em 2013, seis alunos de uma escola do Sesi em Limeira (SP) participaram do Torneio de Robótica com o projeto +1. O protótipo consistia em um degrau extra, a ser instalado em ônibus, para facilitar a subida nos veículos.

A ideia surgiu para auxiliar pessoas idosas que, para alcançar o primeiro degrau dos ônibus tradicionais têm que subir 50 centímetros. Com o degrau auxiliar, a altura diminui para 25 centímetros.

Os jovens perceberam que além dos idosos, crianças e pessoas com mobilidade reduzida também são beneficiados. A ideia deu tão certo que já foi aplicada em alguns ônibus da cidade.

O projeto, com pedido de patente, consiste em um degrau que é acionado, junto com a abertura das portas, e se projeta para a frente. Quando o motorista fecha as portas, o dispositivo retrai o degrau para baixo do ônibus, evitando risco de acidentes.

UNICEF Brick: a embalagem de alimentos que se transforma em blocos para casas

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O UNICEF, órgão da Nações Unidas, pode ganhar um reforço nas ações de ajuda a populações atingidas por catástrofes naturais.

A criação dos designers do Psychic Factory chama-se UNICEF Brick e consiste em uma embalagem em forma de tijolo para fornecer água e alimentos não-perecíveis para vítimas de desastres naturais e que posteriormente pode ser usada como bloco para a construção de abrigos temporários para a população afetada.
A embalagem tem um formato inspirado nos brinquedos Lego, conhecidos pela facilidade com que são montados uns nos outros.
Segundo a proposta dos criadores, esses blocos ocos levariam comida e água dentro dos dois compartimentos, e seriam distribuídos em casos de emergência.
O artefato foi pensado para as situações de emergência, uma vez que durante desastres naturais, a alimentação é uma das primeiras prioridades, mas sempre acaba gerando uma imensa quantidade de resíduos.

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Agora, com a nova embalagem, evita-se a produção de lixo, já que os recipientes serão reutilizados como material de construção.
Depois de consumir os alimentos e beber a água, os moradores da localidade atingida poderiam juntar as peças, preenchê-las com terra ou areia, dando-lhe peso, e depois, começar a construção, empilhando-os da mesma forma que fazíamos com o lego quando crianças.

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A ideia é que mesmo depois da edificação dos abrigos temporários, os tijolos possam ser reutilizados também em outros lugares. Funcional, não?
O conceito ainda está em fase de testes, mas os criadores acreditam que ele poderá ser fabricado em breve.
Ecologia,Reciclagem,Arquitetura,Blog do Mesquita,UNICEF Brick 03Fonte: blog autossustentavel.com

Tópicos do dia – 27/09/2012

08:58:08
Museu recria história da humanidade com 1,5 milhão de peças lego.

Angelika Warmuth/Efe

Para construir os doze ambientes, que vão desde uma aldeia neandertal até uma estação espacial, passando pela Roma antiga, foram gastos cinco meses.

O museu arqueológico Helms, na cidade alemã de Hamburgo, recria a partir desta quarta-feira em uma exposição a história da humanidade com o uso de 1,5 milhão de peças lego.Na foto acima, a reprodução de um anfiteatro grego em formato de maquete de lego

A mostra, intitulada “Viagem pelo tempo de lego”, ilustra ao longo de 30 metros doze ambientes, que vão desde uma aldeia neandertal até uma estação espacial, passando pela Roma antiga, com seus moradores e gladiadores, todos feitos de lego.

Para construir os ambientes, que já puderam ser vistos anteriormente no Museu Neandertal de Mettmann, foram gastos cinco meses na montagem das peças.

A exposição, que sucede a bem-sucedida mostra sobre a Idade do Gelo, reproduz com detalhes cenários da história da humanidade. O visitante pode ver homens pré-históricos caçando um mamute, gladiadores lutando na areia e colonos americanos guiando seus rebanhos pelas planícies.

Entre as diversas maquetes, figuram paisagens como os Jardins Suspensos de Babilônia, a Grande Pirâmide de Gizé e a Grande Muralha chinesa, assim como modelos de navios vikings, castelos da Idade Média e naves espaciais.

A exposição é complementada com objetos originais da coleção do museu arqueológico, como um machado de pedra de um caçador de mamute, tabuletas cuneiformes de Mesopotâmia, cerâmica do Egito dos faraós e flechas de índios da América do Norte. A exposição fica em cartaz até 31 de janeiro de 2013.
Efe


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PC com CPU feita com peças de Lego

O gabinete de PC feito de LEGO H, é criação da empresa tailandesa Coobeoo Technology.

Assim como acontece com os outros objetos feitos com peças do conhecido brinquedo, a versão chamada de ELLO-Q, permite que o usuário personalize a frente do computador.

Na parte da frente o gabinete vem com duas entradas USB.

A belezura mede 45 cm de altura, 20 cm de largura e 41 cm de profundidade.


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