PT com a faca e o queijo na mão da PEC dos Gastos

Até que enfim chegou a vez do Renan. O Temer que se cuide. Hoje tem notícia que o ministro Padilha, cometeu crime de desmatamento.Renan Calheiros afastado do Senado

Esses escândalos não tem fim e o povo tem que continuar a se manifestar, até que limpemos a política desses safados.

Este é o extrato da política patrimonialista que tomou o Estado para si, desde sua fundação entre nós.

Oligarquias familiares que se encastelaram na política, nos cartórios, nas concessões de rádio, depois tv, que colocaram seus familiares em benefícios comissionados, leia-se apaniguados, e que jamais prestaram conta ao erário público e ao país.

Natural que a genética desta gente, por questão de sobrevivência, se disponha ir à guerra. E a batalha estará definitivamente perdida se do outro lado o despertar da cidadania não adormecer novamente.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

Saída de Renan faz PEC do Teto de Gastos cair no colo de petista Jorge Viana

Governistas querem blindar PEC do Teto de Gastos que vai a plenário no dia 13. Oposição quer adiar votação

O afastamento do presidente do Senado, Renan Calheiros, nesta segunda, caiu como bomba entre os senadores da Casa, que se dividiram sobre os desdobramentos da decisão do ministro do Supremo, Marco Aurélio de Mello. A partir desta terça, a Casa fica sob o comando do senador petista Jorge Viana, ex-governador do Acre, que era vice-presidente, o que animou os representantes da oposição ao Governo Temer.

Entre os governistas, porém, a ordem era dizer que tudo vai ficar como está, ou seja, respeitar o cronograma de votações, incluindo a polêmica PEC 55, antiga PEC 241, que prevê um teto de gastos públicos por até 20anos.

“Existe um calendário acertado com o presidente Renan, com líderes de partidos, e esse calendário será respeitado, iremos cumprir o acordado com os senadores e com o país”, disse aos jornalistas o senador Romero Jucá (PMDB-RR). A agenda do Senado prevê que a PEC 55 irá a votação dia 13 e promulgada no dia 15. O líder do PSDB no Senado, Paulo Bauer, foi ma mesma linha. “Não muda nada porque estamos aqui para trabalhar em favor do país. A PEC 55 já vai para segundo turno”, afirmou.

Senadores de oposição, por sua vez, viram na saída de Renan uma oportunidade de rechaçar o pesado ajuste fiscal do Governo Temer, que pode comprometer investimentos em setores importantes.

“Não dá para o Senado achar que não está acontecendo nada, seu presidente foi afastado. Nós achamos que essa decisão inviabiliza a votação da PEC”, disse senador Lindbergh Farias (PT-RJ). Segundo ele, a ideia é convencer o novo presidente, Jorge Viana, de que é impossível encaminhar o projeto dessa forma. “Não é um fato político qualquer. Houve uma bomba! Afastaram o presidente do Senado! Como fazer de conta que está tudo normal?”, questionou.

Viana, em todo caso, tem fama de conciliador na Casa, e é respeitado pelos aliados do Governo, tendo proximidade inclusive com Renan.  “Viana é íntegro e comprometido com o país, não haverá diferença”, afirmou Jucá a jornalistas em Brasília. Ele não vê risco de o novo presidente não vir a pautar as votações já agendadas. “Já temos um acordo com todos os assuntos combinados. A palavra do senador foi dada para a sociedade e isso será mantido”, completou Jucá.

Pelo sim pelo não, o presidente Michel Temer iria telefonar a Jorge Viana na mesma noite de segunda para aparar as arestas diante de mais um capítulo da crise política que não dá trégua ao seu Governo. A votação da PEC do Teto de Gastos é vista como primordial pela atual administracão para que a economia volte aos trilhos.

O senador petista mal chegava a Brasília e teve de digerir a novidade a seco. Só teve tempo de registrar uma nota lembrando que a Mesa diretora do Senado se reuniria nesta terça para ver as medidas adequadas que deveriam ser adotadas. “Acabei de chegar do Acre e, aqui em Brasília, fui surpreendido pela notícia da liminar do Supremo Tribunal Federal. Imediatamente me dirigi à casa do Presidente Renan.

A Presidência do Senado tornou pública uma nota, e nós vamos aguardar a notificação oficial. Amanhã teremos reunião da Mesa. Certamente, conversaremos para ver as medidas adequadas que devem ser adotadas”, diz a nota divulgada na noite desta segunda.
Afonso Benites/Carla Jimenes/ElPais

Tópicos do dia – 19/09/2012

10:27:35
Eleições 2012: PSDB decide atirar em Lula para acertar Haddad.

O PSDB decidiu usar acusações do operador do mensalão, Marcos Valério, envolvendo o ex-presidente Lula no maior escândalo de corrupção da História do País, para minar seu apadrinhado Fernando Haddad (PT), que disputa a prefeitura de São Paulo. Com rejeição em alta, o tucano José Serra teme não conseguir chegar ao segundo turno contra Celso Russomanno (PRB), que lidera as pesquisas com folga.

10:31:54
Senado: Jorge Viana e Alvaro Dias discutem o mensalão em plenário.

O senador Jorge Viana (PT-AC) defendeu nesta terça-feira (18) o ex-presidente Lula das acusações de que ele seria o “chefe e fiador” do mensalão. No plenário do Senado, ele discutiu com o senador Alvaro Dias (PSDB) e chegou a dizer que o partido oposicionista é o verdadeiro mentor do esquema de corrupção por ter comprado votos em 1998, em Minas Gerais – o que teria gerado o mensalão petista que hoje é julgado no Supremo Tribunal Federal (STF). “Todo e qualquer governo tem deslizes.

Só não estou de acordo com a satanização do PT e do presidente Lula. Entre a cópia mal feita que está sendo julgada hoje no Supremo, prefiro ficar com a original feita com mais competência pelo PSDB”, disse Viana. “O mensalão de Minas deu origem a esse esquema criminoso que está sendo julgado. Alunos mal aplicados do PT foram tentar repetir o modelo profissional do PSDB e do PFL”, completou. Em resposta, Álvaro Dias disse que o PT sabia do ocorrido em Minas Gerais e, ao invés de denunciar, apenas o repetiu. “Porque em 2005 o PT não denunciou isso que ocorreu em Minas Gerais? O PT tirou isso do armário em 2005 para confundir o povo brasileiro. Essa tese: nós somos sujos, mas outros se sujaram antes não honra quem a adota”, afirmou.
coluna Claudio Humberto

11:01:13
Internet: Criadora do ‘Diário de Classe’ é acusada de calúnia e difamação

A estudante catarinense Isadora Faber, de 13 anos, que virou celebridade por denunciar problemas de sua escola no Facebook, foi intimada a prestar depoimento nesta terça-feira, 18, após sua professora de português ter registrado boletim de ocorrência em que acusa a aluna de calúnia e difamação. A garota foi à 8.ª Delegacia de Polícia de Florianópolis acompanhada do pai.

“Estranhei, pois, para mim, o assunto já estava encerrado desde o início do mês quando ela me pediu desculpas. Eu aceitei e publiquei, está aqui até agora”, escreveu Isadora em sua página na rede social, o “Diário de Classe” www.facebook.com/diariodeclassesc, que já tem 255 mil “fãs”.
Estadão.com.br

11:28:46
Mensalão Tucano do Eduardo Azeredo

Futuro presidente do Supremo Tribunal Federal, o ministro Joaquim Barbosa já decidiu que não irá relatar o mensalão tucano, que nasceu no governo de Eduardo Azeredo; processo recomeçará do zero e será relatado por ministro a ser indicado pela presidente Dilma Rousseff para o lugar de Ayres Britto, que se aposenta em novembro; ou seja: ficará para as calendas.

12:08:32
Mensalões, mensalões e mensalões

Tem portadores de antolhos que acreditam que somente a gangue do Lula tá com a mão na botija. Veja que além de políticos começam a aparecer empreiteiras, que não somente a Delta. Aguarde quando a fila começar a andar em relação ao mensalão do PSDB e do DEM.
Aécio Neves, na lista do mensalão mineiro, aparece como receptor de R$ 110 mil pagos por Claudio Mourão, tesoureiro do ex-governador Eduardo Azeredo, para sua campanha.


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Eleições 2014: A Oposição segundo Arthur Virgílio

Oposição

Recentemente, o senador Aécio Neves proferiu discurso de densa repercussão.

Conceitual e ao mesmo tempo prático, abordou temas como a injusta concentração de recursos na União, em desfavor de Estados e Municípios.

Incessantemente aparteado, reafirmou sua habilidade política.

É forte nome para a disputa de 2014, junto com Alckmin, Serra, Perillo.

O PSDB será insensato se não realizar prévias, acolhendo para delas participarem os nomes dispostos ao cotejo democrático.

Não há sentido em escolha que passe ao largo da militância.

Poucos são menos sábios que milhares de cérebros e corações.

Lula, “vendeu” Dilma afrontando a legislação eleitoral.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Pelas primárias, teríamos obtido espaço legal e privilegiado para nossas propostas, transformando pré-candidatos em líderes que, depois, se uniriam em torno do vencedor para lhe dar peso político e votos.

A providência que se requer de um partido que venceu duas eleições presidenciais, mas perdeu as três últimas, é que se una com maturidade e vigor. Discurso afinado com a sociedade promove nomes e gera perspectiva de vitória; personalismos dão no contrário.

Os adversários não têm limites na luta para conservar o poder que garante “empregos” e oportunidades “empresariais” a tantos “companheiros”.

A autofagia é caminho curto para nova derrota, péssima para o PSDB e seus aliados, pior ainda para o País.

Nossa democracia prescinde de PRIs e “mexicanização”.

Choque de egos leva ao insucesso.

As lideranças se unem sincera e firmemente ou a luta perde o sentido e a perspectiva de poder se esvai.

Correr o país; debater com a sociedade, inclusive pelas mídias sociais; ser claro em matéria econômica; reformas; políticas sociais; meio ambiente; Amazônia; ciência e tecnologia.

Falar aos empresários, trabalhadores, jovens e mulheres.

No Congresso, oposição não episódica, dura que, entretanto, não boicote o País.

O senador Jorge Viana disse a Aécio ser ele o tipo de oposicionista que qualquer governo gostaria de ter.

O líder mineiro haverá de provar o contrário: oposição efetiva é aquela que nenhum governo gosta de enfrentar.

O destino do PSDB está em suas próprias mãos.

Honremos Covas e as conquistas do período Fernando Henrique.

O destino do País poderá cruzar-se com o nosso, se trocarmos o nanismo pela grandeza.

Arthur Virgílio é diplomata. Foi líder do PSDB no Senado
blog do Noblat