Blogs: Criador do Word Press Mat Mulleweg aponta o futuro da internet

Mat Mulleweg, o criador do Word Press
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Brasil responde por 20 milhões dos 200 milhões de visitantes mundiais do WordPress, diz Matt Mullenweg.
Rede de amigos vai definir rumos da internet, diz criador dos blogs WordPress.
Contatos ‘reais’ são filtros para excesso de informação, diz Matt Mullenweg.

Pergunte a Matt Mullenweg sobre o futuro da internet, e ele vai apontar para seus amigos da “vida real”. Segundo o norte-americano de 25 anos, criador da rede de blogs WordPress, a confiança que temos nos contatos que conhecemos pessoalmente vai servir para filtrar a overdose de informação distribuída pela rede.

Para o texano de Houston, o Brasil é um país “com energia”. Os brasileiros, segundo ele, são responsáveis por 20 milhões de visitas do total de 200 milhões que os blogs WordPress contabilizam mundialmente. Segundo dados da Associação Brasileira de Provedores de Internet (Abranet), o Brasil tem cerca de 1 milhão de blogs hospedados no WordPress.

[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]”Há 15 anos, o objetivo da internet era trazer informações, revelar o que não estava acessível”, lembra Matt. Hoje, porém, o desafio é organizar tudo isso, explicou o jovem empreendedor que criou o WordPress aos 19 anos, em parceria com Mike Little.

Overdose e criatividade

“Temos muita informação, as pessoas estão sobrecarregadas”, disse Matt, citando os milhões de posts novos e vídeos no YouTube que são publicados diariamente.

Com cada vez mais informação e dias cheios de compromissos, a tendência vai ser valorizar a rede de contatos – desde as pessoas que você segue no Twitter até os diversos recursos de integração e comunicação do Facebook.

“Os filtros são as pessoas que você conhece na vida real, e são filtros fantásticos”, disse Matt.

Ele valorizou dois elementos principais para o sucesso de serviços na internet: simplicidade e liberdade de criação. “O que eu adoro no Twitter é isso: ele é uma caixa e um botão. Assim como era o blogger em sua primeira versão”, comparou, lembrando que tanto o microblog quanto o serviço de blogs concorrente do WordPress foram criados pela mesma pessoa: Evan Williams.

Em seu notebook, que rodava a versão beta do Windows 7, Matt mostrou exemplos de sites que usam as ferramentas do WordPress para criar diferentes experiências na web. Ele citou sites de jornais norte-americanos, blogs pessoais e até a página do Ministério da Cultura do Brasil como bons exemplos de design e organização da informação.

Quando o WordPress foi lançado, em 2003, ele ainda não tinha muitos dos recursos que o tornaram popular hoje – como a personalização de temas e a incorporação prática de plugins. A plataforma ganhou diversas atualizações, representadas por codinomes “emprestados” de músicos de jazz, sendo a 2.8 (“Baker”) a mais recente – lançada em 10 de junho deste ano.

Navegadores e comunidade

Matt mostrou bom humor ao interagir com o público e falou sobre navegadores de internet para exemplificar as mudanças na rede. Ele perguntou quantas pessoas ali usavam o navegador Firefox. Praticamente todos na plateia levantaram a mão. Em seguida perguntou quantos utilizavam o Firefox sem complementos (add-ons): silêncio no auditório.

Ele então comparou brevemente o navegador da Mozilla com o Internet Explorer, da Microsoft. “O que o Internet Explorer está fazendo é incorporar as novidades do Firefox. Eles podem copiar os recursos, mas não podem copiar a comunidade”, disse, em referência aos complementos e plugins criados pelos desenvolvedores para o Firefox.

Matt respondeu a perguntas dos participantes sobre os próximos passos do WordPress e não escapou de críticas sobre a ferramenta. Ele reconheceu, por exemplo, que o sistema de buscas ainda é “terrível” – termo usado por um dos participantes.

Real e virtual

Matt conta que abandonou os estudos quando percebeu que seu interesse maior estava nos blogs e na tecnologia. Mudou-se de Houston (Texas) para San Francisco (Califórnia) e entrou em contato com o “novo mundo”.

“Eu não ia visitar os locais turísticos, eu ia visitar o Yahoo”, comparou. “Ia para um café e havia 20 pessoas discutindo blogs e programação. Talvez em toda a Houston você não encontrasse 20 pessoas falando sobre isso”, brincou.

No início do WordPress não havia usuários, e Matt transformou seus amigos em “beta testers” para entender como a ferramenta poderia evoluir. Isso foi uma boa maneira de desenvolver a plataforma e torná-la maleável o suficiente para que as pessoas pudessem criar e adaptar o sistema a suas necessidades.

Foi adaptando e perseguindo seus interesses, afinal, que o jovem criou o WordPress e a empresa Automattic. Matt, que foi considerado uma das 50 pessoas mais importantes da internet em 2007 pela revista “PC World”, nunca foi um programador. Ele estudava Ciências Políticas na Universidade de Houston e começou a desvendar os códigos da plataforma “b2” (que deu origem ao WordPress) para resolver questões de uma de suas paixões: a tipografia.
G1

Virus: Saiba como funcionam os sites maliciosos que atacam seu PC

Tela de login de configuração de um kit de ataque para infectar PCs pela web. (Foto: Reprodução/Kaspersky Lab)

A empresa de segurança Blue Coat identificou um aumento de 240% no número de sites maliciosos. Números como esse são bastante difíceis de coletar e confirmar, mas a percepção geral não está errada: o meio mais comum de ataque hoje tem como base as páginas de internet que foram criadas ou modificadas para a finalidade de infectar seu PC. Veja como isso funciona – e o que fazer para se proteger – na coluna de hoje.

Quando você visita uma página de internet que vai atacar o seu PC, o navegador de internet baixa um código como parte da página. A diferença desse código em relação ao resto é que ele não está ali para criar um elemento da na página – como um conteúdo ou um menu. Em vez disso, o código vai tentar causar propositalmente um erro, colocando o navegador em um estado que vai permitir a instalação de um vírus.ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Erros que permitem esse tipo de comportamento são chamados de “falhas de segurança”. Isso porque, no funcionamento normal do navegador, a única forma de uma página de internet infectar o PC seria por meio de um download devidamente autorizado e executado pelo internauta. Os sites maliciosos tentam usar diversas falhas diferentes para que a instalação ocorra sem qualquer aviso.

Além do próprio navegador, os códigos maliciosos são instruídos a usar falhas dos “plug-ins”. Um plug-in é um software adicional que funciona como parte da sua experiência de navegação da internet. O navegador confia no plug-in e carrega, muitas vezes de forma automática, os conteúdos que requerem o plug-in. Exemplos de plug-in são o Adobe Flash, o Java e os leitores de PDF, como o FoxIt e o Adobe Reader.

Para o criminoso, atacar os plug-ins é interessante porque eles são usados por todos os navegadores. Com isso, o navegador em uso torna-se algo secundário.

Esses ataques são realizados de forma muito simples por parte do criminoso. Existem os chamados “exploit kits” que trazem um pacote inteiro de códigos para explorar falhas de segurança. Os kits ainda fornecem estatísticas, informando quantos internautas acessaram as páginas infectadas, quantos foram infectados com sucesso e qual a falha que mais foi usada com sucesso.

Onde estão as páginas infectadas
O kit normalmente não é acessado diretamente. O criminoso faz uma pequena alteração em outras páginas para fazer com que elas carreguem os códigos maliciosos. Isso pode ser feito inclusive em sites legítimos, que você acessa todos os dias. Os golpistas tiram proveito de falhas na programação do site para alterá-lo e infectar os futuros visitantes.

Em alguns casos, essa modificação é feita em anúncios publicitários. O site do jornal “New York Times” está na lista dos que já veicularam uma propaganda infectada.

Outra fraude comum é a criação de páginas novas com conteúdos muito populares em sites de busca. O objetivo é conseguir, em alguns casos, colocar essa página maliciosa entre os primeiros resultados da pesquisa. Quem clicar poderá ser infectado.

Por esse motivo, não existe um conteúdo específico que traz as infecções ao PC. Não importa se um site divulga letras de músicas, notícias ou imagens pornográficas – qualquer um pode estar infectado.

Página de estatísticas do kit de ataque Black Hole. (Foto: Reprodução/Kaspersky Lab)

Como se proteger
O mais importante para se proteger desses ataques é manter o navegador de internet e os plug-ins atualizados. Com isso, as falhas de segurança que as páginas maliciosas tentam explorar são corrigidas, e o código não conseguirá infectar o computador.

Java vem configurado para verificar atualização só uma vez por mês. PC pode ficar vulnerável. (Foto: Reprodução)

Navegadores: os navegadores de internet têm uma configuração de atualização automática própria. O Internet Explorer é atualizado pelo “Atualizações Automáticas” do Windows, configurável no Painel de Controle.
Java: A atualização automática do Java pode ser configurada no Painel de Controle. Por padrão, o Java só verifica atualizações mensalmente. O ideal é que a verificação seja diária (Flash, Windows e os navegadores fazem a verificação diariamente). A maioria dos sites de internet não usa o Java dentro pelo navegador. Veja ainda como desativar o Java e por que desativar o Java.
PDF: Para arquivos em PDF, o Acrobat Reader X (versão 10) realiza atualizações automáticas e tem outros novos recursos de segurança. Se você ainda tem a versão do Reader 9, faça o download do Reader X. É gratuito.
Flash: o Adobe Flash é atualizado automaticamente somente ao reiniciar o computador. Preste muita atenção em uma janela do Flash que aparecer logo após fazer log-in no seu PC. Faça o download da versão mais nova do Flash, se estiver na dúvida.
A coluna observa que o navegador Chrome, do Google, se atualiza automaticamente – não é preciso autorizar nem configurar nada. Ele também atualiza o Flash, usa um leitor de PDF próprio e só executa Java após confirmação do usuário. Essas medidas do Chrome foram tomadas exatamente devido aos ataques que envolvem esses plug-ins. Por esses e outros motivos, o Chrome é o navegador recomendado pelo governo da Alemanha e o mais fácil de ser mantido seguro.

Qualquer navegador pode ser usado de forma segura, porém. Basta ficar atento às atualizações de segurança e instalá-las o quanto antes. O Firefox, em especial, possui uma série de extensões que também pode deixar sua navegação mais segura. Exemplos são o Web of Trust e o NoScript.
Altieres Rohr/G1 

Chrome supera o Internet Explorer como o navegador mais usado no Brasil

Navegador do Google teve quase 40% de participação em novembro e destronou o Internet Explorer, segundo a StatCounter. 

O browser do Google, o Chrome, se tornou o programa mais usado para navegar na internet no Brasil, desbancando o longo reinado do Internet Explorer da Microsoft, de acordo com os dados da empresa de análise de dados StatCounter.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]A empresa divulgou nesta quinta-feira, 1º, que mundialmente o Chrome se tornou o segundo browser mais usado e ultrapassou o Firefox pela primeira vez.

Em novembro, o Chrome foi usado em 39,81% dos acessos registrados pela empresa no Brasil, enquanto o IE foi usado em 34,43% deles, somando todas as suas versões.

O Firefox, da fundação Mozilla, teve uma pequena recuperação na queda de uso que vem sofrendo no Brasil desde fevereiro de 2010 quando atingia 34,7% do mercado.

Em novembro ele foi usado em 23,83% dos acessos, um aumento de quase 1% em relação a outubro.

Comparando com os dados novembro de 2010, o IE teve uma queda de 23,3%, enquanto o Chrome teve um aumento de 48,7%. O Firefox, até então o maior concorrente do Chrome, teve uma queda menor, porém contínua, embora mostre uma leve recuperação no último mês.

O Safari, da Apple, teve participação de 1,9% em novembro e o Opera 0,5%.

A chegada do Chrome à primeira posição no Brasil coincide com uma recente campanha de televisão que o Google fez para promover o seu navegador, veiculada na TV aberta desde setembro. Nesse período o Chrome ganhou quase 10 pontos porcentuais de participação no País.

Não é a primeira vez que o Chrome se torna o navegador mais popular de um país.

Além do Brasil, ele é o mais usado em outros 28 países entre os 228 analisados pelo StatCounter, incluindo os vizinhos Argentina, Paraguai, Uruguai, Colômbia e Venezuela, além do Chile.

O Chrome também é o mais popular na Índia e no Paquistão. O primeiro país em que ele conquistou a primeira posição foi a Albânia, em setembro de 2010.

Entre as regiões analisadas pelo StatCounter (África, América do Norte, América do Sul, Antártica, Ásia, Europa, Oceania), a América do Sul é a única em que o Chrome é o navegador mais usado.

Mundialmente, o Chrome é o segundo navegador mais popular, atrás do IE e pouco acima do Firefox.

O navegador da Microsoft segue líder com seus 40,6% (ante 48,1% de um ano atrás). O Chrome tem 25,7% (ante 13,3%); o Firefox tem 25,2% (ante 31,1%); enquanto Safari fica 5,9% e o Opera com 1,8%.

Desde que foi lançado em setembro de 2008, o Chrome teve um rápido crescimento no Brasil.

No mesmo período, o uso do Internet Explorer caiu de 71,28% (em outubro de 2008) para os atuais 34,43%.

Filipe Serrano/O Estado de S.Paulo

Internet Explorer 10

Microsoft apresenta prévia do Internet Explorer 10
Executivo mostrou navegador em evento nos EUA.
Internet Explorer 9 foi lançado em março deste ano.

Semanas após lançar o Internet Explorer 9, a Microsoft apresentou durante evento em Las Vegas (EUA), uma prévia da versão 10 do navegador, que já pode ser testada pelo site da Microsoft.

O site Engadget publicou um vídeo de demonstração do IE10.

O vice-presidente do Internet Explorer, Dean Hachamovitch, mostrou a nova versão do navegador durante evento para desenvolvedores.

Conforme o site CNET, o IE10 suporta imagens de fundo com gradiente e boxes flexíveis em CSS3 (Cascade Style Sheet ou folhas de estilo).

Hachamovitch afirmou que novo ciclo de atualizações do IE10 será de 12 semanas, ao contrário do Internet Explorer 9, que é de oito semanas.

A Microsoft vem sendo criticada por ter uma atualização mais lenta que os seus concorrentes.
G1


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Como evitar o furto da senha de seu cartão de crédito

Clonagem tradicional do cartão de crédito tem perdido espaço para o furto da senha e de dados pessoais em sites de comércio eletrônico e e-mails.
Marcela Ayres, de Exame.com

Clonagem tradicional do cartão de crédito tem perdido espaço para o furto da senha e de dados pessoais em sites de comércio eletrônico e e-mails - Getty Imagens

Se um bom desconto é chamariz para qualquer venda, o produto parece ainda mais atrativo quando chega com toda comodidade na casa do consumidor.

Contando com esse apelo, quadrilhas anunciam itens a preço de banana na internet, tornando as ofertas irresistivelmente acessíveis. De equipamentos eletrônicos a passagens aéreas, verdadeiros negócios da China multiplicam-se nos buscadores e propagandas virtuais. O que o comprador não sabe é que pode terminar com o carrinho de compras vazio e um rombo na conta bancária.

Ao submeter os dados do seu cartão de crédito em um site falso, ele terá as informações copiadas e usadas indiscriminadamente por um fraudador. Afinal, de posse do número, data de validade e código de segurança do cartão, é possível fazer compras no nome de qualquer pessoa.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

A sofisticação das técnicas empregadas pelos criminosos virtuais é a outra face da diversificação do comércio eletrônico. Estudo realizado pela CyberSource Corporation estima que só na América do Norte o prejuízo causado pelas fraudes em transações online ficou entre 3 bilhões e 4 bilhões de dólares em 2009, ou 1,2% da receita gerada por e-commerce nos Estados Unidos e Canadá.

Não há dados disponíveis no Brasil, mas os desvios de contas bancárias apurados pela Polícia Federal fornecem um bom retrato da situação. Das 26 operações conduzidas de 2001 até o ano passado, apenas seis tratavam da clonagem física de cartões. O restante envolvia fraudes cibernéticas.

Para a Associação Brasileira de Cartão de Crédito e Serviços (Abecs) a popularidade desse tipo de golpe também se apoia na impossibilidade de clonar os chips que foram introduzidos nos cartões de crédito e débito ao longo dos últimos anos. Hoje, mais de 60% das transações no Brasil são feitas com o dispositivo e praticamente todos os terminais estão preparados para ler esse tipo de cartão.

“As antigas tarjas magnéticas não deixaram de existir, até porque nem todos os países estão envolvidos na migração para essa tecnologia e os cartões internacionais ficariam inutilizáveis. Mas se um cartão chipado for copiado no Brasil, a compra não será efetuada”, afirma Henrique Takaki, coordenador do comitê de segurança da Abecs.

Em um cenário de maior segurança para os negócios presenciais, o anonimato e vastidão da internet forjam o ambiente propício para o aumento dos golpes virtuais.

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Twitter: como eliminar vírus limpando o cache do navegador

Se você clicou em um link e seu Twitter enviou uma mensagem sozinho, troque a sua senha. (Foto: Reprodução)

Trocar senha e limpar cache de navegador elimina ‘vírus do Twitter’.
Links usavam notícias falsas e tiveram mais de 150 mil cliques.
Praga usa falha no Twitter e não atinge o PC da vítima.
Se você clicou em um link e seu Twitter enviou uma mensagem sozinho, troque a sua senha.

Os vírus que se espalharam no Twitter na segunda-feira  e na terça-feira (7) usando uma notícia falsa da morte do vocalista da banda Restart Pe Lanza e uma promessa de fotos da Sabrina Sato nua comprometem apenas a conta do Twitter. Como o sistema do computador não é alterado, basta trocar a senha da conta e limpar o cache do navegador web para resolver o problema.

As mensagens, publicadas automaticamente na conta dos usuários afetados, falam sobre a apresentadora de TV e o membro da banda. Uma delas é: “#octanefx como Sabrina Sato tem coragem de sair pelada assim?”.

A brecha usada pelos códigos maliciosos já foi corrigida. O problema estava na página de pesquisa de recursos para programadores de aplicativos do Twitter. No entanto, os vírus coletavam a informação de autenticação da vítima ao site (cookie). Como não é possível saber se esses dados foram armazenados permanentemente ou não, trocar a senha e limpar o cache do navegador é recomendado.

Para trocar a senha no Twitter

Faça login no Twitter. Clique em Settings e então na aba Password. Insira sua senha atual e depois digite duas vezes a senha nova.

Para limpar o cache do navegador web

O cache é um depósito de informações que o navegador acessou e deixou no computador. Alguns antivírus colocaram o código malicioso do vírus em sua base de dados, o que significa que o arquivo malicioso pode ser detectado nas pastas de cache do navegador.

Para garantir que isso não aconteça e eliminar todos os arquivos envolvidos com o ataque, basta seguir esses passos, dependendo do seu navegador.

Depois de limpar o cache e os cookies, talvez você tenha de refazer o login em sites que você pediu para ser “lembrado”.

Internet Explorer

Clique em Ferramentas e, então, em Opções da Internet. Na parte da janela com o título Histórico de navegação (no centro da aba Geral), clique em Excluir. Deixe marcadas as opções Arquivos de Internet Temporários e Cookies. Em seguida, clique em Excluir.

Limpeza de cache no Internet Explorer. (Foto: Reprodução)

Mozilla Firefox

Limpeza de cache no Mozilla Firefox. (Foto: Reprodução)


Clique em Ferramentas e escolha a opção Limpar histórico recente. Na janela que segue, marque pelo menos as opções Cache e Cookies. Certifique-se de que Tudo está selecionado na parte superior da janela. Clique em Limpar agora.

Google Chrome

Clique no ícone de uma chave (“ferramenta”) presente no canto superior direito. Um menu vai aparecer. Selecione Opções. Na aba Configurações avançadas, clique no botão Limpar dados de navegação. Na janela que segue, marque pelo menos as opções Limpar dados de navegação, Esvaziar o cache e Excluir cookies e outros dados de site. Em Apagar dados deste período, marque Tudo. Clique em Limpar dados de navegação.

Você também pode utilizar o programa CCleaner para limpar o cache de todos os navegadores.

‘Vírus’ atacou utilizando links falsos

No Twitter, Pe Lanza, da banda Restart, publicou mensagem sobre o caso. (Foto: Reprodução)

No Twitter, Pe Lanza, da banda Restart, publicou mensagem sobre o caso.

Um link contaminado com a falsa notícia de que o integrante da banda Restart Pe Lanza teria sofrido um acidente trágico foi espalhado pelo Twitter na segunda-feira (6). Outro link que chamava para fotos da Sabrina Sato nua também foi disseminado com o vírus.

Até o final da tarde de ontem, o Twitter não tinha conhecimento sobre o vírus. Após avisados, os desenvolvedores do microblog confirmaram que se tratava de um link contaminado.

O vírus se trata de uma brecha do tipo Cross-site Scripting (XSS), na busca do Twitter, que permite que o link injete código na página, tomando o controle do Twitter do usuário. O vírus não infecta o computador, mas rouba o cookie de autenticação para que o site malicioso poste com a conta da vítima.

Após a notícia seguida com o link com vírus ter sido disseminado pelo Twitter, os usuários do microblog, que logo ficaram sabendo sobre o link contaminado, espalharam a informação para o resto dos internautas.

O vírus foi criado por um estudante de programação do Rio de Janeiro em um fórum de discussão da comunidade Orkut Exploits, da rede social do Google. Mais tarde, o estudante pediu desculpas, dizendo que não tinha a inteção de prejudicar ninguém.

A falha foi descoberta pelo estudente por meio do site XSSED, que é especializado em publicar falhas de XSS. Como muitas empresas afirmam que esse tipo de falha não é séria, o site se destina a mostrar como não é verdade. Segundo os desenvolvedores do Twitter, uma equipe completa trabalhou em cima do vírus para eliminá-lo. A rede social anunciou que, no final da noite desta segunda-feira (6), a falha já estava resolvida.

No início da noite da segunda-feira, Pe Lanza se manifestou sobre a notícia na sua conta no microblog.

A notícia acende a polêmica em torno dos links encurtados que são publicados no Twitter. Como eles não mostram de onde o link está vindo, isso acaba sendo uma fácil armadilha para espalhar vírus pelo microblog.

Em junho deste ano, o Twitter anunciou que estava estudando formas de oferecer um encurtamento de URLs automático aos usuários do serviço de microblogs para evitar ataques maliciosos e outros tipos de golpes.

A falha foi corrigida e as contas dos responsáveis pelos vírus foram suspensas pela equipe do Twitter.

Altieres Rohr/Especial para o G1

Vírus que rouba dados bancários se espalha

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Um vírus que rouba dados bancários chegou à versão mais perigosa e está se espalhando rapidamente.

Se trata do Zeus, um vírus do tipo cavalo-de-troia, que se espalhou em uma proporção de um em cada três mil computadores do total de cinco milhões e meio monitorados pela empresa de segurança na internet Trusteer.

Atualmente em sua versão 1.6, o Zeus pode se propagar através dos navegadores Internet Explorer e Firefox, roubando informações após o usuário registrar senhas no navegador referentes a uma lista específica de sites de bancos e instituições financeiras.

Se você é usuário do Firefox, fique atento.

De acordo com a empresa, o navegador é alvo de crimes pela internet pelo fato de que o vírus consegue se propagar com maior facilidade e rapidez.

Os dados capturados durante o ataque são enviados a um servidor remoto e, em seguida, vendidos a terceiros.

No mês passado foi localizado e desativado um desses servidores no Cazaquistão, que possuía diversas ameaças à internet, inclusive o Zeus.

Fonte: Olhar Digital

Internet Explorer perde terreno para a concorrência

Deitada por longo tempo no berço esplêndido da falta de concorrência, a Microsoft se vê agora às voltas com ameaças reais.

O antes onipresente Internet Explorer sofre o assédio de outros navegadores, junto aos usuários, que não estão mais dispostos a suportar a mesmice do navegador da empresa de Richemond.

Rivais crescem e ameaçam Internet Explorer

Nunca os adversários do Internet Explorer tiveram uma fatia tão grande do mercado de navegadores -um terço- desde que o software conseguiu a hegemonia, em 2002.

Hoje, o Explorer conta com 67,55% do mercado, de acordo com a Net Applications. É muito, mas a fatia da Microsoft só caiu desde janeiro do ano passado (75,74%), enquanto as dos maiores concorrentes praticamente só cresceram.

Navegador social baseado no Firefox está na versão 2.0; baixe no site www.flock.com
O Firefox, da Fundação Mozilla, tinha 16,98% há um ano. Hoje tem 21,53%. O Safari, da Apple, tinha 5,82%. Hoje tem 8,29%. E existe um concorrente que, apesar de ter apenas 1,12% do mercado, não pode ser ignorado: o Chrome, que não tem nem um ano e é patrocinado pelo Google.

Para deter os competidores, a Microsoft conta com o Internet Explorer 8, a ser lançado neste ano. “O IE vai voltar a crescer. Ele é o mais seguro e com melhor performance. Não falo de ser o mais rápido para ler uma página, mas para realizar toda uma tarefa, como chegar ao resultado de um jogo”, diz Osvaldo Barbosa de Oliveira, diretor-geral para mercado de consumo e on-line da Microsoft Brasil.

Barbosa também elogia a competição, “boa para o usuário, pois incentiva a inovação”.

Mark Surman, diretor-executivo da Fundação Mozilla, concorda: “Não há dúvidas de que a competição no campo dos browsers é boa.”

Surnam até elogia o Chrome, por ser de código aberto. “Quanto mais atores incentivando essa agenda, melhor para a web.”

Já o diretor de comunicação do Google Brasil, Felix Ximenes, diz que a competição não é importante à empresa, apesar de “ser lógico que exista”. “Tanto é que continuamos apoiando financeiramente a Fundação Mozilla”, diz. “Nós observamos que as pessoas usam mais de um navegador”, e foi nesse contexto que o Chrome foi desenvolvido. Segundo Ximenes, o software contempla recursos que faltavam em outros produtos. “Não é só um navegador. É uma plataforma para uma nova geração de aplicativos on-line.”

da Folha de S.Paulo – Gustavo Villas Boas

Internet. Cuidado! Surgem os vírus do natal

A cambada de malfeitores virtuais, todo ano nesta época, sai em campo para “pegar” os incautos.

Vírus de Natal

“Entediado? Quer ganhar um bocado de dinheiro antes do Natal mas não tem os programas certos? Temos a solução para seus problemas: nosso kit de malware vai trazer de volta o espírito de Natal e é o presente perfeito para seus amigos, em versões profissional, padrão e básica.”

A mensagem acima anuncia a venda na web de um software do mal para roubar usuários desprotegidos nesta época natalina, um prato cheio para crackers de plantão. Todo cuidado é pouco com os dados pessoais no computador e as compras online nestes meses de novembro e dezembro (na verdade, no ano inteiro, mas especialmente nesta época).

O kit em questão oferece possibilidades de invadir navegadores web (Internet Explorer, Firefox e Opera), o programa de planilhas Excel e o leitor de PDFs Adobe Reader, entre outras coisas. O alerta vem deste artigo, em inglês.

do blog Segurança Digital

Google lança navegador para brigar com o Internet Explorer da Microsoft

A turma do Google não dorme na fama. Acredita que “inovar sempre” é fundamental para a sobrevivência.

Da Folha de São Paulo

O Google anunciou nesta segunda-feira (1º) o lançamento do seu navegador de internet, chamado Google Chrome. O programa estará disponível em versão beta a partir de terça-feira (2), em mais de cem países.

A empresa promete lançar um programa “moderno” e “simples”. “Como a página homepage do Google, Google Chrome é limpo e leve”, afirma um post no blog oficial da empresa.

Clique na imagem para ampliar
O Google também diz que o software, que terá código aberto, “roda melhor os complexos aplicativos de internet”. Por enquanto, o programa estará disponível apenas para Windows. No futuro, devem existir versões para Mac e Linux.

Até agora, o Internet Explorer, da Microsoft, é o mais utilizado para acesso à internet. Em julho, o programa foi utilizado para 90,7% dos acessos à rede no Brasil –queda de 2,5% em relação a janeiro. O Firefox, da Fundação Mozilla, teve 8,2% dos acessos, uma alta de 34% em relação ao primeiro mês do ano. Outros navegadores tiveram em julho 1,03% dos acessos.

No âmbito mundial, a participação do navegador da Fundação Mozilla é maior. As várias versões do Firefox representam 18,41% do mercado mundial de navegadores, segundo a NetApplications. Mas o Internet Explorer ainda domina o mercado, com 73,75%.