IBM cria processador quântico, e você pode testá-lo

Cientistas da divisão de pesquisa da IBM criaram um processador quântico e habilitaram uma plataforma para que qualquer pessoa possa testá-lo.

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Embora ainda falte algum tempo para que a computação quântica transforme os atuais computadores em coisa do passado, trata-se de um grande passo no sentido de torná-la realidade.

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Ocorre com os computadores quânticos o mesmo que com o grafeno: mais promessa do que realidade. Utilizando-se de alguns dos estranhos fenômenos da física quântica, essa tecnologia promete deixar para trás as limitações das máquinas atuais, a começar pela revogação da Lei de Moore.

Numa certa medida, os computadores de hoje em dia se apoiam na física clássica, de Isaac Newton. Os do futuro irão usufruir a mecânica quântica, o comportamento da matéria no nível subatômico, para ser diabolicamente velozes, versáteis, potentes e seguros.

Milhares de cientistas do mundo inteiro estão de olho nesse futuro, assim como as grandes empresas de tecnologia e até mesmo os serviços de segurança de países como os EUA. Uma dessas empresas é a IBM, que tem uma bagagem histórico nada desprezível em termos de informática.

Pesquisadores de seu recém-criado Research Frontiers Institute desenvolveram um processador quântico. Não é o primeiro do gênero, mas é a primeira vez que quase qualquer pessoa poderá testá-lo.

Se os bits são a base dos computadores convencionais, os qubits serão a dos equipamentos quânticos. Embora possam ter dois estados diferentes (como os zeros e os uns da tecnologia digital), os qubits podem ter os dois estados ao mesmo tempo, naquilo que é conhecido como uma superposição.

Por isso, eles são totalmente diferentes dos bits, tanto no que se refere à informação armazenada quanto na forma com que ela é trabalhada.

Os primeiros computadores quânticos levarão uma década para chegar, mas serão 100 milhões de vezes mais velozes

O processador quântico apresentado pela IBM é composto por cinco desses qubits, o que constitui um recorde para a empresa. Os teóricos sugerem que, para que os computadores quânticos se tornem realidade, será necessário que disponham de uma quantidade bem maior de qubits.

Na IBM, acredita-se que, dentro de dez anos, será possível a existência de máquinas com 50 ou até 100 qubits. Nesse caso, um desses equipamentos será até 100 milhões de vezes mais veloz do que os atuais. E a velocidade não é a maior vantagem da computação quântica.

“Os computadores quânticos são bem diferentes dos de hoje em dia, não só no seu formato e no material com que são construídos, mas, mais importante, naquilo que serão capazes de fazer”, afirma, em uma nota, o diretor da IBM Research, Arvind Krishna.

“A computação quântica está se tornando realidade, e levará a informática muito além do que se pode imaginar com a tecnologia atual”.

A segunda boa notícia é que a IBM abriu a sua plataforma para especialistas e pesquisadores do mundo inteiro para que possam trabalhar com o processador quântico. À medida que forem acumulando qubits, os cientistas poderão fazer testes com esse novo hardware.

Além de testar diferentes configurações do processador, será formada, assim, uma comunidade de compartilhamento de conhecimentos sobre a computação quântica.

“Este momento representa o nascimento da informática na nuvem quântica. Permitindo acesso aos sistemas quânticos experimentais, a IBM facilitará que os cientistas acelerem as inovações no cenário quântico e ajudará na descoberta de novos usos para essa tecnologia”, avalia Krishna.
Miguel Angel Criado/ElPaís

Offshores escondem milhões de multinacionais norte-americanas

As 50 maiores empresas dos EUA terão enviado cerca de 1,4 biliões de dólares (1,2 biliões de euros) para paraísos fiscais entre 2008 e 2014.

Offshores escondem milhões de multinacionais norte-americanas

O montante, superior ao Produto Interno Bruto de Espanha, México e Austrália, foi colocado a salvo de tributação através de uma rede secreta de cerca de 1600 sociedades criadas em offshores, afirma a Oxfam.

Num relatório divulgado faz hoje uma semana, a organização não-governamental acusa as principais beneficiárias de apoio dos contribuintes norte-americanos de estarem no topo deste opaco esquema, e recorda que, no mesmo período, entre garantias públicas e ajudas federais, as multinacionais em causa receberam do erário público qualquer coisa como 11 biliões de dólares.

Aquela evasão fiscal custa às finanças dos EUA aproximadamente 111 mil milhões de dólares, calcula ainda a Oxfam.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

De acordo com a mesma fonte, citada por agências internacionais, a Apple (181 mil milhões de dólares), General Electric (119 mil milhões), Microsoft (108 milhões) e Pfizer (74 mil milhões) encabeçam a lista, mas nela encontram-se igualmente gigantes financeiras como o Bank of America, Citigroup, JPMorgan Chase ou Goldman Sachs, a construtora automóvel Ford e a aeronáutica Boeing, a Exxon-Mobil, a Coca-Cola, a Intel e a IBM.

Favorecimento

Sublinhando que o fosso entre ricos e pobres tem vindo a agravar-se continuamente nos últimos anos, a Oxfam considera que para tal contribui o facto de os ganhos de crescimento económico não estarem a ser distribuídos por quem cria riqueza.

“Não podemos continuar numa situação em que os ricos e poderosos evadem impostos deixando para os restantes o pagamento da factura», frisou o principal consultor fiscal da organização, Robbie Silverman.”

Nos EUA, as 50 maiores empresas suportaram apenas, entre 2008 e 2014, um bilião de dólares em impostos, tendo sido favorecidas por uma taxa média 8,5 pontos percentuais inferiores à taxa legal, e tendo recebido 337 milhões de dólares em incentivos fiscais.

A Oxfam alerta, porém, que este não é um cenário exclusivo das companhias sediadas em território norte-americano, mas, antes, generalizado e extensível a cerca de 90 por cento das grandes empresas mundiais, estima a ONG, para quem o prejuízo causado em países pobres custa 100 mil milhões de dólares em receitas tributárias por ano.
Osvaldo Bertolino

Nanorobótica, Nanobiotecnologia e Nanomecatrônica Computacional

As boas perspectivas e o valor estratégico tecnológico de nanotecnologia tem motivado governos dos mais diversos países em conjunto com centros de pesquisa e grandes empresas de capital privado a investirem vultosas quantias para o rápido desenvolvimento desta nova frente tecnológica.

Os recentes avanços em computação biomolecular e a confecção em escalas nanoscópicas de componentes eletrônicos, sensores e motores, servem de base para a construção de máquinas biomoleculares.

Após os primeiros passos em direção a engenharia molecular dos anos 80 e 90 no sentido de se construir blocos de peças em escala nanoscópica, atualmente nos deparamos com um desafio mais complexo de se avançar a próxima etapa no desenvolvimento em nanotecnologia, no sentido de se construir bionano-eletrônicos e nanomáquinas.

Nanorobôs teriam tamanhos aproximados de 1micron, ou seja, 6 vezes menor que o tamanho aproximado de um glóbulo vermelho.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Um mercado de US$ 1 trilhão de dólares composto por peças e sistemas com algum tipo de nanotecnologia embutida foi projetado para o ano de 2015.

Sendo mais específico, a companhia DisplaySearch prevê um rápido crescimento de mercado de US$ 84 milhões de dólares atualmente para US$ 1 bilhão em 2007.

Em 2003 o governo americano investiu mais de US$ 700 milhões em pesquisa e desenvolvimento em nanotecnologia. O governo japonês investiu US$ 800 milhões.

A importância da miniaturização para uma ampla gama de possibilidades de aplicações é notória, e uma primeira série de nanoprodutos comercializáveis foi anunciada e prevista para 2007.

Para se atingir o objetivo de se construir bioeletrônicos, companhias estão formando colaborações conjuntas e alianças que viabilizarão novos nanoprodutos através de esforços conjuntos de empresas como IBM, Motorolla, Philips Electronics, Xerox/Parc, Hewlett-Packard, Dow Chemical, Bell Laboratories, e Intel Corp., apenas para citar algumas empresas.

Para tal objetivo, novas metodologias e teoria para se explorar ambientes e mundos nanoscópicos torna-se uma chave fundamental nesta emergente área tecnológica.

O desenvolvimento em nanotecnologia se fará de forma segura e mais eficaz ao se investigar e propor novas abordagens para o problema de design, controle e validação de sistemas para nanorobôs.

Como abordagem prática para o estudo e apresentação de novos paradigmas aplicados à engenharia biomédica em nanotecnologia, pretende-se através de experimentos computacionais modelar e validar fisicamente o comportamento de nanorobôs em ambientes tridimensionais dinâmicos incorporando aspectos inerentes ao corpo humano a serem contemplados para a operação de nanorobôs.

As 5 inovações que mudarão sua vida em 5 anos, segundo a IBM

Adivinho Bola de Cristal Blog do MesquitaA empresa divulgou hoje a lista IBM 5 in 5, sua visão das tecnologias que vão mudar a vida das pessoas e das cidades nos próximos cinco anos.

A IBM divulga a oitava edição da lista IBM 5 in 5, uma relação com as cinco inovações que, segundo ela, têm potencial de mudar o modo como as pessoas trabalham, vivem e interagem nos próximos cinco anos.

A lista é formalizada a partir de tendências de mercado e da sociedade e inspirada pelas tecnologias que estão em desenvolvimento nos laboratórios mundiais de pesquisa da IBM.

O levantamento deste ano avança na direção da chamada computação cognitiva, explorando a ideia de que as máquinas poderão aprender, raciocinar e interagir conosco de forma natural e personalizada.

Segundo a IBM, os sistemas cognitivos começam a surgir a partir da combinação da computação em nuvem, grandes análises de dados e tecnologias de mobilidade, somada com recursos de privacidade e de segurança voltados para cidadãos, sejam eles consumidores, estudantes e/ou pacientes.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]“Agora nós aprendemos e sabemos mais do que qualquer outra geração. E ainda assim lutamos para nos manter informados com esta enxurrada de dados cada vez mais complexa”, diz Fabio Gandour, Cientista Chefe da IBM Brasil. “Ao criar uma tecnologia que é concebida para aprender e melhorar o nosso conhecimento, nasce uma nova era de progresso para a sociedade”, explica Gandour. Confira a seguir as previsões:

Educação Personalizada

A sala de aula do futuro vai fornecer aos educadores as ferramentas necessárias para aprender sobre todos os alunos de maneira individualizada, proporcionando-lhes um currículo adaptado desde o jardim de infância até o ensino médio, chegando até a fase de ingressar no mercado de trabalho. Nos próximos cinco anos, a sala de aula vai aprender sobre cada aluno, ajudando-os a dominar as habilidades essenciais para atender seus objetivos.

Um sistema alimentado por análises sofisticadas, baseado em computação na nuvem, permitirá aos professores identificar os estudantes com maior dificuldade de aprendizado e sugerir medidas para ajudá-los a superar esses desafios.

A volta das lojas físicas

Compras em lojas físicas ultrapassarão as online. As vendas online superaram US$ 1 trilhão mundialmente pela primeira vez no ano passado, e estão crescendo mais rápido do que em lojas físicas. Hoje, a maioria das lojas físicas é limitada aos conhecimentos que podem ganhar no ponto de venda – e a tendência de showrooming torna ainda mais difícil a competição com varejistas online, que utilizam como vantagem o preço.

Em cinco anos, no entanto, a IBM garante que as compras em lojas físicas voltarão a se destacar. Varejistas usarão o imediatismo do estabelecimento e a proximidade com os clientes para criar experiências que não podem ser replicadas por lojas online. Eles ampliarão a experiência digital usando tecnologias como realidade aumentada e computadores como o Watson para equipar as equipes de vendas, tornando cada vendedor um especialista sobre cada produto na loja e sobre cada cliente, usando as informações compartilhadas por eles para antecipar suas necessidades.

Seu DNA será seu remédio

Médicos usarão seu DNA para mantê-lo bem. Imagine se o tratamento contra câncer, por exemplo, pudesse ser mais específico e preciso – no qual os computadores pudessem ajudar os médicos a entenderem a evolução do tumor em cada paciente.

Em cinco anos, segundo a IBM, os avanços na análise de dados e grandes sistemas cognitivos baseados em nuvem emergentes, juntamente com avanços em pesquisas e testes de genomas, poderão ajudar os médicos a diagnosticar com precisão o câncer e criar planos de tratamento personalizados para milhões de pacientes em todo o mundo.

Máquinas inteligentes farão o sequenciamento completo do genoma e vasculharão vastos repositórios de registros médicos e publicações para aprender e rapidamente fornecer conhecimentos específicos ​​sobre as opções de tratamento para os oncologistas. Desta forma, os sistemas cognitivos baseados em nuvem poderão tornar a medicina personalizada disponível em uma escala e velocidade nunca antes possível.

A IBM está começando a explorar esta oportunidade, trabalhando com parceiros de saúde para desenvolver sistemas que possam aprender sobre as pessoas, como a sua informação genômica e resposta às drogas – abrindo a possibilidade de fornecer opções de tratamento personalizados e específicos de DNA para doenças como acidente vascular cerebral e doenças cardíacas.

Anjo da Guarda Digital

Com o aumento do número de identidades digitais e dispositivos móveis, cresce também o número de vulnerabilidades e ataques online. Foram mais de 12 milhões de vítimas de roubo de identidade nos Estados Unidos. Os atuais métodos de segurança, como senhas, antivírus ou firewall, não são mais suficientes. Em cinco anos, cada um de nós pode estar sendo protegido por nosso próprio guardião digital, que será treinado para se concentrar nas pessoas e itens que protege, oferecendo um novo patamar de proteção contra roubo de identidade.

A segurança irá incorporar dados de contexto, situação e histórico para verificar a identidade de uma pessoa em dispositivos diferentes. Ao aprender sobre usuários, um guardião digital pode fazer inferências sobre o que é atividade normal ou razoável e o que não é, atuando como orientador quando necessário.

Atualmente, cientistas da IBM estão usando tecnologias de aprendizado de máquina para entender os comportamentos de dispositivos móveis em uma rede, de modo a avaliar risco potencial. No futuro, a segurança irá se tornar mais ágil e contextual, com uma visão de 360 graus de dados, dispositivos e aplicativos, pronta para identificar desvios que podem indicar um ataque e um roubo de identidade.

A Cidade entende o Cidadão

Cidades mais inteligentes vão entender, em tempo real, como ocorrem bilhões de eventos, ao passo que computadores vão aprender a entender o que as pessoas precisam, o que gostam, o que fazem e como se movem de um lugar para outro. Os dispositivos móveis e o engajamento social permitirão aos cidadãos construir relacionamento direto com os líderes da cidade, para que suas vozes sejam ouvidas não só no dia da eleição, mas sempre.

Até 2030 as cidades globais comportarão mais de 80% da população urbana e, até 2050, sete de cada dez pessoas será um morador da cidade. Em breve será possível às cidades e aos seus líderes entender e assimilar novas informações fornecidas de maneira voluntária pelos cidadãos, descobrindo quais recursos urbanos são necessários, onde e quando. Sendo assim, a cidade poderá de forma dinâmica otimizar sua administração de acordo com as necessidades da sociedade.

Os pesquisadores do laboratório da IBM Brasil desenvolveram uma ferramenta colaborativa que permite que os usuários reportem as condições de acessibilidade das ruas através de seus celulares, ajudando as pessoas a se locomoverem pela cidade. Em Uganda, a UNICEF está colaborando com a IBM numa ferramenta de engajamento social que permite aos jovens se comunicar com o governo e líderes comunitários sobre questões que afetam suas vidas.
Fonte: IDGNow

Lenovo: Empresa chinesa está prestes a dominar mercado de PCs

Lenovo está prestes a dominar mercado de PCs, mas empresa precisa expandir produção de tablets

O nome significa “nova lenda” e a empresa faz jus a ele. A gigante chinesa dos computadores Lenovo está prestes a se tornar o maior fabricante de computadores pessoais (PCs) do mundo, superando marcas emblemáticas como Hewlett Packard, Dell, Acer e a pioneira IBM.

A brecha que separa a Lenovo da líder no segmento, a americana HP, é de menos de 1%: 14,9% do mercado são da fabricante chinesa e 15,5 % estão sob o controle da multinacional americana, segundo a empresa de pesquisas de mercado IDC.

Segundo especialistas, no entanto, a Lenovo estará no topo antes do final deste ano.

As ações da fabricante chinesa subiram cerca de 16% em 2012, deixando as rivais para trás.
A empresa é conhecida por ter adquirido, em 2005, a marca Thinkpad e a divisão de PCs da IBM – pelo qual pagou US$ 1,27 bilhão.

Depois, comprou a fabricante alemã de portáteis Medion e, recentemente, formou uma empresa com a japonesa NEC.
Sua expansão é marcada, segundo analistas, por uma agressiva política de preços, aquisições no exterior e o aproveitamento de um mercado doméstico em rápido crescimento.

“Somos uma empresa global com raízes na China, mas por conta de nossas aquisições ao longo dos anos, somos de muitos lugares diferentes”, disse à BBC David Roman, diretor de marketing da Lenovo.[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]

“Nossa estrutura organizacional é sem dúvida uma das chaves da nossa força. Ela nos permite criar uma moldura global para comercializar a marca Lenovo dentro do contexto local dos mercados nos quais operamos”, acrescentou.
Analistas, no entanto, advertem que o rápido retorno das ações da Lenovo é fruto da diminuição das margens de lucro da empresa. Além disso, a fabricante enfrenta uma desaceleração no crescimento no mercado de portáteis e também se vê às voltas com as rivais no complexo segmento de tablets.

Do local ao global
Fundada em 1984 em Pequim, com o nome de Legend Group and New Technology Developer Incorporated, a Lenovo começou a crescer rapidamente no mercado chinês, que ainda hoje absorve quase a metade dos produtos da empresa.

As vendas na China estão concentradas em cidades pequenas e áreas rurais, onde o PC ainda é um artigo escasso e novo. Mas a empresa também se diversificou. A Lenovo agora fabrica portáteis, servidores, PDAs (Personal Data Assistants, como palmtops) e hands free para celulares.

Além disso, a empresa se concentrou no consumidor do segmento jovem, com idade entre 18 e 34 anos.
“Constatamos que os consumidores desse segmento demográfico em diferentes culturas apresentam semelhanças por causa do seu nível de conectividade e abertura a novas experiências”, disse Roman.

Outro ponto forte da gigante asiática é a presença de executivos de tecnologia de mais de seis países em seu corpo diretor. A Lenovo tem sedes em Pequim, Paris e Raleigh (na Carolina do Norte, Estados Unidos).
O crescimento na Europa e no Japão foi impulsionado pela aquisição da eletrônica Medion e da NEC.

Pontos Fracos
Apesar do tamanho e do crescimento da Lenovo, suas margens de lucro vêm se deteriorando e a empresa ainda tem de consolidar sua posição.

“A HP, a Dell e a Acer relegaram o mercado de PCs e deixaram o espaço para a Lenovo. A empresa asiática agora ldiera as vendas, mas não os lucros”, segundo a analista Dickie Chang, da agência Reuters.
Outro obstáculo que a Lenovo enfrenta é a desaceleração no crescimento do mercado de PCs, em nível global e na própria China.

Ainda que em 2011 as vendas da empresa tenham crescido 35%, a Lenovo tem de lidar com o fato de que seus consumidores trocaram seus computadores e portáteis por smart phones e tablets.

“Continuamos sendo positivos em relação à expansão da fatia de mercado da Lenovo. Porém, o crescimento absoluto será muito mais lento”, informaram analistas do grupo de investimentos Jefferies.

Para competir com pesos pesados do mundo tecnológico como a Apple, cujos produtos são muito populares na China, a Lenovo desenvolveu uma linha de smart phones e tablets, os chamados LePads.

No momento, a empresa continua crescendo, embora sua marca continuem menos conhecida do que a de suas rivais HP, Acer e Dell.

Em entrevista à BBC,Joel Backaler, do grupo Frontier Strategy, disse que a Lenovo e outras empresas chinesas “sofrem do mesmo problema: o crescimento em alta velocidade de seu negócio supera o crescimento de sua marca”.
BBC

Tecnologia: Primeiro HD

Quando você for reclamar da poca memória de 64GB do seu minúsculo Pen-Drive lembre-se desse mamute.
Primeiro disco rígido fabricado pela IBM em Setembro de 1956, para o computador 305 RAMAC.
O HDD da foto pesava uma tonelada e tinha espantosos 5MB de memória.


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Redes sociais e E-mail

Redes sociais vão tomar o lugar do e-mail, prevê Gartner
Por Network World/EUA

Relatório da empresa aponta que, em quatro anos, 20% dos usuários corporativos terão as redes sociais como principal meio de comunicação.

Se você se descobrir usando o Facebook para enviar mensagens de trabalho a seus colegas, não estranhe – você não está sozinho.

De acordo com um novo relatório divulgado pela Gartner, 20% dos usuários corporativos usarão as redes sociais como seu principal meio de comunicação profissional em 2014.

O Gartner afirma esperar que os serviços de e-mail corporativo, como os da Microsoft e da IBM, ofereçam em breve a integração com sites de redes sociais, o que daria aos usuários acesso a seus e-mails, contatos e agendas a partir de sua plataforma favorita de rede social.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

E mais.

A Gartner acrescenta que as listas de contatos, agendas e programas de mensagens instantâneas dos smartphones serão capazes de se conectar com plataformas de redes sociais já em 2012.

“A divisão rígida entre e-mail e rede social cairá por terra”, disse a analista Monica Basso, da Gartner.

“O e-mail vai incorporar recursos de mídia social… Ao passo que as redes sociais desenvolverão recursos ricos de e-mail.”

A Gartner também prevê que esses novos serviços de e-mail com recursos de rede social migrarão cada vez mais das redes internas para a computação em nuvem.

Até o fim de 2010, a Gartner projeta que 10% das contas corporativas de e-mail estarão na nuvem, mais que os 7% de 2009.

Brad Reed/IDG NOW

Celulares para idosos é novo alvo da IBM

A “Big Blue” teria descoberto um nicho de usuários significativos – em número e renda – não contemplado pelas demais companhias?

IBM investe em celulares para idosos

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]À medida que a população da Europa e América do Norte envelhece, a necessidade de aparelhos móveis especializados se torna aguda.

A IBM deu início a um programa de pesquisa de dois anos que tem por objetivo tornar os celulares mais fáceis de usar por grupos que incluem os idosos e os analfabetos.

Com a estagnação do crescimento de mercados como os da Europa, Japão e Estados Unidos, o setor de comunicação sem fio está especialmente interessado nos idosos que até o momento tenham imaginado que podem viver sem celulares, ou que não conseguem usar os aparelhos de que dispõem.

A IBM anunciou hoje que o software desenvolvido pelo programa, que envolve também o National Institute of Design, da Índia, e a Tokyo University, será fornecido em base de fonte aberta, e que outros materiais desenvolvidos também serão fornecidos publicamente a governos e empresas.

Observadores do setor de telecomunicações avaliaram que o programa da IBM atende a uma necessidade genuína.

“À medida que a população da Europa e América do Norte envelhece, a necessidade de aparelhos móveis especializados se torna aguda,” disse Ben Wood, diretor de pesquisa da consultoria britânica CCS Insight.

IBM investe em celulares para idosos

À medida que a população da Europa e América do Norte envelhece, a necessidade de aparelhos móveis especializados se torna aguda.

“Os fabricantes de celulares terão de se adaptar caso desejem atrair uma geração que cresceu com os aparelhos móveis mas já não é capaz de usá-los da mesma forma que no passado,” explicou.

Grandes fornecedores como a Nokia e a Samsung Electronics produziram celulares com botões grandes e design simples, mas não chegaram a comercializá-los especificamente para os idosos.

Isso abriu o mercado para empresas menores como a Emporia, de capital fechado, e a sueca Doro, segundo a qual um estudo recente demonstrou que a maioria das pessoas com mais de 65 anos nos países desenvolvidos já têm celulares.

A austríaca Emporia decidiu que seu foco exclusivo seriam os celulares para idosos alguns anos atrás, quando a mãe aposentada de seu presidente-executivo, Albert Fellner, começou a pedir ajuda regularmente para usar seu aparelho.

“Ela me deixava maluco com o celular. A cada duas semanas, eu precisava explicar a ela como usá-lo. Desisti e disse que produziria um celular que ela saberia como usar,” afirmou Fellner.

Info Online

Computador mais rápido do mundo

Qual é o computador mais rápido do mundo?

É o japonês Earth Simulator, construído pela empresa NEC para agências estatais japonesas que trabalham em estudos geológicos e na previsão do clima.

Quando entrou em operação, no final de 2001, o Earth Simulator surpreendeu o mundo da computação com seu tremendo poder de processamento: 35,8 teraflops, o que significa que ele é capaz de fazer 35,8 trilhões de cálculos por segundo.

Essa marca é quase cinco vezes maior que os 7,23 teraflops obtidos pelo supercomputador norte-americano ASCI White, da IBM, que ficou comendo poeira em um distante segundo lugar.

É também mais que o poder de processamento dos 20 computadores americanos mais velozes juntos. A máquina japonesa tem um tamanho gigantesco, ocupando todo o quarto andar de um prédio na cidade de Yokohama – andar com 65 metros de comprimento e 50 metros de largura!

O Earth Simulator realiza uma série de estudos sobre o clima e sobre o planeta Terra, desde análises meteorológicas de longo prazo (como sobre o aquecimento global) até previsões sobre furacões e simulações da crosta terrestre, na tentativa de entender o subsolo acidentado do Japão, que produz tantos vulcões e terremotos.

Fonte: Superinteressante

Google – A marca que mais vale no mundo

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Pelo segundo ano consecutivo, o Google levou o título de marca mais valiosa do mundo em 2009, segundo um levantamento da Millward Brown Optimor. A empresa vale US$ 100 bilhões, de acordo com a pesquisa.

O ranking que elege as 100 maiores marcas do mundo conta com a presença de várias empresas de tecnologia, como a Microsoft, que ficou com o segundo lugar, com o valor de US$ 76,2 bilhões, e a IBMque ficou em quarta, logo após a Coca-Cola, valendo US$ 66,5 bilhões.

Outras marcas de tecnologia aparecem entre as dez primeiras posições do ranking, entre elas a Apple (6º lugar, US$ 63,1 bilhões), GE (8º lugar, US$ 59,7 bilhões) e Vodafone (9º lugar, US$ 53,7 bilhões).

Marcas como Blackberry, HP, SAP, Intel, Oracle, Amazon e Cisco também apareceram no ranking, em posições mais distantes do pódio.

Juntas, as 100 marcas mais valiosas do mundo somaram US$ 1,95 trilhão, um leve crescimento sobre montante de US$ 1,7 trilhão registrado ano passado.

Fonte: Saiu no Jornal