Música: quem os poderosos escutam

Playlist

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]O jornal londrino “The Daily Telegraph” acaba de publicar uma reportagem sobre os gostos musicais de alguns dos homens mais poderosos do mundo.

Diz ela que o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, acorda ouvindo Arctic Monkeys.

Seu antecessor, Tony Blair, é fã declarado do grupo The Darkness.

O premiê de Zimbabuê, Robert Mugabe, gosta de Cliff Richard e torce o nariz para Bob Marley (faz sentido).

Osama bin Laden não é propriamente um líder mundial, mas também está na lista. Diz o Telegraph que ele é fã da infiel Whitney Houston (ué? Sempre achei que ele tem uma cara de fã da Celine Dion!)

Segundo o poeta sudanês Kola Boof, que foi mantido como prisioneiro da al-Qaeda em 1996, o terrorista saudita também é fã de Van Halen e dos B-52s.

Já o ditador líbio Muamar Kaddafi certa vez pediu um autógrafo a Lionel Richie dizendo-se fã do The Commodores.

Outra flor de pessoa, o ex-presidente iugoslavo Slobodan Milosevic, que morreu quando respondia processo por genocídio, ouvia Frank Sinatra em sua cela, com especial predileção pela música “My Way”, aquela que diz “eu fiz do meu jeito”. Parece que ele começou a ouvir Sinatra nos anos 1970, quando era banqueiro em Nova York.

Kim Jong-il, que se auto-intitula líder supremo da Coréia do Norte, é fã de Eric Clapton. O ex-guitarrista do Cream chegou a recusar um convite milionário do ditador para tocar no país.

E, veja só que amoreco: o presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, gosta das músicas de Chris de Burgh, autor de “Lady in Red”. Não fossem os protestos nas eleições iranianas no ano passado, o cantor irlandês teria sido o primeiro artista ocidental a se apresentar em Teerã desde 1979, ano em que o aiatolá Khomeini tomou o poder.

blog da Barbara Gancia

Lésbica será a primeira-ministra da Islândia

Apesar, ou por causa, das posições dos diversos grupos religiosos, especialmente a igreja de Bento XVI — para alguns conhecido como Her Ratzinger, cada vez mais as minorias homossexuais assumem suas (deles) opções sexuais de maneira clara.

A sociedade em si já se faz mais tolerante. Assim, o mérito e não a opção sexual, passa a ser o parâmetro de competência.

Johanna Sigurdardottir, de 66 anos, da Aliança Social Democrática, que negocia uma coalizão com o Movimento Verde-Esquerda, será a próxima primeira-ministra da Islândia. Não há nada de especial na notícia não fosse Johanna casada com outra mulher desde 2002 e estar próxima de se tornar a primeira chefe de governo do mundo abertamente gay – Per-Kristian Foss, homossexual assumido, chegou a ser primeiro-ministro interino da Noruega, em 2002.

Os ativistas dos direitos gays comemoraram a notícia. “Nossa organização não monitora todos os líderes gays do mundo, isso seria impossível. Mas não me lembro de nenhum chefe de governo abertamente homossexual”, afirmou Juris Lavrikovs, da Associação Internacional de Gays e Lésbicas da Europa.

“Existe neste caso um alto valor simbólico, que mostra que a sociedade islandesa superou preconceitos nomeando uma premiê gay.”

“Ficamos muito contentes com a notícia”, disse Gary Nunn, porta-voz do Stonewall UK, grupo ativista britânico. “Isto realmente faz diferença. É importante ter um governante gay porque sinaliza aos jovens que eles podem ser o que quiserem.”

do Estadão

Bush, o Lula deles60000000.551520,3

O apedeuta dos Tupiniquins não é páreo para o grande irmão do norte. Confiram!

Bush ficou célebre pelas gafes e bobagens que falou. Todos os políticos cometem gafes e falam coisas sem pensar. Mas o presidente americano, George W. Bush, conseguiu tornar-se notório por isso.
Os americanos até cunharam o termo “Bushismo” para classificar os lapsos verbais que se tornaram comuns nos últimos oito anos.

Confira abaixo alguns dos “Bushismos” que se tornaram célebres.

Sobre si mesmo

“Eles me mal-subestimaram.”
(Bush inventou a palavra ‘misunderestimated’)
Bentonville, Arkansas, 6 de novembro de 2000

“Não há dúvida de que no minuto em que eu fui eleito, as nuvens de tempestade no horizonte estavam chegando quase diretamente sobre nós.”
Washington, 11 de maio de 2001

“Eu quero agradecer ao meu amigo, o senador Bill Frist, por se juntar a nós hoje. Ele se casou com uma menina do Texas, eu quero que vocês saibam. Karyn está conosco. Uma menina do Oeste do Texas, exatamente como eu.”
Nashville, Tennessee, 27 de maio de 2004

Sobre política externa

“Há um século e meio, os Estados Unidos e o Japão formam uma das maiores e mais duradouras alianças dos tempos modernos.”
(Bush se esquecendo da Segunda Guerra Mundial)
Tóquio, 18 de fevereiro de 2002

“A guerra contra o terror envolve Saddam Hussein por causa da natureza de Saddam Hussein, da história de Saddam Hussein, e a sua determinação de aterrorizar a si mesmo.”
Grand Rapids, Michigan, 29 de janeiro de 2003

“O embaixador e o general estavam me relatando sobre a – a grande maioria dos iraquianos querem viver em um mundo pacífico e livre. E nós vamos achar essas pessoas e levá-las à Justiça.”
Washington, 27 de outubro de 2003

“Sociedades livres são sociedades cheias de esperança. E sociedades livres serão aliadas contra os poucos odiosos que não têm consciência, que matam ao gosto de um chapéu.”
Washington, 17 de setembro de 2004

“Você sabe, uma das partes mais difíceis do meu trabalho é conectar o Iraque à guerra ao terrorismo.”
Washington, 6 de setembro de 2006

Sobre educação

“Ler é básico para todo o aprendizado.”
Reston, Virginia, 28 de março de 2000

“Você ensina uma criança a ler, e ele ou ela (‘he or her’ em inglês, em vez do correto: ‘he or she’) vai conseguir passar em um teste de escrita.”
Townsend, Tennessee, 21 de fevereiro de 2001

Sobre economia

“Eu entendo o crescimento dos negócios pequenos. Eu fui um.”
Entrevista ao New York Daily News, 19 de fevereiro de 2000

“É claramente um orçamento. Tem muitos números nele.”
Entrevista à agência de notícias Reuters, 5 de maio de 2000

“Primeiro, deixe-me esclarecer bem, pessoas pobres não são necessariamente assassinos. Só porque você não é rico, não significa que você está disposta a matar.”
Washington, 19 de maio de 2003

Sobre saúde

“Eu não acho que nós devamos ser sublimináveis sobre a diferença entre nossos pontos de vista sobre remédios que exigem prescrição.”
(Bush inventou a palavra ‘subliminable’)
Orlando, Flórida, 12 de setembro de 2000

“Doutores demais estão deixando o negócio. Muitos obstetras e ginecologistas não estão podendo praticar o seu amor às mulheres pelo país.”
Poplar Bluff, Missouri, 6 de setembro de 2004

Sobre governar

“Eu tenho uma visão diferente de liderança. Uma liderança é alguém que consegue unir as pessoas.”
Bartlett, Tennessee, 18 de agosto de 2000

“Eu sou o decisor, e eu decido o que é melhor.”
Washington, 18 de abril de 2006

“E a verdade é que muitos relatórios de Washington nunca são lidos por ninguém. Para mostrar como este é importante, eu o li e Tony Blair o leu.”
Sobre o relatório Baker-Hamilton, em Washington, 7 de dezembro de 2006

“A única coisa que posso dizer é que quando o governador liga, eu atendo o telefone.”
San Diego, Califórnia, 25 de outubro de 2007

“Eu já terei morrido há anos antes que alguma pessoa esperta descubra o que aconteceu dentro do Salão Oval.”
Washington, 12 de maio de 2008

Sobre outros assuntos

“Eu sei que os seres humanos e os peixes podem coexistir pacificamente.”
Saginaw, Michigan, 29 de setembro de 2000

“Famílias são onde a nossa nação encontra esperança, onde as asas viram sonhos.”
LaCrosse, Wisconsin, 18 de outubro de 2000

“Aqueles que entram no país ilegalmente violam a lei.”
Tucson, Arizona, 28 de novembro de 2005

“Isso é George Washington, o primeiro presidente, é claro. O que é interessante sobre ele é que eu li três – três ou quatro livros sobre ele no último ano. Isso não é interessante?”
Washington, 5 de maio de 2006

da BBC Brasil

Pesquisas: Lula nos braços da classe A. Também!

E o apedeuta de Garanhuns, munido de uma carapaça de teflon, prossegue em franca ascensão na popularidade entre os Tupiniquins. A par do indicadores crescentes de economia, emprego e outros quejandos, sua (dele) excelência, agora, ganha adeptos fervorosos na antes desgostosa classe A.

Assim, vai caindo por terra o mito segundo o qual é  “mundiça”, também adjetivada de povão, que contribuía para a popularidade do cacique do agreste.

É o presidente com maior índice de aprovação desde a redemocratização.

Deu na Folha de São Paulo

Pela 1ª vez, Lula é aprovado por todos segmentos sociais

Avaliação positiva do presidente passa de 50% até entre os mais ricos e escolarizados

Pesquisa Datafolha mostra que 64% dos brasileiros consideram o governo ótimo ou bom, recorde depois da redemocratização

De Fernanda Canzian:

Embalado por fortes resultados na economia e por grande exposição nacional na atual campanha eleitoral, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva quebrou o seu próprio recorde de avaliação positiva.

Lula também acaba de obter, pela primeira vez, a aprovação da maioria absoluta da população brasileira em todos os segmentos sociais, econômicos e geográficos do país.

Segundo pesquisa Datafolha finalizada ontem, 64% da população brasileira considera o governo Lula ótimo ou bom. O recorde anterior já colocava Lula na frente de todos os presidentes eleitos após a redemocratização -55% de aprovação registrados em março passado.

O levantamento revela também que a popularidade de Lula acaba de vencer a resistência de segmentos socioeconômicos específicos que mantinham, entre eles, o índice de aprovação abaixo de 50%. (…)

Entre a pesquisa realizada em março e agora, houve um salto a favor de Lula de 14 pontos percentuais entre os brasileiros mais ricos. Hoje, 57% dos que vivem em famílias que ganham R$ 4.150,00 ou mais por mês aprovam seu governo.

Lula também conquistou pela primeira vez a maioria no Sudeste: 57% o aprovam, dez pontos acima da última pesquisa. Há alguns anos Lula também só tinha a maioria ao seu lado em regiões do interior. Agora, 57% dos moradores das regiões metropolitanas o aprovam.

Por fim, Lula também venceu a barreira entre os mais escolarizados. Em março, 47% dos brasileiros com curso superior consideravam seu governo ótimo/bom. Agora, são 55%.