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Georges Soros – Brasil

George Soros’s Brazil to do list.

DONE:

– Controle absoluto da mídia
– Fim do programa nuclear
– Neutralizar desenvolvimento do submarino nuclear
– Petrobras
– Pré-Sal
– Mercosul
– Banco BRICS
– Aquífero Guarani
– Bases US Army nas fronteiras Paraguai e Colômbia
– Representantes da Banca Internacional no comando da economia
– Caos na segurança pública
– Incrementar Narcotráfico
– Controle de Presídios por facções criminosas
– Facções criminosas aliadas às FARCS
– Foro de São Paulo controlando políticos
– Desmoralização do Poder Judiciário

PENDENTS:
– Lava-Jato
– Amazônia
– Anular expertise e credibilidade de empreiteiras brasileiras em concorrências no exterior
– Assumir controle da Base de Alcântara
– Disseminação de epidemias via vacinas
– Manter juros altos para aumentar a dívida pública

NEXT:
– Não permitir que saibam que controlo centena de ONGS, Os Bilderbergs, financio protestos em todo mundo e mantenho a Human Rights Watch

FAIL:
– Controle neural de todos que lêem além do que é publicado.
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George Soros alerta para colapso da UE em caso de “Brexit”

Logo quem! Soros especula nos mercados financeiros mundiais através de uma firma clandestina extracontinental.Magnata húngaro George Soros

A “Quantum Fund NV”, é um fundo de investimentos privados que administra para uma série de especuladores anônimos, um capital estimado entre 4 e 7 bilhões de dólares.
O Quantum Fund está registrado em um paraíso fiscal do Caribe, nas Antilhas Holandesas, em Aruba. Para evitar o controle das autoridades fiscais dos USA, sobre suas movimentações financeiras, Soros contrata exclusivamente cidadãos europeus para seu Conselho Administrativo.

José Mesquita


George Soros: “Se o Reino Unido sair, isso poderia desencadear em um êxodo geral e a dissolução da União Europeia passará a ser praticamente inevitável”

Dono de uma fortuna de US$ 24 bilhões, o megainvestidor George Soros disse nesta quinta-feira que há boa chance de a União Europeia (UE) entrar em colapso caso o Reino Unido opte por deixar o bloco (ação conhecida como “Brexit”), além de uma crise imigratória e desafios com a Grécia.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

“Se o Reino Unido sair, isso poderia desencadear em um êxodo geral e a dissolução da União Europeia passará a ser praticamente inevitável”, disse ele.

Ainda assim, Soros disse que a força recente na libra britânica é um sinal de que uma votação pela saída da UE é menos provável.

“Os mercados nem sempre têm razão, mas neste caso eu concordo com eles”, disse o investidor em uma entrevista ao The Wall Street Journal.

O bilionário de 85 anos, dono de um fundo que administra cerca de US$ 30 bilhões, também mostrou preocupação e ceticismo em relação à economia chinesa.

“A China continua a sofrer com a fuga de capitais e tem esgotado suas reservas em moeda estrangeira, enquanto outros países asiáticos têm acumulado moeda estrangeira”, disse Soros.

“A China está enfrentando um conflito interno dentro de sua liderança política e durante o próximo ano isso irá dificultar a sua capacidade de lidar com questões financeiras”, destacou.

Soros teme que novos problemas surgirão na China, em parte porque o país não parece disposto a abraçar um sistema político transparente que ele afirma ser necessário para aprovar reformas econômicas duradouras.

Pequim iniciou reformas no ano passado, mas voltou atrás em alguns esforços em meio a mercados turbulentos.

Alguns investidores estão começando a antecipar o aumento da inflação em meio a ganhos salariais recentes nos EUA, mas Soros disse que está mais preocupado que a fraqueza continue na China e exerça uma pressão deflacionária – uma espiral prejudicial de queda dos salários e preços – sobre os EUA e economias globais.

Fonte: Dow Jones Newswires/Estadão/Exame

Guerra às drogas: Cinco ex-presidentes defendem o fim da guerra às drogas

Ex-chefes de Estado divulgaram um relatório pedindo o fim da guerra às drogas. Mas há pouca esperança de mudança para a próxima conferência da ONU sobre o tema.

Cinco ex-presidentes defendem o fim da guerra às drogas
Mudar a abordagem proibitiva da ONU requer apoio dos 193 países-membros
(Foto: Flickr/Neal Jennings)
Após muito dinheiro gasto e muita violência a guerra às drogas mostrou poucos resultados. Por conta disso, a ideia de mudança de abordagem vem ganhando adeptos em vários países.

A última crítica ao modelo vigente veio nesta quinta-feira, 24, através de um grupo de ex-presidentes e empresários que divulgou um relatório chamado “Ending the War on Drugs” (“Finalizando a Guerra às Drogas”).[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

O documento reúne vários artigos sobre o tema publicados pelos ex-presidentes Fernando Henrique Cardoso, do Brasil, César Gaviria, da Colômbia, Ernesto Zedillo, do México, Olusegun Obasanjo, da Nigéria e Ruth Dreifuss, da Suíça, além de um grupo de especialistas.

O empresário George Soros, que já financiou vários grupos pró-legalização, também participou do relatório. Todos eles condenam o que enxergam como uma derrota política, econômica e de saúde pública.

A divulgação do relatório tem como objetivo influenciar os diplomatas que no mês que vem se reunirão em Nova York para a próxima conferência especial da Assembleia Gera da ONU sobre o tema.

A última conferência ocorreu em 1998, com o slogan “Um Mundo Livre de Drogas”.

Apesar do estímulo a uma nova abordagem, a próxima conferência não gera muitas expectativas.

A mais recente conferência da Comissão de Narcóticos da ONU, encerrou na última terça-feira, 22, com um projeto de declaração que sequer critica o uso de pena de morte para crimes relacionados às drogas, algo que era o mínimo esperado por aqueles que advogam por mudanças.

Os argumentos usados pelos ex-presidentes conseguiram persuadir um considerável número de pessoas a repensar o assunto, incluindo os Estados Unidos.

O país, que antes liderava a guerra às drogas, legalizou o uso medicinal e recreativo da maconha em vários estados e atualmente metade da população americana defende essa ideia.

Porém, mudar a abordagem proibitiva determinada pela ONU requer o apoio de todos os 193 países-membros, muitos deles firmes na decisão de manter a política atual.

O mais provável é que a discussão da reunião do mês que vem seja superficial e leve a entender que as demais conferências não serão reformadas, mas sim ignoradas.
Fonte:Opinião&Notícia

Tempestade perfeita: podemos estar caminhando para uma nova crise global?

ReutersSobre a freada da economia da China, George Soros diz que o país ‘tem um grande problema de adaptação’ – Image copyright Reuters

Não faz nem uma década que as bolsas em todo o mundo desabaram com o anúncio da quebra do banco Lehman Brothers, nos Estados Unidos, e já há quem sinta as vibrações de um novo terremoto financeiro de proporções globais.

Diante da freada da economia chinesa, da brusca queda do preço do petróleo e da expansão do fenômeno dos juros negativos em países ricos, alguns economistas têm defendido que uma nova crise como a de 2008 estaria se avizinhando.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

O megainvestidor George Soros, por exemplo, levantou essa possibilidade durante um evento no Sri Lanka, no mês passado. “Quando olho para os mercados financeiros há um sério desafio que me faz lembrar da crise de 2008”, disse.

Há, certamente, quem considere as comparações exageradas – ou mesmo perigosas, como afirmou o Secretário do Tesouro americano, Jacob Lew.

“Adoto um otimismo cauteloso ao olhar essas muitas áreas (da economia global) em que há riscos”, disse Lew em entrevista a BBC News. “Acho importante não permitir que esses riscos se tornem profecias autoanunciadas.”

No entanto, mesmo autoridades e economistas mais céticos sobre um novo crash global admitem que 2016 começou com um perigoso “coquetel” de ameaças econômicas – como definiu recentemente o ministro das Finanças britânico, George Osborne.

Mas, afinal, quais são os sinais que estão gerando tanta incerteza no que diz respeito à economia internacional? E como essas turbulências poderiam afetar o Brasil em um momento em que o país tenta superar dificuldades internas?

Para o professor de economia da PUC Antônio Carlos Alves dos Santos, a economia internacional enfrenta uma espécie de “tempestade perfeita”.

As dificuldades começaram com o desaquecimento da China e seu impacto sobre os preços das commodities.

No início do ano, uma grande instabilidade da bolsa de Xangai reforçou as suspeitas de que a economia chinesa poderia ter uma desaceleração drástica – o que no jargão econômico é conhecido como “hard landing”.

Soros, ao fazer o paralelo com 2008, mencionou justamente as incertezas sobre o gigante asiático.

“A China tem um grande problema de adaptação”, disse, explicando que o país está com dificuldades para encontrar um novo modelo de crescimento.

Petróleo e juros

ThinkstockQueda no preço do barril de petróleo amplia a incerteza para 2016
Image copyright Thinkstock

A queda do preço do barril de petróleo para abaixo dos US$ 30 também foi um fator que ampliou o clima de incertezas em 2016.

O produto já acumula uma desvalorização de 70% desde 2014. Primeiro, em função de uma demanda fraca – para a qual também contribuiu o desaquecimento chinês. Segundo, porque o período de bonança do setor impulsionou uma série de investimentos em novas áreas de exploração e fontes alternativas de combustível fóssil – o que acabou levando a uma superprodução.

“Agora, a incógnita é como as empresas do setor e seus credores serão afetados por esse novo patamar de preços”, diz Santos.

“Temos rumores, por exemplo, de que produtoras de gás de xisto nos EUA estão passando por sérias dificuldades financeiras”, completa Wilber Colmerauer, diretor do Emerging Markets Funding, em Londres.

“E também há dúvidas sobre o impacto desse novo cenário nos bancos que emprestam para empresas e países produtores.”

A terceira fonte de incertezas no cenário global são as taxas de juros negativas adotadas por alguns países para seus títulos e depósitos das instituições financeiras nos Bancos Centrais.

Colmerauer explica que essas taxas negativas comprimem as margens de lucro dos bancos – então há quem acredite que alguns deles podem ter problemas.

“A verdade é que nunca vimos tantos países adotarem essa política de juros negativos, trata-se de um fenômeno novo. Então há muita incerteza sobre quais podem ser suas consequências”, diz.

Segundo o banco J.P. Morgan, há hoje cerca de US$ 6 trilhões em títulos públicos com juros negativos, o dobro do que há dois meses.

Na semana passada, até o FED, o Banco Central americano, anunciou que deixaria em aberto a possibilidade de adotar os juros negativos em função das adversidades da economia global, gerando grande alvoroço nos mercados que esperam um aumento da taxa este ano.

Já praticam juros negativos em seus títulos ou como taxa de referência o Banco Central Europeu, a Suécia, a Dinamarca e a Suíça, além do Japão, que recentemente emitiu pela primeira vez um título de longo prazo com rentabilidade negativa.

Se um país adota os juros negativos, na prática os investidores têm de pagar para emprestar seu dinheiro – em vez de receber uma remuneração. Os bônus de dez anos do governo do Japão, por exemplo, foram negociados por -0,035%, o que significa que quem emprestar para o país hoje, daqui a uma década poderá reaver um pouco menos do valor investido.

O fenômeno é impulsionado por uma corrida por economias de baixo risco. A lógica é que há tanta instabilidade no mercado que os investidores não se importam em perder um pouco de dinheiro pela certeza de que seus ativos estarão seguros.

Do lado das autoridades financeiras, o objetivo é estimular investimentos na economia real e, em alguns casos, combater a deflação – ou seja, a queda sistemática dos preços.

BBCO fato de o FED ter mencionado taxa de juros negativa como opção é sinal de que banco não considera retomada da economia dos EUA segura

O problema é que muitos interpretam essa política como um sinal de que as autoridades financeiras do país em questão não acreditam que sua economia vá melhorar tão cedo – e continuam preferindo perder pouco sem risco a arriscar perder muito investindo em uma economia pouco dinâmica.

O fato do FED ter mencionado a taxa de juros negativa como uma opção, por exemplo, acabou sendo interpretado pelos mercados como um sinal de que o banco ainda não considera que a retomada da economia americana é segura.

Queda no crescimento

Recentemente, o Banco Mundial contribuiu para essas visões mais pessimistas ao revisar sua previsão de crescimento para a economia global este ano de 3,2% para 2,9%.

Para Santos, porém, o cenário complicado não quer dizer que haverá um crash. “Há uma compreensão dos líderes globais de que isso deve ser evitado e várias medidas podem ser tomadas nessa direção”, diz ele.

“Só para mencionar um exemplo: a Arábia Saudita pode ser convencida a cortar sua produção de petróleo e voltar a atuar com uma estabilizadora desse mercado.”

No que diz respeito ao impacto de um eventual aumento das turbulências externas no Brasil, parece haver certo consenso de que se já não estava fácil para o país voltar a crescer em função de fatores internos – como a crise política -, a tarefa ficaria ainda mais difícil com um vendaval lá fora.

O atual cenário, de desaceleração das economias do sul do globo, é bem diferente do da crise de 2008, quando países emergentes atraíram a atenção de investidores que não conseguiam mais ganhar dinheiro em países desenvolvidos.

Segundo Colmerauer, hoje uma nova crise global poderia gerar uma fuga de capitais do Brasil (embora, para ele, também não haja sinais claros de que caminhamos para um colapso).

Thinkstock
Nova crise global pode gerar fuga de capitais do Brasil e uma desvalorização ainda maior do real – Image copyright Thinkstock

O resultado seria uma desvalorização ainda maior do real que, ao afetar o preço de produtos importados ou exportáveis (que no geral seguem os preços do mercado externo), pressionariam a inflação.

As exportações poderiam ganhar competitividade com um real mais fraco. Por outro lado, com uma economia global menos aquecida, a demanda por produtos exportados também seria menor.

“Com essa onda de juros negativos, podemos dizer hoje que o crédito está barato para quem tem um bom nome na praça”, diz Colmerauer. “Fossem outros tempos o Brasil poderia se aproveitar disso e tomar recursos emprestados para investir em infraestrutura, por exemplo. Mas com as nossas dificuldades internas, problemas econômicos e a perda de grau de investimento estamos em um outro grupo de países: o dos que tem cada vez mais dificuldade para atrair recursos mesmo aumentando muito suas taxas de juros.”

Para Santos, um dos grandes problemas para o Brasil é que a falta de acordo entre os grupos políticos pode dificultar uma reação a qualquer situação mais complicada que possa surgir no cenário internacional.

“Em situações de crise global, muitas vezes é preciso dar respostas rápidas”, diz ele. “Mas o governo e a oposição estão demonstrando ter uma imensa dificuldade de chegar a consensos, em construir uma pauta mínima em nome de um bem comum”, opina.
Ruth Costas/BBC

O vírus Zika é propriedade da Fundação Rockefeller

Que surpresa, não é verdade? Vendem o vírus Zika a 599 dólares, mas como são tão generosos, o estão inoculando grátis aos mais desafortunados do mundo.

Pode ser comprovado neste link da ATCC.
De acordo com o site, a ATCC se descreve desta  forma:

ATCC é a líder em materiais e recursos biológicos e padrões de organização global cuja missão centra-se sobre a aquisição, a autenticação, a produção, preservação, desenvolvimento e distribuição dos microrganismos padrão de referência, linhas celulares, e outros materiais. Embora mantendo materiais de coleta tradicionais, a ATCC desenvolve produtos de alta qualidade, padrões e serviços de apoio à investigação científica e inovações que melhoram a saúde das populações mundiais.

É claro, a OMS já está com seus dedos longos colocando o medo nas manchetes dos grandes meios com a colaboração dos governos de turno, que para isso estão.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Aliás, para os fãs das casualidades, a zona do Brasil onde apareceu este vírus é a mesma zona onde soltaram os mosquitos genéticamente modificados em 2015.

A prefeitura anunciou nesta segunda-feira (2) um convênio com a empresa britânica Oxitec, fabricante do inseto, para realizar um projeto de pesquisa na cidade.

Após testes em Juazeiro e Jacobina, na Bahia, a empresa obteve aprovação federal de biossegurança para soltar os animais. O aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária para comercializar o serviço, porém, ainda não saiu. Por isso o projeto em Piracicaba ocorre como teste, subsidiado pela empresa.

Já sabemos, dos mesmos produtores da fraude da gripe aviária, aos que lhes saiu mal a campanha do Ebola, agora trazem ao mundo inteiro “Zika: Grave Ameaça Mundial”. Aplausos.

Texto e imagens acima de cronsub.com. Tradução: Caminho Alternativo


Estes mosquitos genéticamente modificados pertencem à britânica Oxitec, uma empresa de biotecnologia que foi comprada pela Intrexon, conforme noticiado em agosto de 2015. No Brasil a Oxitec foi contratada pelo governo, para “fornecer um pacote de serviços, que vai desde o treinamento de agentes públicos ao combate de possíveis epidemias de dengue”, uma contratação com a aprovação da Anvisa.

A Anvisa, vale lembrar, é o órgão que demonstrou estar atuando no boicote aos testes clínicos com a fosfoetanolamina sintética, a substância que é apontada como a cura do câncer. Enquanto boicota a fosfoetanolamina por “falta de testes clínicos”, aprova a soltura de mosquitos geneticamente modificados sem prova alguma de sua eficácia e qualquer estudo sobre as consequências futuras, como por exemplo, a mutação genética do mosquito e a potencialização do contágio.

Mas quem está por trás da Intrexon? Basta seguir o rastro do dinheiro, ou seja, quem financia a quem. Esta é a posição acionária da empresa de acordo com o site da NASDAQ:

Na lista estão a Vanguard Group, BlackRock, Morgan Stanley, State Street Corp, Third Security, entre outras. São empresas/fundos de investimento e bancos que pertencem às dinastias de banqueiros Rothschild e Rockefeller. As mesmas empresas que são proprietárias dos grandes laboratórios e que lucram bilhões com a industria do câncer, através dos quimioterápicos e radioterápicos.

Tendo estes dados em mãos, é possível imaginar qual seria o plano. Algo parecido ou pior com o que aconteceu com o H1N1 e o Ebola. Espalhar o vírus, matar milhares de pessoas e em seguida lucrar com a “cura”, ou seja, as vacinas.

O Ebola por sinal, foi patenteado pelo governo dos EUA em 2009(link1 e link2), com a participação do exército dos EUA e o usureiro George Soros, que financia, através de sua Fundação Open Society, os laboratórios militares em Serra Leoa e Libéria.

Outro vírus patenteado com fins de lucro, conforme revelado pelo leitor Fernando, foi o H1N1, cujo detentor dos direitos sobre a medicação e a vacina era Donald Rumsfeld, secretário de defesa dos EUA no governo Bush filho, comprou quase toda a produção de anis estrelado da China, componente indispensável para a fabricação do Tamiflu. Depois que a relação entre ele e o Tamiflu foi descoberta tiveram que abrir a patente dos remédios para a gripe.

Recentemente informaram que o Zika, além de ser responsável pela microcefalia, poderia ser contagioso através de relações sexuais, leite materno e sangue. Sendo assim as mulheres evitarão engravidar e maior será o medo em ter relações sexuais ou trocar fluídos corporais. Uma ferramenta da elite globalista para promover a redução populacional e é claro, lucrar.

Tudo isto é parte de uma satânica agenda para chegar ao Governo Mundial, onde um seleto grupo de bilionários sionistas pretende governar o mundo com seus bancos e multinacionais.
Blog Caminho Alternativo

Tropeço da China pode abalar o mundo?

Economia,China,Blog do MesquitaQuando uma grande economia entra em crise, o resto do mundo sente as consequências. No caso da China, elas podem ser gigantescas. Está óbvio que a economia chinesa enfrenta sérios problemas.

O contágio global gerado por crises em economias importantes sempre acaba sendo pior do que o anunciado.
No caso da China, esse problema ganha proporções gigantescas.
Está óbvio que a economia chinesa enfrenta sérios problemas.O quão grande eles são é difícil dizer, já que as estatísticas oficiais da China não são tão confiáveis.

A fonte dos problemas financeiros da China é o modelo econômico adotado pelo país, que envolve poupanças muito altas e baixo consumo.

Este modelo só era sustentável enquanto o país crescia a um ritmo acelerado, o que gerava um alto investimento, estimulado pela ampla oferta de trabalhadores rurais mal remunerados.

Esse modelo entrou em choque e a China, agora, enfrenta o desafio de realizar a transição de uma economia de crescimento eufórico para moderado, sem cair em recessão. Esse processo pode ter sérias implicações para o resto do mundo.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

George Soros chegou a comparar o cenário com a crise global de 2008, em um fórum econômico realizado esta semana, no Sri Lanka.

“A China enfrenta um grande problema estrutural. Eu diria que equivale a uma crise. Quando analiso o mercado financeiro, vejo um grande desafio que me lembra a crise que tivemos em 2008”, disse Soros.

Há duas possibilidades. A primeira é que o impacto das agruras chinesas será gerenciável. A China é uma grande economia que responde por um quarto da manufatura mundial e gasta mais de US$ 2 trilhões anuais em importação de bens e serviços.

É claro que tudo que ocorre lá afeta os demais países, mas o mundo é grande, com um PIB de US$ 60 trilhões anuais, excluindo a China.

Porém, a ameaça está nas ligações financeiras da China com os demais países, o que pode acabar tornando os problemas do país em uma crise global. O ciclo de negócios entre os países é mais sincronizado do que deveria.

Além disso, as crises têm o poder de contaminar o mercado financeiro mundial. Boas ou más notícias em uma grande economia afetam o humor de outra.

A grande preocupação é que a China exporte sua crise, fazendo o gasto com investimentos nos EUA, Europa e nos países emergentes despencar. Nenhum país está pronto para lidar com isso.

A maior aposta é que a China entre em crise, mas exporte apenas uma turbulência suportável para o resto do mundo.

A expectativa é que essa aposta se confirme, já que nenhuma economia do mundo tem um plano B para lidar com o contrário.

Fontes:
Bloomberg-George Soros Sees Crisis in Global Markets That Echoes 2008
The New York Times-When China Stumbles

Economia: A Suíça vai à guerra

Livre das esquerdas, o capitalismo voltou a mostrar a sua vocação anti-social a partir do momento em que os regimes ortodoxos de esquerda ruíram.

A democracia capitalista entende a democracia clássica somente como uma ferramenta para produzir processos de acumulação de capital, e nos rastro de especulação.

Quando necessário, o capitalismo apátrida, reduz a democracia à irrelevância e, se encontrar outro instrumento mais eficiente, dispensa-a, o que está acontecendo agora na China.

Guetos capitalistas no país dos mandarins ofuscam a percepção de que o “império amarelo” continua uma ditadura cruel e sanguinária, havendo apenas a troca de mandarins por uma “nomenklatura” encastelada no poder.
O Editor


O Banco Nacional da Suíça (banco central) vai agora enfrentar o poderio de fogo de um mercado global de moeda que movimenta, por dia, nada menos que US$ 4 trilhões.

As autoridades suíças não mostram complexo de inferioridade. Avisaram que estão em condições de comprar volumes ilimitados de moeda estrangeira que se meta a testar sua disposição de manter uma situação inegavelmente artificial.

Antes de continuar, vamos aos fatos. A pequenina Suíça vinha sendo uma das maiores vítimas daquilo que, em setembro do ano passado, o ministro da Fazenda do Brasil, Guido Mantega, denunciara como guerra cambial. Os bancos centrais das duas maiores moedas do mundo, o dólar e o euro, estão empenhados em derrubar o valor de suas moedas para garantir mais exportações e aumento do emprego.

Além de manter os juros a níveis próximos de zero por cento – os mais baixos da história -, vêm emitindo moeda com objetivo de recomprar títulos emitidos pelos tesouros nacionais.

A sobra enorme de recursos vai sendo empurrada para cima de três economias: Japão, Suíça e Brasil, seguindo motivações distintas. O iene japonês e o franco suíço estão sendo procurados como porto seguro (reserva de valor), na condição de defesa contra a desvalorização das outras moedas fortes. O real do Brasil está sendo procurado como fonte de renda, na medida em que os juros por aqui seguem entre os mais altos do mundo.

Somente neste ano, o franco suíço se valorizou 17% diante do euro. A principal consequência foi o encarecimento (nas outras moedas) de todo produto ou serviço produzido na Suíça. Com isso, a indústria, a rede de hotelaria e os bancos vinham sangrando nos seus resultados.

A decisão tomada terça-feira foi colocar o piso de 1,20 franco suíço por euro na troca de moedas no seu câmbio. O novo compromisso prático do banco central suíço é comprar toda a moeda estrangeira cuja oferta no câmbio suíço provoque cotação mais baixa do que essa aí, de 1,20 franco por euro.

Na prática, o Banco Nacional da Suíça estará emitindo francos para enfrentar a farta entrada de capitais em seu mercado de câmbio. As compras de moeda estrangeira implicam crescimento das reservas que hoje são de US$ 151,2 bilhões.

Em situações normais, a defesa de um câmbio fixo por um banco central é quase sempre batalha perdida a longo prazo. Em 1992, por exemplo, um único grande especulador global, o húngaro George Soros, investiu US$ 10 bilhões na desvalorização da libra esterlina e levou o Banco da Inglaterra (banco central) à capitulação.

Aparentemente, as autoridades monetárias da Suíça estão levando em conta que os francos suíços comprados pelo resto do mundo não ficarão circulando no mercado, mas permanecerão entesourados, na medida em que são procurados como reserva de valor. Por isso, apostam em que não produzirão inflação.

Duas consequências imediatas parecem inevitáveis: (1) se a operação suíça for bem-sucedida, é provável que o Japão e os países nórdicos também tentem fixar o valor de suas moedas; e (2) se Suíça, Japão e outros países forem bem-sucedidos nesse regime de câmbio fixo, mais moeda estrangeira tomará o rumo do Brasil.

Celso Ming/O Estado de S.Paulo

Globalização foi ‘propulsor’ de desigualdade de renda

Começa a ser percebido que a atual crise econômica é fruto do que os analistas adjetivam de “onlinezação” da economia. O melhor exemplo é o investidor George Soros.

Este cidadão é hoje praticamente o dono do mundo. Com um simples “enter” pode transferir, por exemplo, 1 trilhão de dólares de um país, levando-o à falência. Tal poderosa criatura do mundo das finanças, é, sozinho — graças ao governo do sociólogo da entregação, FHC, que vendeu, num autêntico crime de lesa-pátria, ações da Petrobrás dono de 60% do capital da companhia brasileira, que os brasileiros, levamos 50 anos para construir.

BBC Brasil

A globalização financeira tem sido um “importante propulsor da desigualdade de renda” e “não tem contribuído para o fortalecimento da produtividade global e do aumento de emprego”, segundo o relatório anual da Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgado nesta quinta-feira.

O documento, intitulado Income Inequalities in the Age of Financial Globalization (Desigualdades de Renda na Era da Globalização Financeira, em tradução livre), diz que havia a expectativa de que a globalização financeira, “causada pela desregulamentação do fluxo de capital internacional”, viesse a estimular o crescimento econômico e trazer benefícios concretos às camadas mais pobres – como aumento de renda e a diminuição nas restrições a crédito.

Mas a globalização não apenas “falhou em contribuir no desenvolvimento da produtividade global e na criação de empregos” como também “intensificou a instabilidade econômica”, diz a OIT.

“Globalmente, crises no setor bancário foram 10 vezes mais freqüentes nos anos 90 do que no final dos anos 70”, diz o documento. “O desemprego deve aumentar em conseqüência da queda no investimento e isso pode intensificar ainda mais as desigualdades de renda.”