Sérgio Guerra, cotado para vice de Serra, nomeia funcionários fantasmas no Senado

Agora como é que fica o discurso das vestais moralistas?O DEM, atolado até o pescoço nos Panetones do Mensalão do DEM. Os fantasmas do Efraim Moraes continuam assombrando o PFL, ops, DEM. Agora o PSDB que alardeia apoio do PTB do Senador Mozarildo Cavalcante — esse, responde a processo no STF por contrabando — e pra completar tem o provável candidato à vice de Serra, Senador Sérgio Guerra, envolvido na costumeira prática dos senadores de nomear funcionários fantasmas.
PT?Ri aos bandalhos.

O Editor


Cotado para vice de Serra, Guerra nomeia “fantasmas”

Hoje na Folha Presidente do PSDB e um dos principais cotados para ser vice na chapa de José Serra à Presidência, o senador Sérgio Guerra (PE) emprega uma família de funcionários “fantasmas” no Senado, informa reportagem de Breno Costa, publicada nesta quarta-feira pela Folha (íntegra disponível para assinantes do jornal e do UOL).

Segundo a reportagem, oito parentes de Caio Mário Mello Costa Oliveira, uma espécie de “faz-tudo” do senador, foram nomeados em seu escritório de apoio em Recife, mas não dão expediente nem são conhecidos por quem trabalha lá. Cinco foram nomeados no mesmo dia, em 17 de setembro de 2009. Juntos, recebem cerca de R$ 20 mil mensais.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

A Folha informa que mesmo Caio Mário Mello Costa Oliveira, que efetivamente assessora o senador, não dá expediente no escritório, pelo qual é nomeado. Sérgio Guerra nomeou dois filhos, dois irmãos, três sobrinhos e uma cunhada de Caio Mário, todos como assessores parlamentares.

OUTRO LADO

Em entrevista por telefone e por escrito, Sérgio Guerra afirmou que todos os funcionários comissionados lotados no escritório dão “suporte” às suas atividades de senador em todo o Estado.

“Você acha que eu pago eles para quê? Para chupar chiclete? Eles me ajudam na política, no meu trabalho lá, de um jeito ou de outro.”

O senador confirmou que seu único escritório de apoio em Pernambuco é o que foi visitado pela reportagem, em Boa Viagem, em Recife.

Ao ser informado de que apenas uma secretária trabalhava no escritório, Guerra disse que ali é o local de suas “atividades mais fechadas”.

Folha de São Paulo