Direitos Humanos e Hipocrisia

Fidel Castro – à moda de Stalin,Mao,Hitler,PolPot, Os carniceiros da Coreia do Norte e tais – deu “sumiço” a 20MIL dissidentes.

bolsonaroblog-do-mesquita

Muito justo e pertinente que sejam evocados os Direitos Humanos para condenar o barbudo.
No entanto como a indignação dos bolsonarianos Tapuias é seletiva, e hipócrita, quando se trata de direitos humanos no Brasil, os direitopatas dizem logo que Direitos Humanos é coisa de bandido.

“A hipocrisia é a mentira da mentira.”

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Fidel Castro: um genocida a menos

Não é porque morreu um dos párias da humanidade, que desensarilho as armas.

Fidel era um idiota, um ditador esc**to, e com os FDP acólitos que lhe lambiiam as botas, Che incluso, um ditador genocida.

Faltam Pyong Yong, todos Kmer, mais todos os que habitaram, e habitarão na Av. Pensilvânia 1600, os da Pç. Vermelha, o cabo Austríaco, 55 Rue du Faubourg Saint-Honoré, 10 Dowing Street, Vaticano, Torquemadas tais, Riad e todos desde Saladino no Crescente Fértil até o marido da Asma-Al, os Mandarins desde Qin, todos os antes – de Ivan aos Romanofs – até o bigodudo das estepes e seus seguidores putins.

E todos os simpatizantes desses pulhas, que espero, estejam, ou os que Caronte transportar aos subterrâneos de Hades.

E aos crentes, que Lúcifer os receba com o tridente sem KY na ponta.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

Fidel: um a menos

orlando-zapatapreso-politicocubafidel-castroblog-do-mesquitaA mídia brasileira é um lixo…vocês já sabem né?

Pois é. As obras do Lula/Dilma/BNDES – Porto de Mariel e outros tais – em Cuba, foram demonizadas durante os 13 anos dos governos dos vermelhinhos. Fidel e o hermano foram reduzidos a nitrato de pó de pe*do pelos globais globalistas e pelos “consultores” do Soros.

Agora o Demo de lá ‘cola o relé’, ‘bate a cassuleta’, e desde as 5h da manhã – GloboNews no topo – que essa mídia esc**ta enche o saco com o trololó sobre o ditador.
E os “líderes” mundiais também ‘bodejam’ sobre.
Obozo, o vaselina, lamenta a morte do “histórico líder” hahaha – Ivan o Terrível, Ricardo III, Hitler, Saladino, Calígula, Gegis Khan, Ratko Mladic (aos livros. Eia! Massacre de Srebrenica), Mao o mau, Menachem Begin, Kissinger, Kim Il-sung…todos também estão na história.
Né não?[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]
A revolução de Fidel foi a revolução do ódio, da vingança e das vítimas. Por lá, provavelmente rezando pela alma desse homem tão bom, ainda estão 800 Presos Políticos.
Seria oportuno se um médium conseguissem que esses midiotas entrevistassem Orlando Zapata, que morreu nos calabouços dos Castros no dia 23 de fevereiro de 2010.
Preso político, Orlando Zapata era um preso de consciência. Não roubou nem matou. Ousou pensar fora da curva.
Esse preso político quando morreu, Lula comemorou com Fidel a morte de um verdadeiro preso político num calabouço cubano. Ele era negro, pobre e democrata. Morreu de fome.

Aí vem o Trump, no Twitter e coloca as coisas no lugar:

“Today, the world marks the passing of a brutal dictator who oppressed his own people for nearly six decades,” Trump said in a statement issued a couple of hours after his tweet.
“Fidel Castro’s legacy is one of firing squads, theft, unimaginable suffering, poverty and the denial of fundamental human rights. While Cuba remains a totalitarian island, it is my hope that today marks a move away from the horrors endured for too long, and toward a future in which the wonderful Cuban people finally live in the freedom they so richly deserve.”
PS. Agora “se me lasquei”! Esquerdinhas, sionistas, democratas todos de tacape no meu ‘quengo’.

 

 

 

Obama em Cuba: quando um “fake” se torna realidade

A frase premonitória que Fidel nunca disse sobre Obama, o Papa e CubaA frase premonitória que Fidel nunca disse sobre Obama, o Papa e CubaA frase, atribuída ao líder cubano em 1973, é boa, mas era só uma piada

Com a visita de Barack Obama a Cuba, voltou a circular na Internet um comentário sarcástico supostamente feito por Fidel Castro em 1973 e que teria de transformado em uma assombrosa premonição involuntária:

“Os Estados Unidos só irão dialogar conosco quando tiverem um presidente negro e houver no mundo um Papa latino-americano”.

O problema é que Castro nunca disse isso.

Este é um dos memes que estão sendo compartilhados no Twitter, em espanhol.

Segundo o site Snopes, que se dedica a investigar e desmentir lendas urbanas, essa frase começou a ser espalhada como verídica por causa de um artigo do escritor argentino Pedro Jorge Solans publicado no jornal El Diario, também da Argentina, há pouco mais de um ano.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Nesse texto, Solans diz que a história lhe foi contada por Eduardo de la Torre, então estudante universitário e hoje taxista em Cuba.

Fidel Castro teria dito a frase numa entrevista coletiva, em resposta a uma pergunta do jornalista britânico Bryan Davis.

– Quando o senhor acha que poderão ser restabelecidas as relações entre Cuba e Estados Unidos, dois países tão distantes apesar da proximidade geográfica?

Fidel Castro, segundo essa versão, o olhou fixamente e respondeu para todos os que estavam na sala:

– Os Estados Unidos só irão dialogar conosco quando tiverem um presidente negro e houver no mundo um Papa latino-americano.

Em meados de 2015, a frase foi publicada como verídica na imprensa da Espanha e América Latina, como recorda o site argentino Periodismo.com.

O problema é que não há nenhuma outra fonte nem qualquer registro oficial da frase, segundo o Snopes. Tampouco se sabe qualquer coisa a respeito de Bryan Davis, o jornalista que teria feito a pergunta a Castro, segundo o site Skeptics.

E tampouco há rastro dessa frase antes de dezembro de 2014, como recordam oThe Guardian e o Periodismo.com.

Ou seja, ela surgiu na mesma época em que Estados Unidos e Cuba anunciaram o restabelecimento das suas relações diplomáticas.

Na verdade, todas as referências anteriores ao artigo do El Diario apresentam a frase como uma piada que era contada naqueles dias na ilha, como no caso da coluna publicada em 22 de dezembro pelo jornalista Ortiz Tejeda, no jornal mexicano La Jornada.

Nessa versão, Castro não responde a nenhum jornalista, e sim ao próprio Che Guevara, e a conversa ocorre em 1961:

– Fidel, alguma vez voltaremos a ter relações diplomáticas com os ianques?

Fidel responde:

– Isso só será possível no dia em que o presidente dos Estados Unidos for negro e o Papa argentino, como você…

O jornal Havana Times também menciona o ocorrido alguns dias mais tarde, em 27 de dezembro de 2014, afirmando se tratar de uma piada que aproveita a coincidência de três fatos que todos antes consideravam impensáveis.

“Washington e Havana só retomarão as relações ‘no dia em que o presidente dos Estados Unidos for negro e o Papa argentino”, diz uma piada comum nos últimos dias na ilha, colocada na boca de um fictício Fidel Castro dos anos sessenta, e que resume muito bem as mudanças que ocorreram no mundo desde então e a imensa agitação política presenciada agora.
El País/Jaime Hancock

‘New York Times’ diz que ‘história vai provar que Obama está certo’

Discurso de Obama sobre reaproximação com Cuba repercutiu no mundo inteiro

Crédito: AP
A reaproximação diplomática dos Estados Unidos com Cuba repercutiu mundialmente como um marco na história dos dois países. Uma das principais publicações americanas, o New York Times dedicou um editorial para elogiar a postura da Casa Branca e escreveu que “a história vai provar que (o presidente Barack) Obama está certo”.

Ao anunciar novas políticas para lidar com Cuba após cinco décadas de distanciamento, Obama disse que “o isolamento fracassou. É hora de uma nova abordagem”. A notícia agradou especialmente o New York Times, que já havia declarado claramente o apoio a uma reaproximação com a ilha em diversos editoriais nos últimos meses.

No editorial desta quarta, que “comemora” a atitude de Barack Obama e do presidente cubano Raúl Castro, o jornal fala em uma “nova era” para os dois países.

“A Casa Branca está inaugurando uma era de transformação para milhões de cubanos que sofreram como resultado de mais de 50 anos de hostilidade entre as duas nações”, diz o editorial.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Leia Mais: No que consiste o plano para a reaproximação entre EUA e Cuba

“Obama poderia ter dado um passo mais modesto e gradual para o fim do degelo. Em vez disso, ele corajosamente foi tão longe quanto pôde, dentro dos limites de uma lei ultrapassada de 1996 que impõe sanções rígidas sobre Cuba na busca da mudança do regime do país.”

Em editoriais anteriores – publicados em inglês e espanhol -, o New York Timesdefendia o fim do embargo econômico a Cuba e a retirada do país da lista americana de “patrocinadores do terrorismo”.

Pelo discurso de Obama nesta quarta, as duas coisas podem estar em vias de se concretizar – o presidente anunciou que pedirá ao secretário de Estado, John Kerry, para rever essa denominação de Cuba e avisou que tentará engajar o Congresso na discussão sobre o fim do embargo à ilha após mais de 50 anos.

No texto desta quarta-feira, o NYT chama a atitude dos EUA perante Cuba de “contraproducente”. “Os Estados Unidos estão certos ao pressionar por mais liberdades pessoais e por uma mudança democrática. Mas sua abordagem punitiva tem sido extremamente contraproducente.”

O New York Times ainda elogia Raúl Castro pelos avanços conquistados no país nos últimos anos e por seu “pragmatismo”.

Leia mais: O americano que foi chave na reaproximação com Cuba

Repercussão mundial

Ainda nos Estados Unidos, a notícia repercutiu como um momento histórico para o país. O Washington Post ressaltou o “fim de uma era de Guerra Fria contra Cuba”.

A revista Newsweek chamou o anúncio como “fim de uma queda de braço de décadas entre EUA e Cuba”. Análise publicada no site da revista dizia que “Obama fez a coisa certa com Cuba” e considerou a iniciativa desta quarta “transformadora” para os dois países.

Reprodução
Washington Post destaca ‘fim de uma era de Guerra Fria entre EUA e Cuba’
Em Cuba, porém, a repercussão foi bem diferente. O destaque maior era para o retorno dos três cubanos que estavam presos nos EUA – parte de um grupo conhecido como “Cinco heróis” em Havana – acusados de espionagem.

Um dos principais jornais, o Granma destacou a fala de Raúl Castro sobre o retorno dos cubanos e, em seguida, a reaproximação diplomática. “O presidente cubano anunciou oficialmente a chegada de Gerardo, Antonio e Ramon, e o restabelecimento das relações diplomáticas entre Cuba e os Estados Unidos.”

O Juventud Rebelde também dá espaço à comemoração do retorno dos cubanos que estavam nos EUA e não menciona na capa a mudança na política com os americanos.Reprodução
Granma dá destaque para retorno de cubanos e deixa reaproximação com EUA no segundo plano

A notícia também estampou as manchetes dos jornais do mundo inteiro e foi destacada como “o começo de uma nova era” por algumas publicações.

O britânico The Guardian falou em “avanço surpreendente” nas relações entre EUA e Cuba e também considerou o fato como o fim de uma “guerra fria” entre os dois países.

Reprodução
Le Monde cita ‘reaproximação histórica’ para falar sobre as novas políticas diplomáticas entre EUA e Cuba

O jornal italiano Corriere Della Serra cita o momento como um “ponto de virada” após 55 anos de uma “relação perigosa”. O francês Le Monde destaca a “reaproximação histórica”. Já o espanhol El País ressalta o fim de décadas de distancimento e o início de uma nova etapa para os dois países.

“Com o restabelecimento das relações diplomáticas, os Estados Unidos tentam encerrar um conflito que durava 53 anos. A Guerra Fria terminou hoje na América”, finaliza a publicação.
BBC