Red Bull vai testar nova proteção de cockpit em treino livre

Equipe apresentará alternativa ao criticado sistema Halo já testado pela Ferrari.

Red Bull vai testar nova proteção de cockpit em treino livre

A Red Bull irá correr com o seu sistema de proteção de cockpit em uma volta de instalação durante a sexta-feira de treinos livres para Grande Prémio da Rússia, confirmou nesta quinta-feira a equipe.

A organização baseada em Milton Keynes tem trabalhado duro na sua alternativa para o Halo, com testes estáticos tendo ocorrido durante a última semana para entender melhor como ele vai funcionar.

Sebastian Vettel, Ferrari SF16-H running the Halo cockpit cover
Sebastian Vettel, Ferrari SF16-H running the Halo cockpit cover
Red Bull Halo concept
A possible future semi-closed canopy design by Red Bull
A possible future semi-closed canopy design by Red Bull

Embora o teste de conceito provavelmente continue durante os próximos meses, a equipe quer testar o sistema em um carro para que se possa avaliar tanto a visibilidade do piloto como a opinião do fã.

Um dos problemas com o Halo – que foi testado pela Ferrari nos testes de pré-temporada – foi que os fãs não gostaram da aparência.

A Red Bull acredita que sua opção- que tem um pilar central – será mais popular.

O diretor de prova da FIA, Charlie Whiting, deixou claro na semana passada, no entanto, que a palavra final sobre qual projeto seria usado a partir de 2017 teria a segurança como parâmetro.

No entanto, se ambos protegessem bem os pilotos de forma igual, então o projeto da Red Bull poderia obter a preferência se as equipes preferirem sua aparência.

“Pessoalmente, eu diria que é esteticamente mais agradável a solução (da Red Bull)”, disse Whiting. “Mas é apenas uma questão de gosto”.

“No entanto, se ambas as soluções funcionarem igualmente bem em testes, eu ficaria surpreso se houver um enorme desejo de manter o Halo.”

A Red Bull ainda não decidiu qual piloto correrá com a proteção de cockpit.

Fórmula 1 pode ganhar alternativa com carros elétricos carregados sem fio

Carro de Fórmula E pilotado por Lucas di Grassi faz apresentação em Berlim

A Fórmula 1 deve ganhar em breve uma alternativa com carros elétricos abastecidos por sistemas sem fio e tecnologia de realidade aumentada.

A FIA, órgão que controla o automobilismo mundial, pretende lançar o campeonato da chamada Fórmula E no ano que vem.

A organização diz que a intenção do campeonato será garantir o entretenimento do público e também promover a tecnologia dos veículos elétricos.

A categoria já vem realizando testes com seus carros, com o brasileiro Lucas di Grassi como piloto.

Outro piloto brasileiro, Gil de Ferran, foi apontado como “embaixador” da categoria.

Carro de Fórmula E foi apresentado recentemente em Berlim

Analistas avaliam que a competição poderá ajudar a melhorar a percepção do público em relação aos carros elétricos, mas a tecnologia ainda precisa passar por uma grande evolução para se tornar disseminada.

A própria FIA reconheceu que a mudança não ocorrerá do dia para a noite.

“Faremos com que as pessoas fiquem mais propensas a comprar um carro elétrico, mas isso levará tempo – cinco ou dez anos”, afirmou à BBC o presidente-executivo da Fórmula E, Alejandro Agag.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

A FIA prevê começar a Fórmula E em setembro de 2014, em Londres, com corridas em outras nove cidades, incluindo Pequim e Los Angeles.

Dez equipes, cada uma com dois pilotos, competirão entre si em corridas de uma hora.

Agag diz acreditar que as competições poderão ter um apelo para uma audiência mais jovem do que a audiência tipicamente atraída pela Fórmula 1 e que os próprios fãs poderão se tornar proprietários de carros elétricos no futuro.

Patrocínio

Qualcomm será principall patrocinadora da categoria e fornecedora de tecnologia

A FIA anunciou nesta semana um acordo de patrocínio com a fabricante de chips para smartphones Qualcomm, que fornecerá, além de um valor não revelado, a tecnologia de reabastecimento e de realidade aumentada para a nova categoria.

Entre os produtos que a Qualcomm pretende oferecer está uma tecnologia de reabastecimento sem fio, chamada Halo.

A tecnologia, desenvolvida pelo laboratório da empresa em Londres, cria um campo eletromagnético usando uma plataforma de cobre enterrada no chão.

Esse campo pode ser captado por uma bobina instalada no veículo, que o converte em eletricidade para carregar uma bateria.

‘Carregamento dinâmico’

A equipe britânica de Formula E Drayson Racing Technologies já testou uma versão customizada do Halo como forma de carregar seus veículos quando eles estão parados.

Porém a intenção é usar a tecnologia para recarregar somente o carro de segurança das competições no primeiro ano, para depois estendê-la para os demais carros no segundo ou terceiro ano.

Lucas di GrassiO brasileiro Lucas di Grassi, que já passou pela Fórmula 1, é o piloto de testes da Fórmula E

Com o tempo, segundo a Qualcomm, várias plataformas poderiam ser instaladas nos locais de competição para permitir o “carregamento dinâmico”, ou seja, a habilidade de reabastecer os carros em movimento, ajudando-os a completar a corrida no menor tempo possível.

A Coreia do Sul já lançou algo semelhante, usando uma tecnologia local semelhante para recarregar ônibus elétricos em determinadas rotas.

Porém esses esquemas são caros, e a FIA reconhece que a competição terá que se mostrar popular para levantar os recursos necessários para pagar pela instalação dos sistemas de recarregamento.

A Qualcomm também pretende ajudar a desenvolver sistemas telemétricos usados nas corridas. “Pressão dos pneus, motores, combustível, fluido de freio, velocidade, torque – todo tipo de coisas pode ser monitorado a cada nanossegundo”, explica Anand Chandrasekher, diretor de marketing da empresa.

Segundo ele, as informações também poderão ser vistas pelo público por meio de um software de realidade aumentada, permitindo aos espectadores observar o carro de sua preferência mesmo que edifícios ou objetos obstruam sua visão simplesmente colocando seus smartphones ou tablets para tornar o veículo visível.
BBC

Tópicos do dia – 10/05/2012

09:01:07
Mensalão: Gurgel tem cinco horas para apresentar denúncia contra réus
Os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) decidiram nesta quarta (9) que o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, terá cinco horas para apresentar denúncia contra todos os réus envolvidos no processo do mensalão. O relator, ministro Joaquim Barbosa, levou ao plenário do Supremo uma questão de ordem, na qual afirmou que o tribunal precisa estabelecer algumas questões práticas antes que o julgamento aconteça.

09:10:16
Procurador Gurgel foi traído pela mulher, mas no bom sentido (apenas profissionalmente)

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, tentou de todas as formas se livrar de depoimento na CPI do Cachoeira, mas terá de ser convocado. Sua própria dignidade agora está em jogo, devido às declarações do delegado da Polícia Federal Raul Alexandre Marques Sousa, colocando gravíssimas dúvidas quanto à atuação do procurador.
A sessão era secreta, mas antes mesmo de o depoimento do delegado acabar já corria no Congresso a informação que desonra Roberto Gurgel. Ou ele era cúmplice ou foi traído profissionalmente pela própria mulher.

Os fatos são os seguintes, indesmentíveis:
1) O delegado enviou em setembro de 2009 um pedido para que Gurgel investigasse o senador Demóstenes Torres (sem partido-GO) e outros deputados por suspeita de envolvimento com o esquema do contraventor Carlos Augusto Ramos, o Carlinhos Cachoeira.
2) As investigações da Operação Vegas, que apurou o esquema do contraventor entre 2008 e 2009, foi paralisada no momento em que se depararam com parlamentares. Eles detém foro privilegiado e, portanto, só podem ser investigados pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
3) Quem paralisou a investigação foi a subprocuradora-geral da República Cláudia Sampaio, mulher de Gurgel, que ele designou para avaliar os elementos da investigação. E ela então informou não ter encontrado indícios de envolvimento dos parlamentares para justificar que se levasse adiante as investigações.
Caramba! O que será mesmo que essa procuradora classificaria de “indícios”? Que procuradoria é essa, Francelino Pereira? Com isso, é claro que voltará a ganhar força a disposição de se ouvir na CPI o procurador-geral.
Como se sabe, Gurgel só abriu investigação contra Demóstenes e três deputados federais envolvidos com Cachoeira, Sandes Junior (PP-GO), Carlos Alberto Leréia (PSDB-GO) e Stephan Nercessian (PPS-RJ), quando o envolvimento dos quatro se tornou público a partir de escutas telefônicas divulgadas pela imprensa.
Carlos Newton/Tribuna da Imprensa

09:37:57
Esquema era ‘verdadeira metástase’, afirma delegado da Operação Vegas
O delegado da Polícia Federal Raul Alexandre Marques Sousa classificou na noite de terça-feira, 8, no depoimento reservado à CPI do Cachoeira, como “verdadeira metástase” a atuação do grupo comandado pelo contraventor.
Nas seis horas de reunião com os parlamentares, Sousa detalhou a forma de agir do grupo, que, aos moldes das máfias, pagava regularmente propina a servidores públicos por informações e não admitia que os integrantes se apropriassem de recursos do esquema de jogos ilegais.

Segundo parlamentares que acompanharam o encontro, Sousa afirmou que a Operação Vegas, que comandou, teve 55 alvos entre 2008 e 2009. Foram realizadas 61.803 ligações, num total de 1.388 horas de gravação durante os 60 dias de interceptações telefônicas autorizadas pela Justiça.

Isso dá, nas contas do delegado, 1.030 ligações feitas por dia. O chefe do esquema, Carlinhos Cachoeira, teve 234 horas de conversas interceptadas, uma média de quatro horas diárias no período.

Segundo Sousa, o “grupo poderoso”, principalmente seu líder Carlinhos Cachoeira, tinha grande preocupação com o vazamento de informações. Por precaução, Cachoeira sempre trocava de telefones.

O delegado admitiu aos integrantes da comissão que essas constantes trocas dificultavam a continuidade das apurações. Mas a sorte virou quando o grupo passou a usar os famosos Nextel. Esses aparelhos não são imunes à interceptação dos áudios, apenas os registros das ligações são apagados.
Ricardo Brito, Estadão.com.br

11:27:45
Barrichello e Schumacher: a ultrapassagem polêmica no GP da Áustria de 2020
Nesta semana lembraremos dez anos de uma das mais polemicas chegadas de corridas de todos os tempos, quando no GP da Áustria de 2002, Rubens Barrichello foi obrigado a ceder a vitória para Michael Schumacher na pista de A1-Ring.

Na ocasião, o resultado foi exaustivamente contestado por torcedores, dirigentes e demais envolvidos com a categoria, sendo defendido pelo time italiano alegando que naquele momento pensava no campeonato. No pódio, Schumacher fez questão de colocar Barrichello no local destinado ao vencedor e este ato gerou uma ação da FIA, que rendeu uma multa de US$ 1 milhão, sendo que metade dela foi paga e a outra metade só seria cobrada se a atitude se repetisse.

Rubens Barrichello conversou com a revista Playboy e disse que durante as voltas finais da prova em Speilberg ouviu uma ameaça que o obrigaria a pensar na sua vida.

“Foram oito voltas de guerra. É muito raro eu perder a calma, mas, naquele rádio, saiu gritaria. Fui até o final, até a última curva, falando que não ia deixar ele passar. Até que eles falaram algo relacionado a alguma coisa mais ampla, não era contrato. Era uma situação que deixou no ar… Eu não posso contar o que eles falaram, mas foi uma forma de ameaça que me fez refletir se eu teria de repensar a minha vida, porque o grande barato para mim era guiar”, declarou o atual piloto da KV Racing na Fórmula Indy.
blog Amigos da velocidade


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Fórmula Um: FIA perdeu a vergonha na cara

Ficou bem claro.

O doce internauta se lembra do que eu disse?

Se Alonso não for punido, nada feito.

Pois então.

O veredito que deu um tapinha na mão da Renault (que também fornece motores para a Red Bull) e aliviou para o lado do espanhol mostrou claramente que esta presidência da FIA não está interessada em impor um parâmetro ético ao esporte a motor.

Disse o jornal espanhol “El País” agora há pouco: “Excluir a un grande como Renault acarrearía consecuencias nefastas para el circo de Bernie Ecclestone, que parece haber perdido ya casi toda la credibilidad (…) El daño que la decisión ha provocado en la imagen de la FIA, de la fórmula uno y de Renault están aún por determinar”.

E o pior é que Ari Vatanen tem poucas chances de ser eleito como o próximo presidente da entidade. Mais provável que os delegados das entidades automobilísticas nacionais, em vez de votar pela renovação, optem por Jean Todt, representante da continuidade dessa bandalheira que aí está.

Comércio

“A F-1 não é puramente um esporte, é entretenimento. E este empreendimento (o JKSP, que promoveria o GP da Índia) é uma iniciativa comercial. A corrida de F-1 proposta não satisfaz as condições cujo foco é o empenho em se distinguir em uma competição, mantendo em vista todo o movimento do esporte das Olimpíadas para baixo.”

Com esta declaração, o ministro dos Esportes da Índia, M.S. Gill, recusou há coisa de um ano a proposta de usar US$ 36,5 milhões do contribuinte para a organização do GP de F-1 em seu país.

Por mais que o retorno de uma corrida de F-1 seja tentador, alguém agora ousa discordar do senhor Gill?

blog da Barbara Gancia

Fórmula Um tá parecendo o Senado brasileiro: tem maracutaia na pista

Vejam só.

Tal e qual um Sarney da fórmula um, o capo Briatore, também, tal e qual a cambada do senado, é ‘fazedor’ de atos secretos. A se confirmar a mafiosa ação, Fernando Alonso, o príncipe das Astúrias, que nem é namorado de neta, subiu ao pódium pela porta dos fundos.

Fica a pergunta: quem será o Agaciel Maia de lá?

O editor

FIA investiga acidente de Nelsinho Piquet em Cingapura-2008 e pode punir Briatore

A Fórmula 1 pode estar próxima de mais um escândalo. Neste domingo, Reginaldo Leme, comentarista da Rede Globo, revelou que a Federação Internacional de Automobilismo (FIA), contratou uma empresa independente para investigar o acidente de Nelsinho Piquet no GP de Cingapura de 2008, fato decisivo para a vitória de Fernando Alonso. Flavio Briatore, chefe da Renault, teria mandado o brasileiro bater de propósito na 16ª volta, três após o primeiro pit stop do espanhol.

Na ocasião, a estratégia de Alonso era considerada ousada e precisaria de um safety car no início da prova para dar certo. Coincidentemente, Nelsinho bateu em um local que forçaria a entrada do carro de segurança.

– O acidente do Nelsinho teria sido premeditado para que houvesse a entrada do carro de segurança em Cingapura. Ele bateu de uma forma muito estranha.

Recentemente, conversando com o Felipe Massa, ele me chamou a atenção disso. E o Felipe foi ao Briatore e disse: “Essa batida não está certa, aconteceu porque vocês quiseram”.

Outros pilotos levantaram esta hipótese na época e agora isso vem à tona por causa da investigação que a FIA está fazendo. Ela contratou uma empresa independente e tem depoimentos contundentes que incriminam Flavio Briatore – disse Reginaldo Leme na transmissão do GP da Bélgica na Rede Globo.

G1

Filho do Presidente da Fiat é encontrado morto, suspeita de overdose

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Morte de Alexander Mosley aconteceu na terça-feira, mas divulgada na quarta-feira; suspeita é de overdose de drogas
Filho do presidente da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) Max Mosley, Alexander Mosley foi encontrado morto em sua casa em Notting Hill, no oeste de Londres. A suspeita, de acordo com o jornal The Sun, é de overdose de drogas.

Alexander morreu na tarde de terça-feira, porém a informação só se tornou pública nesta quarta, quando a FIA soltou um curto comunicado. “Oferecemos nossas sinceras condolências à família de Mosley sobre as tristes notícias da morte de Alexander Mosley. Requeremos à mídia respeito à privacidade da família de Mosley neste momento difícil”.

Economista de formação, o filho do dirigente tinha 39 anos e foi encontrado morto por um parente. Após a polícia local ter sido informada, os paramédicos tentaram reanimar o britânico, que acabou sendo declarado morto ainda em sua própria casa.

Embora não haja informações oficiais sobre a causa do óbito, a edição desta quarta-feira do diário The Sun aponta que a hipótese de overdose é a mais provável.

Fonte: Saiu no Jornal