Fanatismo

Fanatismo,Terrorismo,Blog do Mesquita“O fanatismo é a única forma de vontade que pode ser incutida nos fracos e nos tímidos”. Nietzsche

Embora as pessoas associem geralmente o fanatismo a causas políticas ou religiosas, este comportamento é muito mais amplo do que se imagina.

Originário do francês fanatique ou do latim fanaticus – ‘o que pertence a um templo’ -, ele se refere a toda atitude exagerada, radical, compulsiva. Um dos traços mais marcantes na personalidade fanática, assinalado por Victor Frankl, é o desprezo pela individualidade alheia.

O fanatismo é a prova de que a ignorância não tem mesmo limite. Nem froneteiras. Físicas e/ou ideológicas. O fanatismo é de uma burrice pragmática abissal.

Os atos – violentos/preconceituosos/discriminatórios/violentos – praticados pelos fanáticos depõem contra sua causa e fortalecem os que se lhes opõem.


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A marcha da insensatez – Iraque

Guerra no Iraque. A marcha da insensatez.

Tenho ao longo dos 13 anos do blog recebido perguntas sobre o porquê dos títulos de algumas seções.

A marcha da insensatez é um deles.

Explico: coloco nesses ‘posts’ fotos que demonstrem a insensatez do ser humano nas mais diferentes situações, povos e países.

A minha referência para alertar sobre a estupidez das ações humanas, é o livro “A Marcha da Insensatez – De Tróia ao Vietnã” — José Olympio Editora —, da historiadora norte americana, já falecida, Barbara Tuchman. Aliás, um livro essencial em qualquer biblioteca,

Se ainda viva fosse a excepcional historiadora, talvez o subtítulo do livro fosse “De Tróia à Palestina”.

“Pesquisando com rigor vasto espectro de documentos históricos, a autora traça e registra nesse livro, um dos mais estranhos paradoxos da condição humana: a sistemática procura pelos governos, de políticas contrárias aos seus próprios interesses.”

Considerada a mais bem sucedida historiadora dos Estados Unidos, Barbara Tuchman, ganhadora do Prêmio Pulitzer, é autora de clássicos como: The Guns of August, The Proud Tower, Stilwell and the American Experience in China, A Distant Mirror e Pratcting History.

 

A marcha da insensatez – Irã

Protesto no Irã – O povo protesta contra a ditadura teológica

Foto AFP
A polícia iraniana prendeu cerca de 300 pessoas durante protestos contra o governo do presidente Mahmoud Ahmadinejad neste domingo, em Teerã. Segundo o jornal americano “The New York Times”, o número de mortos no conflito já chega a dez.

Foto AFP

Nota do editor

Tenho ao longo dos 5 anos do blog recebido perguntas sobre o porquê dos títulos de algumas seções.

A marcha da insensatez é um deles.
Explico: coloco nesses ‘posts’ fotos que demonstrem a insensatez do ser humano nas mais diferentes situações, povos e países.

A minha referência para alertar sobre a estupidez das ações humanas, é o livro “A Marcha da Insensatez – De Tróia ao Vietnã” — José Olympio Editora —, da historiadora norte americana, já falecida, Barbara Tuchman. Aliás, um livro essencial em qualquer biblioteca,

Se ainda viva fosse a excepcional historiadora, talvez o subtítulo do livro fosse  ‘De Tróia à Palestina’.

“Pesquisando com rigor vasto espectro de documentos históricos, a autora traça e registra nesse livro, um dos mais estranhos paradoxos da condição humana: a sistemática procura pelos governos, de políticas contrárias aos seus próprios interesses.”

Considerada a mais bem sucedida historiadora dos Estados Unidos, Barbara Tuchman, ganhadora do Prêmio Pulitzer, é autora de clássicos como: The Guns of August, The Proud Tower, Stilwell and the American Experience in China, A Distant Mirror e Pratcting History.

A marcha da insensatez – Iraque

Atentado em Bagadá mata 95 pessoas
Fotos A Marcha da Insensatez - IraqueFoto: Maya Alleruzzo/AP

Nota do editor

Tenho ao longo dos 5 anos do blog recebido perguntas sobre o porquê dos títulos de algumas seções.

A marcha da insensatez é um deles.
Explico: coloco nesses ‘posts’ fotos que demonstrem a insensatez do ser humano nas mais diferentes situações, povos e países.

A minha referência para alertar sobre a estupidez das ações humanas, é o livro “A Marcha da Insensatez – De Tróia ao Vietnã” — José Olympio Editora —, da historiadora norte americana, já falecida, Barbara Tuchman. Aliás, um livro essencial em qualquer biblioteca,

Se ainda viva fosse a excepcional historiadora, talvez o subtítulo do livro fosse  ‘De Tróia à Palestina’.

“Pesquisando com rigor vasto espectro de documentos históricos, a autora traça e registra nesse livro, um dos mais estranhos paradoxos da condição humana: a sistemática procura pelos governos, de políticas contrárias aos seus próprios interesses.”

Considerada a mais bem sucedida historiadora dos Estados Unidos, Barbara Tuchman, ganhadora do Prêmio Pulitzer, é autora de clássicos como: The Guns of August, The Proud Tower, Stilwell and the American Experience in China, A Distant Mirror e Pratcting History.

Nitendo – Fã do vídeo game tatua controle no braço

Caso você ache que já viu tudo em matéria de game mania, fanatismo ou mesmo tatuagens, ledo engano.
Olhe só um que um fanático pelos jogos eletrônicos fez.

Conhecido como “Metal Games”, um fã holandês de 33 anos, tatuou o controle de Nintendo no braço.

Tatuagens,Comportamento,Video Games,Nitendo,FanatismoFoto: Reprodução/Gamecloud.nl

O maluquete garantiu em entrevista ao site Gamecloud.nlque a tatuagem não doeu nada e o “serviço” levou apenas 20 minutos para ser concluído.