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O homem que ‘virou político’ para poder espalhar fake news no Facebook

O homem que ‘virou político’ para poder espalhar fake news no Facebook

Adriel HamptonDireito de imagem ADRIEL HAMPTON/ WIKIMEDIA

Adriel Hampton decidiu confrontar política de veiculação de anúncios políticos da gigante de tecnologia. Um ativista americano decidiu se registrar como candidato ao governo da Califórnia só para poder divulgar seus próprios anúncios falsos no Facebook. O objetivo de Adriel Hampton, de San Francisco, é confrontar a decisão da gigante de tecnologia de permitir a veiculação de propaganda política não-verificada em sua plataforma.

“A gênese da minha campanha é a regulamentação da mídia social e garantir que ninguém fique de fora da checagem de fatos, especificamente políticos como Donald Trump, que gostam de mentir online”, explica ele ao site de informações financeiras CNN Business.

Mas o Facebook não está disposto a deixar Hampton espalhar por informações falsas.

‘Retaliação’

Hampton faz parte da Really Online Lefty League, que se descreve como um “comitê político digital para os 99%”.

Ele diz que seu propósito é combater forças políticas conservadoras que ganharam força com suas atividades on-line por meio de muito dinheiro.

“Acho que as redes sociais são incrivelmente poderosas. Acredito que o Facebook tem o poder de mudar as eleições”.

Mulher caminha debaixo de logo do FacebookDireito de imagem PA MEDIA
Facebook não proibiu veiculação de anúncios políticos

A iniciativa de Hampton ocorre quando mais de 200 funcionários do Facebook assinaram uma carta endereçada ao CEO Mark Zuckerberg, levantando preocupações sobre a política de anúncios políticos da empresa, informou o New York Times.

“Liberdade de expressão e expressão paga não são a mesma coisa”, diz a carta. “Nossas políticas atuais sobre checagem de fatos sobre pessoas em cargos políticos, ou aqueles que concorrem a cargos, são uma ameaça ao que o Facebook representa”.

Poucas horas depois, o senador Mark Warner, =principal representante do Partido Democrata no Comitê de Inteligência do Senado, divulgou uma carta também endereçada a Zuckerberg.

Nela, alertou que as políticas da empresa arriscavam minar a “transparência, debate público, abertura, diversidade de opinião e responsabilidade” na política dos EUA.

Mark Zuckerberg em depoimento no Congresso dos EUADireito de imagem REUTERS
Em depoimento no Congresso americano, Mark Zuckerberg defendeu Facebook

Durante um depoimento no Congresso em 23 de outubro, Zuckerberg admitiu que um anúncio falso retratando de forma enganosa um político “provavelmente” poderá ser veiculado no Facebook.

No entanto, o Facebook removeu um anúncio falso da The Really Online Lefty League no fim de semana, em que um dos principais senadores republicanos era retratado como se apoiasse a legislação ambiental nos EUA.

No caso específico do anúncio falso de Hampton, o Facebook destacou que o anúncio era elegível para checagem de fatos porque vinha de um grupo político.

Processo judicial?

Agora que Hampton decidiu concorrer ao cargo, o Facebook diz que continuará checando os fatos e potencialmente vetando seus anúncios políticos. O caso pode terminar na Justiça.

Na noite de terça-feira, 29 de outubro, um porta-voz do Facebook disse à CNN Business: “Essa pessoa deixou claro que se registrou como candidato para contornar nossas políticas, de modo que seu conteúdo, incluindo anúncios, continuará sendo elegível para verificação de fatos de terceiros”.

Em resposta, Hampton disse que está considerando processar a empresa por fazer “uma política específica para mim”.

Em meio à polêmica, o Facebook defendeu suas políticas, dizendo que não quer restringir o discurso político.

Na terça-feira, dois diretores do alto escalão da empresa, incluindo sua diretora de eleições globais Katie Harbath, assinaram um artigo de opinião no jornal USA Today, dizendo que o Facebook “não deve se tornar a guardiã da verdade nos anúncios dos candidatos”.

“Quem pensa que o Facebook deve decidir quais reivindicações de políticos são aceitáveis pode se perguntar: por que você quer que tenhamos tanto poder?”, escreveram.

Pré-candidata à Presidência dos Estados Unidos em 2020, a senadora democrata Elizabeth Warren acusou Zuckerberg de administrar uma “máquina de desinformação com fins lucrativos”.

Twitter x Facebook

Por outro lado, em claro contraste com o Facebook, o executivo-chefe do Twitter, Jack Dorsey, disse na quarta-feira, 30 de outubro, que a rede social vai proibir anúncios políticos.

A decisão foi anunciada por Dorsey em sua própria conta no Twitter. Ele disse acreditar que o alcance das mensagens políticas “deve ser conquistado, e não comprado”.

Segundo Dorsey, os anúncios políticos online comprometem o discurso cívico, incluindo vídeos manipulados e a disseminação viral de informações enganosas, “tudo com cada vez mais velocidade e sofisticação, em escala esmagadora”.

Ele disse temer que esse tipo de publicidade na internet “tenha ramificações importantes com as quais a infraestrutura democrática de hoje talvez não esteja preparada para lidar”.

Faz pouco tempo que o Twitter vem tomando medidas para restringir anúncios políticos.

Após a eleição presidencial nos Estados Unidos em 2016, a empresa começou a exigir que os anunciantes confirmassem suas identidades e publicou um banco de dados de anúncios políticos exibidos em sua plataforma.

Em uma referência indireta a Zuckerberg, Dorsey disse que a luta contra a desinformação online é dificultada quando as empresas de tecnologia aceitam pagamento por conteúdo político enganoso.

Sem citar o executivo do Facebook, Dorsey disse que não se pode acreditar que essas companhias digam que estão trabalhando duro contra a desinformação, “maaas, se alguém nos pagar para forçar as pessoas a ver seu anúncio político… bem… elas podem dizer o que quiserem!”.

Os anúncios políticos representam apenas uma pequena parte dos negócios de publicidade da empresa, informou o Twitter.

Cidadania e “Fake News”

Fake News,Blog do Mesquita,Mídia,ImprensaO assassinato de Marielle Franco: a cobertura “palaciana” e fake da Folha e do Estadão*

Passadas quase duas semanas do covarde (e cruel) assassinato da vereadora carioca Marielle Franco e de Anderson Gomes, motorista da parlamentar, é possível refletir criticamente sobre a cobertura dos dois maiores jornais impressos do país (Folha de S.Paulo e O Estado de S. Paulo).

Desconheço qualquer investigação jornalística de ambos — nada foi anunciado ou informado aos seus leitores. O rumo da cobertura, passado o momento de comoção nacional e repercussão internacional, parece seguir a dimensão “palaciana” (chapa-branca, no jargão profissional), como havia identificado alguns dias depois a jornalista Paula Cesarino Costa (ombudsman da Folha), em sua coluna de 18/03/2018 (Leia aqui):

“São diversas as dimensões da morte de Marielle Franco: a dimensão palaciana, a dimensão política, a dimensão institucional da democracia, a dimensão policial, a dimensão dos moradores da favela, a dimensão movimento negro, a dimensão LGBT, a dimensão da mulher na política.

Folha parece estar distante de várias delas. Perdeu a dimensão das comunidades, das manifestações, do que se convencionou chamar de voz das ruas. Sem essa voz, ficou — como sempre — no aspecto palaciano, na modorrenta narrativa dos gabinetes de Brasília.”

Com efeito, no dia seguinte à execução de Marielle, a Folha deixara no ar apenas uma reportagem em sua home, intitulada “Assassinato de Marielle mobiliza Planalto para combater desgaste”. Mesmo assim, ouvido pela ombudsman do seu jornal, o jornalista Vinicius Mota, secretário de Redação, avaliava o saldo da cobertura como “positivo”, reconhecendo apenas as “falhas” como a “baixa visibilidade dada ao crime na noite do dia 14 e o pouco destaque na capa do impresso do dia 15”. Do ponto de vista das lacunas do conhecimento jornalístico sobre o caso ou ainda o grotesco erro de avaliação da repercussão mundial, Mota não emitiu uma única palavra.

Ao desprezar as várias dimensões possíveis noticiosas (e humanas) do trágico acontecimento o executivo da Folha refletiu, ao naturalizar que sua cobertura fora “positiva” mais que uma simplória visão de mundo — um estranho tipo de conteúdo jornalístico sem conhecimento. Não se trata apenas de um erro de viés, ditado por uma lente ideológica conservadora. Ora, se das várias dimensões apontadas por Paula Cesarino (dimensão política, institucional da democracia, policial, a dos moradores da favela, do movimento negro, LGBT, da mulher na política) restou apenas a “palaciana”, a Folha abandonou seus leitores à própria sorte, ao sabor das fakes news que ela mesma alimentaria na edição (em papel) de 17 de março.

Samba de uma nota só…

Com igual viés, ditado por um olhar sobre a realidade que não consegue contemplar outras visões na sociedade plenas de legitimidade, seu concorrente O Estado de S. Paulo, três dias após o crime bárbaro, já assumia em editorial intitulado “O assassínio da vereadora” seu papel de porta-voz dos movimentos e correntes políticas à direita, que polarizam com entidades e partidos do campo progressista. Seu ponto de partida elementar foi acusar o “inimigo” comum: “não à toa, o PT tratou logo de explorar o caso”.

Contra todas as evidências de execução, subtraindo a figura pública, bandeiras de luta, compromissos com as lutas das favelas, e em defesa dos direitos da mulher e da comunidade LGBT, o Estadão apresenta um perverso requinte de falsa equivalência, num primor de raciocínio rastaquera. Afirma o editorial (cit.):

“É claro que não se pode pretender, ante a comoção nacional, que o assassínio de Marielle seja tratado como um crime qualquer. Por outro lado, seu caso não pode ser considerado mais importante do que, por exemplo, o assassínio do policial militar Jean Felipe de Abreu Carvalho, de 29 anos, cometido poucas horas depois, na zona oeste do Rio. Jean Felipe estava de folga e foi baleado por assaltantes. Com isso, chegaram a 27 os PMs mortos no Estado do Rio somente neste ano — no ano passado, foram mais de 130 — e nenhum deles teve a notoriedade post mortem da vereadora Marielle.”

No fundo, o diário impresso da Família Mesquita defende uma forma de naturalização da execução de Marielle, buscando desqualificar a mobilização e repercussão, com base no obtuso raciocínio da falsa equivalência, o tratamento igual para casos desiguais. Evidente que o assassinato de qualquer pessoa, seja qual for seu papel na sociedade, deve ser tratado com indignação e busca pela justiça. No caso de Marielle Franco há um conjunto de questões colocadas que não podem ser ignoradas, sob nenhuma hipótese: ela foi assassinada porque é mulher, negra, LGBT, de esquerda e comprometida com os direitos humanos e as reivindicações das comunidades empobrecidas do Rio de Janeiro. Seu assassinato é uma manifestação inconteste do Estado de Exceção que vivemos, na capital carioca, e no país, com o despertar das bestas-feras que comandam uma “operação”, supostamente contra a corrupção, seletiva e ideológica, que já dura quatro anos.

Folha alimenta as fake news

A opção pela cobertura “palaciana” (para usar uma expressão de Paula Cesarino) provocou outro impacto condenável no caso Marielle. Na edição de 17 de março (impressa), o jornal estampou o seguinte título: “Magistrada diz que Marielle tinha elo com bandidos”, com uma linha fina devastadora à memória e reputação da parlamentar assassinada: “Desembargadora diz que Marielle estava engajada com bandidos e é ‘cadáver comum’”. O jornal repercutia, sem apurar minimamente, uma postagem feita pela desembargadora Marilia Castro Neves (TJ/RJ) em rede social.

**

Samuel Lima é professor e pesquisador do Departamento de Jornalismo e do Posjor/UFSC. É pesquisador do Observatório da Ética Jornalística (objETHOS).

MBL é o maior difusor de notícias falsas, conclui pesquisa da USP

O estudou da AEPPSP utilizou os critérios do “Monitor do Debate Político no Meio Digital” – criado por pesquisadores da USP -, uma ferramenta que contabiliza compartilhamentos de notícias no Facebook e dá uma dimensão do alcance de notícias publicadas por sites que se prestam ao serviço de construir conteúdo político “pós-verdadeiro” para o público brasileiro.

Não são sites de empresas da grande mídia comercial, tampouco veículos de mídia alternativa com corpo editorial transparente, jornalistas que se responsabilizam pela integridade das reportagens que assinam, ou articulistas que assinam artigos de opinião.

Tratam-se de sites cujas “notícias” não têm autoria, são anônimos e estão bombando nas bolhas sociais criadas pelo Facebook e proliferam boatos, calúnias, difamações e até correntes de WhatsApp.

Características em comum

Todos os principais sites que se encaixam no conceito de “pós-verdade” no Brasil possuem algumas características em comum:

1. Foram registrados com domínio .com ou .org (sem o .br no final), o que dificulta a identificação de seus responsáveis com a mesma transparência que os domínios registados no Brasil.
2. Não possuem qualquer página identificando seus administradores, corpo editorial ou jornalistas. Quando existe, a página ‘Quem Somos’ não diz nada que permita identificar as pessoas responsáveis pelo site e seu conteúdo.
3. As “notícias” não são assinadas.
4. As “notícias” são cheias de opiniões — cujos autores também não são identificados — e discursos de ódio (haters).
5. Intensiva publicação de novas “notícias” a cada poucos minutos ou horas.
6. Possuem nomes parecidos com os de outros sites jornalísticos ou blogs autorais já bastante difundidos.
7. Seus layouts deliberadamente poluídos e confusos fazem-lhes parecer grandes sites de notícias, o que lhes confere credibilidade para usuários mais leigos.
8. São repletas de propagandas (ads do Google), o que significa que a cada nova visualização o dono do site recebe alguns centavos (estamos falando de páginas cujos conteúdos são compartilhados dezenas ou centenas de milhares de vezes por dia no Facebook).

Produtores

Os produtores de “pós-verdades” mais compartilhados nas timelines dos brasileiros são os seguintes:

* Ceticismo Político: http://www.ceticismopolitico.com/
* Correio do Poder: http://www.correiodopoder.com/
* Crítica Política: http://www.criticapolitica.org/
* Diário do Brasil: http://www.diariodobrasil.org/
* Folha do Povo: http://www.folhadopovo.com/
* Folha Política: http://www.folhapolitica.org/
* Gazeta Social: http://www.gazetasocial.com/
* Implicante: http://www.implicante.org/
* JornaLivre: https://jornalivre.com/
* Pensa Brasil: https://pensabrasil.com/

Uma pesquisa mais profunda poderá confirmar a hipótese de que algumas destas páginas foram criadas pelas mesmas pessoas, seja por repercutirem “notícias” umas das outras, seja por utilizarem exatamente o mesmo template e formato.

Distribuição

Todos esses sites possuem páginas próprias no Facebook mas, de longe, os sites com mais “notícias” compartilhadas são o JornaLivre e Ceticismo Político, que contam com a página MBL – Movimento Brasil Livre como seu provável principal canal de distribuição, e o site Folha Política, que conta com a página Folha Política para distribuir suas próprias “notícias”. Ambas as páginas possuem mais de um milhão de curtidas e de repercussões (compartilhamentos, curtidas, etc.) por semana realizadas por usuários do Facebook.

O que é “Pós-verdade”?

O jornal eletrônico Nexo fez uma reportagem explicando o conceito de pós-verdade (https://goo.gl/iYgOSp). Seguem alguns destaques:

“Anualmente a Oxford Dictionaries”, departamento da University of Oxford responsável pela elaboração de dicionários, elege uma palavra para a língua inglesa. A de 2016 foi “pós-verdade” (“post-truth”).

Para diversos veículos de imprensa, a proliferação de boatos no Facebook e a forma como o feed de notícias funciona foram decisivos para que informações falsas tivessem alcance e legitimidade. Este e outros motivos têm sido apontados para explicar ascensão da pós-verdade.

Plataformas como Facebook, Twitter e Whatsapp favorecem a replicação de boatos e mentiras. Grande parte dos factóides são compartilhados por conhecidos nos quais os usuários têm confiança, o que aumenta a aparência de legitimidade das histórias.

Os algoritmos utilizados pelo Facebook fazem com que usuários tendam a receber informações que corroboram seu ponto de vista, formando bolhas que isolam as narrativas às quais aderem de questionamentos à esquerda ou à direita.” (Com informações da AEPPSP)


Nota Metodológica

A AEPPSP publicou, após o post, uma nota metodológica explicando os critérios para a aferição dos sites. Confira:

O mapeamento de sites que têm perfil de produção de notícias falsas e que contam com ampla distribuição em páginas do Facebook aqui realizado baseou-se nos oito critérios abaixo elencados e na lista de fontes utilizadas pelo Monitor (que não tem qualquer responsabilidade por estudos derivados dos dados que eles publicam, vale reforçar).

O principal critério utilizado foi o anonimato, mas não o único. Pareceu-nos um bom critério: “Constituição Federal, Art. 5º, IV – é livre a manifestação do pensamento, sendo VEDADO O ANONIMATO;”.

Catalogamos todos os sites listados pelo Monitor nas categorias imprensa e comentário alternativo de esquerda e de direita e então, dentre aqueles cuja responsabilidade pelos conteúdos publicados não é possível de ser identificada (os sites e/ou as matérias são anônimos), aplicamos os demais critérios.

Isto não quer dizer que sites autorais estejam livres de produzir notícias falsas, tampouco que sites cujos autores preferem não se identificar não possam produzir material honesto e de qualidade jornalística.

Para evitar distorções e qualquer viés neste estudo ainda inicial, preliminar, ampliaremos a listagem inicial com TODOS os sites mapeados seguindo unicamente o critério de ANONIMATO, e nenhum outro.

Deste modo, entendemos que pesquisas mais refinadas possam ter neste nosso mapeamento uma fonte de inspiração. Compartilhamos aqui uma planilha online para dar a máxima transparência deste levantamento que, reforçamos, ainda é bastante preliminar e pode ser aprimorado por qualquer pesquisador interessado no assunto.

Finalmente, lamentamos por quaisquer incompreensões e distorções derivadas deste mapeamento e estamos abertos para aprimorá-lo. Nosso objetivo é contribuir com todos aqueles que estão empenhados na luta para que a Internet brasileira seja um espaço democrático e livre — livre, inclusive, de haters, de discursos de ódio e de notícias falsas.

Lista com os 17 sites ANÔNIMOS mapeados, ordenados em ordem alfabética e sem outros filtros:

* Ceticismo Político: http://www.ceticismopolitico.com/
* Click Política: http://clickpolitica.com.br/
* Correio do Poder: http://www.correiodopoder.com/
* Crítica Política: http://www.criticapolitica.org/
* Diário do Brasil: http://www.diariodobrasil.org/
* Folha do Povo: http://www.folhadopovo.com/
* Folha Política: http://www.folhapolitica.org/
* Gazeta Social: http://www.gazetasocial.com/
* Implicante: http://www.implicante.org/
* JornaLivre: https://jornalivre.com/
* PassaPalavra: http://www.passapalavra.info/
* Pensa Brasil: https://pensabrasil.com/
* Política na Rede: http://www.politicanarede.com/
* Rádio Vox: http://radiovox.org/
* Rede de Informações Anarquista: https://redeinfoa.noblogs.org/
* Revolta Brasil: http://www.revoltabrasil.com.br/

Fake news é uma pratica na ciência da desinformação

O que é fact-checking?

Nessa animação, o pessoal da Agência Pública explica a importância da checagem de informações em meio ao aumento de notícias falsas na rede.

O fact-checking é uma checagem de fatos, isto é, um confrontamento de histórias com dados, pesquisas e registros.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

Se um político jura que nunca foi acusado de corrupção, há registros judiciais que irão atestar se é verdade. Se o governo diz que a inflação diminuiu, é preciso checar nos índices se isso realmente ocorreu. E se uma corrente diz que há um projeto de lei para cancelar as eleições, é preciso conferir nas propostas em tramitação se essa informação é real.

O fact-checking é uma forma de qualificar o debate público por meio da apuração jornalística. De checar qual é o grau de verdade das informações. Reportagens do Buzzfeed e do The Guardian, por exemplo, mostraram que boa parte do conteúdo compartilhado na internet durante as últimas eleições nos Estados Unidos vieram de sites de notícias falsas. Situação semelhante aconteceu no Brasil na semana do impeachment de Dilma Rousseff.

Saiba mais sobre o que é checagem na animação a seguir.

Agência Pública mantém um projeto de fact-checking, o Truco, desde 2014, com o objetivo de verificar frases de políticos e personalidades. Com isso, qualifica-se o debate público e aprimora-se a democracia. Sugestões de checagens podem ser enviadas para o nosso WhatsApp: (11) 96488-5119 ou para o e-mail truco@apublica.org.

O fact-checking é uma checagem de fatos, isto é, um confrontamento de histórias com dados, pesquisas e registros.

Se um político jura que nunca foi acusado de corrupção, há registros judiciais que irão atestar se é verdade. Se o governo diz que a inflação diminuiu, é preciso checar nos índices se isso realmente ocorreu. E se uma corrente diz que há um projeto de lei para cancelar as eleições, é preciso conferir nas propostas em tramitação se essa informação é real.

O fact-checking é uma forma de qualificar o debate público por meio da apuração jornalística. De checar qual é o grau de verdade das informações. Reportagens do Buzzfeed e do The Guardian, por exemplo, mostraram que boa parte do conteúdo compartilhado na internet durante as últimas eleições nos Estados Unidos vieram de sites de notícias falsas. Situação semelhante aconteceu no Brasil na semana do impeachment de Dilma Rousseff.

Saiba mais sobre o que é checagem na animação a seguir.

 

Agência Pública mantém um projeto de fact-checking, o Truco, desde 2014, com o objetivo de verificar frases de políticos e personalidades. Com isso, qualifica-se o debate público e aprimora-se a democracia. Sugestões de checagens podem ser enviadas para o nosso WhatsApp: (11) 96488-5119 ou para o e-mail truco@apublica.org.

Al Gore, Fake News e Globalismo

Fake News e marginais globalistas atuando desesperadamente.

Logo que Trump deu um “uper cut” na conferência do clima em Paris,começaram a brotar as costumeiras noticiais apocalípticas sobre o aquecimento global.
Tenho acompanhado a mídia. Em média, duas notícias por dia.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]
 
As pessoas do mundo em geral são tão alienadas e doutrinadas mentalmente, seja numa “universidade”, seja em frente a televisão, que simplesmente “Não Observam” que mesmo com os “avisos alarmantes” de Al Gore e sua trupe, as temperaturas ao redor do mundo seguiram baixando e diminuindo e mesmo assim, a farsa continua até hoje.
Mesmo tendo acontecido exatamente o oposto das “previsões catastróficas” de “alertas” daqueles “políticos” e “pseudo-ecologistas” que quando questionados, não tinham e não tem respostas mas apenas Repetições Virulentas de discursos pré preparados que decoram e creem.
 
Foi simplesmente por isso que o nome do evento “Aquecimento Global”, mudou para “câmbio climático”. Para ser menos ridículo e as pessoas não correrem o risco de “cair na real” uma vez que o planeta não esquentava e as temperaturas seguiam baixando.
Globalistas da Nova Ordem Mundial são deuses e Al G(B)ore seu maldito profeta.