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Projeto do Google protege jornalistas contra ataques hackers

Shield: projeto do Google oferece parte da tecnologia de proteção da empresa para jornalistas

Logotipo do Projeto Shield, do Google
 Você provavelmente se lembra da Shield, a organização famosa nos filmes da Marvel por defender a Terra contra diversos vilões.
O Google tem um projeto de mesmo nome, mas que tem um objetivo diferente, ainda que similar: proteger sites de jornalistas e veículos de comunicação de grande porte contra ataques de hackers.
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Uma das técnicas mais comuns usadas por pessoas mal intencionadas é o ataque de negação de serviço (DDoS, na sigla em inglês). Ela consiste no envio de múltiplas solicitações de acesso ao servidor de um site em um curto espaço de tempo. Isso faz com que a página saia do ar, deixando o público sem informações, no caso dos sites de notícias.

Para o Google, essa medida é uma maneira de defender a liberdade de expressão e a imprensa livre.

“Se uma pessoa lê o seu artigo e não concorda com ele, ela pode lançar um ataque desse tipo para tirar o texto do ar”, afirmou George Conard, gerente de produto da Jigsaw, incubadora de tecnologia do Google, em entrevista a EXAME.com. “Queremos acabar com o DDoS como uma forma de censura.”

Conard conta que trabalha com equipes de engenharia, elabora novos recursos, busca melhorar a tecnologia de defesa do Shield e também consulta profissionais de redações sobre como o Google pode tornar essa proteção contra DDoS ainda mais eficiente.

A iniciativa Shield protege sites em 40 países no momento. O Shield consiste em parte da tecnologia de proteção utilizada pelo próprio Google para evitar que seus sites saiam do ar, ao receber ataques com milhares de solicitações simultâneas que sobrecarregam seus servidores para tirar seus serviços do ar.

De acordo com um relatório elaborado pela Akamai, que oferece infraestrutura para diversos sites em todo o mundo, os ataques DDoS tiveram aumento de 125% no último ano. Outro dado que demonstra uma curva ascendente desse tipo de problema vem da Cipher, em um estudo publicado em 2015. Ele apresenta um crescimento de cerca de 200% nos ataques virtuais, como o DDoS, no Brasil e o atribui ao aumento da população com conhecimentos de computação.

Os sites de notícia são alvo desses ataques com relativa frequência. Segundo um estudo da NeuStar, mais de 50% dos sites consultados informaram ter sofrido problemas por conta de DDoS. Uma vez que isso acontece, a chance de reincidência é de 80%.

A iniciativa do Google não abrange somente sites da grande imprensa. Jornalistas independentes que mantêm blogs também podem adotar o Shield.

“Muitas pessoas não têm dinheiro para ter uma proteção contra esse tipo de ataque. Por isso, lançamos o Shield de maneira gratuita em fevereiro deste ano”, segundo Conard.

Para usar o Shield em um site, não é preciso pagar nada. A solução pode ser adotada acessando a página do projeto e preenchendo um breve cadastro.

Confira o vídeo de divulgação do projecto Shield a seguir.

Atualização 17/10/2016 15h15 – O texto foi ajustado para esclarecer informações sobre o relatório da Cipher sobre ciberataques.
Lucas Agrela/Exame

Amazon entra na disputa por mercado de música on-line

Amazon vai oferecer um catálogo de dezenas de milhões de músicas

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Da AFP

A Amazon entrou em cheio nesta quarta-feira na disputa pela música on-line com um novo serviço que oferece um catálogo robusto com o qual pretende competir diretamente com Spotify, Deezer e Apple Music.

O gigante da distribuição on-line já dava acesso a dois milhões de títulos para os assinantes de seu serviço Prime, que combina a entrega gratuita de pedidos em suas loja on-line com diversos conteúdos digitais, especialmente o vídeo em streaming.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Seu novo serviço, chamado Amazon Music Unlimited, oferece agora a americanos “um catálogo de dezenas de milhões de músicas e milhares de listas de reprodução e de estações personalizadas selecionados com cuidado”, segundo um comunicado.

O preço oficial do serviço é de 9,99 dólares mensais, um montante similar aos cobrados pelo Spotify Premium (a oferta sem publicidade do líder sueco do setor), Apple Music e Google Play.

Como muitos outros atores das novas tecnologias, a Amazon também está tentando convencer seus clientes de associarem-se a todas as suas propostas, e para isso não duvidou em lançar-se à competição pelos preços.

Nos EUA, o custo do novo serviço de música será oferecido a um preço reduzido de 7,99 dólares por mês ou 79 dólares por ano para os assinantes do Prime.

Despois dos Estados Unidos, a Amazon Music Unlimited também estará disponível no Reino Unido, na Alemanha e na Áustria antes do final do ano.
Blog da Sandra/Exame

WhatsApp diz que bloqueio de app é indiscriminado

O WhatsApp chamou de indiscriminado o bloqueio imposto pela Justiça do Rio de Janeiro ao aplicativo. A suspensão do aplicativo de troca de mensagens será feita como punição à empresa, que não teria colaborado com uma investigação.

Brecha no WhatsApp

WhatsApp: empresa se pronunciou sobre bloqueio imposto por juíza do Rio de Janeiro

O WhatsApp enviou a EXAME.com seu posicionamento oficial. Você pode ver o texto (curto) na íntegra logo abaixo.
“Nos últimos meses, pessoas de todo o Brasil rejeitaram bloqueios judiciais de serviços como o WhatsApp. Passos indiscriminados como estes ameaçam a capacidade das pessoas para se comunicar, para administrar seus negócios e viver suas vidas. Como já dissemos no passado, não podemos compartilhar informações às quais não temos acesso. Esperamos ver este bloqueio suspenso assim que possível.”[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Em sua conta do Facebook, Jon Koum (um dos fundadores do app) também falou sobre o assunto. Veja abaixo o pronunciamento, na íntegra e traduzido de Koum.

Whatsaap,Brasil,Blog do Mesquita

“Estamos trabalhando para trazer o WhatsApp de volta ao Brasil. É chocante que somente dois meses depois que a população brasileira e especialistas em direito rejeitaram com veemência o bloqueio de serviços como o WhatsApp, a história se repita. Como antes, milhões de pessoas estão sem contato com seus amigos, amados, clientes e colegas, simplesmente porque estão nos pedindo informações que não temos.”

A decisão de bloqueio do WhatsApp veio a público na manhã desta terça-feira. Na decisão, à qual EXAME.com teve acesso, a juíza Daniela Barbosa Assunção de Souza dá pena de 50 mil reais por dia para as operadoras que não obedecerem a suspensão.

A juíza afirma que o WhatsApp tratou a Justiça brasileira com desrespeito ao responder à demandas em inglês como se o país fosse uma “republiqueta”.

Veja mais informações sobre o bloqueio nesta matéria.
Victor Caputo/EXAME

Tecnologia: Veja o que acontece durante apenas um minuto na internet

Internet: as novas mídias sociais estão cada dia mais populares.

Analista de sistemas

O crescimento da população global da internet pode ter aumentado pouco de 2015 para 2016 – de 3,2 bilhões para 3,4 bilhões. Contudo, a obsessão por emojis, GIFs e vídeos só cresceu ao longo deste ano.

De acordo com o estudo Data Never Sleeps da empresa de software Domo, o conteúdo multimídia está dominando a internet. Como resultado da pesquisa, a empresa mostra tudo que acontece em apenas um minuto na internet.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Na rede social Snapchat, os usuários assistem a mais de seis milhões de vídeos nesses 60 segundos. No ano passado, a cada minuto, eram visto “apenas” 284 mil snaps — o que mostra um crescimento considerável.

Outro exemplo é o Giphy, site que serve como buscador e repositório de GIFs. Segundo o estudo, os usuários da plataforma compartilharam 569.217 GIFs por minuto neste ano.

No quesito apps e sites de relacionamento, o Tinder pode ser considerado um modelo de sucesso. Neste ano, os usuários deslizaram seus dedos no aplicativo 972.222 vezes por minuto, um aumento de 65% em comparação com o estudo do ano passado.

Mídias sociais mais antigas também tiveram um crescimento considerável. Os usuários do YouTube, por exemplo, assistiram a 400 horas de vídeo por minuto em 2016 e apenas 300 horas de vídeo por minuto em 2015.

Já a Netflix, em apenas 60 segundos, faz streaming do equivalente a mais de 86 mil horas de vídeo. O Google, por sua vez, traduz 69,5 milhões de palavras nesse meio tempo.

Abaixo, está o infográfico (infelizmente em inglês) gerado pela empresa com todos os números. Veja:

Domo

Infográfico Data Never Sleeps

Marina Demartini/Exame

Tecnologia: Facebook ajusta feed de notícias para priorizar seus amigos

O Facebook está realizando uma importante mudança no feed de notícias da rede social.

Facebook

Facebook: atualização de algoritmo priorizará amigos e familiares no feed de notícias

A empresa anunciou hoje que passará a priorizar conteúdo postado por amigos e familiares em vez de publicações feitas por marcas, páginas oficiais ou veículos de mídia.

A rede social cita como grande desafio atual a enorme quantidade de informação que é compartilhada diariamente por pessoas e marcas.

“Quando lançamos o feed de notícias em 2006, era difícil imaginar o desafio que encaramos atualmente: muito mais informação do que qualquer pessoa é capaz de acompanhar”, escreve Adam Mosseri, vice-presidente do Facebook em um comunicado online.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Esta não é a primeira vez que o Facebook fala em ajustes no algoritmo e priorização de conteúdo publicado por amigos em detrimento daqueles compartilhados por marcas e veículos de imprensa.

No ano passado, a rede social realizou um ajuste parecido—depois dele, páginas oficiais passaram a ver uma diminuição considerável no alcance de suas publicações e na interação com seguidores.

O Facebook afirma que a mudança anunciada hoje vem por conta de uma preocupação de seus usuários. “Ouvimos de nossa comunidade que as pessoas ainda estão preocupadas em perder atualizações importantes dos amigos com os quais elas se preocupam.

Para pessoas com muitas conexões isso é particularmente importante, à medida que muitas histórias estão lá para serem vistas”, afirma Lars Backstrom, diretor de engenharia do Facebook.

Em linhas gerais, o Facebook fará algumas mudanças e ajustes em seu algoritmo que decide o que aparecerá como prioridade no feed de notícias. A empresa afirma que as mudanças ocorrerão ao longo das próximas semanas.

Valores do feed

Em seu comunicado, o Facebook reforça o comprometimento com o que chama de “Valores do Feed de Notícias”, que são as diretrizes que apontam como a empresa pensa na priorização do conteúdo que é exibido para os usuários. O Facebook encara o sucesso desse filtro como o sucesso da própria rede social.

“Nosso sucesso é baseado em levar às pessoas as histórias que mais interessam a elas”, escreveu Mosseri. A pretensão final é que o feed de notícias seja um reflexo apurado do que mais importa para os usuários do Facebook.

“Se você pudesse olhar milhares de histórias diariamente e escolher as 10 mais importantes para você, quais seriam? A resposta deveria ser seu feed de notícias.”

É aí que entram os valores que o Facebook apoia para um feed de notícias. Ele deve priorizar amigos e família e deixar o usuário informado, mas também entretido. Outros itens na lista da rede social é que ela sirva como uma plataforma para todas as ideias, comunicações autênticas, mas que também possa ser regulada pelo próprio usuário.
Victor Caputo/Exame

Tecnologia – Negócios: Google & iPhone

Google pagou US$1bi para “aparecer” no iPhone, diz Bloomberg

Como criar um aplicativo para iPhone

iPhone 6: o Google, unidade da Alphabet, dá à Apple uma porcentagem da receita que gera através do iPhone.

O Google pagou à Apple 1 bilhão de dólares para manter sua barra de pesquisa no iPhone, informou aBloomberg, citando uma transcrição de processos judiciais relacionados a ações da pela Oracle contra a gigante de buscas online.

O Google, unidade da Alphabet, dá à Apple uma porcentagem da receita que gera através do iPhone, mas detalhes do acordo nunca foram divulgados.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

A Bloomberg, citando uma transcrição anterior ao julgamento do processo Oracle-Google na semana passada, noticiou na quinta-feira que uma testemunha do Google havia revelado que a parcela de receita foi de 34 por cento em algum momento.

No entanto, não ficou claro se a porcentagem representou a quantia mantida pelo Google ou paga à Apple, disse a reportagem.

A transcrição judicial usada como fonte para a reportagem da Bloomberg não está mais disponível na internet.

No processo, a Oracle acusa o Google de usar seu software Java sem pagar por ele para desenvolver o Android.

Um advogado da Oracle disse a um tribunal que o Android havia gerado receitas de cerca de 31 bilhões de dólares e lucro de 22 bilhões de dólares desde seu lançamento.

Google e Apple não responderam a pedidos de comentários nesta sexta-feira.
Exame

Facebook briga por Internet grátis na Índia

O CEO do Facebook, Mark Zuckerberg

Facebook: Governo indiano paralisou o plano Free Basics, que oferece serviços de internet reduzida em telefones móveis sem custos.

<= Foto Josh Edelson/AFP

A Índia se tornou um campo de batalha sobre o direito de acesso à internet sem restrições, com start-ups de tecnologia locais se unindo à linha de frente contra o fundador do Facebook, Mark Zuckerberg, e seu plano para a implantação de Internet grátis para massas no país.

O governo indiano ordenou que o plano “Free Basics” do Facebook seja colocado em espera enquanto decide o que fazer.

O programa, lançado em cerca de três dezenas de países em desenvolvimento, oferece serviços de Internet reduzida em telefones móveis, junto com o acesso ao Facebook e seu serviço de mensagens, sem custos.

Mas críticos dizem que o programa, lançado há 10 meses na Índia, em colaboração com o operador Reliance Communications, viola os princípios da neutralidade da rede, o conceito de que todos os sites na Internet são tratados de forma igual. Ele colocaria fornecedores de conteúdos pequenos e start-ups que não participam dela em desvantagem, dizem.

“A Índia é um caso de teste para uma empresa como o Facebook e o que acontece aqui afetará a implantação desse serviço em outros países menores, onde talvez não haja tanta consciência no momento”, disse Mishi Choudhary, um advogado de Nova York que trabalha com tecnologia e questões jurídicas ligadas a Internet.

Também em jogo está a ambição do Facebook de se expandir em seu maior mercado fora dos Estados Unidos. Apenas 252 milhões dos 1,3 bilhão de indianos têm acesso à Internet, o que configura o país como um mercado em crescimento para as empresas, incluindo Google e Facebook.
Fonte: Reuters/Exame

Facebook lançará serviço para profissionais em breve

Logo do FacebookNovo serviço, voltado à colaboração no ambiente de trabalho, é quase idêntico à rede social atual
Karen Bleier/AFP

Facebook at Work, a versão profissional da rede social, deve ser lançada nos próximos meses, depois de um ano de testes, afirmou um executivo da companhia.

O novo serviço, voltado à colaboração no ambiente de trabalho, é quase idêntico à rede social atual, com a presença de uma timeline de notícias, opções de “curtir” e ferramenta de bate-papo.

“Eu diria que 95 por cento do que nós desenvolvemos para o Facebook também está no Facebook at Work”, afirmou Julien Codorniou, diretor de plataformas globais de parcerias da rede social, à Reuters.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Entretanto, no Facebook at Work os usuários poderão manter perfis especiais que sejam distintos dos existentes na rede social.

O Facebook começou a testar o serviço em janeiro e tem o mantido gratuito, mas sob convite, para empresas até agora.

O serviço será aberto a todas as empresas quando for lançado e o Facebook planeja cobrar “alguns dólares por mês por usuário” de serviços premium como ferramentas analíticas e suporte ao cliente, disse uma porta-voz da companhia.

O mercado de carreiras, disputado por empresas como LinkedIn e Monster Worldwide, é avaliado em cerca de 6 bilhões de dólares por ano, segundo a dados de agosto da empresa de pesquisa IDC.
Fonte:Reuters