Fidel Castro: um genocida a menos

Não é porque morreu um dos párias da humanidade, que desensarilho as armas.

Fidel era um idiota, um ditador esc**to, e com os FDP acólitos que lhe lambiiam as botas, Che incluso, um ditador genocida.

Faltam Pyong Yong, todos Kmer, mais todos os que habitaram, e habitarão na Av. Pensilvânia 1600, os da Pç. Vermelha, o cabo Austríaco, 55 Rue du Faubourg Saint-Honoré, 10 Dowing Street, Vaticano, Torquemadas tais, Riad e todos desde Saladino no Crescente Fértil até o marido da Asma-Al, os Mandarins desde Qin, todos os antes – de Ivan aos Romanofs – até o bigodudo das estepes e seus seguidores putins.

E todos os simpatizantes desses pulhas, que espero, estejam, ou os que Caronte transportar aos subterrâneos de Hades.

E aos crentes, que Lúcifer os receba com o tridente sem KY na ponta.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

Marcha de Paris – Líderes de países ‘predadores’ celebram liberdade de imprensa

PT Censura Blog do MesquitaA marcha que reuniu mais de dois milhões de pessoas em Paris, no domingo (11/1), em memória às vítimas do atentado no Charlie Hebdo, também contou com presenças controversas.

Organizações e ativistas em defesa da liberdade de imprensa criticaram a participação de representantes de países que, ironicamente, pouco respeitam a liberdade de imprensa e de expressão.

Entre eles estavam autoridades do Egito, Turquia, Argélia, Rússia e Emirados Árabes Unidos.

“Nós devemos nos solidarizar com o Charlie Hebdo sem esquecer dos outros ‘Charlies’ do mundo”, afirmou Christophe Deloire, secretário-geral da organização Repórteres Sem Fronteiras, que tem sede em Paris.

Para Deloire, é lamentável que líderes de “países que reduzem seus jornalistas ao silêncio” possam usar um momento de união e homenagem à liberdade de imprensa para melhorar sua imagem internacional.

Cerca de 40 líderes mundiais participaram da marcha. Junto ao presidente francês, François Hollande, estavam o premiê britânico, David Cameron, e a chanceler alemã, Angela Merkel.

Estavam presentes ainda o primeiro-ministro turco, Ahmet Davuto?lu, o xeque Abdallah ben Zayed al-Nahyan, dos Emirados Árabes Unidos, e os ministros do Exterior do Egito, Sameh Choukry, Rússia, Sergei Lavrov, e Argélia, Ramtane Lamamra.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Censura e jornalistas na cadeia

A Turquia ocupa o 154 º lugar de 180 países no ranking de liberdade de imprensa da Repórteres Sem Fronteiras. Hoje, cerca de 70 jornalistas turcos enfrentam a justiça por fazer referências a alegações de corrupção contra aliados do ex-premiê, Recep Tayyip Erdo?an, que atualmente é o presidente do país.

A Rússia, que ocupa a 148ª posição da lista, tem diversos jornalistas e ativistas presos por simplesmente discordar do governo de Vladimir Putin.

Em dezembro, 20 ativistas foram presos em Moscou após protestar contra a condenação do advogado e blogueiro Alexei Navalny, crítico ao Kremlin.

Na Argélia (121º posição), marchas e protestos públicos são proibidos. Nos Emirados Árabes Unidos, que ocupam o 118º lugar, o governo aproveita as tensões políticas da região para exercer controle sobre as informações e comunicações.

Atualmente, o Egito, que aparece na 159º posição do ranking, mantém 16 jornalistas presos – entre eles estão três profissionais da al-Jazeera, condenados em um julgamento rápido e confuso por “disseminar notícias falsas”.
Observatório da Imprensa/Tradução e edição: Leticia Nunes

Maduro, Mussolini e déspotas

Mussolini,Ditadores,Blog do MesquitaSempre me impressiono com a resistência inútil de caudilhos e ditadores em prorrogarem a própria agonia de perda de apoio popular e insistirem em permanecerem no poder infelicitado o povo – sacos no momento do maduro e do maluquete da Ucrânia.

Esses pulhas não aprendem com a história.

Por isso, ou por causa disso, ou por tudo isso, Mussolini terminou na ponta de uma corda, Saddam Hussein idem, para citar só uns das dezenas de déspotas que foram justiçados pela população.


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Tópicos do dia – 30/12/2011

09:16:20
Chavez , complôs e o câncer.
O presidente Cháves deve ter tido os neurônios seriamente comprometidos pela quimioterapia.
A última do bolivariano doidivanas foi declarar que os Estados Unidos desenvolveram uma tecnologia capaz de provocar câncer em governantes de esquerda. Bem, tudo é possível, contudo…
Mas, e tem sempre um mas, a própria CIA já confessou que em épocas passadas tentou aplicar um produto para fazer cair a barba do ditador Fidel Castro.
Tudo muito hilário se não fosse trágico.


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Kadafi e sinuca de bico

Assim com o mumificado Mubarack, o genocida Kadafi armou a tenda da hipocrisia nos jardins cínicos das potências ocidentais. Foi preciso que tais nefandas figuras emergissem da sarjeta para que o mundo tomasse conhecimento que existem ditadores do bem, e ditadores do mal.

Essa despudorada classificação varia em função dos interesses econômicos.

Dona Hilária Clinton continua, por seu (dela) turno, a fingir que o maluquete que habita a antiga Núbia chegou ao poder ditatorial somente na semana passada. Antes, ao longo de 40 anos, Kadafi era a cópia beduína de Madre Tereza?

Um carniceiro como o ditador da China, Hu Jintao, é tratado como presidente, e o carcomido Fidel Castro continua sendo um ditador.
Continuam na lista de ‘ditadores do bem’;
os paleolíticos ‘xeiques’ da Arábia Saudita, Kuwait, Bahrein, Emirados Árabes Unidos, Bashar al-Assad da Síria, um monte de ditadores carniceiro africanos;

na lista de ‘ditadores do mal’:
Hugo Chaves e Armadinejad – esses, vá lá, eleitos em eleições livres e universais – o maluquete da Coreia do Norte Kim Jong-II, Isayas Afewerki da Eritréia, Gurbanguly Berdymuhammedov do Turcomenistão, Islam Karimov do Uzbequistão, Raúl Castro de Cuba, Teodoro Obiang Nguema da Guiné Equatorial, Aleksandr Lukashenko de Belarus, Meles Zenawi da Etiópia, Idriss Déby do Chade, King Mswati III da Suazilândia, Paul Biya de Camarões. Ufa.

Quando eu já concluía que não há vida inteligente na comprometidissima imprensa mundial, eis que me deparo com um texto lavrado por um jornalista com o uso de neurônios em perfeito estado de funcionamento. Salve!
Confira aí abaixo.

O Editor
PS 1. Não esqueçam que até há duas semanas a Líbia fazia parte do Conselho de Direitos Humanos da ONU.
PS 2. Kadafi foi quem agenciou a prostituta marroquina para o grotesco Silvio “Belisconi”.


Muamar Kadafi colocou o Ocidente em uma sinuca de bico.

De “cachorro louco do Oriente Médio” a parceiro de negócios confiável, o líder líbio parece ter aprendido direitinho as lições de hipocrisia de seus adversários.

Sua reação imediata à resolução do Conselho de Segurança da ONU foi impecável, do ponto de vista tático.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

Se o será estrategicamente, esta é outra história ainda a ser contada.

Enquanto era cozinhada a decisão política na Organização das Nações Unidas, Kadafi intensificou seus ataques aos rebeldes, cortando suas linhas de suprimento.

Na prática, estão encurralados em Benghazi, e parece ser difícil para eles ameaçar Trípoli sem assistência mais objetiva externa, como fornecimento de armas.

No meio-tempo, britânicos e franceses desenharam um plano para instalar uma zona de exclusão aérea -o que enseja bombardeios.

O cronograma favoreceu o ditador líbio. Independentemente do que vai acontecer, especialmente se fala a verdade, o primeiro movimento do jogo foi dele.

Ao dizer “Ok, ONU, eu aceito o cessar-fogo”, Muamar Kadafi esteriliza diplomaticamente os ataques e ganha tempo.

A secretária de Estado Hillary Clinton pode afirmar o que quiser, mas resolução da ONU não diz nada sobre remover o sujeito do poder.

E mesmo que as bombas estejam a cair durante essa leitura ou antes, e Gaddafi venha a ser apeado, novamente ficará a impressão de que o Ocidente manipula as regras a gosto.

Isso porque a resolução da ONU fala em proteção a civis.

Não faz sentido achar que a população estará salva caso a Líbia esteja partida em dois, mas nem por isso há provisões para a eventualidade de o ditador resolver fazer o serviço lentamente.

Se o Ocidente atacar, por meio da França e do Reino Unido, a resolução terá sido interpretada a seu contento e só.

Não que isso seja exatamente inédito.

Se decisões da ONU fossem levadas a sério, hoje haveria dois Estados na antiga Palestina sem oposição árabe e o Iraque nunca teria sido invadido pelos EUA.

Não é o caso de esquecer agendas domésticas: Paris quer se livrar da associação com o dinheiro líbio que teria financiado a campanha de Sarkozy, e Londres prefere esquecer que soltou o terrorista que ajudou a explodir um Jumbo em 1988 sobre seu território a troco de negócios petrolíferos.

Assim, o filme segue, mas a primeira cena acabou roubada pelo velho ditador.

Igor Gielow/Folha de S.Paulo

O que o governo Lula entende por democracia?

A rádio CBN entrevistou a ativista cubana Yoani Sánchez, que publica, quando pode, notas em seu blog sobre como é a vida em Cuba – e o “Generación Y” ganhou extraordinária repercussão mundial. As declarações são chocantes, ainda que saibamos há muito tempo como são as coisas na ilha de Fidel.

Entre outras coisas, ela diz que a “abertura” promovida por Raúl Castro é uma fantasia, e há diversas limitações à liberdade de expressão e a outros direitos em Cuba. A internet se tornou arma para furar esse cerco: “Os cubanos estão usando a internet para projetar sua voz para fora de Cuba. Não é que o governo cubano tenha se tornado mais tolerante. Os cidadãos cubanos é que ficaram mais atrevidos”.

[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]Yoani relatou ainda o drama da limitação ao direito de ir e vir – ela quer vir ao Brasil para o lançamento de seu livro “De Cuba, com Carinho“, pela editora Contexto, mas não foi autorizada pelo governo cubano. “Não podemos sair do país. Os cidadãos cubanos são como criancinhas, que precisam da autorização do papai para sair de casa. A internet permite que a opinião pública internacional nos conheça e nos proteja.”

Diante de tudo isso, é lícito perguntar como o governo brasileiro pode falar em respeito à democracia ao mesmo tempo em que apóia regimes tão evidentemente antidemocráticos como o de Cuba.

A íntegra da entrevista de Yoani à CBN pode ser ouvida aqui.

blog Marcos Guterman

Uribe. Um Cháves a menos

Com uma decisão sensata o Congresso da Colômbia rejeitou a segunda reeleição de Uribe. A praga do chavismo se alastra pela sofrida latinoamérica, já infelicitada por séculos de caudilhismo ladravaz. Os mais solertes protótipos de ditadores se escudam por trás de aparente respeito ao jogo democrático. Contudo, dormita em cada um desses pulhas, a vontade cubana de perpetuação no poder.

É preciso estar ‘atento e forte’, como na música “Divino Maravilhoso” de Gilberto Gil.

Projeto aprovado autoriza referendo sobre o tema, mas para 2014. Governo colombiano quer mudar texto no Senado.

A Câmara dos Deputados da Colômbia rejeitou ontem a possibilidade de segunda reeleição do presidente Álvaro Uribe em 2010, ao aprovar um projeto de lei que autoriza um referendo sobre segundas reeleições, mas somente a partir de 2014. O referendo também decidirá se Uribe poderá concorrer às eleições de 2014 após ficar quatro anos afastado do poder.

O projeto só foi aprovado depois que o governo, em um decreto de última hora na noite de terça-feira, convocou sessão extra do Parlamento para aquela madrugada, quando obteve os votos necessários. A estratégia do governo tem uma justificativa: o projeto que veta a segunda reeleição agora vai para o Senado, onde alguns dos defensores mais fiéis de Uribe tentarão modificar o texto para abrir uma porta para a reeleição em 2010. Se fosse arquivado, as chances do presidente seriam nulas.

– Um presidente com 70% de popularidade, apoiado por milhões de assinaturas pedindo sua reeleição, não pode ser subestimado. O núcleo de seus simpatizantes vai continuar procurando os canais que lhe permitam a reeleição em 2010 – disse o analista político Mauricio Romero, da Universidade Javeriana, em Bogotá

do O Globo