A conspiração para remover Trump da Presidência dos Estados Unidos

Os serviços de inteligência dos EUA, o Partido Democrata, alguns republicanos, incluindo membros do próprio governo do presidente Trump, e os meios de imprensa dos EUA estão conspirando contra a democracia americana e o presidente dos Estados Unidos. 

Nós conhecemos isso de uma carta pública a Trump publicada hoje, 24 de julho de 2017, em consortiumnews.com por Veteran Intelligence Professionals for Sanity. Veja: https://consortiumnews.com/2017/07/24/intel-vets-challenge-russia-hack-evidence/
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Ao contrário da CIA, NSA e FBI, os profissionais veteranos de inteligência realizaram investigações forenses. Eles descobriram evidências conclusivas de que a suposta “intrusão no servidor DNC Guccifer 2.0 em 5 de julho de 2016 [estes são os e-mails que mostram o DNC trabalhando para Hillary contra Sanders] não foi pirateada, mas vazou. Os documentos vazados foram copiados para um dispositivo de armazenamento externo e apagados com um trabalho de recortar e colar para implicar a Rússia como tendo pirateado os documentos.

Em outras palavras, o suposto hack era, em vez disso, uma cópia do interior que posteriormente foi processada para refletir a origem russa. Os profissionais de inteligência veteranos supõem que isso foi feito para concentrar a atenção no conteúdo embaraçoso dos e-mails, colocando a atenção em vez da “interferência russa na eleição presidencial dos EUA”.

Como eu vejo, o sucesso desta história falsa e orquestrada de hacking russo, para o qual não existe uma pequena evidência, revelou ao complexo militar / segurança a oportunidade de remover o Trump e assim proteger o orçamento e o poder sobrecarregados das Forças Armadas / Complexo de segurança que está ameaçado pela intenção de Trump de normalizar as relações com a Rússia.

Ele revelou às forças de Hillary a oportunidade de reivindicar-se com o argumento de que a Rússia roubou as eleições para Trump. Ele revelou a Israel a oportunidade de pôr fim à retirada de Trump da interferência dos EUA no Oriente Médio, permitindo que Israel continue a usar os militares dos EUA para eliminar os obstáculos à expansão israelense. Forneceu os apostadores, que odeiam Trump e “os deploráveis” que o elegeram, com uma história principal por meses e meses a serem seguidos em suas expectativas com a história da remoção de Trump da presidência.

Os profissionais de inteligência aposentados são muito circunspectos para dizer ao presidente Trump que uma conspiração está em andamento para removê-lo do cargo, seja por impeachment ou assassinato por uma “porca solitária” de direita enfurecida contra o presidente traidor, mas isso parece ser a mensagem entre as linhas. Como eu forneci o link para a carta, você pode lê-lo e chegar à sua própria conclusão.


Autor: Autor: Paul Craig Roberts
Traduzido para publicação em dinamicaglobal.wordpress.com

Fonte: Katehon.com

Carne podre: conspiração?

Muito conveniente


1. A podridão da carne desvia o olfato da podridão nos três poderes. A anistia ao caixa dois sai do foco.
2. O escândalo da carne estoura justo quando o Brasil recebeu o ok da FDA para exportar carne para os USA.
3. Produtores norte-americanos estouram Veuve Clicquot em Wall Street.

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Donald Trump e Putin: Conspiração?

Conspiração ou espionagem? O que se sabe sobre a acusação de que a Rússia interferiu na eleição de Trump

Trump sorrindo
Tuítes recentes de Trump ajudaram a inflamar ainda mais a polêmica sobre a suposta espionagem russa – Image copyrightAP

Com um tuíte, o presidente eleito dos EUA, Donald Trump, inflamou ainda mais a polêmica sobre as suspeitas de que hackers russos influenciaram a eleição presidencial.

“Você consegue imaginar se o resultado da eleição fosse o oposto e NÓS estivéssemos tentando usar a carta da Rússia/CIA. Isso seria chamado de teoria da conspiração!”[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

No fim de semana, as duas principais agências de segurança dos EUA – o FBI (Agência Federal de Investigações) e a CIA (Agência Central de Inteligência) – teriam descoberto intervenções da Rússia nas eleições do país para promover a vitória de Trump. As informações foram divulgadas em dois importantes jornais dos EUA com base em relatórios das duas agências.

Em outubro, o governo dos EUA já havia apontado a responsabilidade da Rússia nesses ataques e acusado o país de interferir na campanha do Partido Democrata. Mas, segundo as novas informações divulgadas pela imprensa americana, a Rússia tinha como motivação ajudar Trump.

Mas o que se sabe até o momento sobre a acusação de que Moscou, de fato, agiu para promover a vitória do bilionário?

O que diz Trump

Em entrevista à TV e também em seu Twitter, o republicano criticou e colocou em xeque as informações contidas nos relatórios do FBI e da CIA.

Falando à rede Fox News, Trump disse que os democratas estavam divulgando documentos “ridículos” porque estavam envergonhados com a escala da derrota que sofreram nas eleições.

Ele disse que a Rússia poderia estar por trás dos ataques, mas que era impossível saber. “Eles não fazem ideia se foi a Rússia, a China ou alguém sentado em uma cama em algum outro lugar.”

Trump caminhando ao lado de MelaniaTrump e sua equipe não pouparam críticas às agências de inteligência dos Estados Unidos – Image copyrightAP

A equipe do presidente eleito também criticou agências de inteligência dos Estados Unidos: “Essas são as mesmas pessoas que disseram que Saddam Hussein tinha armas de destruição em massa”.

O presidente eleito usou seu Twitter para questionar o porquê de as acusações não terem sido divulgadas antes da eleição.

“A não ser que você pegue os hackers no ato, é muito difícil determinar quem estava por trás da ação. Por que então isso não veio à tona antes?”, tuitou nesta segunda-feira.

O que dizem outros republicanos

Republicanos experientes têm se juntado aos democratas para pedir investigações sobre o caso. O senador republicano John McCain disse, em um comunicado conjunto com líderes democratas, que o relatório da CIA “deveria deixar qualquer americano alarmado”.

Ele afirmou que o Congresso deveria abrir uma investigação e que esta deveria ser ainda mais minuciosa do que a que será conduzida pela Casa Branca.

Nesta semana, o presidente Barack Obama, que deixa o cargo em 20 de janeiro, ordenou uma apuração sobre uma série de ataques cibernéticos que teriam sido promovidos pela Rússia durante a campanha eleitoral nos EUA.

De acordo com a Casa Branca, o relatório – que deve ser finalizado até o fim do mandato do democrata – será uma “sondagem profunda sobre um possível padrão de uma crescente atividade maliciosa na internet durante a temporada eleitoral”.

As acusações foram negadas por funcionários do governo russo.

O que dizem os relatórios, segundo a imprensa

De acordo com o jornal The New York Times, os dois órgãos concluíram que “seguramente houve uma participação russa para hackear essas informações”.

Segundo o jornal, entre os documentos obtidos pelos hackers estariam as contas de e-mails do Comitê Nacional Democrata e do presidente da campanha de Hillary Clinton, John Podesta.

O NYT afirma ainda que as agências de inteligência acreditam que essas informações teriam sido repassadas pelos russos ao WikiLeaks, que vazou o conteúdo.

O Washington Post afirma que um relatório da CIA chegou a informações parecidas. O jornal cita um oficial do governo dos EUA para afirmar que “a análise das agências de inteligência é de que o objetivo da Rússia era favorecer um candidato sobre o outro e ajudar na vitória de Trump”.

Hillary e Trump durante debateE-mails de Hillary Clinton e de seus assessores foram hackeados

Os novos detalhes teriam surgido durante a apresentação dos relatórios pelas agências de inteligência aos senadores na semana passada.

A reunião teria ocorrido com portas fechadas, mas, segundo o Washington Post, as informações teriam sido passadas por um funcionário do governo que não quis se identificar.

O que dizem os democratas

Na época da campanha eleitoral, e-mails da candidata democrata Hillary Clinton e de seus assessores foram sido hackeados, e o conteúdo, enviado ao WikiLeaks e postado online.

A divulgação causou problemas à campanha dos democratas. A então candidata passou boa parte dos debates se explicando sobre os emails, especialmente a descoberta de que ela quebrou regras oficiais ao trabalhar com informações secretas usando um servidor privado em sua casa em Nova York quando ainda era secretária de Estado.

Hillary e sua equipe não se cansaram de acusar o rival republicano e de que os russos estavam por trás da invasão às contas de email dos democratas.

John PodestaPodesta fez duras acusações contra russos e a campanha de Trump
Image copyrightAP

Um dos críticos mais severos foi John Podesta, chefe de campanha de Hillary, cuja conta também foi invadida. Na época, ele acusou o governo russo de responsabilidade pelo vazamento e disse que a campanha de Trump já sabia a respeito.

O que diz analista da BBC

Para o correspondente da BBC em Washington, Anthony Zurcher, apesar de Trump dizer o contrário, ele entrará na Casa Branca em uma situação complicada – e a derrota na votação popular de 2,8 milhões de votos é apenas um dos fatores que colaboram para isso.

“Esse cenário provavelmente explica o porquê de a equipe de Trump estar respondendo de maneira tão incisiva as acusações de que hackers russos influenciaram a política americana em uma tentativa para favorecer o republicano. Assim como a recontagem dos votos, isso pode ser visto como outra maneira de minar a legitimidade da vitória de Trump”, afirmou o correspondente.

Para Zurcher, não importa que seja bem pouco provável que a recontagem altere os resultados das eleições ou que os ataques hackers estejam lá no fim da lista de motivos que causaram a derrota de Hillary.

“Os tuítes raivosos de Trump e a indignação de seus partidários são evidência suficiente de que o presidente eleito se sente ameaçado. No caso da Rússia, no entanto, os comentários raivosos de Trump podem custar um alto preço político.”

Lula, câncer e Elvis Presley

Está circulando nas redes sociais que o câncer do Lula foi “armação” e que tudo não passou de golpe para livrar o ex-presidente do tacape do neopaladino da moralidade brasileira.

Bem se é ou não piada ou teoria conspiratória, “lá vou eu”:
Elvis Presley está vivo, e mora no interior do Piauí fabricando viola. Marilyn Monroe casou com um sobrinho do Gonzagão, pintou o cabelo de preto e mora em um sítio em Exu, criando galinha pedrês. John Kennedy trocou o nome pra Raimundo e é vereador em Chorrochó do Norte. Brigitte Bardot tem um hospital veterinário e uma clínica de repouso para jumentos abandonados, no interior do Ceará.


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Tópicos do dia – 30/12/2011

09:16:20
Chavez , complôs e o câncer.
O presidente Cháves deve ter tido os neurônios seriamente comprometidos pela quimioterapia.
A última do bolivariano doidivanas foi declarar que os Estados Unidos desenvolveram uma tecnologia capaz de provocar câncer em governantes de esquerda. Bem, tudo é possível, contudo…
Mas, e tem sempre um mas, a própria CIA já confessou que em épocas passadas tentou aplicar um produto para fazer cair a barba do ditador Fidel Castro.
Tudo muito hilário se não fosse trágico.


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