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Meu celular foi hackeado

Celular hackeado, e agora?

Como saber se seu celular foi “hackeado”

O superaquecimento do dispositivo ou pop-ups pode ser o resultado de um ataque mal-intencionado

A Espanha é o quinto país do mundo em que as pessoas passam mais tempo presas ao celular, de acordo com um relatório publicado em 2017 pela Statista. O estudo revela que cada usuário gasta em média duas horas e 11 minutos por dia conectado à rede através do terminal. Embora os telefones telefonassem e enviassem mensagens apenas duas décadas atrás, agora eles permitem que você tire fotos ou ouça música, navegue na Internet, conecte-se a redes sociais ou compre qualquer produto com o clique de um mouse. Mas toda vez que você baixar um aplicativo ou conectar o dispositivo a uma rede Wi-Fi pública, corre o risco de ser vítima de algum ataque malicioso contra o terminal. Esses sinais indicam que um celular foi invadido .

Sobreaquecimento do desgaste móvel e rápido da bateria

Se o celular estiver subitamente mais quente que o normal, ele pode ter sido invadido . O superaquecimento pode ser devido a um aplicativo mal-intencionado sendo executado em segundo plano. Este aplicativo também pode causar desgaste da bateria mais rápido do que o habitual. “Você pode saber aproximadamente quanto tempo leva seu dispositivo móvel para morrer, dependendo dos aplicativos que você está executando. Se você descobrir que ele morre mais rápido do que nunca, pode ser um sinal de alerta de que um estranho teve acesso a ele “, explica a empresa de software especializada em segurança de computadores da McAfee.

Uma maneira de verificar se algum aplicativo malicioso está sendo executado em segundo plano é revisar os dados de consumo de bateria do terminal. Para fazer isso, basta ir para as configurações da bateria do telefone e clique em “uso da bateria”. Em seguida, aparecerá uma guia que indica o quanto cada aplicativo consome. Se houver algum desconhecido entre eles, é importante desinstalá-lo o mais rápido possível.

Como saber se seu celular foi “hackeado”

  • Aplicativos que você não se lembra de ter instalado
  • O mercado de aplicativos é cheio de aplicativos para realizar diferentes funções: desde a edição de fotos ou vídeos até a criação de avatares, a escuta de músicas ou o contato com outras pessoas. É comum um usuário baixar dezenas de aplicativos e, de tempos em tempos, descobrir no terminal um que ele usou apenas algumas vezes ou até mesmo que nunca se lembra de ter baixado.

É possível que tenha sido instalado e seja apenas uma falha de memória. Mas também pode ser um aplicativo malicioso que precisa ser removido do telefone o mais rápido possível. No caso de encontrar um aplicativo suspeito, é aconselhável pesquisar no Google o nome do aplicativo e descobrir o que os usuários dizem sobre ele. Você também pode acessar o histórico do Google Play ou a App Store para verificar quando foi instalado.

  • Baixo desempenho e gastos excessivos com dados
  • Como saber se seu celular foi “hackeado”

Um programa malicioso pode causar lentidão no desempenho do telefone. Por exemplo, isso pode ser refletido na velocidade na qual o terminal se conecta à rede. No entanto, é importante ter em mente que uma desaceleração também pode ser devido a determinadas atualizações do sistema operacional.

O gasto excessivo de dados da Internet do dispositivo sem motivo aparente também é um indicador de um possível ataque mal-intencionado. Para verificar o quanto cada aplicativo consome, você precisa clicar em “uso de dados” nas configurações do telefone. Se entre os aplicativos houver um que você não se lembra de ter instalado, é muito provável que seja um malware .

Anúncios emergentes

Alguns malwares geram janelas pop-up que convidam para executar ações diferentes. Anúncios ou guias que aparecem na tela inicial do telefone podem ser uma indicação de que o telefone sofreu um ataque de computador. Além disso, se ao entrar em páginas da web, eles parecem diferentes do habitual, é possível que um hacker esteja manipulando o dispositivo remotamente.

Quando os hackers obtêm acesso a um telefone, eles provavelmente também têm acesso a todas as informações de pagamento. “Ao monitorar suas transações com cartão de crédito e sua conta de telefone, você pode detectar desde o início se suas informações de pagamento parecem estar em risco”, diz a McAfee.

Mensagens suspeitas

Na maioria dos ataques maliciosos em dispositivos Android, o hacker pega um número de celular e o inscreve sem permissão para serviços premium, como o horóscopo. É o que diz o site de notícias especialista Andro4all Android: “Se você está recebendo muitas mensagens de serviços que não sei e você não se inscreveu, você não só tem o malware , mas virá um projeto de lei bem bolada no o final de do mês.”

Também é provável que o dispositivo envie mensagens para contatos no telefone ou através de redes sociais. Portanto, se um amigo notificá-lo de que você recebeu conteúdo estranho ou que atualizações foram postadas em contas de mídia social sem o seu consentimento, é provável que seu celular tenha sido invadido .

Além de controlar as mensagens, você também deve prestar atenção às chamadas. “O ruído de fundo quando você faz uma ligação pode explicar que um terceiro está gravando. Se você ouvir sinais sonoros ou vozes, as chances de que isso aconteça serão maiores “, diz a BBC.

O QUE FAZER SE SEU CELULAR TIVER SIDO INVADIDO

Por ser a vítima de um ataque malicioso, ele é aconselhável para instalar um antivírus no telefone para fazer a varredura e encontrar as ameaças. Você também precisa inserir as configurações dos aplicativos e revisar todos os itens descartados no telefone. Se você não se lembra de ter instalado algum deles, a melhor opção é desinstalá-lo.

Para evitar possíveis ataques mal-intencionados contra nosso terminal, devemos evitar a instalação de aplicativos de armazenamentos de terceiros e ter cuidado ao conectar-se à rede. “O que pode parecer um ícone de download, pode levar a publicidade maliciosa”, diz o portal especializado em Telefonia Móvel da Movil Zona. Além disso, manter o telefone atualizado melhorará as possíveis ameaças.

Fonte: https://elpais.com/tecnologia

Celular,Tecnologia

Um celular poderia durar 12 anos se sua vida não fosse encurtada de propósito

O Brasil também não tem legislação que penalize a obsolescência programada
Celular,TecnologiaUsuário de um telefone da Apple, uma das empresas multadas na Itália por obsolescência programada.

Um celular poderia durar 12 anos se sua vida não fosse encurtada de propósito

Meias que se esgarçam no primeiro uso, lâmpadas com vida útil de apenas 1.000 horas e máquinas de lavar roupa que funcionam pouco mais de cinco anos. A obsolescência programada afeta produtos de múltiplos setores, entre os quais estão os têxteis, os eletrodomésticos e, também, os smartphones, que em muitos casos ficam mais lentos e começam a falhar dois anos depois de comprados.

“No momento, absolutamente todos os fabricantes de telefones celulares adotam essa prática. Quando o celular fica mais lento ou certos aplicativos não funcionam, o usuário já começa a pensar que é normal”, afirma Benito Muros, presidente da Fundação Energia e Inovação Sustentável Sem Obsolescência Programada (Feniss). Atualmente, a vida útil de um telefone, observa ele, é de dois anos. Depois disso, é comum que eles comecem a dar problemas e Muros explica que o reparo pode custar até 40% do que se gastaria na compra de um novo. “Se a obsolescência programada não existisse, um telefone celular teria uma vida útil de 12 a 15 anos”, diz.

A Autoridade Garantidora da Concorrência e do Mercado da Itália (AGCM, na sigla em italiano) impôs há duas semanas uma multa de cinco milhões de euros (222 milhões de reais) à Samsung e outra de dez milhões à Apple por forçarem os clientes a realizar atualizações de software que tornam os telefones celulares mais lentos. Ambas as empresas foram acusadas pela AGCM de adotar “práticas comerciais desleais” que causaram “avarias graves [nos dispositivos] e reduziram significativamente seu funcionamento, acelerando assim a sua substituição por produtos mais novos”.

Essas multas representam “um começo para falar sobre obsolescência programada”, explica Enrique Martínez Pretel, membro do Conselho Geral de Associações de Engenharia de Informática da Espanha e CEO da empresa de especialistas em informática Evidentics. Mas esta soma “não é nada para essas empresas”: “A Apple ganhou 16,04 bilhões de euros (70 bilhões de reais) somente no quarto trimestre de 2014, o ano em que saiu o iPhone 6, que é o dispositivo sobre o qual se impôs a multa”.

Enquanto em países como a Itália e a França já são promulgadas leis para a proibição total destas práticas, na Espanha não há nenhuma legislação que penalize a obsolescência programada. Em 2016, o Partido Socialista propôs em seu programa eleitoral “proibir e penalizar de forma estrita as práticas de obsolescência tecnológica forçada dos produtos por parte das empresas”. A Comissão de Saúde da Câmara dos Deputados aprovou por unanimidade, em abril de 2017, uma proposta de lei do Grupo Parlamentar Socialista que instava o Governo do Partido Popular a proibir a obsolescência programada.

A França foi o primeiro país europeu a introduzir medidas para erradicar esse tipo de práticas que não podem ser mantidas porque exigem o uso de recursos naturais finitos, geram grandes quantidades de resíduos e uma perda econômica para o consumidor, além de ter consequências negativas para a saúde pública e o meio ambiente”, explicou a porta-voz socialista da área de consumo, Begoña Tundidor.Celular,Tecnologia

O Ministério para a Transição Ecológica explicou a El País que para o Governo é essencial implementar ações que sejam promovidas e aplicadas em toda a União Europeia. A Comissão Europeia apresentou em dezembro de 2015 o Plano de Ação para uma economia circular na Europa, que visa analisar as diferentes fases do ciclo de vida dos produtos. Fontes do ministério afirmam que nesse plano “estava previsto que em 2018 se avaliasse na comunidade europeia a possibilidade de elaborar um programa independente de testes sobre a obsolescência programada”. “Teremos que esperar os trabalhos da Comissão Europeia sobre esta questão”, argumentam.

Organizações como a Feniss e a Amigos da Terra tentam conscientizar os políticos sobre a importância de acabar com esse vácuo legal. Esta última iniciou uma campanha em 2017 para pedir ao Ministério das Finanças uma redução do IVA sobre os serviços de reparação e de artigos de segunda mão e de aluguel –dos atuais 21% para 10%. “Temos quase 5 mil assinaturas e nos reuniremos em breve com os ministérios para tentar viabilizar esta demanda”, diz Alodia Pérez, responsável pelos Recursos Naturais e Resíduos de Amigos da Terra.

Pérez diz que as pessoas trocam de celular em média uma vez por ano e que os primeiros telefones celulares tiveram uma vida útil de até seis anos. “Vivemos na era da obsolescência programada. Não só em celulares, mas também em móveis, calçados e eletrodomésticos. As máquinas de lavar roupa que nossos pais tinham duravam 20 ou 30 anos e agora duram pouco mais de sete”, afirma. Ela diz que essa é uma estratégia de mercado muito consolidada para poder continuar vendendo.

O Ministério da Transição Ecológica expôs a este jornal sua preocupação com o efeito direto dessas práticas “no aumento do volume de resíduos gerados e no aumento no ritmo da produção desses resíduos”. O presidente da Feniss explica que “todos os anos geramos 30 bilhões de toneladas de lixo eletrônico”. Em 2025, serão 53,9 milhões de toneladas de resíduos de produtos eletrônicos, segundo o Escritório Internacional de Reciclagem. “Não podemos continuar consumindo como fazemos porque daqui a 20 anos não haverá matérias-primas e vamos nos afogar em nosso próprio lixo”, conclui Muros.

APPLE E SAMSUNG NEGAM ESSAS PRÁTICAS
A Apple foi multada há duas semanas pela Autoridade Garantidora da Concorrência e do Mercado da Itália (AGCM) porque não informou os usuários do iPhone 6 que a atualização iOS 10 exigia um gasto maior de energia e poderia causar “paradas repentinas”, de acordo com esse órgão. Além disso, a Apple levou uma multa maior do que a Samsung porque não informou corretamente os usuários sobre a vida útil das baterias de lítio de seu telefone e alguns fatores que contribuem para a sua deterioração.

Este jornal entrou em contato com a empresa, que não divulgou uma avaliação oficial da multa imposta pela Itália, mas afirmou que sua posição em relação ao desempenho das baterias do iPhone é a mesma divulgada em um comunicado em 28 de dezembro de 2017. A Apple se desculpou depois que o Geekbench, um blog que mede as taxas de desempenho de telefones celulares, descobriu um dado incomum: o desempenho do iPhone caía, sem causa aparente, após um ou dois anos de uso. “Nunca fizemos nada que intencionalmente encurtasse a vida de um produto da Apple”, disse a empresa. Mas, para responder às queixas de clientes, anunciou a redução mundial até dezembro de 2018 do preço de substituição da bateria fora da garantia, de 89 euros para 29 euros (de 380 reais para 125 reais), para todos os modelos do iPhone 6 ou um modelo posterior.

A Samsung, de acordo com a AGCM, insistiu em que os usuários do Galaxy Note 4 instalassem em seus telefones celulares o Android 6.0 Marshmallow. Mas não avisou que essa atualização poderia causar falhas no telefone que teriam um alto custo de reparo porque a maioria dos celulares já estava fora da garantia. A empresa se mostrou “decepcionada” com a decisão do órgão e negou ter lançado qualquer atualização de software que reduzisse o desempenho do Galaxy Note 4. “Vamos tomar as medidas legais necessárias para recorrer da decisão da Autoridade da Concorrência italiana”,

WhatsApp salva os arrependidos

WhatsApp finalmente deixa arrependidos apagarem mensagens

WhatsApp finalmente deixa arrependidos apagarem mensagens

Após envio, usuários têm sete minutos para eliminar textos errôneos ou indesejados.

O anúncio feito há um ano finalmente se torna realidade. O aplicativo de mensagens WhatsApp introduziu uma nova função que permite eliminar de forma permanente as mensagens enviadas, desde que isso seja feito até sete minutos após o envio.

A funcionalidade permite que os usuários apaguem mensagens enviadas para uma conversa individual ou em grupo, impedindo que os demais membros leiam seu conteúdo.

As instruções para aplicar o novo recurso são detalhadas na seção de perguntas frequentes da página do WhatsApp (FAQ). Ela é especialmente útil quando a pessoa envia uma mensagem para o grupo incorreto ou se a mensagem enviada contém erros.

Estes são os passos

1. Abra o WhatsApp e vá até a conversa com a mensagem que você quer apagar.

2. Toque e segure a mensagem. Opcionalmente, toque em mais mensagens para apagar várias mensagens de uma vez.

3. Toque em Apagar na parte superior da tela > Apagar para todos

Os usuários só poderão apagar as mensagens até sete minutos após o envio. Os textos eliminados desaparecerão, mas o destinatário verá o seguinte aviso: “Esta mensagem foi apagada”.

Um último recado importante para os impacientes: você não será notificado se a sua mensagem não for eliminada com sucesso. Deverá confiar em sua própria perícia, esperar que tenha feito tudo certo e cruzar os dedos.

Tecnologia – 5G

5G, a tecnologia que mudará nossa rotina e nosso bolso.

Os avanços do 5G em um stand do MWC 2017 de Barcelona
Os avanços do 5G em um stand do MWC 2017 de Barcelona J. LAGO AFP/GETTY

Nova geração da telefonia celular terá um grande impacto sobre o crescimento econômico.Quando as empresas de telecomunicações ainda não completaram a instalação do sistema 4G em todo o seu território, acaba sendo complicado ter uma ideia de que em breve nossos celulares funcionarão de forma mais rápida e eficiente graças ao 5G, a quinta geração da telefonia móvel.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

No mundo todo, teve início uma corrida – por enquanto liderada por países asiáticos e os EUA – pela primazia no uso dessa tecnologia, a qual, pela primeira vez, revolucionará não só as comunicações, mas também o entorno tecnológico como um todo e até os sistemas de produção. É que o 5G não irá mudar apenas o cotidiano de milhões de usuários, e as implicações econômicas para as empresas ainda são difíceis de avaliar.

A seguir, algumas explicações sobre o que é o 5G, seu estado de desenvolvimento atual e suas consequências econômicas:

O que é o 5G? O 5G, ou quinta geração, é o novo padrão de banda larga sem fio que proporcionará maiores velocidades, cobertura e recursos que o atual LTE-4G.

Que velocidade alcançará? As conexões 5G serão 100 vezes mais rápidas (embora em laboratórios sejam obtidas velocidades até 250 vezes superiores), com velocidades médias de 20 Gbps (gigabits por segundo). Isso significa que o download será mais rápido inclusive que as atuais redes fixas de fibra óptica. Um filme de 1GB, por exemplo, poderá ser baixado em menos de 10 segundos.

Que é latência, e por que é fundamental? Mais que a velocidade de upload e download, a principal melhora introduzida com o 5G é a redução da latência. Trata-se do tempo de resposta de um aparelho entre receber o sinal e executar uma ordem. Quanto mais baixa, mais rápida será a reação do aparelho que acionemos à distância, seja um carro autoguiado ou uma videoconferência. No 4G, esse delay é de 10 milissegundos; o 5G o reduz a um milissegundo.

Por que o 5G é importante para a Internet das coisas? Graças à redução da latência, será possível aprimorar a chamada Internet das Coisas (IoT, pela sigla em inglês), um mundo no qual tudo, e não apenas celulares e computadores, estarão conectados – isso inclui carros, eletrodomésticos e aparelhos vestíveis. Atualmente, há sete bilhões de dispositivos conectados à Internet. A previsão para 2025, com a IoT generalizada, é de 100 bilhões de aparelhos conectados, segundo a Huawei.

E os carros autônomos? Se há algo para que o 5G é fundamental é para que os carros autônomos funcionem com segurança, porque cada veículo desses precisará processar vários terabytes de dados por dia. Diversos sensores (câmeras, sistemas Lidar e radares) recebem permanentemente informação sobre o entorno que cerca o veículo e precisam processá-la e reagir em questão de milissegundos, seja para esquivar um pedestre que atravessa a rua no lugar errado ou reconhecer uma placa de “pare” ou semáforo.

Que outras vantagens o 5G oferece sobre a rede atual? O 5G permite aproveitar com mais eficiência a banda de frequências e multiplicar por 100 o número de dispositivos conectados. Também reduz em 90% de consumo de energia da rede, permitindo que as baterias de aparelhos como alarmes e sensores durem até 10 anos.

Quais são os países mais avançados? Em geral, os países mais avançados da Ásia, como Coreia do Sul, Japão e Cingapura, e os Estados Unidos estão muito à frente dos europeus. A operadora coreana KT Telecom espera lançar a primeira oferta comercial 5G do mundo em 2018, depois de testá-la nos Jogos Olímpicos de Inverno da cidade de Pyeongchang. As norte-americanas AT&T e Verizon farão testes-piloto pré-comerciais no final de 2018, e as japonesas NTT DoCoMo e KDD esperam usar os Jogos Olímpicos de Tóquio em 2020 como plataforma de lançamento. Um relatório da consultora Juniper Research estima que o número de conexões 5G deve chegar a 1 bilhão em 2025, um terço delas nos Estados Unidos, e 55% nos Estados Unidos, China e Japão.

5G no Brasil – De acordo com o ministério da Ciência e Tecnologia, o País firmou um acordo com a União Europeia, os Estados Unidos, a Coreia do Sul, o Japão e a China para participar das tomadas de decisão sobre o funcionamento da tecnologia 5G no mundo, desde a pesquisa até a padronização e a implementação da plataforma. O prazo para que os usuários brasileiros usufruam desta tecnologia, no entanto, é longo. Em entrevista à Reuters, o presidente da Anatel, Juarez Quadros, afirmou que os leilões de licitação para que a tecnologia seja operada acontecerão após 2020.

Que setores produtivos terão maiores avanços? O 5G será uma tecnologia fundamental para a digitalização industrial ao gerar e fomentar casos de uso como fabricação robotizada e inteligente, jogos e entretenimento imersivos, direção autônoma, cirurgia remota, vídeo de ultra-alta definição (UHD), automatização de processos industriais, segundo a Ericsson e a Huawei, os principais desenvolvedores de redes 5G.

Qual será o impacto sobre a riqueza e o emprego? A Comissão Europeia estima que a instalação do 5G implicará um investimento de 56 bilhões de euros em 2020, que terá um impacto de 141 bilhões de euros sobre a criação de riqueza, além de criar 2,3 milhões de empregos. Nos Estados Unidos, a instalação do 5G nas smart cities poderia criar até 3 milhões de empregos e aumentar o PIB em 500 bilhões de dólares.
ElPais

Anti-Vírus gratuito no Android

Sem instalar nada: veja como usar o novo antivírus nativo do Android

A empresa sabe que os malwares para Android são uma realidade, e por isso criou o Google Play Protect. Anunciado durante o Google I/O neste ano, o sistema é integrado ao Android e funciona, na prática, como um antivírus, observando os apps que estão instalados no celular, procurando comportamentos estranhos e analisando atualizações para descobrir possíveis vírus infiltrados no dispositivo.

Apesar de o sistema ter sido criado para vigiar os apps do Google Play, o sistema também permite que apps instalados por fontes alternativas sejam enviados ao Google para análise, o que, em tese, beneficia o ecossistema inteiro, permitindo que a empresa detecte ameaças vindo de outras lojas ou de APKs baixados aleatoriamente pela internet.

Como o Android varia muito de celular para celular, existe a possibilidade de que o recurso funcione de um modo diferente no seu smartphone. Para referência, as dicas abaixo foram testadas usando um Nexus 5x rodando a versão beta do Android O; o Google, no entanto, afirma que o recurso também deve funcionar em versões anteriores do sistema.

Veja os resultados mais recentes

Se você entrar em “Configurações” > “Segurança e local” > “Google Play Protect”, verá um resumo das últimas análises feitas pelo Google entre os seus aplicativos. Se o seu celular não possui esse caminho, você pode tentar entrar em “Configurações” > “Google” > “Segurança” > “Google Play Protect”.

Reprodução

Veja na página do aplicativo no Google Play

Ainda não está disponível para todo mundo, mas o Google também postará o resultado de suas análises na própria página do app na loja. Aos poucos, o recurso será distribuído para toda a base de usuários.

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Veja antes de atualizar seus apps

Alguns aplicativos são lançados como inofensivos, ganham a confiança do usuário e do próprio Google para só depois começar a agir de forma maligna com uma atualização futura. Por isso, o Google Play Protect também analisa as atualizações de apps. Assim, na sua lista de atualizações pendentes no Google Play também deverá constar um alerta de que tudo está em ordem. Esta função também deve demorar um pouco mais para estar disponível para todos.

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Criando Emojis no Android

Como usar o teclado do Android para traduzir desenhos para emojis

Entretanto, por mais que o recurso seja divertido de se utilizar, ele também é meio escondido, de modo que quem não estiver atento simplesmente não vai saber como acessá-lo. Basta seguir o passo a passo abaixo para encontrá-lo.

1. Use a versão mais recente do Gboard;

Se você ainda não o tem instalado no celular, pode fazer o download neste link. A versão com suporte à tradução de desenhos para emojis é a 6.3, que já deve estar disponível para todos os usuários.

2. Abra algum aplicativo de mensagens da sua preferência;

3. Comece a digitar alguma coisa para exibir o teclado;

4. Toque no ícone de emoji do teclado;

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5. Toque no ícone de lápis para desenhar;

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6. Pronto, faça um desenho e veja como o Google interpreta os seus rabiscos.

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Smartphones – Aplicativos

Como organizar os ícones do celular para economizar tempoÍcones de aplicativos organizados da melhor maneira para ganhar tempo.

Essas estratégias nos permitem acessar aplicativos de forma mais rápida

Ícones de aplicativos organizados da melhor maneira para ganhar tempo

Quantas vezes um usuário consulta o celular ao longo do dia? Um estudo revelou esse dado e o número é realmente impactante: se estima que uma pessoa toque a tela de seu smartphone em média 2.716 por dia.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

A cifra pode parecer desmedida, mas nos dá uma ideia da importância do dispositivo em nosso dia a dia, e devido à intensidade do uso, uma mudança de hábitos pode ter muitíssimo impacto com relação ao tempo que dedicamos ao aparelho.

Sem dúvidas, a maioria dos usuários perde muito tempo procurando e abrindo aplicativos: ler uma mensagem no Facebook, dar uma olhada em sites, e ligar para alguém… Nesse baile de apps muitos segundos são desperdiçados, a não ser que tenhamos tudo muito bem organizado.

Os fabricantes de celulares e de seus sistemas operacionais conhecem bem essa problemática e se esforçam ao máximo para oferecer soluções e interfaces simples para o usuário. Enquanto realizam pesquisas para continuar avançando em outros sistemas de relação com o usuário (como os assistentes de voz, por exemplo), a melhor alternativa parece ser a que Apple propôs em seu iPhone original: uma série de ícones repartidos pela tela que o usuário pode organizar como preferir. No entanto, essa liberdade pode resultar em uma economia ou perda de tempo considerável. Então, como devemos organizar os aplicativos na tela do celular?

A organização perfeita da tela inicial

A maneira como os ícones dos aplicativos estão distribuídos pode nos fazer perder muito tempo. Quem nunca se viu meio perdido deslizando os dedos sobre a tela para encontrar determinado aplicativo? Quantas vezes recorremos ao botão de pesquisar disponível no menu para achá-lo? Nesse terreno, a liberdade para o usuário é total, e a pior parte é que não existe uma receita que seja útil para todas as pessoas. No entanto, há critérios que cada usuário pode aplicar de acordo com o uso que faça do celular.

A tela principal e a dock

Independentemente do critério utilizado para organizar os ícones, na tela principal e na dock (barra de ícones inferior) deveriam estar, sempre, aqueles aplicativos utilizados com mais frequência, por uma questão de pura lógica. O acesso à home e à dock é imediato, e cada segundo conta.

Organização por categorias

Quando lançaram as lojas de aplicativos, o catálogo de apps disponíveis era muito limitado, mas, agora, com a expansão das mesmas, o número parece interminável, o que representa um problema na hora de organizá-los.

Para facilitar as coisas, os sistemas operativos passaram a oferecer a possibilidade de criar pastas, que podem agrupar ícones de acordo com determinados temas: esse sistema propõe reunir os aplicativos por conteúdo (música, bancos, jogos, etc.), sempre respeitando a regra anterior de manter os mais usados na tela principal. O maior inconveniente desse sistema é a necessidade de ser muito disciplinado na hora de organizar as pastas e ter boa memória para saber onde buscar cada aplicativo depois.

É possível organizar os ícones por temas, agrupando os aplicativos de acordo com o conteúdo (música, bancos, jogos)

Organização por frequência de uso

Outra possibilidade pela qual optam muitos proprietários é distribuir os apps de acordo com a frequência de uso: os mais próximos à home são os mais utilizados, relegando os demais às telas posteriores. A grande desvantagem desse critério é que, cedo ou tarde, nosso celular acaba se transformando na casa da mãe Joana, e, ao final, nos vemos obrigados a usar o sistema de buscas 90% das vezes.

Organização por cores

Embora pareça mentira, organizar os aplicativos pela cor de seus ícones pode ser extremamente eficaz se o usuário for minuciosamente disciplinado e tiver memória fotográfica (ou, melhor dizendo, cromática). Para colocar esse sistema em prática basta agrupar os apps de acordo com a cor de seus ícones (Facebook e Twitter, por exemplo, seriam colocados na mesma pasta). Assim, se torna mais fácil acessá-los, se sabemos bem a cor de cada um.

Deixar espaços livres e manter uma limpeza a nível visual

Embora não se trate exatamente de um método de organização, manter espaços vazios nas sucessivas telas, e não ter medo de acrescentar mais, pode ajudar a acelerar a velocidade de acesso aos aplicativos. Uma interface limpa faz com que seja muito mais fácil encontrá-los.

Senha do seu celular pode ser descoberta usando dados do giroscópio

Se você acha que colocar uma senha no seu celular vai impedir que outras pessoas consigam acessá-lo, então é melhor ficar em alerta.

[ad name=”Retangulo – Anuncios – Esquerda”]Em um artigo publicado no International Journal of Information Security, os pesquisadores demonstraram como o giroscópio – o sensor que rastreia a rotação e a orientação o aparelho – poderia ser usado para adivinhar um código PIN de quatro dígitos com um alto grau de precisão.

Durante os testes, os usuários precisaram digitar 50 PINs cinco vezes para que o algoritmo dos pesquisadores aprendesse como eles seguravam o telefone ao digitar cada número específico.

Com essas informações, a equipe conseguiu craquear as senhas com 70% de precisão.

Apesar de os testes utilizarem um algoritmo específico, a pesquisadora da Escola de Ciências da Computação da Universidade de Newcastle e principal autora do artigo, Maryam Mehrnezhad, destaca o perigo de aplicativos maliciosos que ganham acesso aos sensores de um dispositivo sem solicitar permissão.

“A maioria dos smartphones, tablets e outros aparelhos já estão equipados com uma infinidade de sensores e, como os aplicativos e sites móveis não precisam pedir permissão para acessar a maioria deles, programas mal-intencionados podem secretamente acessar esses dados”, explica.
OlharDigital/Juliana Américo

WhatsApp anuncia vídeos curtos no perfil e se aproxima do Snapchat

Aplicativo pretende voltar às origens, quando sua aposta era informar o status do usuário.

WhatsApp incorpora vídeos aos perfis dos usuários.WhatsApp incorpora vídeos aos perfis dos usuários.

O aplicativo de mensagens WhatsApppossibilitará a inclusão vídeos curtos nos perfis dos usuários, com os quais cada pessoa pode enriquecer o seu status.
Em vez de “No trabalho” ou “No cinema”, o usuário poderá agregar, já a partir desta segunda-feira, um vídeo ou GIF que melhor defina sua situação em cada momento, com o detalhe de que esse vídeo desaparecerá automaticamente em 24 horas.
Impossível não pensar no Snapchat, ao qual o Facebook parece não querer dar sossego. Primeiro foi o Instagram com o Stories, depois o próprio Facebook. Agora é a vez do WhatsApp, com o status.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

No entanto, seus criadores negam qualquer semelhança com os competidores. Jan Koum, CEO e cofundador do WhatsApp, explica no blog oficial da empresa as motivações que existem por trás dessa importante mudança.

E conclui que, na verdade, trata-se de voltar às origens. Koum recorda que o app, quando nasceu, mostrava somente o status dos usuários aos amigos. Depois evoluiu para o serviço de mensagens que todos conhecemos.

Por que é importante a incorporação de vídeos curtos? Por um lado, os usuários contarão com um alicerce adicional para entrar no aplicativo e repassar as novidades dos status de seus contatos (esse uso é a chave do sucesso do Snapchat).

Por outro lado, abre um campo para o Facebook monetizar de alguma forma o serviço no futuro.

É preciso destacar também que o WhatsApp melhora notavelmente o que o Snapchat oferece, já que esses vídeos serão criptografados de ponta a ponta do serviço, uma carência do popular app de vídeos curtos que tem sido alvo de duras críticas.

O lançamento da atualização coincide com o oitavo aniversário do WhatsApp, concebido em 24 de fevereiro de 2009. A nova função estará disponível a partir desta segunda-feira, tanto em dispositivos Android como no iPhone.

Nokia 3310, o celular ‘indestrutível’, está de volta

Nova versão do telefone que fez sucesso nos anos 2000 será apresentada em Barcelona.

O Nokia 3310, conhecido popularmente como o indestrutível por causa de sua resistência, está de volta.
A empresa finlandesa HMD, que comprou da Nokia Technologies a sua patente e os direitos sobre a marca e de sua imagem, anunciou a ressurreição do já clássico aparelho, quase um vintage, em versão renovada que será apresentada no Congresso Mundial de Telefonia (Mobile World Congress) a ser realizado em Barcelona entre 27 de fevereiro e 2 de março.
O indestrutível está de volta depois de uma entrada muito bem-sucedida do novo Nokia 6 na China.
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 A Nokia vendeu no mundo todo mais de 120 milhões de unidades do 3310, mas a chegada dos smartphones acabou por escantear aos poucos o modelo, apesar de sua fama, do funcionamento e do hipnótico jogo Snake 2.

A retirada oficial do mercado ocorreu em 2005. Agora, em fevereiro de 2017, quando parecia que o celular que causou furor nos primeiros anos do milênio tinha sido definitivamente enterrado pelos smartphones, a nova Nokia o lança mais uma vez, de olho em um mercado específico.

As informações sobre o ressurgimento do aparelho, divulgadas pelo The Guardian, indicam que ele só estará disponível inicialmente na Europa e na América do Norte e que custará em torno de 70 euros (245 reais). A versão original foi lançada em 2000 ao preço de 150 euros (525 reais).

Até relativamente poucos anos atrás, todos nós carregávamos um Nokia em nossos bolsos. Dois de cada três celulares vendidos no mundo eram da marca finlandesa. Seu império ruiu quase da noite para o dia com os aparecimentos dos aparelhos com tela táctil –o iPhone à frente– e do sistema operacional Android, da Google.
ElPais