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Tecnologia – Negócios: Google & iPhone

Google pagou US$1bi para “aparecer” no iPhone, diz Bloomberg

Como criar um aplicativo para iPhone

iPhone 6: o Google, unidade da Alphabet, dá à Apple uma porcentagem da receita que gera através do iPhone.

O Google pagou à Apple 1 bilhão de dólares para manter sua barra de pesquisa no iPhone, informou aBloomberg, citando uma transcrição de processos judiciais relacionados a ações da pela Oracle contra a gigante de buscas online.

O Google, unidade da Alphabet, dá à Apple uma porcentagem da receita que gera através do iPhone, mas detalhes do acordo nunca foram divulgados.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

A Bloomberg, citando uma transcrição anterior ao julgamento do processo Oracle-Google na semana passada, noticiou na quinta-feira que uma testemunha do Google havia revelado que a parcela de receita foi de 34 por cento em algum momento.

No entanto, não ficou claro se a porcentagem representou a quantia mantida pelo Google ou paga à Apple, disse a reportagem.

A transcrição judicial usada como fonte para a reportagem da Bloomberg não está mais disponível na internet.

No processo, a Oracle acusa o Google de usar seu software Java sem pagar por ele para desenvolver o Android.

Um advogado da Oracle disse a um tribunal que o Android havia gerado receitas de cerca de 31 bilhões de dólares e lucro de 22 bilhões de dólares desde seu lançamento.

Google e Apple não responderam a pedidos de comentários nesta sexta-feira.
Exame

Eike Batista: como perder o que nunca existiu

Capa da revista Blooberg quetiona: Como perder uma fortuna de US$45 bilhões em um ano.

Aí a notícia carece de exatidão. Essa fortuna nunca existiu.
Portanto afora os abestados que entraram na pirâmide, ninguém perde o que nunca teve.


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Livros: Amazon.com pode comprar a Saraiva

Amazon pode comprar Saraiva para enfim desembarcar no Brasil

A Amazon enfrenta diversos obstáculos para chegar ao Brasil, e o maior deles são as livrarias nacionais: dizem que a Saraiva estaria fazendo pressão junto às editoras para não assinarem com a varejista americana.

Agora, a Bloomberg diz que a Amazon quer comprar a Saraiva.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Se não pode vencê-los, junte-se a eles.

Uma fonte anônima diz à Bloomberg que a Amazon estaria em negociações secretas para comprar a Saraiva, e assim expandir a base da empresa no Brasil.

Isso deve facilitar as negociações com grandes editoras, que não aceitariam os termos agressivos da Amazon: elas temem que a Amazon abaixe demais o preço dos livros no Brasil.

A Amazon preparava sua estreia para outubro: como revelamos de forma exclusiva, diretores da empresa até conversavam com o Ministério da Educação para levar obras em domínio público ao Kindle.

No entanto, a Amazon adiou seus planos, aparentemente para junho de 2013, devido à dificuldade em fechar acordos com editoras nacionais.

Para chegar ao Brasil, a Amazon também deve trazer produtos físicos, como Kindles, CDs, DVDs e jogos.

Mas eles também tiveram problemas com isso: não tinham um depósito adequado para armazenar esses produtos, todos de pequeno porte.

Sobre o rumor, a Amazon diz à Folha que “não há anúncio a ser feito”, enquanto a Saraiva disse que não comenta boatos e que “não há negociações em curso”.
Felipe Ventura
Por Marcelo Soares Souza/Gizmodo

Imprensa OnLine nos Estados Unidos

Sete grandes tendências da imprensa online nos EUA
por: Flamínio Fantini
blog do Noblat

Vai muito bem a imprensa online nos Estados Unidos. É o que mostra um dos mais abrangentes estudos anuais sobre a mídia americana, divulgado quarta-feira. Focado na indústria de notícias, leva o nome de The State of the News Media.

Faz parte do Projeto para Excelência no Jornalismo, do Pew Research Center, de grande reputação em sua área.

O levantamento chega à oitava edição. Nele, os pesquisadores do Pew abordam aspectos marcantes na produção do noticiário, em 2010, na TV aberta e a cabo, nos jornais impressos e revistas, nas rádios e na internet.

A seguir, compilamos sete das grandes tendências num segmento específico, o da internet. Mais dia, menos dia, elas chegarão também ao Brasil, com intensidade ainda a ser verificada. Se é que já não desembarcaram por aí, sem avisar.

1. Acesso ao noticiário: internet ultrapassa jornal impresso

Em dezembro de 2010, pela primeira vez, 46% dos americanos afirmaram que acessam o noticiário online de diversas áreas pelo menos três vezes por semana, ultrapassando os jornais impressos (40%). Apenas o noticiário local de TVs é mais popular que a internet, com 50% da preferência. Além disso, entre todos os tipos de veículo, somente a internet ganha público para o noticiário, rapidamente, enquanto os demais meios perdem.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

2. Blogs e Twitter: duas agendas completamente diferentes

Blogueiros e tuiteiros demonstram interesses radicalmente diferentes. Em 2010, os blogueiros abordaram praticamente os mesmos assuntos dominantes na mídia convencional. De um ranking dos cinco temas preferidos, nada menos que quatro também lideravam a mídia convencional. São eles: recessão, eleições americanas de 2010, sistema de saúde pública e guerra no Afeganistão. No Twitter, a liderança ficou com quatro das mais importantes marcas da era digital: Apple, Google, o próprio Twitter e o Facebook. Isso sugere que os internautas usam o Twitter, em parte, como um fórum de assuntos de consumo, para divulgar, compartilhar e criticar novos gadgets e avanços tecnológicos.

3. A nova fronteira: celulares, smartphones e tablets

Quase a metade dos americanos (47%) já recebe algum tipo de noticiário local por meio de celulares, smartphones e aparelhos wi-fi (como o Ipad e outros tablets). Em geral, buscam atendimento a necessidades imediatas, como previsão do tempo, condições de trânsito e dicas de comércio local A publicidade paga nesse segmento teve um impressionante salto de 79%, em 2010, e já responde por quase 3% dos gastos em publicidade online.

4. Publicidade: internet também ultrapassa jornal impresso

Pela primeira vez, mais dinheiro foi gasto em veículos online do que em jornais impressos. A publicidade online cresceu 13,9% e chegou a US$ 25,8 bilhões, em 2010. Estima-se em US$ 22,8 bilhões a publicidade nos jornais impressos. A maior parte dos gastos na internet (48%) se deu no marketing de busca, como acontece na área paga do Google. Apenas 23% foram para a publicidade em banners. O marketing de busca gera pouca receita para as empresas que mantêm os sites de notícia. Encontrar formas remuneração pela oferta de conteúdo continua a ser um grande desafio para esses sites.

5. Dependência de novos intermediários no mercado

A indústria da notícia não está mais no comando do seu próprio destino. Tradicional ou voltado para a web, o jornalismo ainda produz a maior parte do conteúdo disponível, mas agora há novos intermediários para se chegar até ao público. Crescentemente, as empresas de jornalismo dependem, por exemplo, de “agregadores de notícia” (a exemplo do Google) e das redes sociais (tipo Facebook), para atrair parcela substantiva de sua audiência. Algo semelhante acontece com a indústria da notícia diante dos fabricantes de celulares, smartphones e tablets, segmentos com os quais passou a dividir receitas comerciais.

6. Resistência ao noticiário online pago

A aceitação de cobrança pelo noticiário é um problema. Até agora, menos de 40 jornais adotaram o pagamento – um número reduzido, já que os EUA têm mais de 1.300 diários. Nos sites que passaram a cobrar pelo serviço, apenas 1% dos usuários optaram por pagar. Até o momento, vêm tendo sucesso apenas os veículos de informação financeira, destinada a um público de elite, como Financial Times e The Wall Street Journal.

7. Um novo ambiente nas redações

Com um número menor de profissionais, as redações contam hoje com jornalistas mais jovens e versáteis, engajados na produção multimídia e no uso de ferramentas de interação com o público, como os blogs. Há uma nova “ecologia da notícia”, com muita experimentação e entusiasmo. Mas também com salários menores, exigência de mais velocidade na produção, menos treinamento e mais trabalho voluntário, resultando em queda na qualidade profissional do jornalismo. Diversas empresas anunciaram, recentemente, contratações numericamente expressivas para trabalho online, como AOL, Bloomberg e Yahoo!.

Leia mais sobre a pesquisa The State of the News Media (em inglês)

É um fardo mas todos querem se reeleger

Os políticos, tanto os Tupiniquins, como todos os outros espalhados mundo afora, dizem ser a atividade de governar um enorme fardo. Seria cômico, se não fosse trágico, que toda essa turma seja capaz de vender a mãe no dia de Natal, para conseguir se perpetuar no poder.

Terceiro mandato.
É muita gente querendo ficar no poder.

Primeiro foi o prefeito de New York, o Bloomberg, agora são so presidentes da Colômbia, Uribe, e da Venezuela, Chávez. O republicano americano já conseguiu. Os sul-americanos ainda estão travando batalhas em seus Congressos para a convocação de um referendo, no qual a população se manifestará.

O tema não chega a ser uma novidade. O ex-presidente do Peru, Fugimori, já tentou emplacar um terceiro mandato. Perdeu. Felizmente, a despeito de tudo que se escreve e se diz, ninguém aqui no Brasil tentou seriamente iniciar uma batalha política pelo terceiro mandato. Pelo contrário, tramita na Câmara projeto para acabar com a reeleição.

Mas não estamos imunes a isso. No Senado, seu presidente, Garibaldi Alves (PMDB-RN), está tentando uma brecha legal pela qual ele poderia disputar a reeleição para o cargo dentro de uma mesma Legislatura (período de quatro anos), se conseguir arrancará na marra o direito a um terceiro mandato. Daqui a dois anos, quando iniciar nova Legislatura, ele poderá, e aí com direito líquido e certo, disputar o terceiro mandato.

O que vai acontecer no Senado? Não sei. Teremos um mês de debates e articulações pela frente.

blog do Ilimar Franco

iPhone Apple – Wal-Mart poderá vender o smartphone por 99 dólares

A rede varejista Wal-Mart poderá vender o smartphone da Apple a 99 dólares, preço que vale para o modelo de 4 gigabytes de memória interna. A especulação do lançamento foi levantada pelo site Bloomberg, especializado em negócios. Segundo a reportagem, cinco funcionários do Wal-Mart foram consultados e confirmaram que a nova versão estará disponível até o fim do mês.

Atualmente, há duas versões disponíveis: uma com 8GB e outra com 16 GB ao preço de 199 e 299 dólares respectivamente. A nova oferta poderia ser a chave para a maior popularização do aparelho nos EUA e em outros mercados.

Segundo publicado pelo AD News, na visão de Shaw Wu, analista da empresa de finanças Kaufman Brothers, é “inevitável” que a Apple ofereça uma versão de 4 GB do smartphone. Segundo ele, é preciso incluir outras faixas de consumo para o iPhone.

do Olhar Digital