Soros e os parlamentares da União Européia

Vazamento inédito: quase um terço dos deputados europeus têm ligações com Soros

Financista bilionário George Soros (foto de arquivo)

Graças ao primeiro-ministro húngaro e ao seu partido, foi tornada pública uma lista de políticos que trabalham para os interesses do financista bilionário George Soros nas instituições europeias. O registro enumera os membros do Parlamento Europeu que promovem projetos do magnata através de emendas na legislação da UE.
George Soros, o presidente americano de origem húngara da Soros Fund Management
© AFP 2017/ ERIC PIERMONT

A ideia de que o bilionário George Soros estaria interferindo ativamente na política mundial e que poderá controlar países inteiros geralmente foi considerada uma das típicas teorias da conspiração.No entanto, a questão veio à tona de novo quando o deputado Hollik Istvan anunciou perante o parlamento húngaro que o financista já controla pelo menos um terço dos deputados do Parlamento Europeu.

Istvan se baseou em um enorme registro de documentos internos de George Soros, revelado pelo portal DCLeaks, que enumera os deputados europeus e determina quem é patrocinado por organizações filiadas na Open Society Foundation, entidade chefiada por Soros. No total, nessa lista aparecem 226 dos 751 deputados do Parlamento Europeu.

George Soros testemunhando no Capitólio em Washington
© AP PHOTO/ KEVIN WOLF

Entre as ideias que se recomenda promover estão a democracia, a igualdade social e a de gênero, a abertura das fronteiras à imigração, a aproximação da Ucrânia à UE e, claro, a luta contra quaisquer de seus laços com a Rússia.Esta “rede” europeia da Open Society Foundation inclui políticos de baixo calibre, mas também outros de grande peso, como o presidente do Parlamento Europeu entre 2012 e 2017, Martin Schulz, o premiê da Bélgica entre 1999 e 2008, Guy Verhofstadt, e o atual líder do grupo socialista europeu, o italiano Gianni Pittella.

“A partir desses arquivos e documentos, podemos descobrir que a rede de George Soros tem uma influência significativa sobre os líderes da União Europeia residentes em Bruxelas”, disse o político aos deputados húngaros.

De acordo com os documentos, nas vésperas das eleições europeias de 2014, o financista doou 6 milhões de dólares (cerca de 20 milhões de reais) a 90 organizações não governamentais para que influenciassem a tomada de decisões conforme a linha da fundação.

O magnata George Soros chega para discursar no Clube Rússia Aberta em Londres, em 20 de junho de 2016 (foto de arquivo)
© REUTERS/ LUKE MACGREGOR

O caso mais recente foi protagonizado pela Comissão das Liberdades Civis, Justiça e Assuntos Internos (LIBE) do Parlamento Europeu, que adotou uma proposta favorável à imigração apesar da oposição do Grupo de Visegrad (Hungria, Polónia, República Tcheca e Eslováquia).A maioria dos membros da LIBE está na lista de Soros, observa o político. Os documentos apontam para a contribuição especial de Sylvie Guillem, dos socialdemocratas franceses, e de Jean Lambert, dos verdes britânicos, sendo ambos ardentes promotores da reforma imigratória na UE que prevê uma maior aceitação dos refugiados.

“O assassino em massa mais procurado no Paquistão, acusado de 70 assassinatos pelas autoridades, foi capturado na fronteira do sul da Hungria. Apesar disso, ele conseguiu receber o status de refugiado na Grécia e chegar à fronteira com a Hungria”, contou Istvan com indignação.

Hollik Istvan é membro do movimento político Fidesz, do primeiro-ministro da Hungria, Viktor Orban.

Já faz muito que o dirigente húngaro vem tentando combater os projetos de interferência de Soros em seu país. Desde março de 2017, não cessam os litígios para encerrar a Universidade Central Europeia, fundada graças ao dinheiro de Soros em Budapeste e que formou várias gerações de elites políticas da UE. 

A Guerra Híbrida

 GUERRA HÍBRIDA, Nova via Violenta para a Tomada do Poder

Por Carlos Alberto Pinto Silva / General de Exército da reserva / Ex-comandante do Comando Militar do Oeste, do Comando Militar do Sul, do Comando de Operações Terrestres, Membro da Academia de Defesa e do CEBRES.

“Cartas imprevisíveis”, isto é, cenários que apesar de altamente improváveis, não podem ser descartados. Assim, sempre é útil reservar pelo menos um pequeno espaço mental para “pensar o impensável”, pois a história está repleta de eventos que começaram como altamente improváveis e depois se tonaram a mais pura realidade.”[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

“A Guerra Híbrida é para alguns, o termo cunhado em 2009 pelo jornalista norte-americano Frank Hoffman e antecipado por George Kennan em 1948 e é tão antigo como a própria guerra. Trata-se de uma fusão de soldados com e sem uniforme, paramilitares, táticas terroristas, ciberdefesa, conexões com traficantes de drogas, insurgência urbana e fuzis AK-47”. “É uma combinação de meios e instrumentos, do previsível e do imprevisível. Não há fronteiras entre o legal e o ilegal, entre a violência e a não violência. Não há uma distinção real entre guerra e paz.”

Os atores da Guerra Híbrida são caracterizados por grupos armados de insurgentes, terroristas, milícias e organizações criminosas. Estes grupos veem o conflito como uma continuação da política e utilizam violentas operações irregulares que perduram por um longo período, buscando atingir um controle coercitivo sobre as populações locais. (CLÉMENT-NOGUIER, 2003).

A Guerra Híbrida, portanto, implica um mínimo objetivo político, no que se diferencia do banditismo e do gangsterismo ligados ao crime organizado.

Roger Trinquier, Coronel do Exército Francês explica:” A Guerra Moderna difere fundamentalmente da guerra do passado, pois a vitória não resulta do choque de dois exércitos no campo de batalha. A guerra é agora um sistema articulado de ações – política, econômica, psicológica, militar – que visa à derrubada da autoridade estabelecida no país e sua substituição por outro regime.”

Mas, afinal, o que é a Guerra Híbrida? Pode-se cogitar ser um conflito no qual os atores, Estado ou Não-Estado, exploram todos os modos de guerra simultaneamente, empregando armas convencionais avançadas, táticas irregulares, tecnologias agressivas, terrorismo e criminalidade visando desestabilizar a ordem vigente.

Exemplos de Conflitos Híbridos:

É a guerra de Putin?  A que o presidente russo leva a cabo na Ucrânia, um conflito que os analistas qualificam de “híbrido” porque une forças regulares e não regulares, desinformação, e uma pomposa presença militar em uma ofensiva limitada.

O Hezbollah formulou uma estratégia que aliava táticas e capacidades do combate convencional a operações de guerra de guerrilha. Sendo a Força mais fraca no conflito, o Hezbollah percebeu que não poderia destruir as FDI ou sobrepujar a determinação israelense com combates de encontro de grande porte. A importância desse conflito até hoje é que a combinação, por parte da milícia xiita, de táticas militares convencionais com atividades de guerrilha e terrorismo pareceu representar uma abordagem inovadora em relação à guerra, que revolucionaria os conflitos no século XXI.

O Hezbollah não conduziu uma verdadeira guerra de guerrilha nem uma autêntica guerra convencional, e sim algo entre os dois extremos. Embora não constitua uma nova forma de combate na história, o fenômeno da guerra híbrida representa um desafio enorme.

A Venezuela, num sentido ofensivo, busca expandir ideais revolucionários e fomentar o estabelecimento de regimes de relações socialistas, se armou como uma ferramenta-chave para explorar as vulnerabilidades políticas e econômicas de oponentes e para modificar a situação em benefício próprio.

Para tanto poderia aplicar as técnicas de um conflito híbrido, patrocinando grupos não governamentais (Fornecendo armamento pesado e leve, munição e recursos financeiros), com intuito verdadeiro de fomentar a expansão do bolivarianismo.

Honduras: Manágua, 28 Jun 2009 (agência EFE).- O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, advertiu hoje na Nicarágua que haverá uma “revolução violenta” em Honduras se os militares dispararem contra o povo que protesta a favor do presidente Manuel Zelaya, destituído pelo Parlamento. “Que os militares de Honduras não arremetam com suas armas contra o povo desarmado, porque estariam abrindo o caminho para revoluções violentas”, disse o governante venezuelano. Chávez reafirmou que a agressão contra Honduras “é a agressão contra todos os povos deste continente”, e fez um apelo às “burguesias destas terras”, às quais acusou de perder capacidade de raciocinar, a não romper as regras da democracia. “Se as oligarquias deste continente rompem as regras do jogo, de maneira tal como o fizeram neste dia (em Honduras), os povos terão o direito à resistência e ao combate”, avisou.

Um pouco de história: 

Como escreveu Engels, citando Marx: “Que a violência, porém, ainda desempenha outro papel na história” (além de ser agente do mal), “um papel revolucionário, que ela, nas palavras de Marx, é a parteira de toda a velha sociedade que anda grávida de uma nova”. (Anti-Dühring)

Para a revolução ser vitoriosa não bastam a indignação e a revolta popular. É preciso, antes de tudo, que o movimento de massas seja guiado por uma teoria revolucionária e dirigido por uma vanguarda organizada. Tal lição foi sintetizada por V.I. Lênin, grande líder da Revolução Socialista Soviética, de 1917, na frase “sem teoria revolucionária não há movimento revolucionário”.

Em sua “teoria do murro no paralítico” Lenine prescreve a desagregação da máquina do Estado, antes do golpe de força. Trata-se de aumentar a indecisão governamental e de “apodrecer” as instituições e os grandes órgãos do Estado.

Em “O Estado e a Revolução”, diz Lenine: “ É na insurreição armada que se deve repousar o movimento no impulso revolucionário do povo. Mas é preciso antes, proceder à educação sistemática do povo. O primeiro objetivo consiste na formação de um partido operário “capaz de tomar o poder, de dirigir e organizar um regime novo, de ser o educador, o guia de todos os trabalhadores para a organização de sua vida social”. A substituição do Estado burguês pelo proletário é impossível sem revolução violenta. (Obras Completas. Tomo 33)

Em outras palavras, a tarefa dos revolucionários não é, de maneira nenhuma, adaptar-se ou conciliar com os setores atrasados ou subordinar-se a ideologia burguesa, mas sim, elevar a consciência das massas para compreender a necessidade não só de uma revolução, mas de que ela só é possível se tiver uma vanguarda organizada, se sua parcela mais consciente se organizar partidariamente e revolucionariamente.

“Todos os meios são bons, se conduzem ao fim”

Temas que podem ser explorados em uma campanha de preparação para o desencadeamento de atividades de Guerra Híbrida visando a tomada do poder:

Campo Externo:

– Denuncias nos órgãos multilaterais (ONU, OEA, e etc.).
– Busca de apoio de Nações ideologicamente amigas.
– Denuncias as instituições ligadas aos Direitos Humanos.
– Busca do apoio internacional através das redes sociais.

Campo Interno:

– Aproveitamento de descontentamento real da sociedade com o momento político, social e econômico difícil.
– Possibilidade da criação de grupos reativos, ideológicos, e oportunistas ampliando a massa de manifestantes.
– Crime Organizado e falta de segurança: A deterioração drástica da situação é motivo para mudança.
– Educação: Os professores precisam ser atiçados. Eles precisam ser encorajados ou haverá um risco. Nós temos que convencê-los de que os temos como alta esfera da sociedade; eles detêm uma responsabilidade que valorizamos muito. Os professores vão motivar os estudantes. Quem irá influenciá-los? Como nós vamos tocá-los?
– Jovens: A cooptação precisa ser dirigida para os jovens em geral, não só para os estudantes universitários.
– Economia: Explorar a situação econômica do país e a necessidade de diminuir a desigualdade social.
– Governo: Cobrar a redistribuição da riqueza e a defesa das minorias, todos devem ter uma oportunidade.
– Atacar o presidencialismo de coalisão.
– Passeatas, protestos, com uso dos sindicatos e movimentos sociais.
– Invasão e ocupação de escolas fazendo com que aumente a participação dos jovens.
Passagem às atividades de Guerra Híbrida: Início da fase violenta para a conquista do poder:

Campo Externo:

– Prossegue a busca do apoio internacional nas Instituições Multilaterais, nas Nações simpáticas ideologicamente, e as denúncias às instituições ligadas aos Direitos Humanos.
– Busca do apoio material das Nações simpáticas ideologicamente em especialistas em Guerra Irregular, Guerra em Rede e Guerra Psicológica.
– Busca do apoio material das Nações simpáticas ideologicamente em recursos militares (Armamento e munição).

Campo Interno:

– Uso da experiência de conflitos semelhantes em outros países.
– Uso violento de paramilitares, táticas terroristas, conexões com traficantes de drogas e criminosos, insurgência urbana. Com a intenção de desestabilizar o governo, de desmoralizar as autoridades constituídas, os órgãos de segurança pública, e atemorizar a população.
– Busca da criação de mártir (manifestante morto ou ferido gravemente) para poder radicalizar o movimento;
– Com a violência inviabilizar as atividades de Saúde e Educação.
– Usar como massa de manobra as organizações sociais, os sindicatos, e os estudantes universitários e secundaristas.··.
– Uso de ONGs e sites políticos para apoio logístico e de comunicações.

Conclusão:

É preciso criar novas estratégias de Defesa do Estado Democrático de Direito, justamente porque a nova realidade para a tomada do Poder de forma violenta não se alinha com as antigas fronteiras de relacionamento de poder existente, alterada com a mudança de foco dos conflitos com o surgimento da Guerra Híbrida.

“Se o próprio povo não estiver preparado para, se necessário, tomar parte da defesa do seu país, não poderá em longo prazo ser protegido”. Clausewitz.oga no terreno dos combates (Violência), mas fora dele.

Comissão Trilateral & Bilderbergs

O Clube Bilderberg e o CFR (Conselho de Relações Internacionais) são, sem dúvida, as instituições na sombra do Poder mais importantes que existem, mas também a Comissão Trilateral, uma entidade pouco conhecida, desempenha um papel fundamental no esquema de implantação da Nova Ordem Mundial e em sua vontade de conquista global.

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A Comissão Trilateral foi criada em 1973 e seu fundador e principal incentivador foi David Rockefeller, por muito tempo presidente do Chase Manhattan Bank, instituição controlada pela família Rockefeller.

O primeiro encontro da Comissão Trilateral ocorreu em Tóquio nos dias 21 a 23 de outubro de 1973. Sessenta e cinco pessoas pertenciam ao grupo Americano, das quais 35 tinham relações estreitas com o CFR.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

A Comissão Trilateral foi fundada pelas manobras persistentes de David Rockefeller e Zbigniew Brzezinski. Rockefeller era o presidente do ultrapoderoso banco Chase Manhattan, e diretor de muitas grandes empresas multinacionais e “fundações patrocinadoras” e há muito tempo já era uma figura central no Conselho das Relações Internacionais (o CFR, de Council on Foreign Relations).

Brzezinski, um brilhante prognosticador do idealismo do mundo global, era professor na Universidade Columbia e autor de diversos livros que serviram como “guias de política” para a Comissão Trilateral. Brzezinski serviu como o primeiro diretor-executivo da Comissão, desde sua criação em 1973 até fins de 1976, quando foi escolhido pelo presidente Jimmy Carter como Assessor em Assuntos de Segurança Nacional.

Rockefeller introduziu pela primeira vez a idéia da Comissão Trilateral num Encontro do Clube Bilderberg em Knokke, Bélgica, na primavera de 1972, depois de haver lido o livro “Between Two Ages“, escrito pelo professor Zbigniew Brzezinski, da Universidade Columbia.

O livro coincidia com a visão de Rockefeller de que “as pessoas, os governos e as economias de todas as nações devem servir às necessidades dos bancos e das empresas multinacionais”.

Dois meses mais tarde, em julho de 1972, David Rockefeller, membro do Clube Bilderberg e presidente do CFR, cedeu sua residência de Pocantico Hills, nos arredores de Nova York, para servir como quartel-general dos primeiros encontros organizativos da Comissão Trilateral.

Propósito aparente da Trilateral foi “criar e manter a associação entre as classes dirigentes da América do Norte, da Europa Ocidental e do Japão” porque, segundo os dirigentes da Trilateral, “o público e os líderes da maior parte dos países continuam vivendo num universo mental que já não existe, um mundo de nações separadas, e tem (…) dificuldades para pensar em (…) perspectivas globais”.

Durante o primeiro ano e meio de existência, a Comissão produziu seis relatórios, denominados “Informativos do Triângulo”. Esses relatórios converteram-se no selo característico da Comissão e têm servido como diretrizes do desenvolvimento de seus planos e como antena para avaliar a opinião do público: dois deles no Encontro de Tóquio de outubro de 1973, três no Encontro de Bruxelas em junho de 1974 e um no Encontro de Washington de dezembro de 1974.

Gary Allen, no The Rockefeller File, publicado em 1975, escreveu o seguinte: “Se os documentos do Triângulo são indicativos de algo, podemos dizer que existem quatro eixos principais no controle da economia mundial: o primeiro na direção de criar um sistema monetário mundial renovado”, algo já realizado; “o segundo, na direção da pilhagem dos nossos recursos para uma ulterior radicalização das nações espoliadas”, também já conseguido, considerando que Rockefeller e companhia enviaram bilhões de dólares em tecnologia americana à URSS e à China como requisito do futuro Governo Mundial Único e seu monopólio; “o terceiro, na direção de explorar a crise energética para exercer um maior controle internacional”, também já conseguido, com o temor de escassez energética, os movimentos de defesa do meio ambiente e a guerra do Iraque.

O congressista Larry McDonald, em seu prólogo ao livro de Gary Allen escreveu: “Esta é uma exposição concisa, e que provoca calafrios, do que certamente foi a história mais importante do nosso tempo: a idéia dos Rockefeller e seus aliados de criar um Governo Mundial Único que combine o supercapitalismo e o comunismo sob um mesmo teto, tudo sob o controle deles (…) os Rockefeller e seus aliados passaram pelo menos 50 anos seguindo um cuidadoso plano para controlar os EUA e o resto do mundo aumentando o seu poder político através do seu poder econômico”.

A Comissão Trilateral – exclusivamente dedicada a tornar realidade a visão de ordem mundial de David Rockefeller, de conseguir a uniformidade ideológica do mundo – está composta pelas três regiões-chave em nível comercial e estratégico do planeta: América do Norte, Japão e Europa Ocidental.

Holly Sklar afirma em The Trilateral Commission e Elite Planning for World Management, 1980, que “seu propósito é dirigir a interdependência global entre essas três grandes regiões, de maneira a que os ricos defendam os interesses do capitalismo ocidental num mundo explosivo, provavelmente desanimando o protecionismo, o nacionalismo e qualquer outra resposta que possa colocar a elite contra a elite”.

Por sua vez, Paul Volker, membro da Trilateral e ex-presidente do Federal Reserve, declarou-o mais claramente: “O nível de vida do americano médio deve diminuir”.

A Guerra Híbrida, a manipulação da informação e a perda da soberania pela catequese nas redes sociais

Faço mais um volteio nos portais da “grande mídia” e nas redes sociais, inclusive nos perfis pago aos acólitos.

Na totalidade as matérias estão totalmente fora da realidade: esse povo que escreve essas matérias vive numa “bolha”. Isso não é jornalismo. Isso é propaganda.

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Por isso que eles têm perdido audiência de forma massiva, e por isso que a mídia alternaltiva explodiu.

Eles foram engolidos pela mídia alternativa; e a prova é a votação do ‘Brexit‘ e do Trumpete. Esse último ciclo eleitoral terminou de fechar o caixão: pode mandar enterrar.

A maioria das matérias sobre as eleições do Trumpete tem a BBC como fonte. E a BBC só tem credibilidade entre os desavisados.

A BBC é controlada pelos Rothschilds e pela famílias real britânica: isso já diz tudo! É só propaganda.

Os caras – os pagos e/ou os amestrados, escrevem como se o Facebook não fosse totalmente parcial. O Facebook é só mais uma ferramenta de manipulação da massa: o algorítimo é totalmente controlado para favorecer um “plano” predeterminado; tudo controlado pelo “governo paralelo”.

O algorítimo promove certos assuntos, e censura outros; “todo mundo” que volteia pelas mídias alternativas, já sabe disso.

Aí fica esse povo escrevendo essas matérias dentro dessa “bolha”: por isso mesmo que erraram todas as previsões de intenção de voto do Brexit e do Trumpete.

E a maior parte do eleitorado do Trumpete nem usa o Facebook: a turma usa os fóruns de discussão dos sites alternativos. O Facebook é um gueto digital. É só mais uma “bolha”.

Enquanto o sujeito não entender que tem um “governo paralelo” controlando a massa, vai ficar acreditando nessa mídia falsária e manipuladora. A BBC não passa de mais uma ferramenta de manipulação da massa.

O presidente Kennedy já havia avisado sobre o “governo paralelo”. O presidente Eisenhower também: ele alertou sobre o “governo paralelo” no discurso dele de despedida, no encerramento do mandato dele.

A gente está vivendo no ápice da era da “guerra da informação”.

É a Guerra híbrida a todo vapor.

Eleições USA – Trump, Hillary e os Bilderbergs

Os Bilderbergs não querem o Trumputo eleito. Aí através da mídia, que eles controlam, inventaram essa falácia de que ele é racista, homofóbico, xenófobo, machista, sexista, misógino, etc e tal…

Isso tudo é falácia disseminada pela mídia; ele nunca deu nenhuma declaração racista, homofóbica, xenófoba, sexista, etc…[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

O que ele disse, por exemplo, é que irá deportar os imigrantes ilegais, e os mexicanos criminosos; ai a mídia diz que ele é xenófobo!? Totalmente falso!

Se a pessoa se der ao trabalho de ver e ouvir os comícios dele, saberá que o que ele tem falado é o apoio às políticas de defesas dos direitos individuais, apoio à soberania nacional, etc… Tudo que ele tem apoiado vai contra o plano dos Bilderbergs e essas políticas neo-liberais.

Mas se a pessoa ficar somente “presa” dentro da bolha da mídia tradicional vai ser manipulada para acreditar numa coisa que não é verdade.

A mídia tradicional morreu. E esse ciclo eleitoral nos US terminou de enterrar. Ninguém acredita mais neles. Ninguém está acessando. Todo mundo migrou para a mídia alternativa que está batendo recordes de audiência e acessos.

Apenas 6% dos americanos confiam na “grande-mídia”, CNN, BBC, Washington Post, Wall Street Journal, Time, The Economist, etc…

Por exemplo; o Financial Time e a The Economist são propriedade dos Rothschild, que são os cabeças dos Bilderbergs.

China continua a descer a ladeira. Como previsto.

Sem pretensão à pitonisa, escrevi lá em 2010 que era técnica e economicamente impossível um país crescer constantemente a 10% anualmente. Ali já ficava claro que era contabilidade de “talhadeira e marreta”.

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A chefona do BC americano, FED, afirmou que as condições financeiras da China, a segunda maior potência econômica, podem prejudicar o ritmo de crescimento dos EUA.

Em relação à China, a queda do yuan teria intensificado a incerteza sobre a política cambial chinesa, pois teria aumentado a volatilidade do mercado financeiro, derrubando os preços das commodities.

Detalhe: a China é a maior investidora dos Títulos do Tesouro em papel pintado, ops, dólares, do Tio Sam.

Quanto ao Brasil, pra variar estamos no fio da navalha. Enquanto a PEC monopoliza discussões – não adianta o trololó de parte a parte pois só aumentará o tamanho do buraco, se a recente desvalorização da moeda chinesa se intensificar, o Brasil será inundado de produtos chineses, que devem comprar cada vez mais barato a matéria-prima brasileira.

Ps. Pros lados dos Bilderbergse dos aquinhoados com a Conferência de Bretton Wood, houve-se espoucar de foguetes e estouros de “Veuve Clicquot”
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Crise econômica passa ao largo do Ceará?

Sobre o novo Shopping em Mecejana, em Fortaleza, Ceará.

Estátua Padre Cícero,Ceará,Juazeiro do Norte,Blog do Mesquita

Investimento de R$ 80 Milhões, 182 lojas – 75% já comercializadas, Cinco salas de cinema triplex – duas 3D – e previsão de 600 Mil visitas/mês. Expansão da área construída em mais 40Mil m² nos próximos três anos!!!
Aí reflito: e a crise financeira? Ou está sendo manipulada pelos tubarões dos Bilderbergs, ou o Ceará é realmente um Oásis.
Uma terra de milagres muito além dos da Beata Maria de Araújo do Padre Cícero.

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Dilma, Petrobras e Serra

Sociedades secretas,Blog do MesquitaO trambique aplicado por Dona Dilma mancomunada explicitamente com a oposição, aprovando o projeto do Senador Zé Çerra castrando a Petrobras, somente vem confirmar o que escrevo há tempos aqui e no Facebook

O governo do Brasil e de todos os outros países, ditaduras inclusas, é exercido por grupos além fronteiras.

O Clube de Roma, O Clube dos 30 e os Bilderbergs governam Wall Street, que governa a Av. Paulista, que governa a Bovespa, que governa…

É uma materialização de Huxley e Orwell e do poema “Quadrilha” do Drummond.


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