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Fim do A380 é lição para Airbus

Quando tudo começou: um protótipo do A380 na sede da Airbus em ToulouseA380,Airbus,Blog do Mesquita

O último prego no caixão veio do Golfo Pérsico. A companhia aérea Emirates, a maior compradora de aviões A380, informou à Airbus que reduziria drasticamente suas encomendas. Só mais 14 aeronaves seriam compradas, e nada mais. Há uma semana, a australiana Qantas já tinha feito o estorno do pedido por oito aviões do modelo. No final das contas, foi uma decisão comercial não dar continuidade à produção do modelo emblemático. Em três anos, tudo acabará.

“Uma pena que isso aconteça a um modelo tão belo como esse”, dizem alguns. O chefe da Lufthansa fala até de um “avião excelente”, que é “amado” por seus passageiros e suas tripulações. Mas isso não vai acontecer amanhã, o grande pássaro não vai desaparecer tão rápido dos céus. Por muito tempo ainda, ele vai atrair os olhares dos passageiros nos aeroportos, da mesma forma como as pessoas ainda viram o pescoço para admirar um Boeing 747, o famoso Jumbo Jet. Mas fascinação é uma coisa, economia é outra.

O projeto do super-Airbus, concorrente do Jumbo, já era controverso desde o começo. Cabeças rolaram no passar dos anos, e o projeto europeu da Airbus quase se esfacelou por causa disso. Às vezes, por coisas tão singelas como cabos curtos demais. Mas nos anos 1990 se acreditava no avião gigante, porque a previsão era de que cada vez mais pessoas iriam estar voando. Claro que o número de passageiros continua crescendo, só que as pessoas não voam somente entre os grandes centros de conexão aérea, como entre Nova York e Cingapura, por exemplo. Só poucos aeroportos têm capacidade para receber esse avião gigante. Fazer com que os aeroportos se preparassem para o A380 foi um desafio caro para as administrações dos terminais.

Já para as companhias aéreas, outros fatores de custo tiveram um papel importante. Um é o preço, de 381 milhões de euros. Claro que as empresas negociaram frequentemente descontos vultosos, mas pechincha é coisa que o A380 nunca foi. Outro problema é a manutenção onerosa. Os quatro motores consomem bastante querosene, que em algum momento já foi mais barata, e tudo só se paga no final se o avião decolar realmente com boa ocupação. E são até 800 passagens que precisam ser vendidas para se lotar a aeronave. O plano de tornar o modelo mais econômico, com duas turbinas, a Airbus também cogitou, mas isso teria devorado outros dez bilhões de euros em custos de desenvolvimento.

Há de se admitir que a melhor visão foi a dos executivos da grande concorrente da Airbus, a Boeing: eles tomaram decisões de forma mais inteligente na época e ouviram melhor seus clientes. Decidiram não dar continuidade ao programa do Jumbo Jet e, em vez disso, se preocuparam em produzir aeronaves menores, porém mais econômicas e com grande conforto para os passageiros de voos de longa distância. O chamado Dreamliner, o Boeing 787, tornou-se um sucesso de vendas. A Airbus, desde então, reagiu, lançando o Airbus A350. A demanda é boa. Assim como a do modelo de médio alcance A320, que é o carro-chefe do grupo europeu.

E a repercussão dessa política repercute entre os funcionários da empresa. Eles têm trabalho suficiente, o pior já passou quando, há um ano, a Airbus cortou quase quatro mil empregos devido ao forte declínio na produção do A380.

A boa notícia é que a história da Airbus continua, e muito foi aprendido com o projeto do A380. Por exemplo, sobre as fraquezas internas de uma cadeia de valor tão complicada, com diferentes locais de produção, com uma logística gigantesca. E que é preciso reagir o quanto antes aos desejos dos clientes.

E o valor das ações no mercado se beneficiou disso, já que o fim da produção do A380 já havia sido insinuado faz tempo. Desde a virada do ano, o valor das ações cresceu 30%. Assim, voo de grande altitude e pouso forçado podem ser coisas bem próximas.
DW

Tecnologia – O carro voador da AirBus

Ficção ou realidade? Airbus trabalha em protótipo de ‘carro voador’

City Airbus

CityAirbus, o táxi voador que parece um drone, foi apresentado em feira de aviação – Direito de imagemAIRBUS

Você já deve ter visto um em algum filme de ficção científica e achava que era coisa do futuro: pois saiba que o carro voador começa a se tornar realidade.

O fabricante de aviões europeu Airbus está trabalhando num projeto de táxi voador que diz ser uma alternativa ao trânsito intenso dos grandes centros urbanos.

[ad name=”Retangulo – Anuncios – Esquerda”]O CityAirbus é uma aeronave com quatro rotores movidos a energia elétrica, semelhante a um drone gigante, e que consegue transportar, sem piloto e de forma totalmente autônoma, até quatro pessoas para trajetos relativamente curtas pelas cidades.

A ideia foi apresentado esta semana durante a Paris Air Show, importante feira em que são apresentadas novidades e projetos da indústria da aviação.

Até agora, o CityAirbus continua no papel. Mas a companhia aposta em tecnologias viáveis atualmente e planeja realizar um voo-teste com um único passageiro ainda no final deste ano.

Mas será que em 20 anos teremos carros voadores estacionados na garagem?

“Provavelmente sim, vamos ter um carro voador”, disse o diretor da divisão de helicópteros da Airbus, Jean-Brice Dumont, à BBC.

“As barreiras tecnológicas serão superadas até lá, assim como todo o trabalho de infraestrutura, para conseguir a aprovação de legisladores, assim como a aceitação da sociedade, coisas que não vêm de uma hora para a outra”, acrescentou Dumon.

A Airbus divulgou poucas informações de como ele funcionaria, mas explica que o cliente poderia agendar o táxi voador por um aplicativo de celular, que estacionaria no local indicado e na hora indicada.

Vehana
Vehana, veículo voador para um passageiro ou entrega de mercadorias Direito de imagem AIRBUS

A empresa também anunciou que trabalha em outro aparelho voador, batizado de Vehana, que também seria usado como um táxi aéreo, mas para um passageiro apenas, ou para transporte de carga.

Estruturas leves garantiriam a construção de um veículo cujo custo permitiria sua produção em larga escala. A expectativa é que o veículo seja de duas a quatro vezes mais rápido que o carro e que tenha uma autonomia de voo de 80 quilômetros.

Um terceiro protótipo, o Skyways, serve para a entrega de pacotes pequenos. Ele já vem sendo testado no campus da Universidade Nacional de Cingapura.

Uber prepara sua frota de helicópteros nos Estados Unidos

Empresa concorrente dos táxis se alia à Airbus para oferecer transporte aéreo

Travis Kalanick, consejero delegado y fundador de Uber
Travis Kalanick, fundador e executivo-chefe do Uber. REUTERS

MAIS INFORMAÇÕES

O Uber não quer mais se limitar à terra firme. O ar é o seu próximo objetivo. O aplicativo de transporte sob demanda quer ter uma frota própria de helicópteros, e para isso fechou um acordo com o fabricante europeu Airbus para que forneça e gerencie os aparelhos.

Os Uberchoppers, como são chamados pela empresa (fusão do nome Uber com a palavra inglesa choppers, helicópteros), já foram oferecidos durante a última edição da feira tecnológica CS, em Las Vegas. Por 99 dólares, era possível sobrevoar a Vegas Strip, principal avenida da cidade.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

O primeiro teste, porém, havia sido feito antes, durante o festival musical Coachella de 2014. A diferença com o serviço comum do Uber é que Travis Kalanick, fundador da start-up de San Francisco, não quer terceirizar o serviço a empresas locais, geralmente dedicadas a voos turísticos.

No próximo fim de semana, durante o festival de cinema de Sundance, o Uber voltará a oferecer esse transporte que evita congestionamentos, num trajeto fixo entre o aeroporto de Salt Lake City e Park City, onde o evento acontece. Segundo o Uber, o deslocamento irá durar 15 minutos e custará 200 dólares se for de dia, e 300 à noite (813 e 1.219 reais, respectivamente). Como cortesia, a empresa oferecerá um veículo 4 x 4 para o trecho entre o heliporto e o hotel ou outro destino desejado.

É uma tarifa muito mais acessível do que na primeira vez em que o Uber tentou decolar. Foi numa viagem de Nova York à sofisticada região litorânea dos Hamptons, no feriado norte-americano de 4 de julho de 2013. Na época, a viagem custou 3.000 dólares, com a possibilidade de levar até cinco passageiros.

O novo movimento marca uma mudança de estratégia da companhia, avaliada em mais de 50 bilhões de dólares. Com os carros, muito mais econômicos, ela compartilha a tarifa com os motoristas, que são donos dos veículos; no ar, a divisão será com o fabricante.

A Airbus, por sua vez, pretende alavancar sua imagem nos Estados Unidos, onde a indústria aeronáutica se considera mais ligada ao setor armamentista do que à produção comercial de aeronaves.

O Uber não oferece apenas uma alternativa ao táxi, embora esse seja o seu produto mais popular. A empresa começa a prestar serviços de entregas – é comum, durante as manhãs, ver seus carros distribuindo compras feitas on-line.

Na hora do almoço, em vários bairros de San Francisco a empresa oferece um menu com poucas opções, mas com preços fixos e entrega quase imediata. Periodicamente, o Uber também oferece gatos para adoção ou sorvete para acompanhar um filme.

Durante a feira ArtBasel, de Miami, o aplicativo foi adaptado para disponibilizar lanchas, algo que acontece também na Turquia.

Na Índia, ele inclui os famosos riquixás, além de bicitáxis.

Na Colômbia, sua base de operações para a América Latina, oferece um leque de serviços que transformou Bogotá em seu laboratório.
Rosa Ximenes/El País

Airbus registra patente de avião de passageiros quatro vezes mais rápido que o som

A Airbus registrou a patente de um avião de passageiros hipersônico que voaria mais rápido até do que o famoso Concorde.

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Esta será a aparência do Concorde 2.0 hipersônico caso ele chegue a ser produzido algum dia

Segundo os documentos do Departamento de Patentes dos Estados Unidos, onde o projeto foi registrado, o jato poderia atingir velocidades de até Mach 4,5, ou quatro vezes e meia a velocidade do som, que é de 340 metros por segundo.

O Concorde chegava a uma velocidade de Mach 2.

Os documentos registrados no escritório americano também falam em um “veículo aéreo ultrarrápido e método relacionado de locomoção aérea”.

Apelidado de Concorde 2.0, a aeronave tem o potencial de fazer trajetos como entre Londres e Nova York (5,5 mil quilômetros) em cerca de uma hora.

Seguindo essa proporção, o trajeto entre Londres e São Paulo, de 9,5 mil quilômetros, também poderia ser vencido em cerca de duas horas, uma enorme economia em relação às atuais cerca de 12 horas.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Direita”]

Motores

Segundo os documentos registrados pela Airbus, a nova aeronave usaria vários tipos de motores para vários fins e a energia viria de hidrogênio estocado a bordo do avião.

Turbinas de jato embaixo da fuselagem e um motor de foguete na parte traseira são usados na decolagem. E a aeronave subiria na vertical, como um ônibus espacial. Uma vez no ar, as turbinas seriam desligadas e recolhidas e o motor de foguete então iria dar o impulso para a aeronave subir a uma altitude de cerca de 30,5 quilômetros. Então, motores a jato do tipo que geralmente se usa em mísseis seriam ligados e o voo alcançaria a velocidade de Mach 4,5.

‘Montanha-russa’

O site PatentYogi, especialista em explicar ideias de patentes, afirma que a rota de voo desta aeronave seria algo como “a mais alta montanha-russa do mundo”.
O hipersônico teria assentos parecidos com redes para os passageiros, algo necessário para viajar com conforto a esta velocidade.
E os passageiros a bordo da aeronave não teriam que dividir a cabine com outras centenas de pessoas como ocorre atualmente nos aviões.
O pedido de patente da Airbus descreve a aeronave mais como um jato particular com capacidade de levar apenas 20 passageiros por viagem.

Em seu registro de patente a Airbus também sugere que a aeronave não seria usada apenas em voos comerciais, mas também teria uso militar.

Custos

O Concorde foi retirado de circulação pela Airbus em 2003 devido aos altos custos de operação da aeronave.
Na década de 1970 o jato supersônico gerou reclamações devido à poluição sonora e os estrondos sônicos que causava com suas quatro turbinas.

Como resultado, o Concorde foi proibido de sobrevoar terra em alta velocidade e nunca conseguiu se transformar em uma opção financeiramente viável para a indústria. A aeronave só operava serviço de táxi aéreo para viagens transatlânticas de alta altitude voltada para os passageiros mais ricos do mundo.

Vale lembrar que o pedido de patente para esta nova aeronave não trata da questão dos estrondos sônicos. Mas, em teoria, ao decolar quase na vertical, este barulho se dissiparia em todas as direções e não chegaria ao chão.

Para os que estão ansiosos para agendar o voo, é preciso lembrar que muitos pedidos de patente não são transformadas em produtos reais, apesar de a tecnologia descrita no projeto poder chegar a alguns produtos da Airbus.

A própria Airbus também tentou tirar parte da importância do projeto, afirmando em uma declaração que o design é baseado em “conceitos e ideias (que estão) em um estágio muito inicial”.

Na verdade, a ideia foi publicada pela primeira vez em 2011 e apenas agora começou a ser divulgada pois conseguiu a aprovação do Departamento de Patentes dos Estados Unidos.
BBC

A depressão é a culpada pela tragédia do vôo da Germanwings?

Nas manchetes de jornais em todo o mundo aparece a afirmação de que o copiloto do avião da Germanwings, Andreas Lubitz, sofria de depressão. 

Aviação: (des) conforto ao extremo

Segundo artigo do New York Times, embora a evolução do design e dos materiais utilizados nos assentos dos aviões de carreira permitissem hoje uma maior distância entre as fileiras, o que aconteceu foi o contrário.
Desde 1978, a classe econômica perdeu quase 8 centímetros de espaço entre as suas fileiras.
As cadeiras ficaram mais finas, mas o precioso espaço ganho foi preenchido por mais filas, para desespero dos viajantes.
E se depender de um estudo da Airbus, a classe econômica de hoje seria um luxo do passado.
Nada como ganhar 5 polegadas (cerca de 13 centímetros) utilizando assentos em que o passageiro viaja em pé!

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Resgatados computadores e turbina do avião do voo 447 da Air France

Navio com caixas-pretas deve chegar à Guiana Francesa nesta quarta.

Airbus caiu sobre o Oceano Atlântico com 228 a bordo em 2009.

O Escritório Francês de Investigação e Análises (BEA) informou nesta segunda-feira (9) que conseguiu resgatar no Oceano Atlântico uma das turbinas e os computadores de bordo do Airbus A330 da Air France, do voo 447.

As peças já foram retiradas do fundo do mar.

Segundo o órgão, o navio da Marinha francesa La Capricieuse está navegando em direção ao porto de Cayenne levando a bordo as caixas-pretas do avião, encontradas na semana passada, e deve chegar à costa da Guiana Francesa na manhã de quarta-feira (11).

Turbina do Airbus do voo 447 é retirada do mar (Foto: Divulgação/BEA)

saiba mais
O que aconteceu com o voo 447 da Air France

Em seguida, os equipamentos, que se encontram selados sob ordem judicial, devem ser enviados por avião à França.

Acompanham a operação a bordo do La Capricieuse representantes do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos, órgão brasileiro), do BEA e um oficial da Polícia Judiciária francesa.

 


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Acidente aéreo: Airbus responsabilizada pela Air France no acidente do voo 447

Voo 447: Air France responsabiliza Airbus pelo acidente

Um ano e meio após a catástrofe do vôo 477 que deixou 228 mortos, o governo francês anuncia uma nova fase de investigação dos destroços da aeronave que caiu no mar, no dia 1 de junho de 2009, quando fazia a rota Rio de Janeiro-Paris.

O anúncio foi feito após a companhia Air France encaminhar à Justiça francesa um relatório em que transfere a responsabilidade pelo acidente à Airbus e à Thales, fabricante francesa dos sensores de velocidade das aeronaves.

A edição de hoje (26) do jornal francês Libération revela que o advogado da companhia, Fernand Garnault, enviou no final do último mês de setembro à juíza Sylvia Zimmermann, encarregada da investigação, um “memorando que culpa violentamente a Airbus”.[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

O jornal, que teve acesso ao documento, indica que a Air France acusa a Airbus de ter ignorado os numerosos alertas sobre problemas nos sensores de velocidade, os Pitot.

Após terem sido cobertos por uma camada de gelo, esses sensores, fabricados pela Thales, não funcionaram quando a aeronave caiu no Atlântico.

Conforme as conclusões provisórias do Bureau Francês de Investigação e Análise para a Segurança da Aviação Civil (BEA, em francês), o problema no Pitot pode ser um dos fatores do acidente, mas não o único.

A Air France, segundo o advogado da empresa, chegou a relatar problemas nos sensores em 15 ocasiões ocorridas dez meses antes do acidente.

Mesmo assim, segundo ele, tanto a Airbus quanto Thales não fizerem recomendações nem indicaram soluções para que os problemas fossem resolvidos.

“A companhia teve, e ainda tem, o sentimento de que incorretamente a ela foram imputados erros que ela não cometeu”, escreve o advogado da Air France no memorando.

Quanto à investigação, o Ministério de Transporte Francês anunciou que realizará uma quarta fase de busca dos destroços do avião no mar, prevista para fevereiro de 2011.

“Esta campanha de localização utilizará os melhores equipamentos disponíveis atualmente”, declarou o secretário de Estado de Transporte, Thierry Mariani.

Após o acidente ocorrido no ano passado, apenas alguns pedaços da aeronave e cerca de 50 corpos foram encontrados no mar. A caixa preta do avião – com os registros do vôo e a conversa dos pilotos – nunca foi encontrada.

blog do Noblat/LeMonde/Libération

Spam. Não abra nada sobre o voo 447

Como tudo que o homem criou, existe a possibilidade do bom e do mau uso. Assim acontece com a internet que está sendo usada para a disseminação de um spam cruel.

Exemplo pernicioso e de desrespeito à dor alheia, o spam que está cprometendo exibir vídeos com dos destroços e das vítimas do acidente com o AirBus da Air France.

Caso tenha chegado ouchegue para você, Não abra!!!! – é um arquivo malicioso que causará problemas aí no seu computador. Além de ser uma cruel exploração de uma tragédia.

A rede Websense Security Labs, de segurança tecnologica, detectou uma nova campanha maliciosa com spams que fingem enviar notícias sobre a queda do voo 447. A campanha de spam está em português e inclui um link para visualização do que seriam os primeiros vídeos do local do acidente.