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Romero Jucá usa laranja como dono de estação de TV

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Tupiniquins, não tem saída. Dia sim, e outro também, tem alguém do PT, ou ligado a algum petista, enrolado em maracutaias. Agora, mais uma né, estripulia, digamos, não republicana, envolvendo, ninguém menos que o líder do governo no Senado, o (argh!) senador Romero Jucá.

Impressiona a ‘capacidade’ do presidente Lula em se cercar do que de pior o Brasil produz na política.

O Editor


Lobista confessa: “Fui laranja do Jucá”

Com R$ 2,5 milhões de dívidas e um processo contra filho do senador na Justiça, Geraldo Magela conta ao Congresso em Foco que, durante anos, emprestou seu nome ao líder do governo para que ele mantivesse uma emissora de TV

Ex-dono da firma que controla a TV Caburaí, retransmissora da Bandeirantes em Roraima, o lobista Geraldo Magela Fernandes da Rocha titubeia no início, mas confirma. Era apenas um laranja do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR). Em entrevista ao Congresso em Foco, Magela confirma que o verdadeiro dono da TV Caburaí é Romero Jucá, uma situação que contraria a Constituição.

De acordo com o artigo 54, deputados e senadores não podem ser “proprietários, controladores ou diretores” de empresas que sejam concessionárias de serviço público, caso das emissoras de rádio e TV.

Leia o que disse Geraldo Magela ao Congresso em Foco:

O senhor aceitou abrir essa firma [Uyrapuru Comunicações e Publicidade, controladora da TV Caburaí]. Quem propôs ao senhor abrir essa firma?[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]

O senador Romero Jucá.

O senhor trabalhava para ele?

Trabalhava.

O senhor era um testa de ferro do Jucá?

Diante das pressões, realmente me tornei um testa de ferro. É a classificação melhor.

Então, o senhor era um laranja do senador na televisão?

Sim.

A televisão pertence a ele?

A televisão pertence… A Uyrapuru, no fundo, no fundo, pertencia a ele.

O senhor era só o laranja?

Certamente. Certamente, é a classificação certa.

Aos 58 anos, falido, com o nome sujo, contas bancárias bloqueadas, sem cheques ou cartões de crédito, morando de favor na casa da filha, com uma dívida de R$ 2,5 milhões para pagar à União e à Justiça do que, segundo ele, levou-o a essa situação. Um dos presos na Operação Navalha, ele tentou por meses negociar com Jucá os débitos na Justiça. Para ele, é o senador quem deveria pagar as dívidas.

De Eduardo Militão/Congresso em Foco

José Mesquita

José Mesquita

Pintor, escultor, gravador e "designer". Bacharel em administração e bacharel em Direito. Pós-graduado em Direito Constitucional. Participou de mais de 150 exposições, individuais e coletivas, no Brasil e no exterior. Criador e primeiro curador do Prêmio CDL de Artes Plásticas da Câmara de Dirigentes Lojista de Fortaleza e do Parque das Esculturas em Fortaleza. Foi membro da comissão de seleção e premiação do Salão Norman Rockwell de Desenho e Gravura do Ibeu Art Gallery em Fortaleza, membro da comissão de seleção e premiação do Salão Zé Pinto de Esculturas da Fundação Cultural de Fortaleza, membro da comissão e seleção do Salão de Abril em Fortaleza. É verbete no Dicionário Brasileiro de Artes Plásticas e no Dicionário Oboé de Artes Plásticas do Ceará. Possui obras em coleções particulares e espaços públicos no Brasil e no exterior. É diretor de criação da Creativemida, empresa cearense desenvolvedora de portais para a internet e computação gráfica multimídia. Foi piloto comercial, diretor técnico e instrutor de vôo do Aero Clube do Ceará. É membro da National American Photoshop Professional Association, Usa. É membro honorário da Academia Fortalezense de Letras.

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José Mesquita

Pintor, escultor, gravador e “designer”.

Bacharel em administração e bacharelando em Direito.

Participou de mais de 150 exposições, individuais e coletivas, no Brasil e no exterior.

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