Plano do G20 para excesso de aço pode gerar tensão em emergentes

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g20acobricsblog-do-mesquitachinaA oferta excedente na China está transbordando para outros mercados do mundo, desencadeando medidas protecionistas da Índia aos EUA.

A iniciativa do Grupo dos 20 para acabar com o excesso mundial de aço enfrentará um grande obstáculo se os países em desenvolvimento resistirem às tentativas de eliminar os subsídios do governo aos produtores locais, de acordo com o diretor do Comitê do Aço da OCDE, que está prestes a deixar o cargo.

A oferta excedente na China está transbordando para outros mercados do mundo, desencadeando medidas protecionistas da Índia aos EUA e chamando a atenção dos líderes mundiais.

Um obstáculo a superar poderia ser a relutância dos países emergentes a abandonar iniciativas que nutrem o setor doméstico com apoio governamental, disse Risaburo Nezu, presidente do Comitê do Aço da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômico, que tem sede em Paris.[ad name=”Retangulo – Anuncios – Duplo”]

A OCDE está mediando o fórum internacional do Grupo dos 20 para lidar com o excesso de capacidade, e a abundância de aço foi uma das prioridades da agenda da cúpula realizada em Hangzhou neste mês. A China, que fornece cerca de metade do aço mundial, tem tido divergências com outros grandes produtores sobre como lidar com essa questão e, nas negociações da OCDE em abril, não foi possível chegar a um acordo sobre o caminho a seguir.

Embora muitos países em desenvolvimento estejam sofrendo com o fluxo de metal chinês barato, é possível que surja no fórum um grupo que deseja “nutrir o setor siderúrgico com financiamento governamental, quando o que está sendo proposto é abolir os subsídios estatais, de acordo com os princípios do mercado”, disse Nezu, em entrevista em Tóquio, na semana passada.

“Independentemente da forma ou de quem estiver lidando com isso, nunca é fácil resolver esta questão”, disse ele, referindo-se ao novo fórum. “Muitas dificuldades vão surgir”.

Embora a China tenha se comprometido a reduzir sua capacidade em até 150 milhões de toneladas, cerca de 13 por cento do total, antes de 2020, órgãos reguladores dos EUA e da Europa argumentaram que os esforços de Pequim para limitar os subsídios foram insuficientes. No entanto, o comunicado oficial do G20 se absteve em atribuir a culpa a Pequim e descreveu o excesso de capacidade como um “problema global, que exige uma resposta coletiva”.

Contudo, regiões e países avançados, como Europa, EUA e Japão, querem acabar com os subsídios ou qualquer outra forma de apoio estatal que distorce os mercados e contribui para o excesso de capacidade, disse Nezu. Na tentativa de encontrar um modo de conciliar esse posicionamento com a China e outros países emergentes, a primeira reunião do fórum, realizada no dia 9 de setembro em Paris entre representantes da OCDE e do G20, teve um ritmo lento e nenhum plano concreto foi traçado.

“Assuntos importantes não foram discutidos na reunião”, disse Nezu. “Acho que as discussões deveriam ter sido um pouco mais profundas, mas essa abordagem foi evitada para amenizar a situação”.

Nezu anunciou que deixará o cargo no Comitê do Aço da OCDE e entregará as rédeas a Ronald Lorentzen, vice-secretário assistente de gestão de importação do Departamento do Comércio dos EUA. Nezu, que tem MBA da Harvard Business School , é um ex-funcionário público do ministério do comércio do Japão.

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José Mesquita

José Mesquita

Nasceu em Fortaleza,Ce. Pintor, escultor, gravador e "designer". Bacharel em Administração, Ciências da Computação e bacharel em Direito. Pós-graduado em Direito Constitucional. É consultor em Direito Digital. Participou de mais de 250 exposições, individuais e coletivas, no Brasil e no exterior. Design Gráfico, já criou mais de 35 marcas, logotipos, logomarcas, e de livrosa de arte para empresas no Brasil e Exterior Criador e primeiro curador do Prêmio CDL de Artes Plásticas da Câmara de Dirigentes Lojista de Fortaleza e do Parque das Esculturas em Fortaleza. Foi membro da comissão de seleção e premiação do Salão Norman Rockwell de Desenho e Gravura do Ibeu Art Gallery em Fortaleza, membro da comissão de seleção e premiação do Salão Zé Pinto de Esculturas da Fundação Cultural de Fortaleza, membro da comissão e seleção do Salão de Abril em Fortaleza. É verbete no Dicionário Brasileiro de Artes Plásticas e no Dicionário Oboé de Artes Plásticas do Ceará. Possui obras em coleções particulares e espaços públicos no Brasil e no exterior. Foi diretor de criação da Creativemida, empresa cearense desenvolvedora de portais para a internet e computação gráfica multimídia. Foi piloto comercial, diretor técnico e instrutor de vôo da Ecola de Aviação Civil do Ceará. É membro da National American Photoshop Professional Association - NAPP, Usa. É membro da Academia Fortalezense de Letras e Membro Honorário da Academia Cearense de Letras. Autor de três livros de poesias - e outros quatro ainda inéditos; uma peça de teatro; contos e artigos diversos para jornais; apresentações e prefácios de publicações institucionais; catálogos e textos publicitários. Ministra cursos gratuítos de Arte e de Computação Básica para crianças e adolescentes em centros comunitários de comunidades carentes na periferia das cidades.

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José Mesquita

Pintor, escultor, gravador e “designer”.

Bacharel em administração e bacharelando em Direito.

Participou de mais de 150 exposições, individuais e coletivas, no Brasil e no exterior.

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