Gilbert Chesterton – Cartas na tarde – 19/06/2013

[…]”Estou contemplando o mar e tentando calcular os bens que tenho para oferecer-te. Até posso ver, meu equipamento para começar a viajem ao país das fadas”[…] “Uma alma, antes indolente e onívora, mas agora muito feliz em se envergonhar de si mesma.” […]” Um corpo, igualmente indolente e quase igualmente onívoro, que consome chá, café, vinho tinto, água salgada e oxigênio até ficar repleto. Penso que ele fica mais feliz quando está nadando, pois o mar tem um tamanho confortável”. […]”Um coração, perdido em algum lugar. E esses são todos os pertences que podem ser inventariados no momento. Afinal, meu gosto é estoicamente simples. Um chapéu de palha, um cajado, uma caixa de fósforos e um pouco da própria poesia. De que mais um homem precisa?”

Gilbert Chesterton 1874/1936 d.C para Frances Blogg
Extraído de “Cartas de Amor de Homens Notáveis”


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