Galvão Bueno – O leitor desabafa

Da série: “opinião dos outros”.

Transcrevo abaixo, e concordo, opinião de um leitor do blog que, acredito, repercuta o que uma imensa maioria de brasileiros que apreciam esportes pensam a respeito da Buenices globais. Quando o esporte é transmitido por outras emissoras, temos a chance de optarmos por outro narrador. Quando o monopólio é globalizante, nós, os brasileiros, como se diz no Ceará, “tamu é lascado”.

[ad#Retangulo – Anuncios – Esquerda]Sobre Galvão Bueno
Infelizmente somos obrigados a engoli-lo em função dessa imoralidade de cotas para transmissões esportivas. Leva quem paga melhor. E por aí começa a decadência do esporte. Mas o que quero falar agora é o seguinte: alguém precisa alertar o Galvão o quanto ele é chato. Ele se acha mais imoprtante do que quaquer esporte que ele transmita e agourento. Tendencioso torna o esporte uma competição desleal.

Domingo na F1 o maior culpado da derrota de Massa foi ele. Eu explico: o bumerangue é um equipamento que ao ser lançado retorna à quem o lançou.

O Galvão roga tanta praga no adversário da Ferrari (não é nem do brasileiro da hora) que torna a F1 um esporte de azar. Ele esquece que o esporte é bom pela competição e não pela praga que ele joga no adversário que é tão merecedor quanto qualquer outro que o dispute. Depois da derrocada das Ferraris parece que não existia Hamilton disputando o título porque ele pouco falava no jovem e excelente piloto e, ao final, siau com essa pérola: ainda bem que o Alonso ganhou!…

E se o Hamiton ganhasse não seria ainda bem? E se o segundo colocado ganhasse, não seria ainda bem? O telespectador quer ver a competição e não paixão do narrador. É de uma desfaçatez impressionante. Via possibilidade de Massa, em último lugar, virar o jogo mas não via chances de Hamilton (terceiro) chegar ao primeiro lugar. Nessa hora Alonso ganharia. Como então o Felipe Massa poderia virar o jogo?

[ad#Retangulo – Anuncios – Direita]Patriotada no esporte soa como postura do político que, a despeito de repsentar o povo, faz tudo em benefício de suas paixões mais próximas, ou seja, os familiares e os amigos. Galvão precisa se lembrado qeu o mau agouro não faz parte da beleza do esporte qualquer que seja ele e é um desrespeito a todos aqueles que competem.

Talvez por isso o Kaká Bueno tenha se ferrado na Stock Car. É para o Galvão aprender que não se joga praga em ninguém porque ela sempre virará contra o espraguejador. As transmissões com Galvão Bueno estão abaixo do ridículo. Só ele não vê isso.
Está tornando um esporte tão bonito um jôgo de azar. É lamentável!… parafraseando o título do programa dele eu diria… Maus Amigos…
Assim não dá!
Joel de Oliveira
Brasília/DF

José Mesquita

José Mesquita

Pintor, escultor, gravador e designer gráfico e digital.

José Mesquita

Pintor, escultor, gravador e “designer”.

Bacharel em administração e bacharelando em Direito.

Participou de mais de 150 exposições, individuais e coletivas, no Brasil e no exterior.

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