Fatos & Fotos – 10/09/2021

A realidade, questão de tempo e lugar, haverá de esgarçar seus sonhos.

 Pavarotti Verdi La Traviata na trilha sonora desta noite quinta-feira


Boa noite.
Inútil sou
Alfonsina Storni

Por seguir das coisas o compasso,
às vezes, quis neste século ativo,
pensar, lutar, viver com o que vivo,
ser no mundo algum parafuso a mais.

Mas, atada ao sonho sedutor,
do meu instinto voltei ao escuro poço,
pois, como algum inseto preguiçoso
e voraz, eu nasci para o amor.

Inútil sou, pesada, torpe, lenta,
meu corpo, ao sol estendido, se alimenta
e só vivo bem no verão,

quando a selva cheira e a enroscada
serpente dorme em terra calcinada;
a fruta se abaixa até minha mão.


Hahaha. O gado é insuperável e o hospício cada vez mais lotado. Agora Roberto Jefferson e Zé Trovão passaram de heróis a agentes do comunismo chinês. Hahahaha. É do carvalho!


Após crime de responsabilidade, Bolsonaro pede “penico”. Anotem: por ora. Em nota, atribuiu o arroubo golpista ao “calor do momento”. Mas é bom não esquecer, não se negocia com fascistas


Tsuguharu Foujita,Paris,sd


O vampirão em ação; responsável pelo arrego – façamos de conta que é pra valer – de Jair Bolsonaro, Michel Temer o traía enquanto escrevia a nota. No mesmo dia em que auxiliou Bolsonaro, o emedebista chancelou, junto de Ricardo Nunes, uma nota do partido contra ele.


Nunca se esqueçam que o ídolo do Bolsonaro é o torturador Ustra, portanto esse recuo é tática, daqui a pouco volta ao normal de golpista.


Hahaha. O Zé Trovão pediu pro STF pra não ser preso por ordem do STF.


Cirilo Martinez Novillo
(
07/09/1921-07/15/2008 2008)
The Opera Ball (1866)


Ao aceitar receber a ligação telefônica do Mussolini tropical o #ministro Alexandre de Moraes enterrou a própria biografia, considerando todas as ofensas e ameaças que recebeu, quer diretamente do chefe do esgoto, quer dos ecabrestados. O recuo do maluco foi tão somente mudança de estratégia. Recuou, por hora, porque o golpe não deu certo. Irá voltar.
Bolsonaro é um trapalhão sórdido.
Esse recuo foi somente para ganhar tempo.


O triste fim de Michel Temer; escrevendo carta para analfabeto por R$1,00.


Já? Dois dias depois da tentativa de golpe do Bolsonaro? A FIESP acaba de divulgar um manifesto sobre o momento atual em Southern Banânia. Um primor de vaselina. Ocupação vazia de páginas de jornais.
Esperemos agora um manifesto da FIESP sobre o suicídio do Getúlio Vargas.


Antes de Bolsonaro e Arthur Lira eu achava impossível ter gente pior que Temer e Cunha. Ledo engano!


Quem acredita nessa carta do Mussolini tropical acredita em mula sem cabeça.


Grant Green, um dos grandes guitarristas do jazz, girando na radiola desta manhã de sexta-feira



Os três maiores responsáveis por Bolsonaro ainda estar no poder e continuar cometendo os seus crimes.
Cúmplices e covardes!


Como o Estorvo daqui sempre se declarou – aos arquivos dsa Câmara Federal, tolinhos – fanzoca do Regime do Hugo Cháves, não será suepresa essa meleca acontecer em Southern Banânia.
A cosmética subtração venezuelana de zeros.
O regime de Nicolás Maduro corta zeros e rebatiza a moeda nacional na tentativa de maquiar a saraivada de fracassos na economia.
e você está mal, se quebrou a cara no amor, acrescenta mais batom e vá para o ataque”.

Muitos governos, ao longo a História, agiram na área monetária como se estivessem seguindo este conselho proferido nos anos 20 pelo emblema francês da moda, Coco Chanel. Se a economia do país ia mal e a moeda se desvalorizava de forma horripilante, a saída era recorrer à maquiagem. Uma cosmética financeira. Transformar as notas que tinham estampadas uma quantia assustadora de zeros em notas com menos dígitos, implementando o corte de zeros nas cédulas de dinheiro.

Vamos imaginar um país. Ruritânia. Moeda, a coroa ruritana. Devido à inflação gerada pela caótica política economia do rei Rudolf II, foi necessário criar uma nota de 100.000 coroas (a nota de maior valor numérico antes era a de 10.000). Mas o que fazer se – tempos depois – essa nota já não vale nada? Ora, aplica-se a cosmética financeira e eliminam-se três zeros dessa cédula, que transforma-se em uma menos assustadora nota de apenas 100 coroas.
Bozó acima de tuda. Eia! Upa! Avante!


Foto do dia Dorothe

Royalty free. A imagem é liberada livre de copyrights PixaBaby


É equação é simples. Continuem desmatando!
Sem AMAZÔNIA não tem CHUVA;
Sem CHUVA não tem RIO, não tem ÁGUA;
Sem ÁGUA não tem indústria, não tem energia;
Sem CHUVA não tem agro, não tem COMIDA.
Sem AMAZÔNIA, não tem FUTURO.
Só burro não vê isso. E asno não faltam nesse (des)governo.

Mercenários cegos pela monetização da mentira é uma definição excelente para uma manada que muge por aí.


Vincent van Gogh,Head of a Peasant Woman with White Cap,1885


A inflação oficial, medida pelo IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo), chega a ultrapassar 12% no acumulado de 12 meses nas capitais e regiões metropolitanas do país.

A maior alta nesse recorte foi registrada em Curitiba (PR). Na região metropolitana da capital paranaense, o IPCA alcançou 12,08% em 12 meses até agosto, mostram dados divulgados nesta quinta-feira (9) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

A pesquisa detalha os resultados de 16 regiões. Em termos gerais, o IPCA subiu 9,68% no mesmo período no Brasil.

Em Curitiba, a maior variação entre os grupos de produtos e serviços foi de transportes. Até agosto, esse ramo, que tem impacto dos combustíveis, acumulou inflação de 20,06%.

Depois de Curitiba, Rio Branco (AC) registrou a segunda principal alta entre as regiões: 11,97%. Campo Grande (MS) veio na sequência, com 11,26%.

A outra ponta da lista é ocupada pela região metropolitana do Rio de Janeiro (RJ). No local, o IPCA foi de 8,09% até agosto. Trata-se da variação mais baixa da pesquisa.

A escalada do IPCA ganhou corpo ao longo da pandemia. Em um primeiro momento, houve disparada de preços de alimentos e, em seguida, avanço de combustíveis. Alta do dólar, estoques menores e avanço das commodities ajudam a explicar o comportamento dos preços.

Não bastasse essa combinação, a crise hídrica também passou a ameaçar o controle da inflação neste ano. É que a escassez de chuva força o acionamento de usinas térmicas, o que eleva os custos de geração de energia elétrica. O reflexo é a luz mais cara nos lares brasileiros.

INFLAÇÃO NAS CAPITAIS
No acumulado de 12 meses, até agosto, em %

Curitiba (PR)
12,08
Rio Branco (AC)
11,97
Campo Grande (MS)
11,26
São Luís (MA)
11,25
Fortaleza (CE)
11,2
Vitória (ES)
11,07
Goiânia (GO)
10,54
Porto Alegre (RS)
10,42
Belém (PA)
9,76
Belo Horizonte (MG)
9,67
Recife (PE)
9,65
São Paulo (SP)
9,12
Aracaju (SE)
8,79
Brasília (DF)
8,61
Salvador (BA)
8,59
Rio de Janeiro (RJ)
8,09
Fonte: IBGE

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