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Ciber Segurança – A Operação Máscara

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O Kaspersky Lab anuciou a descoberta de uma robusta operação de ciberespionagem desenvolvida em espanhol e batizada como “A Máscara”, em que cibercriminosos buscam obter informações sensíveis de governos e empresas.

Foram atacados sistemas de 31 países de vários continentes (Américas, Europa, África e Ásia, especificamente o Oriente Médico) e mais de 1.000 endereços de internet (IPs), sendo 380 vítimas únicas, segundo o laboratório.

— O kit de ferramentas usado na Máscara é muito sofisticado — diz Dmitry Bestuzhev, diretor da equipe de Pesquisa e Análise para a Kaspersky Lab na América Latina, em entrevista ao Segurança Digital. — Não só infecta máquinas Windows ou smartphones Android, como também afeta o iOS, que roda no iPad e no iPhone.

Também explorou falhas em versões antigas de nossos produtos.

Chegou a usar uma falha no Google Chrome descoberta em 2012 pela empresa Vupen, que afirmou que não revelaria a falha nem por US$ 1 milhão (nota: a francesa Vupen tem como clientes governos e agências governamentais justamente interessados em vulnerabilidades tech).

Segundo Dmitry, o código da Máscara é “bem complexo, e fica invisível no sistema”.
— É escrito por profissionais — garante.

A Kaspersky considera que o software foi nitidamente desenvolvido com um governo por trás.

Segundo Dmitry, os recursos investidos na operação, que começou em 2007, são astronômicos.

— Eles precisariam de milhões de dólares para desenvolver algo assim. E o número de países afetados também demonstra isso — diz. — O dinheiro não é o alvo, como em outros ataques, mas segredos nacionais, chaves de criptografia, certificados digitais, planos de desenvolvimento.

O Brasil foi o segundo país mais visado nos ataques da Máscara até agora, revela o executivo.

— O governo por trás desses ataques, portanto, considera o Brasil importante. As vítimas nos países estão em empresas, institutos de pesquisa, no setor diplomático, e setores do governo, entre outros.


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José Mesquita

José Mesquita

Pintor, escultor, gravador e "designer". Bacharel em administração e bacharel em Direito. Pós-graduado em Direito Constitucional. Participou de mais de 150 exposições, individuais e coletivas, no Brasil e no exterior. Criador e primeiro curador do Prêmio CDL de Artes Plásticas da Câmara de Dirigentes Lojista de Fortaleza e do Parque das Esculturas em Fortaleza. Foi membro da comissão de seleção e premiação do Salão Norman Rockwell de Desenho e Gravura do Ibeu Art Gallery em Fortaleza, membro da comissão de seleção e premiação do Salão Zé Pinto de Esculturas da Fundação Cultural de Fortaleza, membro da comissão e seleção do Salão de Abril em Fortaleza. É verbete no Dicionário Brasileiro de Artes Plásticas e no Dicionário Oboé de Artes Plásticas do Ceará. Possui obras em coleções particulares e espaços públicos no Brasil e no exterior. É diretor de criação da Creativemida, empresa cearense desenvolvedora de portais para a internet e computação gráfica multimídia. Foi piloto comercial, diretor técnico e instrutor de vôo do Aero Clube do Ceará. É membro da National American Photoshop Professional Association, Usa. É membro honorário da Academia Fortalezense de Letras.

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José Mesquita

Pintor, escultor, gravador e “designer”.

Bacharel em administração e bacharelando em Direito.

Participou de mais de 150 exposições, individuais e coletivas, no Brasil e no exterior.

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