Casa Civil, antro de corruptos

Casa Civil, Antro de Corruptos
Hiram Reis e Silva ¹

“Tenho vergonha de mim pela passividade em ouvir, sem despejar meu verbo, a tantas desculpas ditadas pelo orgulho e vaidade, a tanta falta de humildade para reconhecer um erro cometido, a tantos “floreios” para justificar atos criminosos, a tanta relutância em esquecer a antiga posição de sempre “contestar”, voltar trás e mudar o futuro.” (Cleide Canton)

Erenice Guerra não convence tentando justificar o injustificável, na sua carta de demissão, em caráter irrevogável, ao presidente Lulla.

Certamente seguiu determinação explícita das hostes petralhas, preocupadas com uma possível repercussão negativa na campanha de Dilma à presidência. Sinceramente não vejo porque tanta preocupação, a população está atacada por uma virulenta placidez e a tudo assiste sem esboçar qualquer reação.

A milionária anestesia não foi patrocinada pelo Ministério da Saúde, mas por inteligentes agentes políticos que cooptaram, aliciaram todas as forças que historicamente eram capazes de reagir contra estes inúmeros crimes cometidos em nome de uma política suja em que os fins justificam os meios.

Ninguém se incomoda com as quebras de sigilo, com as propinas cobradas de empresários para financiar campanhas demagógicas e nem mesmo atentados ou assassinatos daqueles que poderiam constranger ou complicar a vida dos ilustres mandatários encastelados na máquina pública mais corrupta da história da república brasileira.

Coronel de Engenharia Hiram Reis e Silva
Professor do Colégio Militar de Porto Alegre (CMPA)
Presidente da Sociedade de Amigos da Amazônia Brasileira (SAMBRAS)
Acadêmico da Academia de História Militar Terrestre do Brasil (AHIMTB)
Membro do Instituto de História e Tradições do Rio Grande do Sul (IHTRGS)
Colaborador Emérito da Liga de Defesa Nacional
Site: http://www.amazoniaenossaselva.com.br
E–mail: hiramrs@terra.com.br

Deixe uma resposta