Fakenews e o discurso da extrema-direita

Vocês sabem porque os Satãnaristas não querem que criminalize as Fake News? Porque essa
é a base do discurso satãnarista.
Não é meramente tal campo político ter dito uma mentira, eles usam as mentiras como a cerne do debate público. Basta fazemos um retrospecto desde 2018 até aqui. Na eleição vencida pelo líder extremista, os principais argumentos deles contra a esquerda se tratavam de mentiras assustadoras para pôr pânico na cabeça do eleitor.

O kit gay foi a Fake News mais disseminada, mas várias outras rolaram no submundo das redes sociais, com efeito tão devastador quanto. Alguns exemplos são a mamadeira de piroca; o Haddad como abusador de crianças; as pessoas perderem as suas casas pro MST e a notícia de que todos teriam que comer carne de cachorro, como na Venezuela.

Em 2022, mesmo depois de já ser governo, a base do discurso satãnarista não foi nem os feitos do Satãnaro como presidente e nem críticas ao que a esquerda realmente defendia. Mais uma vez inventaram mentiras e usaram isso como base do debate político.
Os vídeos na maioria são montagem, mas até hoje pessoas de capacidade cognitiva (ou de caráter) baixa continuam acreditando. Para além disso, as eleições foram marcadas por inúmeras outras mentiras com o propósito de assustar a população, como a de que o Lula fecharia igrejas.

Dessa última vez eles perderam, mas não desmontaram a máquina capaz de produzir Fake News em escala industrial. O Satãnarismo possui toda uma rede de produção, distribuição e financiamento de notícias falsas, que funciona muito além do período eleitoral.

O uso da mentira como principal ferramenta política é uma ameaça para a própria democracia, já que as pessoas formam a opinião com base nas informações que chegam até elas. Se as informações que elas têm acesso são falsas, o direito de escolha está sendo corrompido. É por isso, em nome da democracia, que a criminalização das Fake News é importante e assusta tanto a extrema-direitalha.

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